{"id":3704,"date":"2019-07-16T18:54:50","date_gmt":"2019-07-16T18:54:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3704"},"modified":"2019-07-16T18:54:50","modified_gmt":"2019-07-16T18:54:50","slug":"16-07-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/07\/16\/16-07-2019\/","title":{"rendered":"16\/07\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 16 de julho de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.023<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<\/span>GDT<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b><img decoding=\"async\" style=\"width: 550px; height: 351px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3548\" alt=\"\"><\/b><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">(GDT, adaptado pelo Sindilat)<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>Sindilat participa de encontro que avalia moderniza\u00e7\u00e3o trabalhista<\/strong><\/p>\n<p>Nesta ter\u00e7a-feira (16\/7), ocorre o 2\u00ba semin\u00e1rio sobre \"A Evolu\u00e7\u00e3o da Moderniza\u00e7\u00e3o Trabalhista\", no Centro de Eventos da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre. O encontro reuniu representantes de ind\u00fastrias, entidades e sindicatos, dentre os quais o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat).<\/p>\n<p>O objetivo de discutir o futuro do mercado de trabalho brasileiro a partir da reforma trabalhista, aprovada em 2017, e que alterou regras para flexibilizar o regime de trabalho e simplificar a rela\u00e7\u00e3o entre empregador e trabalhador.<\/p>\n<p>Para o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, \u00e9 de suma import\u00e2ncia que esses temas sejam debatidos, visto que precisamos reconstruir a atividade econ\u00f4mica do Brasil. \"Um Pa\u00eds s\u00f3 cresce na medida em que as empresas crescem\", afirmou.<\/p>\n<p>O semin\u00e1rio contou com diversos painelistas que abordaram, tamb\u00e9m, a reforma da previd\u00eancia, taxa de desemprego do Pa\u00eds, terceiriza\u00e7\u00e3o, flexibiliza\u00e7\u00e3o de hor\u00e1rios e trabalho home office, d\u00edvida p\u00fablica, concess\u00f5es e privatiza\u00e7\u00f5es, entre outros pontos.<\/p>\n<p>Segundo a especialista em Direito do Trabalho Alessandra Lucchese, que comandou um bate papo sobre os novos modelos legais de realiza\u00e7\u00e3o do trabalho, para se ter uma empresa inovadora, \u00e9 preciso ter pessoas inovadoras trabalhando. \"Estamos em uma nova era de tecnologia e informa\u00e7\u00e3o onde, a cada dia, servi\u00e7os que nunca imaginamos s\u00e3o criados\", reflete. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 550px; height: 309px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3551\" alt=\"\"><br \/>\n<em>Cr\u00e9dito: Stephany Franco<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>Os motivos que fazem os jovens ficarem ou deixarem o campo no RS&nbsp;<\/strong><\/p>\n<div>Em meio ao desafio de reter jovens em um campo cada vez mais envelhecido, o papel da fam\u00edlia no processo de sucess\u00e3o \u00e9 o que acaba determinando a decis\u00e3o dos filhos de deixarem o meio rural ou darem continuidade aos neg\u00f3cios da fam\u00edlia. Embora o cen\u00e1rio externo exer\u00e7a influ\u00eancia, como rentabilidade da atividade e quantidade de terra, \u00e9 o ambiente interno que conduzir\u00e1 o caminho escolhido pela juventude rural. \u00c9 o que mostra pesquisa feita pelo Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) com 743 filhos de agricultores no Estado, com idades entre 13 e 21 anos.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- O ponto chave da sucess\u00e3o est\u00e1 dentro das fam\u00edlias. Se os jovens crescem ouvindo os pais reclamando da profiss\u00e3o, \u00e9 prov\u00e1vel que migrem para a cidade. Claro que tem a ver com voca\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m mas, de qualquer forma, os filhos precisam ser preparados para o futuro -- afirma Raquel Breitenbach, professora do IFRS no campus Sert\u00e3o e coordenadora da pesquisa.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O levantamento, realizado no ano passado em todas as regi\u00f5es ga\u00fachas, mostra os determinantes do interesse e da falta de vontade em serem sucessores familiares na atividade agr\u00edcola (veja detalhes da pesquisa no final da mat\u00e9ria).<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Os resultados contrariam o senso comum de achar que \u00e9 s\u00f3 a quest\u00e3o financeira que interfere na decis\u00e3o. E as motiva\u00e7\u00f5es s\u00e3o muito semelhantes em todas as regi\u00f5es -- detalha Raquel.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Uma das causas que levam os filhos de produtores a quererem ser sucessores, segundo a pesquisa, \u00e9 a autonomia dada pelos pais para participarem das decis\u00f5es referentes \u00e0 propriedade.