{"id":3592,"date":"2019-06-28T19:48:03","date_gmt":"2019-06-28T19:48:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3592"},"modified":"2019-06-28T19:48:03","modified_gmt":"2019-06-28T19:48:03","slug":"28-06-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/06\/28\/28-06-2019\/","title":{"rendered":"28\/06\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 28 de junho de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.011<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;LEITE\/CEPEA: pre\u00e7o ao produtor se estabiliza em junho<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O valor do leite pago ao produtor em junho (pelo produto captado em maio) ficou praticamente est\u00e1vel frente ao m\u00eas anterior. Segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, a \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d l\u00edquida fechou a R$ 1,5278\/litro neste m\u00eas, ligeira alta de 0,68% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 de maio\/19, mas 13,9% superior \u00e0 registrada em junho\/18, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de maio\/19). Os \u00fanicos estados que n\u00e3o seguiram a tend\u00eancia de estabilidade foram o Paran\u00e1 e o Rio Grande do Sul, onde as m\u00e9dias mensais subiram 2,93% e 2,86%, respectivamente, de maio para junho.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Desde o in\u00edcio do ano, os pre\u00e7os do leite ao produtor j\u00e1 subiram 21,1% na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d l\u00edquida. Essa expressiva valoriza\u00e7\u00e3o est\u00e1 atrelada ao cen\u00e1rio de elevada competi\u00e7\u00e3o entre ind\u00fastrias para garantir a compra de mat\u00e9ria-prima e \u00e0 menor oferta neste primeiro semestre. A disponibilidade de leite tem sido limitada pelas condi\u00e7\u00f5es sazonais (redu\u00e7\u00e3o de chuvas no Sudeste e Centro-Oeste e diminui\u00e7\u00e3o da qualidade das pastagens), mas tamb\u00e9m pela maior inseguran\u00e7a de produtores em realizar investimentos desde 2017. Nos \u00faltimos dois anos, a diminui\u00e7\u00e3o do poder de compra das fam\u00edlias brasileiras e a \u201cgangorra\u201d de pre\u00e7os do leite prejudicaram os investimentos dentro da porteira, com efeitos sendo sentidos no longo prazo.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No entanto, os latic\u00ednios enfrentam dificuldades em repassar as valoriza\u00e7\u00f5es da mat\u00e9ria-prima ao consumidor, tendo em vista a estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. O aumento da concorr\u00eancia dos latic\u00ednios tamb\u00e9m na venda dos derivados e a press\u00e3o dos canais de distribui\u00e7\u00e3o nas negocia\u00e7\u00f5es t\u00eam corro\u00eddo as margens das ind\u00fastrias. Para os pr\u00f3ximos meses, agentes do setor acreditam em quedas graduais nos pre\u00e7os do leite ao produtor. (Por: CEPEA\/ESALQ\/Agrolink)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Leite\/NZ<\/strong><\/p>\n<p>O Rabobank projeta o pre\u00e7o do leite ao produtor em NZ$ 7,15\/kgMS, [R$ 1,38\/litro], para 2019\/20. Em seu relat\u00f3rio trimestral \u2013 Dairy Quarterly Q2 2019. Um otimismo em meio ao caos, em que o Rabobank diz que os fundamentos do mercado mundial ficaram presentes em todo o primeiro semestre de 2019: estagna\u00e7\u00e3o da oferta, baixos estoques e pre\u00e7os est\u00e1veis, e que continuam sendo temas chaves que permeiam todo o setor.