{"id":3783,"date":"2019-08-01T19:37:24","date_gmt":"2019-08-01T19:37:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3783"},"modified":"2019-08-01T19:37:24","modified_gmt":"2019-08-01T19:37:24","slug":"01-08-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/08\/01\/01-08-2019\/","title":{"rendered":"01\/08\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 1\u00ba de agosto de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.035<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><strong style=\"text-align: justify;\">LEITE\/CEPEA: pre\u00e7o ao produtor recua frente \u00e0s fracas negocia\u00e7\u00f5es e margens espremidas da ind\u00fastria<\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o pago ao produtor em julho, referente ao leite entregue em junho, recuou 7,9% (ou 12 centavos\/litro) frente ao m\u00eas anterior \u2013 essa foi a primeira queda mensal deste ano. Segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, a \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d l\u00edquida (considera os pre\u00e7os do leite recebido por produtores sem frete e impostos dos estados de BA, GO, MG, SP, PR, SC e RS) fechou a R$ 1,4064\/litro em julho, 7,8% menor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 do mesmo per\u00edodo de 2018. Ainda assim, no acumulado de 2019, a varia\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m positiva, em 11,5%, em termos reais (valores deflacionados pelo IPCA de junho\/19).<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A press\u00e3o vem das fracas negocia\u00e7\u00f5es de derivados l\u00e1cteos nos \u00faltimos meses e tamb\u00e9m das margens espremidas das ind\u00fastrias. As redu\u00e7\u00f5es mais expressivas nos valores m\u00e9dios foram verificadas nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goi\u00e1s, onde as quedas de junho para julho foram de, respectivamente, 13%, 12% e 11,9%.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O ICAP-L (\u00cdndice de capta\u00e7\u00e3o de leite) aumentou 3,4% na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d, influenciado pela produ\u00e7\u00e3o nos estados do Sul, regi\u00e3o que est\u00e1 em per\u00edodo de safra. Ainda assim, o potencial produtivo no Sul tem sido limitado, tendo em vista que as forrageiras de inverno n\u00e3o apresentaram um bom desenvolvimento, em decorr\u00eancia do clima desfavor\u00e1vel. No primeiro semestre de 2019, o Custo Operacional Efetivo (COE) acumulou alta de 0,61% na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Seguindo o movimento sazonal, para setembro, os pre\u00e7os tendem a diminuir, ap\u00f3s o pico de entressafra no Sudeste e Centro-Oeste. Este ano, o comportamento do mercado l\u00e1cteo verificado at\u00e9 o momento est\u00e1 bastante semelhante ao de 2017, com pre\u00e7os elevados no primeiro semestre, devido \u00e0 oferta reduzida de mat\u00e9ria-prima, e queda brusca no segundo semestre, ap\u00f3s a recupera\u00e7\u00e3o do volume de produ\u00e7\u00e3o. Em 2019, no entanto, a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve se elevar tanto como em 2017, por consequ\u00eancia da grande inseguran\u00e7a de produtores em realizar investimentos de longo prazo frente \u00e0s incertezas no curto prazo.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, empresas ainda enfrentam dificuldades em elevar o teto de pre\u00e7os dos derivados. No atacado de S\u00e3o Paulo, o pre\u00e7o do leite UHT caiu 4,8% em julho frente a junho, fechando em R$ 2,35\/litro (m\u00e9dia mensal com valores coletados at\u00e9 o dia 26). J\u00e1 para a mu\u00e7arela, o pre\u00e7o manteve-se est\u00e1vel, fechando com m\u00e9dia de R$ 17,62\/kg. No mercado de leite spot, a segunda quinzena de julho fechou com varia\u00e7\u00f5es positivas nos estados amostrados, indicando que a oferta de mat\u00e9ria-prima no mercado ainda est\u00e1 insuficiente para abastecer o volume das empresas. (As informa\u00e7\u00f5es do Cepea-Esalq\/USP)<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Gr\u00e1fico 1. S\u00e9rie de pre\u00e7os m\u00e9dios recebidos pelo produtor (l\u00edquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de junho\/19). Fonte: Cepea-Esalq\/USP.