{"id":3774,"date":"2019-07-29T20:18:49","date_gmt":"2019-07-29T20:18:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3774"},"modified":"2019-07-29T20:18:49","modified_gmt":"2019-07-29T20:18:49","slug":"29-07-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/07\/29\/29-07-2019\/","title":{"rendered":"29\/07\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 29 de julho de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.032<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong>&nbsp;&nbsp;Afinal, queijo engorda?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Chefe do Departamento de Tecnologia e Ci\u00eancias dos Alimentos da UFSM d\u00e1 dicas de como manter uma dieta saud\u00e1vel com a inclus\u00e3o de produtos l\u00e1cteos&nbsp;<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Responde: Neila Richards, chefe do Departamento de Tecnologia e Ci\u00eancias dos Alimentos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nenhum alimento individualmente engorda ou emagrece, depende de como ele \u00e9 inserido na dieta alimentar. At\u00e9 porque a gordura \u00e9 necess\u00e1ria, al\u00e9m de conter \u00e1cidos graxos essenciais, faz o transporte das vitaminas A, D, E e K.&nbsp;<br \/>\nAs gorduras presentes nos queijos s\u00e3o as naturais do leite, formadas por \u00e1cidos graxos com efeitos ben\u00e9ficos sobre a sa\u00fade. Os fatores que levam \u00e0 obesidade s\u00e3o complexos, mas o excesso de energia consumida durante um longo per\u00edodo pode levar ao ganho de peso, ou seja, certos h\u00e1bitos alimentares est\u00e3o associados a um maior risco de obesidade por seu alto teor de energia.&nbsp;<br \/>\nUma dieta saud\u00e1vel inclui alguns produtos l\u00e1cteos, sendo que o consumo em quantidades moderadas de queijo n\u00e3o aumenta risco de obesidade. A gordura do leite tem \u00e1cido graxo oleico (18 carbonos e 1 dupla liga\u00e7\u00e3o), que \u00e9 um protetor contra a aterog\u00eanese (dep\u00f3sito de gordura nas art\u00e9rias).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pessoas que consomem no m\u00ednimo tr\u00eas por\u00e7\u00f5es di\u00e1rias de produtos l\u00e1cteos (incluindo leite integral) tendem a ter melhor sa\u00fade cardiovascular, al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o da gordura abdominal. Os franceses t\u00eam o h\u00e1bito de comer queijo em todas as refei\u00e7\u00f5es e sofrem menos problemas de sobrepeso. O queijo ajuda a acelerar o metabolismo e a reduzir o risco de obesidade.&nbsp;<br \/>\nO fato de o queijo ser mais amarelo n\u00e3o significa que tenha mais gordura. Na fabrica\u00e7\u00e3o de alguns queijos (por exemplo, prato e chedar), o corante urucum \u00e9 adicionado. Al\u00e9m disso, alguns t\u00eam sua massa semicozida ou cozida, portanto, recebem calor durante a elabora\u00e7\u00e3o, intensificando a colora\u00e7\u00e3o amarela.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alguns queijos brancos, como mu\u00e7arela de b\u00fafala, mascarpone, cream cheese e gorgonzola t\u00eam muito mais gordura do que os de tipo prato e o colonial.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em quantidades equilibradas, nenhum alimento faz mal ao organismo. (Zero Hora)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Proje\u00e7\u00f5es\/FAO<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em>A produ\u00e7\u00e3o mundial de leite dever\u00e1 crescer 1,7% por ano nos pr\u00f3ximo dez anos (atingindo 981 milh\u00f5es de toneladas em 2028), mais r\u00e1pido do que a maior parte dos outros produtos agr\u00edcolas.<\/em><\/div>\n<div>Ao contr\u00e1rio do que passou nos \u00faltimos dez anos, o crescimento previsto dos plant\u00e9is (1,2% por ano) \u00e9 superior \u00e0 m\u00e9dia da produtividade (0,4%), e o rebanho de vacas leiteiras dever\u00e1 aumentar mais rapidamente nos pa\u00edses onde a produtividade \u00e9 baixa.<br \/>\nAssim, na \u00cdndia e no Paquist\u00e3o, dois grandes produtores de leite, ser\u00e3o respons\u00e1veis por mais da metade do crescimento da produ\u00e7\u00e3o mundial nos pr\u00f3ximo dez anos e por mais de 30% da produ\u00e7\u00e3o mundial em 2028. A produ\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia, segundo produtor mundial, dever\u00e1 crescer mais lentamente do que a m\u00e9dia mundial, porque ela \u00e9 pouco exportadora e a demanda interna ter\u00e1 aumento muito pequeno.