{"id":3633,"date":"2019-07-05T20:15:25","date_gmt":"2019-07-05T20:15:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3633"},"modified":"2019-07-05T20:15:25","modified_gmt":"2019-07-05T20:15:25","slug":"05-07-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/07\/05\/05-07-2019\/","title":{"rendered":"05\/07\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de julho de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.016<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/span>Semin\u00e1rio atrai produtores de leite e estudantes em Erechim<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Com foco na agricultura familiar, o&nbsp; III Semin\u00e1rio de Bovinocultura de Leite do Alto Uruguai, realizado na \u00faltima quinta-feira (04\/7), reuniu estudantes e pequenos produtores de leite da regi\u00e3o a fim de discutir assuntos que refletem diretamente na atividade. O encontro, promovido pela Emater\/Rs-Ascar, ocorreu na sede da Associa\u00e7\u00e3o Comercial, Cultural e Industrial de Erechim (ACCIE) e contou com a participa\u00e7\u00e3o do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat).<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Entre os temas debatidos est\u00e1 a implementa\u00e7\u00e3o das Instru\u00e7\u00f5es Normativas (INs) 76 e 77 do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), que, desde 30 de maio, regulamentam a qualidade, conserva\u00e7\u00e3o, acondicionamento e transporte do leite. Foram abordados itens como o percentual da produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha que atende os novos par\u00e2metros e perspectivas do mercado l\u00e1cteo no Estado, no Brasil e no mundo. Os temas foram abordados pelo secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, que participa do ciclo de palestras itinerantes que acontece no interior do Rio Grande do Sul, desde maio, sobre as novas normativas do Mapa.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Na oportunidade, Palharini tamb\u00e9m citou os principais pontos em discuss\u00e3o sobre o acordo entre a Uni\u00e3o Europeia e o Mercosul, esclarecendo o que poder\u00e1 significar risco ou oportunidade para o setor. \"O meu objetivo era tranquilizar e sanar algumas&nbsp; d\u00favidas, pois o acordo dever\u00e1 permitir o livre comercio de produtos\", disse, alertando que o acordo somente valer\u00e1 ap\u00f3s aprova\u00e7\u00e3o de todos os pa\u00edses integrantes dos blocos.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Durante o evento, as produtoras Franciele Gusatto, de Francisco Beltr\u00e3o (PR) e Larissa Zambiasi, de Coqueiros do Sul (RS) contaram aos participantes os desafios do dia a dia da atividade leiteira com rela\u00e7\u00e3o, principalmente, \u00e0 sucess\u00e3o rural, mostrando como \u00e9 poss\u00edvel fazer essa transi\u00e7\u00e3o e aumentar a produ\u00e7\u00e3o. Atualmente, a propriedade de Franciele produz 10.000 litros\/dia e a de Larissa, 1.250 litros\/dia.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Segundo&nbsp; o assistente t\u00e9cnico regional da Emater Vilmar Fruscalso, o encontro foi um sucesso e teve a participa\u00e7\u00e3o de cerca de 600 pessoas. \"O semin\u00e1rio foi acima das expectativas. Vieram representantes de 40 munic\u00edpios para prestigiar as palestras que tratavam de assuntos muito pertinentes \u00e0 atividade leiteira dentro das propriedades\", finalizou Fruscalso, j\u00e1 planejando o evento do pr\u00f3ximo ano. O evento contou com a cobertura da imprensa local, confira aqui:&nbsp; <a href=\"https:\/\/globoplay.globo.com\/v\/7739897\/programa\/\">https:\/\/globoplay.globo.com\/v\/7739897\/programa\/<\/a>. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 337px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3523\" alt=\"\"><br \/>\n<em>Cr\u00e9dito: Terezinha Vilk\/Emater\/RS-Ascar&nbsp;&nbsp;<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Acordo Mercosul-UE vai aumentar a competitividade da agricultura brasileira, diz ministra<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>O acordo entre o Mercosul e a Uni\u00e3o Europeia vai modernizar e aumentar a competitividade da agricultura brasileira, avaliou a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento) nesta quarta-feira (3). Em entrevista \u00e0 imprensa, ela afirmou que o acordo ir\u00e1 permitir que os produtos do pa\u00eds se tornem mais atraentes e alcancem um mercado de aproximadamente 700 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>\"Vai trazer para o Brasil uma busca de mais qualidade e competitividade para acessar esse mercado, que \u00e9 um mercado acessado por pa\u00edses como Canad\u00e1, Coreia. O Brasil vai estar em igualdade de condi\u00e7\u00f5es\", disse a ministra.