{"id":3829,"date":"2019-08-15T20:02:19","date_gmt":"2019-08-15T20:02:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3829"},"modified":"2019-08-15T20:02:19","modified_gmt":"2019-08-15T20:02:19","slug":"15-08-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/08\/15\/15-08-2019\/","title":{"rendered":"15\/08\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 15 de agosto de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.045<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;<\/strong>&nbsp;&nbsp;<strong><span style=\"text-align: justify;\">Minist\u00e9rio da Agricultura projeta valor da produ\u00e7\u00e3o no campo em R$ 603 bi<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A melhora das perspectivas no mercado de milho levou o Minist\u00e9rio da Agricultura a elevar levemente sua estimativa para o valor bruto da produ\u00e7\u00e3o (VBP) agropecu\u00e1ria do pa\u00eds em 2019. Segundo levantamento divulgado ontem, (13), a Pasta passou a prever o VBP total em R$ 603,4 bilh\u00f5es, cerca de R$ 600 milh\u00f5es a mais que o projetado em julho e montante 1,2% superior ao de 2018.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 305px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3640\" alt=\"\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para os 21 produtos agr\u00edcolas que fazem parte da pesquisa, o VBP foi ajustado pelo minist\u00e9rio para R$ 399 bilh\u00f5es, mesmo patamar previsto em julho e com queda de 0,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. Essa queda vir\u00e1 sobretudo da piora apontada para a soja, carro-chefe do agroneg\u00f3cio brasileiro. Segundo o minist\u00e9rio, o VBP do gr\u00e3o dever\u00e1 atingir R$ 128,8 bilh\u00f5es neste ano, 13,4% menos que o recorde hist\u00f3rico de 2018. Influenciam essa redu\u00e7\u00e3o a queda da colheita nesta safra 2018\/19 e a tend\u00eancia de retra\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os, em parte derivada da menor demanda.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para o VBP do milho, cuja safrinha bateu novo recorde, a proje\u00e7\u00e3o do minist\u00e9rio voltou a melhorar. Passou a ser de R$ 60,5 bilh\u00f5es, 22,9% superior ao montante de 2018. No caso da cana, a Pasta ajustou sua estimativa para R$ 58,3 bilh\u00f5es em 2019, 8,4% menos que no ano passado. Vale destacar, ainda, as altas na compara\u00e7\u00e3o com 2018 de algod\u00e3o (16,6%, para R$ 41,4 bilh\u00f5es), laranja (8,1%, para R$ 14 bilh\u00f5es), banana (20,5%, para R$ 12,8 bilh\u00f5es) e trigo (8,2%, para R$ 5 bilh\u00f5es), al\u00e9m da baixa projetada para o caf\u00e9 (24,7%, para R$ 19,6 bilh\u00f5es).<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para o VBP conjunto das cinco principais cadeias da pecu\u00e1ria, o minist\u00e9rio ajustou sua estimativa para R$ 204,4 bilh\u00f5es, 4,5% mais que em 2018. Pesam para esse aumento os reflexos positivos da epidemia de peste su\u00edna na China para demanda e pre\u00e7os no mercado global de carnes em geral e sobre as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras em particular. Para o frango, a previs\u00e3o de VBP do minist\u00e9rio foi mantida em R$ 62,9 bilh\u00f5es, 13,4% mais que em 2018. Tamb\u00e9m h\u00e1 aumentos projetados para os bovinos (1,3%, para R$ 81,4 bilh\u00f5es) e para os su\u00ednos (9,3%, para R$ 15,9 bilh\u00f5es). E h\u00e1 quedas calculadas para o leite (1,6%, para R$ 33 bilh\u00f5es) e para os ovos (4%, para R$ 11 bilh\u00f5es). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/p>\n<p><span style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><strong>Italac recebe trof\u00e9u Agroleite na categoria latic\u00ednios&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Concorrendo com outras duas marcas de latic\u00ednios, a Italac venceu, pelo terceiro ano consecutivo, a disputa da categoria no Pr\u00eamio Trof\u00e9u Agroleite, promovido pela Castrolanda. A cerim\u00f4nia ocorreu na noite desta quarta-feira (14\/8), no Memorial da Imigra\u00e7\u00e3o Holandesa, localizado na cidade de Castro, Paran\u00e1.<\/p>\n<p>Neste ano, completando 18 anos de premia\u00e7\u00e3o, o Oscar do Leite, como \u00e9 conhecido, apresentou um novo regulamento que contou com 11 categorias distintas, cuja vota\u00e7\u00e3o foi realizada pela internet.