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 319px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3611\" alt=\"\"><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><strong>RS: Mapa ir\u00e1 auditar servi\u00e7o veterin\u00e1rio em setembro<\/strong><\/p>\n<p>De 2 a 6 de setembro, o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) ir\u00e1 auditar o servi\u00e7o de defesa agropecu\u00e1ria do Rio Grande do Sul para verificar o andamento das melhorias implantadas desde outubro de 2017, quando foi feita a \u00faltima avalia\u00e7\u00e3o. A inspe\u00e7\u00e3o vai come\u00e7ar um dia ap\u00f3s o encerramento da 42\u00aa Expointer, que ocorrer\u00e1 no estado de 24 de agosto a 1\u00ba de setembro, considerada uma das maiores feiras agropecu\u00e1rias do mundo.<\/p>\n<p>A auditoria estava prevista inicialmente para 2020, mas ser\u00e1 antecipada em fun\u00e7\u00e3o da solicita\u00e7\u00e3o do governo do Rio Grande do Sul de retirar a vacina\u00e7\u00e3o contra a aftosa antes de junho de 2021, conforme prev\u00ea o cronograma previsto no Programa Nacional de Erradica\u00e7\u00e3o e Preven\u00e7\u00e3o da Febre Aftosa (PNEFA).<\/p>\n<p>Quatro veterin\u00e1rios dos estados de Minas Gerais, do Mato Grosso e do Tocantins percorrer\u00e3o seis munic\u00edpios ga\u00fachos e a capital. Ir\u00e3o avaliar 42 itens que v\u00e3o desde recursos humanos, a situa\u00e7\u00e3o dos postos fixos de fiscaliza\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, revendas de vacinas at\u00e9 Unidades Veterin\u00e1rias Locais (UVL) e Escrit\u00f3rios de Atendimento \u00e0 Comunidade.<\/p>\n<p>A cada tr\u00eas anos, todos os estados t\u00eam o Servi\u00e7o Veterin\u00e1rio Oficial (SVO) auditado, como determina o programa QualiSV. O objetivo \u00e9 verificar se as unidades da Federa\u00e7\u00e3o est\u00e3o cumprindo as diretrizes b\u00e1sicas da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE), entre elas disponibilidade de recursos humanos e capacidade de certifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os resultados esperados nas auditorias s\u00e3o: permitir uma vis\u00e3o mais clara, atualizada e global dos servi\u00e7os veterin\u00e1rios, transpar\u00eancia, regularidade e agilidade do sistema de avalia\u00e7\u00e3o destes servi\u00e7os e orienta\u00e7\u00e3o para aperfei\u00e7oamento dos pontos fracos.<\/p>\n<p><u>Auditorias<\/u><br \/>\nAs pr\u00f3ximas auditorias ser\u00e3o realizadas em Pernambuco, de 16 a 20 de setembro; no Maranh\u00e3o, de 30 de setembro a 4 de outubro; em Rond\u00f4nia, de 7 a 11 de outubro; no Rio de Janeiro, de 21 a 25 de outubro; em Minas Gerais, de 18 a 22 de novembro;&nbsp; e no Esp\u00edrito Santo, de 25 a 29 de novembro. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p><strong>Copom corta Selic pela primeira vez em 16 meses, de 6,5% para 6%<\/strong><\/p>\n<p>O Banco Central do Brasil se juntou ao movimento global de al\u00edvio monet\u00e1rio com a redu\u00e7\u00e3o de 0,50 ponto percentual na Selic \u2013 taxa b\u00e1sica de juros da economia -, anunciada ap\u00f3s reuni\u00e3o desta quarta-feira (31). A decis\u00e3o dos membros do Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) foi tomada por unanimidade.<\/p>\n<p>O mercado estava dividido entre a aposta de um corte de 0,25 ponto percentual ou de 0,50. Estacionada nos 6,5% h\u00e1 mais de um ano, a Selic passa agora aos 6% ao ano \u2014 uma nova m\u00ednima hist\u00f3rica no Brasil.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>No comunicado, o Copom destaca o avan\u00e7o do processo de reformas e sinaliza um corte de mesma magnitude na pr\u00f3xima reuni\u00e3o. \u201cO Comit\u00ea avalia que a consolida\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio benigno para a infla\u00e7\u00e3o prospectiva dever\u00e1 permitir ajuste adicional no grau de est\u00edmulo\u201d.<br \/>\nO Copom, que se re\u00fane a cada 45 dias para discutir a Selic, n\u00e3o mexia na taxa desde mar\u00e7o de 2018. A reuni\u00e3o desta semana foi a terceira sob o comando de Roberto Campos Neto, presidente do BC desde fevereiro.