<\/div>\n<div>O leite \u00e9 um produto muito perec\u00edvel, que deve ser transformado rapidamente, logo ap\u00f3s a capta\u00e7\u00e3o. Ele n\u00e3o pode ser estoque, por mais que poucas dias. Assim, o essencial da produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 consumida na forma de produtos frescos, que n\u00e3o s\u00e3o transformados. O consumo mundial desses produtos dever\u00e1 crescer nos decorrer dos pr\u00f3ximos dez anos, em decorr\u00eancia da forte demanda proporcionada pelo aumento da renda e o crescimento da popula\u00e7\u00e3o nos pa\u00edses em desenvolvimento. De acordo com as proje\u00e7\u00f5es, o consumo mundial per capita de produtos l\u00e1cteos frescos aumentar\u00e1 1% por ano, no pr\u00f3ximo dec\u00eanio, ou seja, um pouco mais r\u00e1pido do que o aumento registrado no dec\u00eanio anterior, como efeito da eleva\u00e7\u00e3o da renda por habitante, em particular na \u00cdndia. Na Europa e Am\u00e9rica do Norte, a demanda por produtos l\u00e1cteos frescos ter\u00e1 recuo, mas, a tend\u00eancia ser\u00e1 de consolidar o consumo da mat\u00e9ria gorda do leite. Nessas duas regi\u00f5es o segundo produto l\u00e1cteo na ordem de prefer\u00eancia \u00e9 o queijo, cujo consumo dever\u00e1 aumentar no per\u00edodo estudado.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 680px; height: 454px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3606\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO com\u00e9rcio mundial de leite ocorrer\u00e1, principalmente, com produtos industrializados. A China tem um pequeno consumo por habitante, mas, \u00e9 o maior importador mundial de produtos l\u00e1cteos, especialmente de leite em p\u00f3 integral. O Jap\u00e3o, a R\u00fassia, o M\u00e9xico, o Oriente M\u00e9dio, e o Norte da \u00c1frica ser\u00e3o os outros grandes importadores l\u00edquidos de produtos l\u00e1cteos. Os acordos comerciais internacionais (PTPGP, AECG e o acordo preferencial entre o Jap\u00e3o e a Uni\u00e3o Europeia) disp\u00f5em de cap\u00edtulos espec\u00edficos para os produtos l\u00e1cteos (como os contingenciamentos tarif\u00e1rios) que favorecem as transa\u00e7\u00f5es comerciais.<br \/>\nDesde 2015, o pre\u00e7o da manteiga ultrapassa substancialmente o do leite em p\u00f3 desnatado. Essa evolu\u00e7\u00e3o reflete a demanda internacional, mais forte para as mat\u00e9rias gordas do leite do que pelos outros constituintes s\u00f3lidos do leite, e isto constituir\u00e1 uma caracter\u00edstica estrutural do setor nos pr\u00f3ximos dez anos.<\/div>\n<div>A evolu\u00e7\u00e3o do ambiente comercial poder\u00e1 trazer modifica\u00e7\u00f5es sens\u00edveis no com\u00e9rcio de produtos l\u00e1cteos. O Brexit, por exemplo, poder\u00e1 incidir sobre quantidades consider\u00e1veis de queijo e outros produtos l\u00e1cteos que, atualmente s\u00e3o comercializados entre a Uni\u00e3o Europeia e o Reino Unido, enquanto que o Acordo Canad\u00e1-Estados Unidos-M\u00e9xico (ACEUM) dever\u00e1 repercutir sobre o fluxo comercial na Am\u00e9rica do Norte.<\/div>\n<div>At\u00e9 o momento, os principais pa\u00edses consumidores, \u00cdndia e Paquist\u00e3o, t\u00eam pouca presen\u00e7a no com\u00e9rcio mundial. Se eles se envolvessem mais no com\u00e9rcio, poderia haver um impacto significativo nos mercados internacionais. (FAO - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>L\u00e1cteos\/AR&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em>A situa\u00e7\u00e3o dos produtores de leite melhorou sensivelmente nos \u00faltimos meses e isto \u00e9 muito bom, e um ato de justi\u00e7a para aqueles ficaram em p\u00e9 depois de uma longu\u00edssima crise de rentabilidade que durou v\u00e1rios anos.<\/em><\/div>\n<div>Como se d\u00e1 essa recupera\u00e7\u00e3o? Um dos modos de ver \u00e9 medir a participa\u00e7\u00e3o do primeiro elo da cadeia sobre o valor m\u00e9dio final do litro de leite ao consumidor. Nesse exerc\u00edcio se nota claramente que a recupera\u00e7\u00e3o das margens ao produtor n\u00e3o foi dividida entre os elos. Houve perda pelas ind\u00fastrias de latic\u00ednios, com pouca repercuss\u00e3o no setor comercial e no Estado, que, pouco ou nada, perderam.