&nbsp; S\u00e3o elas: Gen\u00e9tica, Nutri\u00e7\u00e3o, Medicamentos, Bem-Estar, Sementes, Ordenha e Refrigera\u00e7\u00e3o, M\u00e1quinas e Equipamentos, Produtor de Leite, Agente Financeiro, Latic\u00ednios e Embalagens.<\/p>\n<p>Disputando com a Italac na categoria latic\u00ednios estavam as marcas Nestl\u00e9 e Xand\u00f4. Para o presidente da Italac, Cl\u00e1udio Teixeira, \u00e9 uma honra para a empresa participar da cerim\u00f4nia.&nbsp; \"Se Deus quiser ano que vem estaremos aqui recebendo, mais uma vez, esse importante pr\u00eamio para n\u00f3s\", declarou, parabenizando a cooperativa pelo trabalho e sucesso que tem conquistado. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\n<p><strong>UE pressiona Austr\u00e1lia pela prote\u00e7\u00e3o de nomes de produtos l\u00e1cteos no acordo de livre com\u00e9rcio<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto a Uni\u00e3o Europeia (UE) e a Austr\u00e1lia negociam um acordo de livre com\u00e9rcio, a UE deu \u00e0 Austr\u00e1lia uma lista de mais de 400 produtos que deseja proteger como parte de qualquer acordo, com muitos termos de latic\u00ednios inclu\u00eddos.<\/p>\n<p>O Ministro de Com\u00e9rcio, Turismo e Investimento da Austr\u00e1lia, Simon Birmingham, disse que o processo de consulta p\u00fablica sobre Indica\u00e7\u00f5es Geogr\u00e1ficas (IG) oferecer\u00e1 \u00e0 ind\u00fastria um per\u00edodo de tr\u00eas meses para coment\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n<p>A designa\u00e7\u00e3o IG \u00e9 pretendida pela UE para proteger produtos tradicionais e localizados e, assim, garantir uma qualidade padr\u00e3o. Em resposta, o governo australiano est\u00e1 \u00e0 procura de coment\u00e1rios p\u00fablicos sobre os planos, com a Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Agricultores do pa\u00eds (NFF) j\u00e1 afirmando que n\u00e3o est\u00e1 impressionada com a perspectiva. \u201cOs australianos podem ter certeza de que faremos uma barganha muito dif\u00edcil - como sempre fazemos - para conseguir um acordo geral que ofere\u00e7a mais oportunidades para os agricultores e empresas do nosso pa\u00eds. Em \u00faltima an\u00e1lise, s\u00f3 faremos este acordo se, no geral, for do interesse da Austr\u00e1lia faz\u00ea-lo\u201d, disse Simon.<\/p>\n<p><u>Definir demandas<\/u><br \/>\nA UE \u00e9 o segundo maior parceiro comercial da Austr\u00e1lia e, em 2008, a Austr\u00e1lia concordou com um acordo de com\u00e9rcio de vinhos que cobria algumas restri\u00e7\u00f5es da UE \u00e0s IGs. As exig\u00eancias da UE incluem qualquer uso comercial direto ou indireto de um nome de IG para produtos compar\u00e1veis, o que significa que um produtor australiano n\u00e3o poderia comercializar um queijo 'estilo feta' ou um produto 'semelhante ao camembert'.<\/p>\n<p>Enquanto muitos dos queijos n\u00e3o possuem nomes conhecidos, outros s\u00e3o, como camembert de Normandie, feta, brie, stilton branco e azul, mussarela, provolone, gorgonzola, parmiggiano reggiano e gruy\u00e8re. No total, existem 56 queijos na lista, al\u00e9m de duas manteigas e um produto cremoso.<\/p>\n<p><u>NFF (Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Agricultores) preocupada<\/u><br \/>\nA NFF disse que est\u00e1 desgostosa que o governo australiano tenha dado o pr\u00f3ximo passo para proibir o uso de nomes comuns de alimentos na Austr\u00e1lia, como feta, brie e camembert. \"Os agricultores australianos ficar\u00e3o em uma situa\u00e7\u00e3o pior se o governo concordar com as exig\u00eancias da UE de que n\u00f3s estendamos prote\u00e7\u00e3o para as indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas (IGs) para alimentos e outros vinhos e bebidas alco\u00f3licas\", disse o presidente-executivo da NFF, Tony Mahar.<\/p>\n<p>\"As negocia\u00e7\u00f5es do acordo devem abrir mercados e liberar o com\u00e9rcio entre parceiros de livre com\u00e9rcio. Tudo o que ouvimos da UE desde o in\u00edcio das negocia\u00e7\u00f5es foi que a agricultura era um setor \u2018sens\u00edvel\u2019 para a UE e a Austr\u00e1lia precisaria concordar em estender a prote\u00e7\u00e3o \u00e0s IGs da UE se quis\u00e9ssemos um acordo de livre com\u00e9rcio\u201d.