<\/p>\n<p>O caminho para a redu\u00e7\u00e3o dos juros foi pavimentado por uma mistura de fatores: fraqueza persistente nos dados de atividade econ\u00f4mica, infla\u00e7\u00e3o controlada e reforma da Previd\u00eancia aprovada em primeiro turno na C\u00e2mara dos Deputados.<\/p>\n<p>Juros mais baixos tendem a estimular a atividade econ\u00f4mica por meio de cr\u00e9dito mais barato e est\u00edmulo ao consumo.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o foi acertada, segundo Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados. \u201cDe fato, as expectativas eram de uma infla\u00e7\u00e3o sob controle, sem se desviar da meta mesmo no cen\u00e1rio de corte de taxa, como se viu no relat\u00f3rio de infla\u00e7\u00e3o de junho\u201d.<\/p>\n<p>Para o economista, o comit\u00ea abre espa\u00e7o para um novo corte de 0,5 p.p. na pr\u00f3xima reuni\u00e3o e talvez um poss\u00edvel 5% sendo alcan\u00e7ados esse ano. \u201cA reforma da previd\u00eancia ajuda nessa possibilidade, mas o central segue sendo um IPCA muito sob controle e um n\u00edvel de atividade em recupera\u00e7\u00e3o muito fr\u00e1gil ainda\u201d, diz.<\/p>\n<p>A queda dos juros por si s\u00f3 n\u00e3o deve incentivar a economia, segundo Andr\u00e9 Perfeito, economista chefe da Necton, \u201cmas trar\u00e1 efeitos benignos para a infla\u00e7\u00e3o de ativos, notadamente bolsa se valores e t\u00edtulos p\u00fablicos\u201d, diz.<\/p>\n<p>Na leitura de Zeina Latif, economista-chefe da XP Investimentos, com a decis\u00e3o, o BC mostra que v\u00ea uma melhora importante no balan\u00e7o de risco de infla\u00e7\u00e3o e mostra confian\u00e7a na sua estrat\u00e9gia. \u201c\u00c9 como se ele dissesse que n\u00e3o precisa ir devagar, pois confia na sua estrat\u00e9gia\u201d.<\/p>\n<p>O impacto do corte na economia, no entanto, deve ser marginal, segundo a economista. \u201cImpacta de alguma forma o mercado de cr\u00e9dito, a confian\u00e7a do empres\u00e1rio, mas nossa fraqueza \u00e9 muito mais estrutural do que por demanda\u201d. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal Exame)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Sig\/China&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A SIG construir\u00e1 uma segunda unidade de produ\u00e7\u00e3o em Suzhou, na China, para atender \u00e0 crescente demanda por embalagens cartonadas ass\u00e9pticas na \u00c1sia-Pac\u00edfico. A planta de 120.000 m2 no Parque Industrial de Suzhou (SIP), pr\u00f3xima \u00e0s instala\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o e centro tecnol\u00f3gico da empresa, custar\u00e1 180 milh\u00f5es de euros, e estar\u00e1 operando no in\u00edcio de 2021. Rolf Stangl, presidente da SIG, disse que o mercado de alimentos e bebidas na \u00c1sia tem crescido continuamente, e deve continuar. \u201cNossa planta continuar\u00e1 trazendo novos e inovadores conceitos de produtos e embalagens para o mercado, de forma r\u00e1pida e eficiente. A nova f\u00e1brica perto do Centro de Tecnologia \u00e9 fundamental para a SIG \u00c1sia. Vamos ampliar nossos neg\u00f3cios na regi\u00e3o, mas, tamb\u00e9m nos adaptar ao estilo de vida dos consumidores asi\u00e1ticos\u201d, disse ele. (Dairy Reporter \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 1\u00ba de agosto de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.035 &nbsp;&nbsp;LEITE\/CEPEA: pre\u00e7o ao produtor recua frente \u00e0s fracas negocia\u00e7\u00f5es e margens espremidas da ind\u00fastriaO pre\u00e7o pago ao produtor em julho, referente <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/08\/01\/01-08-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/08\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3783","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-uncategorized","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3783","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3783"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3783\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3784,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3783\/revisions\/3784"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3783"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3783"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}