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- O di\u00e1logo dentro da fam\u00edlia \u00e9 fundamental. Direito \u00e0 heran\u00e7a todos ter\u00e3o, mas ser sucessor \u00e9 uma decis\u00e3o dos jovens a partir das oportunidades que a fam\u00edlia oferece -- acrescenta Clarice Vaz Emmel B\u00f6ck, coordenadora estadual de Juventude Rural, G\u00eanero e Educa\u00e7\u00e3o do Campo da Emater-RS.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Homens ainda s\u00e3o mais estimulados a se manterem na propriedade<\/u><\/div>\n<div>O \u00edndice de interesse dos entrevistados em ser sucessor \u00e9 de 45,2%. Quando os resultados s\u00e3o divididos por g\u00eanero, o percentual aumenta para 59,6% entre os meninos e despenca para 28,6% entre as meninas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- \u00c9 uma quest\u00e3o cultural e hist\u00f3rica. As meninas ainda s\u00e3o mais incentivadas a sa\u00edrem do campo, a estudarem nas cidades. Mais um indicativo da influ\u00eancia da fam\u00edlia nesse processo -- indica Clarice.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Apesar do ambiente ainda mais prop\u00edcio aos homens, a diferen\u00e7a de g\u00eanero no campo vem diminuindo, com cada vez mais mulheres dispostas a assumirem os neg\u00f3cios -- quebrando barreiras machistas ainda presentes.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\u00c9 o caso da estudante Silvia Kanigoski, 17 anos, de Viadutos, no norte do Estado. Cursando t\u00e9cnico em agricultura, ela pretende continuar trabalhando na produ\u00e7\u00e3o de leite e de gr\u00e3os em 18 hectares. Os dois irm\u00e3os, ambos mais velhos, j\u00e1 deixaram a propriedade da fam\u00edlia para trabalhar na cidade.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Meus pais sempre me incentivaram a ficar, a dar continuidade. Eu vejo meu futuro aqui -- conta Silvia, que leva quase tr\u00eas horas por dia para ir estudar na cidade e retornar para casa.<\/div>\n<div>Quando concluir o Ensino M\u00e9dio, a jovem pretende cursar Zootecnia. Para isso, ter\u00e1 de passar um tempo fora da propriedade.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Mas depois vou querer voltar -- garante Silvia.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O mesmo caminho \u00e9 trilhado por Ana Gabriela Zorzan, 18 anos. Filha de produtores rurais de Get\u00falio Vargas, no norte do Estado, mora durante a semana em um internato em Sert\u00e3o, onde cursa t\u00e9cnico em agropecu\u00e1ria no IFRS. Nos finais de semana, ajuda os pais na produ\u00e7\u00e3o de leite e de gr\u00e3os e tamb\u00e9m na gest\u00e3o da propriedade de 32 hectares.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Sou eu que fa\u00e7o os or\u00e7amentos para compra de insumos, como farelo para alimenta\u00e7\u00e3o das vacas -- conta Ana Gabriela, que sente-se inserida no neg\u00f3cio da fam\u00edlia.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>E, embora tenha gosto natural pela pecu\u00e1ria, confessa que hoje est\u00e1 dividida entre seguir os estudos na Veterin\u00e1ria ou na Agronomia.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Gosto das duas \u00e1reas na verdade, mas acho que a parte vegetal est\u00e1 em vantagem -- revela a jovem, que tem uma irm\u00e3 de 20 anos cursando Veterin\u00e1ria na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Os dois irm\u00e3os, mais velhos, n\u00e3o seguiram a atividade agr\u00edcola.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Acho que sobrar\u00e1 para as mulheres da casa -- brinca Ana Gabriela.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Fatores de Influ\u00eancia<\/u><\/div>\n<div>Entre os que decidiram ficar:<\/div>\n<div>\u2022 Quantidade de terra que os pais t\u00eam<\/div>\n<div>\u2022 Boa remunera\u00e7\u00e3o das atividades<\/div>\n<div>\u2022 Investimentos feitos pelos pais na propriedade (tecnologia e melhorias em geral)<\/div>\n<div>\u2022 Incentivo de pol\u00edticas p\u00fablicas<\/div>\n<div>\u2022 Autonomia dada pelos pais para participar das decis\u00f5es<\/div>\n<div>\u2022 Rela\u00e7\u00f5es de confian\u00e7a com vizinhos e comunidades<\/div>\n<div>\u2022 Possibilidade de alimenta\u00e7\u00e3o e moradia barata<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Entre os que decidiram sair:<\/div>\n<div>\u2022 Baixo investimento dos pais na propriedade (tecnologia e melhorias em geral)<\/div>\n<div>\u2022 Vergonha de ser agricultor<\/div>\n<div>\u2022 Falta de incentivo de pol\u00edticas p\u00fablicas<\/div>\n<div>\u2022 A ideia de que a agricultura n\u00e3o d\u00e1 dinheiro<\/div>\n<div>\u2022 Presenciar reclama\u00e7\u00f5es constantes dos pais sobre a atividade<\/div>\n<div>\u2022 N\u00e3o gostar da agricultura, n\u00e3o se identificar com a profiss\u00e3o<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Herdeiros precisam se profissionalizar<\/u><\/div>\n<div>No caminho para a troca ou compartilhamento de bast\u00e3o no meio rural, um ponto \u00e9 visto como chave entre