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de tornar as exporta\u00e7\u00f5es para a Uni\u00e3o Europeia mais acess\u00edveis para os grandes produtores, a ministra afirmou que a inten\u00e7\u00e3o do governo com a parceria \u00e9 colocar os pequenos e m\u00e9dios produtores num patamar para que eles possam atingir esse mercado. \"N\u00f3s vamos trazer essa possibilidade para esses produtos agr\u00edcolas que j\u00e1 s\u00e3o muito competitivos dentro da porteira\".&nbsp;<\/p>\n<p>Durante a entrevista, a ministra ainda esclareceu os principais pontos do acordo, como o princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o, os prazos para ele entrar em vigor e as cotas com as quantidades alguns produtos agr\u00edcolas que poder\u00e3o ter benef\u00edcios fiscais ao serem vendidos ao bloco europeu.<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m lembrou que a parceria poder\u00e1 abrir caminho para novos acordos comerciais do Brasil, lembrando que h\u00e1 quatro acordos em vista que podem ser fechados nos pr\u00f3ximos anos: com Associa\u00e7\u00e3o Europeia de Livre Com\u00e9rcio, Canad\u00e1, Coreia do Sul e Cingapura.<\/p>\n<p>A ministra avaliou que a resist\u00eancia da Fran\u00e7a ao acordo Mercosul-UE revela que os produtores daquele pa\u00eds \"est\u00e3o temendo a nossa competitividade\". \"Para os brasileiros \u00e9 muito bom, mostra que est\u00e3o temendo nossa entrada no mercado\", afirmou. Para Tereza Cristina, a rea\u00e7\u00e3o \u00e9 \"normal e esperada\". \"Assim como n\u00f3s vamos ter que fazer alguma adapta\u00e7\u00e3o, eles tamb\u00e9m ter\u00e3o que fazer\".<\/p>\n<p><u>Princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o<\/u><br \/>\nO secret\u00e1rio de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais, Orlando Ribeiro, explicou a inclus\u00e3o do princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o acordo. Segundo ele, esse era um elemento central para que o acordo fosse assinado. \"A gente manteve a express\u00e3o mas encapsulou completamente qualquer possibilidade de uso do princ\u00edpio contra o Brasil. N\u00f3s buscamos garantias para evitar ou reduzir o risco desse abuso que justificassem barreiras ao com\u00e9rcio\", disse.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m explicou que princ\u00edpio n\u00e3o consta do capitulo fitossanit\u00e1rio, apenas no cap\u00edtulo sobre meio ambiente e sustentabilidade. \"Isso j\u00e1 tira qualquer possibilidade de aplica\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o para temas sanit\u00e1rios\", disse.<\/p>\n<p>\"N\u00f3s colocamos v\u00e1rias garantias para que isso n\u00e3o fosse usado politicamente\", disse a ministra, lembrando que o princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o \u00e9 um ponto que a Uni\u00e3o Europeia coloca como base nos seus acordos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio explicou que, em teoria, o princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o permite que um pa\u00eds rejeite a importa\u00e7\u00e3o de um produto alegando que ele faz mal \u00e0 sa\u00fade humana e quem tem que provar o contr\u00e1rio \u00e9 o pa\u00eds exportador. \"Se a gente aceitasse na acep\u00e7\u00e3o original, toda vez que f\u00f4ssemos exportar os europeus poderiam dizer que n\u00e3o queriam importar um produto porque acham que faz mal \u00e0 sa\u00fade\".<\/p>\n<p>No entanto, foram inclu\u00eddas nas negocia\u00e7\u00f5es cl\u00e1usulas expressas para evitar restri\u00e7\u00f5es arbitr\u00e1rias. Assim, no acordo Mercosul-Uni\u00e3o Europeia, haver\u00e1 a necessidade de basear as medidas em evid\u00eancias cientificas. Caso essas evid\u00eancias sejam inconclusivas, a aplica\u00e7\u00e3o do dispositivo ficou restrita a situa\u00e7\u00f5es que ocorram no territ\u00f3rio da parte que aplica a medida, que dever\u00e1 tamb\u00e9m assumir o \u00f4nus da prova.