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Mahar disse que, se o governo \"ficasse fraco\" nas IGs, seria um golpe duplo para os agricultores. \"N\u00e3o s\u00f3 nos foi dito que o novo acesso para produtos agr\u00edcolas \u2018sens\u00edveis\u2019 ser\u00e1 dif\u00edcil, e que n\u00e3o obteremos nenhum novo acesso para a\u00e7\u00facar, latic\u00ednios, pequenos produtos e outros produtos, mas tamb\u00e9m, teremos que abrir m\u00e3o de nomes de alimentos comuns e as vendas que os acompanham?\"<\/p>\n<p>A NFF comentou que, durante anos, os agricultores australianos sofreram com pol\u00edticas protecionistas da UE, incluindo sua pol\u00edtica de IGs. O acordo de livre com\u00e9rcio apresenta uma oportunidade cr\u00edtica para nivelar o \u2018campo de jogo\u2019.<\/p>\n<p>Mahar acrescentou: \"o sistema de prote\u00e7\u00e3o de marcas da Austr\u00e1lia pode fornecer a mesma prote\u00e7\u00e3o, se n\u00e3o melhor, para produtos especializados. N\u00e3o precisamos de um sistema novo, separado e financiado pelos contribuintes para proteger os nomes de produtos europeus. O governo australiano n\u00e3o deve considerar qualquer extens\u00e3o da prote\u00e7\u00e3o das IG sem um compromisso garantido da UE de acesso excepcional ao mercado para todos os produtos agr\u00edcolas australianos sem nenhuma exclus\u00e3o. Se a UE realmente acreditar em sua ret\u00f3rica sobre o livre com\u00e9rcio, esse resultado beneficiar\u00e1 os agricultores e consumidores europeus tanto quanto os agricultores australianos\".<\/p>\n<p>No entanto, o ministro Birmingham disse: \u201ch\u00e1 enormes oportunidades para os agricultores e empresas australianos se pudermos melhorar seu acesso aos mercados em toda a UE. A UE possui mais de 500 milh\u00f5es de consumidores e, mesmo com as restri\u00e7\u00f5es comerciais existentes, j\u00e1 \u00e9 o terceiro maior mercado de exporta\u00e7\u00e3o da Austr\u00e1lia. Embora compreendamos a import\u00e2ncia que a UE atribui \u00e0s indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas, a nossa prioridade \u00e9 garantir que os nossos agricultores e empresas possam obter um melhor acesso ao mercado e serem mais competitivos na UE. Esse processo de consulta nos ajudar\u00e1 a entender melhor as vis\u00f5es da ind\u00fastria australiana, o que nos ajudar\u00e1 em nossas discuss\u00f5es cont\u00ednuas com a UE sobre o porque a prote\u00e7\u00e3o solicitada de certos termos n\u00e3o ser\u00e1 aceit\u00e1vel em alguns casos\u201d. Os coment\u00e1rios p\u00fablicos podem ser feitos at\u00e9 13 de novembro. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">PIB do agroneg\u00f3cio calculado por Cepea e CNA cresceu 0,65% em maio<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">O Produto Interno Bruto (PIB) do agroneg\u00f3cio brasileiro cresceu 0,65% em maio, de acordo com c\u00e1lculos conjuntos do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea\/Esalq\/USP) e da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA). Com isso, informou o Cepea, de janeiro a maio o PIB do setor passou a apresentar alta de 0,68%. Entre os ramos que comp\u00f5em o agroneg\u00f3cio, o agr\u00edcola registrou aumento de 0,13% em maio, mas nos primeiros cinco meses do ano a varia\u00e7\u00e3o ainda ficou negativa (0,39%). No pecu\u00e1rio houve avan\u00e7o de 2,06% em maio e, nos primeiros cinco meses, de 3,63%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de agosto de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.045 &nbsp;&nbsp;&nbsp;Minist\u00e9rio da Agricultura projeta valor da produ\u00e7\u00e3o no campo em R$ 603 biA melhora das perspectivas no mercado de milho levou <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/08\/15\/15-08-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/08\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3829","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3829","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3829"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3829\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3830,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3829\/revisions\/3830"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3829"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3829"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3829"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}