<br \/>\n\u201cA produ\u00e7\u00e3o de leite dos \u2018Big 7\u2019 exportadores (Uni\u00e3o Europeia, Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia, Uruguai, Argentina e Brasil) em 2019 ficou abaixo \u00e0 do ano anterior, dando sustenta\u00e7\u00e3o ao mercado. Fracos finais de temporada na Nova Zel\u00e2ndia e Austr\u00e1lia, junto com forte demanda da China, deram suporte \u00e0s cota\u00e7\u00f5es dos produtos l\u00e1cteos na Oceania\u201d, diz a analista, Emma Higgins, no relat\u00f3rio do Rabobank.<\/p>\n<p>Higgins diz em sua an\u00e1lise que o segundo semestre de 2019 ter\u00e1 o desafio de melhorar a produ\u00e7\u00e3o de leite nas regi\u00f5es exportadoras. \u201cA produ\u00e7\u00e3o de leite nessas regi\u00f5es [exportadoras] foi claudicante no primeiro semestre, ficando com o resultado negativo de 0,3%, criando uma tens\u00e3o no mercado internacional. No entanto, a defasagem da oferta est\u00e1 diminuindo lentamente, e no terceiro trimestre, a expectativa \u00e9 de que haja crescimento no \u2018Big 7\u2019, especialmente entre os produtores do Hemisf\u00e9rio Norte (Uni\u00e3o Europeia e Estados Unidos da Am\u00e9rica)\u201d, diz ela.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<p>O banco sugere que haver\u00e1 menor volume de leite dispon\u00edvel nos pa\u00edses exportadores do Hemisf\u00e9rio Sul no segundo semestre de 2019, e isso \u00e9 importante para os produtores da Nova Zel\u00e2ndia. \u201cNossa expectativa \u00e9 de que haja recupera\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o das commodities l\u00e1cteas ap\u00f3s esse per\u00edodo de queda sazonal\u201d, disse Higgins.<\/p>\n<p>Do lado da demanda, o relat\u00f3rio diz que o conjunto dos mercados importadores \u00e9 misto.<\/p>\n<p>\u201cO apetite chin\u00eas foi maior do que o esperado nos primeiros quatro meses de 2019, e alguns compradores podem ter estoque adequado. Assim, acreditamos que a demanda chinesa continuar\u00e1 robusta, mas, menos intensa do que no primeiro semestre, o que pode definir o teto dos pre\u00e7os\u201d, acrescenta a analista.<\/p>\n<p>\u201cA economia dos Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUA) est\u00e1 caminhando para uma desacelera\u00e7\u00e3o em 2020, enquanto a economia da Eurozona apresenta baixa performance desde 2018. S\u00e3o aspectos que moderam os gastos dos consumidores e limitam a demanda por produtos l\u00e1cteos\u201d, conclui Higgins. (Dairy News \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><strong>Argentina: pre\u00e7o do leite ao consumidor dobra e consumo tem queda hist\u00f3rica<\/strong><\/p>\n<p>Quando o dinheiro n\u00e3o \u00e9 suficiente para continuar enchendo o bolso como antes, a primeira coisa a sair da lista de compras s\u00e3o os \u201cpetiscos\" e os \"aperitivos\". Com o resto, a t\u00e1tica \u00e9 geralmente escolher embalagens e marcas mais baratas. Mas, se isso n\u00e3o for suficiente, cortes mais dr\u00e1sticos ser\u00e3o impostos: aqueles que implicam em deixar de levar os alimentos essenciais \u00e0 sa\u00fade ou servi-los em quantidades menores.<\/p>\n<p>Esse foi o passo dram\u00e1tico que milh\u00f5es de fam\u00edlias argentinas tiveram que fazer este ano, reduzindo seu consumo de leite e produtos l\u00e1cteos a n\u00edveis historicamente baixos. Isso, ap\u00f3s seus pre\u00e7os, em apenas um ano, dobrar.<\/p>\n<p>No leite, a escalada foi fren\u00e9tica. H\u00e1 um ano, no supermercado Capital, o saquinho mais econ\u00f4mico encontrado foi de 22,50 pesos (US$ 0,51). Hoje, no entanto, o pre\u00e7o n\u00e3o fica abaixo de 45 pesos (US$ 1,02): o dobro. Se analisarmos a garrafa de litro, o aumento anual foi de 33 pesos (US$ 0,75), para 64 pesos (US$ 1,43), um crescimento de 94%.