<\/p>\n<p><u>Al\u00edquotas<\/u><br \/>\nOrlando Ribeiro embrou que, com o acordo, 82% das exporta\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas brasileiras ficar\u00e3o com tarifa zero em dez anos. \"O acordo cobre 99% das exporta\u00e7\u00f5es. Ficou o m\u00ednimo com cotas e essas cotas s\u00e3o bastante generosas. Arroz, por exemplo, ficou com uma cota de 60 mil toneladas, frango 180 mil toneladas, a\u00e7\u00facar 180 mil toneladas. A rea\u00e7\u00e3o do setor produtivo tem sido bastante favor\u00e1vel\", disse. A ministra tamb\u00e9m citou o caso do caf\u00e9 sol\u00favel e torrado, cujas tarifas ser\u00e3o totalmente zeradas em quatro anos. Ela lembrou que o Brasil&nbsp; hoje s\u00f3 exporta caf\u00e9 verde, em gr\u00e3o,&nbsp; e que pa\u00edses como&nbsp; Alemanha e It\u00e1lia fazem os blends e vendem caro o produto,&nbsp; como caf\u00e9 gourmet. \"Caf\u00e9 \u00e9 um exemplo muito bom. Teremos al\u00edquota de 9% e desgrava\u00e7\u00e3o em quatro anos\", explicou. Tereza Cristina destacou, ainda, que houve grandes ganhos ao Brasil na exporta\u00e7\u00e3o de frutas, um grande potencial brasileiro, ainda pouco explorado. Ela anunciou que a uva, por exemplo, ter\u00e1 a tarifa eliminada assim que o acordo entrar em vigor. E abacate ter\u00e1 al\u00edquota zerada em quatro anos. O Brasil tamb\u00e9m se beneficiou com cotas de a\u00e7\u00facar, etanol e carnes, setores tradicionalmente protegidos na Europa.<\/p>\n<p><u>Meio ambiente<\/u><br \/>\nSobre quest\u00f5es envolvendo o meio ambiente, a ministra afirmou que isso n\u00e3o ser\u00e1 um entrave para a execu\u00e7\u00e3o do acordo. Ela lembrou que o Brasil tem leis ambientais como o C\u00f3digo Florestal que devem ser cumpridas. \"N\u00e3o muda nada para n\u00f3s, onde a produ\u00e7\u00e3o est\u00e1, ela tem que estar legalizada. O Brasil assinou o acordo de Paris e deve cumprir todas as suas metas\", afirmou.<\/p>\n<p><u>Prazos<\/u><br \/>\nAntes de entrar em vigor, o acordo precisa ser aprovado pelos parlamentos da Uni\u00e3o Europeia e do Mercosul. A ministra disse confiar que isso ocorra em aproximadamente dois anos. (MAPA)<\/p>\n<p><strong>Puxadas pelos leites em p\u00f3, importa\u00e7\u00f5es diminuem 22% com rela\u00e7\u00e3o a maio<\/strong><\/p>\n<p>A Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (SECEX) divulgou os dados da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea nesta quarta-feira (03). Segundo a SECEX, ocorreu uma diminui\u00e7\u00e3o de 22,1% na quantidade importada de leite (em litros equivalentes) no m\u00eas de junho em rela\u00e7\u00e3o a maio, com 81,9 milh\u00f5es de litros em equivalente leite importados. Na compara\u00e7\u00e3o de junho de 2019 com o mesmo m\u00eas do ano passado, a quantidade importada ficou 1,4% maior.<\/p>\n<p>Os 6,9 milh\u00f5es de litros exportados pelo Brasil em junho deste ano representaram uma redu\u00e7\u00e3o de 35,7% em rela\u00e7\u00e3o aos 10,7 milh\u00f5es de litros de maio em equivalente leite. Na compara\u00e7\u00e3o com jun\/18, essa diminui\u00e7\u00e3o foi de 1,9%. Confira a evolu\u00e7\u00e3o no saldo da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea, que foi de -75 milh\u00f5es de litros em junho, no gr\u00e1fico 1.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos no Brasil. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 550px; height: 425px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3518\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>As diminui\u00e7\u00f5es das importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 ocorrem em um momento de mercado internacional em que o desnatado vem se valorizando desde o come\u00e7o do ano. No mesmo per\u00edodo, a Argentina e - principalmente o Uruguai - v\u00eam apresentando redu\u00e7\u00e3o em suas produ\u00e7\u00f5es de leite, de -6,3% e de -9,4% respectivamente no acumulado de jan-mai\/19 versus o acumulado jan-mai\/18.