<\/div>\n<div>Os dados frios surgem da an\u00e1lise mensal realizada pelo Instituto Argentino de Professores Universit\u00e1rios de Custos (IAPUCo) publicados pelo Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea (OCLA). As conclus\u00f5es s\u00e3o nossas, mas, s\u00e3o muito evidentes. Vejamos o gr\u00e1fico.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 258px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3607\" alt=\"\">&nbsp;<\/div>\n<div>A participa\u00e7\u00e3o do produtor no valor final apresenta os valores m\u00e1ximos da s\u00e9rie dispon\u00edvel (67 meses, desde dezembro de 2013). Isto \u00e9, um percentual exato de 36%. Se o valor final de todo o leite fosse 1 d\u00f3lar por litro, o produtor iria ficar com 36 centavos. Em dezembro de 2015, quando assumiu o atual governo, havia atingido o m\u00ednimo. Estava em 22,4%.<\/div>\n<div>\u00c9 uma boa not\u00edcia a recupera\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o do produtor, ainda que a mesma tenha custado sangue, suor e l\u00e1grimas (muitas fazendas de leite foram fechadas, com suas hist\u00f3rias, e maior concentra\u00e7\u00e3o do neg\u00f3cio). Mas o que tem de importante neste novo relat\u00f3rio da OCLA \u00e9 o dado de que agora \u00e9 a ind\u00fastria de latic\u00ednios (o segundo elo da cadeia) que carrega todo o peso dessa situa\u00e7\u00e3o: dos 4 pontos percentuais ganho pelo produtor em 2019, as f\u00e1bricas perderam 3 pontos, e o setor comercial apenas 1%.<br \/>\nA participa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria sobre o valor final do leite, a rigor, passou de 26,5% em janeiro deste ano, para 23,3% em junho passado. No caso do com\u00e9rcio, sua participa\u00e7\u00e3o caiu de 25,3% para 24,5%, quase nada.<\/div>\n<div>E quem n\u00e3o faz nada diante da crise evidente da cadeia produtiva \u00e9 o Estado em todas as suas variantes. Os impostos sa\u00edram de 16,2% para 16,3% do valor final do litro de leite. Inalterados. Em dezembro de 2015, quando assumiu este governo, o percentual do Estado era de 15,8%. (Bichos de campo - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em>Iogurte para o esporte<br \/>\n&nbsp;Voltado para um p\u00fablico apaixonado por esportes, a linha X-Protein da Pi\u00e1 est\u00e1 com um desempenho 15% acima do que havia sido projetado em seu lan\u00e7amento, ocorrido em agosto de 2018.&nbsp;<br \/>\nComercializado nos sabores de morango, a\u00e7a\u00ed com guaran\u00e1 e banana, os iogurtes X-Protein s\u00e3o produzidos sem gordura, sem lactose e sem a\u00e7\u00facar. \"O sucesso da linha X-Protein \u00e9 resultado do investimento em pesquisa e desenvolvimento, que trouxe um produto de qualidade superior e das a\u00e7\u00f5es de vendas realizadas no Litoral durante o ver\u00e3o e junto aos principais clientes do RS\", destaca o gerente de marketing da Cooperativa, Tiago Haugg.&nbsp;<br \/>\nA Pi\u00e1 tamb\u00e9m buscou novas a\u00e7\u00f5es para tornar a linha X-Protein conhecida, como degusta\u00e7\u00e3o nas melhores academias e junto aos principais influenciadores digitais da Regi\u00e3o Sul do pa\u00eds. (Zero Hora - Insider2 Comunica\u00e7\u00e3o)&nbsp;<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 29 de julho de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.032 &nbsp;&nbsp;Afinal, queijo engorda? Chefe do Departamento de Tecnologia e Ci\u00eancias dos Alimentos da UFSM d\u00e1 dicas de como manter uma dieta <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/07\/29\/29-07-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"29\/07\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3774","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3774","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3774"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3774\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3775,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3774\/revisions\/3775"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3774"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3774"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3774"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}