<\/p>\n<p>Na mesma linha, as consultoras Focus Market e Scanntech pesquisaram 750 produtos e constataram que o leite foi o segundo que mais encareceu no ano passado: em m\u00e9dia, 95,4%. Entre os 10 itens comparados, sach\u00ea e longa vida, o valor passou de cerca de 24,30 pesos (US$ 0,55) por litro em maio de 2018 para cerca de 50,10 pesos (US$ 1,14) no m\u00eas passado.<\/p>\n<p>O aumento no pre\u00e7o do leite tamb\u00e9m afetou todos os derivados, como ficou claro no relat\u00f3rio Consumer Price Index divulgado pela Indec na \u00faltima quinta-feira. Segundo a ag\u00eancia oficial de estat\u00edsticas, os l\u00e1cteos foram os mais afetados pela infla\u00e7\u00e3o at\u00e9 agora neste ano, com um aumento de 31,2% em Buenos Aires em cinco meses. Nos \u00faltimos 12 meses, j\u00e1 subiram 81,1%, contra uma infla\u00e7\u00e3o de 63% no total de alimentos e uma taxa geral de 56,8%.<\/p>\n<p>Para exemplificar, um pote de iogurte de 190 gramas de uma das marcas l\u00edderes que h\u00e1 um ano custava 23,50 pesos (US$ 0,53) agora \u00e9 vendido a 50 pesos (US$ 1,14), um valor 113% mais caro. E o quilo do queijo cremoso, se h\u00e1 um ano valia 164 pesos (US$ 3,74), agora j\u00e1 est\u00e1 em 326 pesos (US$ 7,44). No meio da crise, a resposta das fam\u00edlias a estes aumentos foi limitar o consumo de produtos l\u00e1cteos como n\u00e3o o faziam h\u00e1 d\u00e9cadas, bem como voltar-se para os mais econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>Segundo os \u00faltimos dados da Secretaria do Agroneg\u00f3cio, atualizados at\u00e9 mar\u00e7o, no primeiro trimestre deste ano, 13,2% a menos de leite fluido foi vendido no pa\u00eds comparado h\u00e1 um ano e 21,1% a menos que mesmo m\u00eas de 2016. Ou seja, 1 de cada 5 litros de leite tomados tr\u00eas anos antes foi eliminado.<\/p>\n<p>Se analisarmos o consumo de mar\u00e7o, o registro mais recente, em leites n\u00e3o refrigerados (\"longa vida\") a queda no consumo anual atingiu 30,1% em litros, em compara\u00e7\u00e3o a uma retra\u00e7\u00e3o de 3,3% para aqueles de saquinho, que mostra em que medida os compradores se refugiaram nas op\u00e7\u00f5es mais baratas. A queda, por sua vez, ultrapassou 21% ao ano em leite em p\u00f3 e iogurte, alcan\u00e7ou 18,5% em manteiga e 11% em queijos. Mais dispens\u00e1veis, sobremesas l\u00e1cteas e pudins foram consumidos 30,9% a menos e leites achocolatados e aromatizados, 51,5% menos.<\/p>\n<p>No total, o Observat\u00f3rio da Cadeia Leiteira Argentina (OCLA) calculou que, em janeiro e fevereiro, o consumo de leite - direto e via derivados - caiu para um patamar equivalente a 183 litros por habitante ao ano. Foi o menor registrado desde 2003. E, tirando 2003, o menor desde 1991. Estima-se, entretanto, que os primeiros quatro meses de 2019 tenham uma m\u00e9dia de 180 litros, longe dos 193 litros per capita consumidos em todo o ano de 2018, os 197 de 2017, os 201 de 2016 e os 217 de 2015.<\/p>\n<p>\"Em 2018 o consumo diminuiu um pouco, mas a queda deste ano foi muito forte, em quantidades e qualidades. Os l\u00e1cteos s\u00e3o os produtos b\u00e1sicos em que os maiores cortes est\u00e3o sendo observados. As pessoas consomem menos sobremesas l\u00e1cteas, cremes, queijo ralado ou leite com sabor. E no leite, o que mais se destacou foi uma mudan\u00e7a para as marcas secund\u00e1rias, e do papel\u00e3o para o sach\u00ea, o que at\u00e9 causou complica\u00e7\u00f5es para manter a oferta de marcas mais baratas em sach\u00ea\u201d, explica Jorge Giraudo, diretor executivo da OCLA.