<\/p>\n<p>Assim, com a produ\u00e7\u00e3o interna de leites em p\u00f3 abastecendo o mercado brasileiro, junto \u00e0 quantidade restrita de leite em p\u00f3 dos vizinhos do Mercosul, foi poss\u00edvel notar uma redu\u00e7\u00e3o nas importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Com essa conjuntura, as 5 mil toneladas de leite em p\u00f3 integral (LPI) internalizadas em jun\/19 representam uma redu\u00e7\u00e3o de -17% em rela\u00e7\u00e3o a mai\/19, enquanto as 1,4 mil toneladas de leite em p\u00f3 desnatado (LPD) representam uma redu\u00e7\u00e3o de -39%, considerando o mesmo per\u00edodo. Outros produtos como queijos, manteigas e soro de leite tamb\u00e9m apresentaram redu\u00e7\u00e3o nas importa\u00e7\u00f5es brasileiras em junho. Na tabela 1, \u00e9 poss\u00edvel observar as varia\u00e7\u00f5es da quantidade importada desses derivados l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>Tabela 1. Varia\u00e7\u00e3o em % da quantidade importada em toneladas pelo Brasil por produto, jun\/19 comparado com mai\/19 e com jun\/18. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 300px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3519\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Desde o fim das cotas quantitativas com origem argentina (que se findaram em maio de 2018), o m\u00eas de maio de 2019 foi o primeiro no qual as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de leites em p\u00f3 originadas do Uruguai superaram as importa\u00e7\u00f5es dos leites em p\u00f3 argentinos. Essa diferen\u00e7a se fez mais presente em junho de 2019, como \u00e9 poss\u00edvel notar no gr\u00e1fico 2.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 2. Quantidade mensal de importa\u00e7\u00f5es brasileiras de leites em p\u00f3 da Argentina e do Uruguai em mil toneladas. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 550px; height: 331px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3520\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa tabela 2, \u00e9 poss\u00edvel observar as movimenta\u00e7\u00f5es do com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos para o m\u00eas de junho deste ano.<\/p>\n<p>Tabela 2. Balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em junho de 2019. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 700px; height: 300px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3522\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;(Milkpoint Mercado)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em>Guedes prepara corte tribut\u00e1rio<\/em><\/div>\n<div><em>O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou ontem, que o governo tem dois anos para \"simplificar, eliminar e reduzir impostos\", em refer\u00eancia ao per\u00edodo previsto para que o acordo entre Mercosul e Uni\u00e3o Europeia entre em vigorar. Antes de come\u00e7ar de fato, o acordo precisa ser aprovado pelos congressos dos pa\u00edses que participam dos blocos. Guedes falou na apresenta\u00e7\u00e3o na edi\u00e7\u00e3o da Expert, evento da XP Investimentos, em S\u00e3o Paulo. O trabalho que o governo pretende fazer na \u00e1rea tribut\u00e1ria tem o objetivo de tornar o pa\u00eds mais competitivo, em condi\u00e7\u00f5es de disputar no mercado internacional e para que o acordo seja positivo para o Brasil. O ministro criticou a maneira como o MDIC (antigo Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio) estava funcionando na rela\u00e7\u00e3o com o setor privado, com lideran\u00e7as industriais obsoletas que travavam a abertura. \"N\u00e3o teria sido poss\u00edvel (o acordo) se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos juntado os minist\u00e9rios\", disse. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 05 de julho de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.016 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Semin\u00e1rio atrai produtores de leite e estudantes em Erechim Com foco na agricultura familiar, o&nbsp; III Semin\u00e1rio de Bovinocultura <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/07\/05\/05-07-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/07\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3633","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3633","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3633"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3633\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3634,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3633\/revisions\/3634"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3633"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3633"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3633"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}