especialistas: a necessidade de profissionalizar os sucessores para enfrentarem um mercado global cada vez mais competitivo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- \u00c9 fundamental que os pais e os filhos tenham essa consci\u00eancia. N\u00e3o pode se acomodar por ser propriet\u00e1rio. \u00c9 preciso desenvolver os jovens como profissionais, para que estejam em constante atualiza\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o em quest\u00f5es de mercado e tecnologia -- explica Teresa Roscoe, professora da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A informalidade do campo, alerta Teresa, n\u00e3o pode ser confundida com a falta de necessidade de adotar pr\u00e1ticas comuns do mundo empresarial:&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- \u00c9 preciso construir um alinhamento entre os membros da fam\u00edlia, com prop\u00f3sito e vis\u00e3o de futuro. A transmiss\u00e3o da cultura e do conhecimento s\u00e3o essenciais.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A hora certa para os pais come\u00e7arem a falar sobre sucess\u00e3o depender\u00e1 da maturidade de cada filho, mas pequenos detalhes na inf\u00e2ncia j\u00e1 podem conduzir o processo, segundo Luis Fernando Cavalheiro Pires, assessor do Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS):<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- As crian\u00e7as e os jovens precisam ser ensinados a valorizar o trabalho da fam\u00edlia, como a import\u00e2ncia da produ\u00e7\u00e3o de alimentos.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>E, mesmo quando os herdeiros n\u00e3o t\u00eam pretens\u00e3o de participar das atividades imediatamente, eles precisam ser inseridos no planejamento sucess\u00f3rio da propriedade.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Um dia, os herdeiros, querendo ou n\u00e3o, far\u00e3o parte do neg\u00f3cio. Ent\u00e3o, o melhor \u00e9 que sejam preparados para quando esse dia chegar -- destaca o assessor do Senar-RS.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Busca de conhecimento<\/u><\/div>\n<div>Neto de produtor rural, Conrado Pereira Zanferari, 19 anos, est\u00e1 se preparando para assumir os neg\u00f3cios da fam\u00edlia. Estudante de Administra\u00e7\u00e3o na Pontif\u00edcia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS), o jovem pretende buscar o m\u00e1ximo de conhecimento para contribuir com a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os e a cria\u00e7\u00e3o de gado de corte. No total, a propriedade da fam\u00edlia soma cerca de 12 mil hectares.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Quero me formar, ficar um tempo nos Estados Unidos e, depois, me inserir efetivamente nos neg\u00f3cios da fam\u00edlia -- afirma Zanferari.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Natural de Bag\u00e9, mudou-se para Porto Alegre ainda crian\u00e7a. Mas nunca perdeu os la\u00e7os com o Interior e com a agropecu\u00e1ria.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>-- Cresci em cima de um trator, andando pela fazenda com meu av\u00f4 e com meu tio, que \u00e9 tamb\u00e9m meu padrinho. Estou me preparando para compartilhar com eles t\u00e9cnicas para aprimoramento da gest\u00e3o rural -- projeta Zanferari, neto mais velho de Gede\u00e3o Pereira, presidente da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul). (Zero Hora)<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 750px; height: 638px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3549\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em>Agro em 1 Minuto&nbsp;<\/em><\/div>\n<div>\n<div><em><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=ISfXLAKt_c4\">CLIQUE AQUI<\/a> para assistir o v\u00eddeo da s\u00e9rie \"Agro em 1 minuto\" para deixar claro que os produtores rurais de todos os tamanhos s\u00e3o importantes para voc\u00ea e para n\u00f3s do Sistema CNA\/Senar. (Sistema CNA\/Senar)<\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 16 de julho de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.023 &nbsp; &nbsp;GDT &nbsp; &nbsp; (GDT, adaptado pelo Sindilat) &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp; Sindilat participa de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/07\/16\/16-07-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"16\/07\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3704","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3704","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3704"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3704\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3705,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3704\/revisions\/3705"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3704"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3704"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3704"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}