<\/p>\n<p>Segundo o especialista, os aumentos ocorreram principalmente nos primeiros meses deste ano porque, \"devido \u00e0s altas temperaturas\", a produ\u00e7\u00e3o caiu 10%. E, ao mesmo tempo, devido \u00e0s altas exporta\u00e7\u00f5es de 2018, as empresas ficaram com poucas reservas para compensar. Essa falta de oferta que permitiu os aumentos, disse Giraudo, j\u00e1 come\u00e7ou a se normalizar. \"Mas n\u00e3o esperamos que os valores caiam\", adverte.<\/p>\n<p>\"Agora o pre\u00e7o \u00e9 suficiente para a fazenda n\u00e3o estar em crise, porque muitos de seus custos s\u00e3o dolarizados, como os de ra\u00e7\u00e3o para gado, vacinas e combust\u00edveis\", acrescentou David Miazzo, economista da Funda\u00e7\u00e3o para o Desenvolvimento Agr\u00edcola da Argentina. Nesse contexto, mesmo que a produ\u00e7\u00e3o se recupere \u00e9 dif\u00edcil que o pre\u00e7o caia. Para ressurgir o consumo, o que precisa ser recomposto \u00e9 o poder de compra dos sal\u00e1rios.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo nutricionistas consultados, essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 muito preocupante j\u00e1 que o leite \u00e9 um alimento essencial para a sa\u00fade da popula\u00e7\u00e3o e especialmente para o adequado crescimento das crian\u00e7as. Alimento que, por sua vez, \u00e9 muito dif\u00edcil de ser substitu\u00eddo.&nbsp;<\/p>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o m\u00e9dica, no pa\u00eds e em todo o mundo, \u00e9 que as pessoas, para ter uma dieta saud\u00e1vel, consumam cerca de tr\u00eas por\u00e7\u00f5es de leite por dia, que podem ser um copo (200 ml) de leite, um iogurte e um peda\u00e7o de queijo de 30 gramas, explica S\u00e9rgio Britos, diretor do Centro de Estudos de Pol\u00edtica Alimentar e Economia.<\/p>\n<p>\"O problema \u00e9 que na Argentina, antes deste \u00faltimo outono, a popula\u00e7\u00e3o vinha registrando um n\u00edvel de consumo muito inferior ao saud\u00e1vel\", afirma. Em m\u00e9dia, segundo Britos, as pessoas consumiam 48% menos latic\u00ednios do que o ideal: ou seja, a metade. Embora com desigualdades: nos setores de baixa renda o d\u00e9ficit est\u00e1 pr\u00f3ximo de 60%, e naqueles com maior renda, a 30%.<\/p>\n<p>\"\u00c9 um preocupante problema nutricional e de sa\u00fade que afeta as crian\u00e7as em particular. Os produtos l\u00e1cteos s\u00e3o a fonte fundamental de c\u00e1lcio em nossa dieta e o c\u00e1lcio \u00e9 um mineral essencial para a nossa sa\u00fade \u00f3ssea\", completou Britos.&nbsp;<\/p>\n<p>\"Durante a idade escolar e pr\u00e9-adolesc\u00eancia, o c\u00e1lcio se fixa e forma a densidade \u00f3ssea que ter\u00e1 que nos sustentar ao longo da vida. Portanto, a recomenda\u00e7\u00e3o desse nutriente \u00e9 muito exigente neste per\u00edodo. O perigo \u00e9 que se, devido a um d\u00e9ficit de c\u00e1lcio, a crian\u00e7a n\u00e3o tiver massa \u00f3ssea suficiente naquele momento, ele ter\u00e1 um alto risco na idade adulta de ser mais propenso a fraturas e osteoporose\", disse Britos.<\/p>\n<p>Em 24\/06\/19 - 1 Peso Argentino = US$ 0,02283<br \/>\n43,7968 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<br \/>\n(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Clar\u00edn, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Cresce a produ\u00e7\u00e3o de leite<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para o levantamento foram considerados os volumes de leite adquiridos pelos latic\u00ednios com algum tipo de inspe\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria (municipal, estadual e\/ou federal). De janeiro a mar\u00e7o foram coletados 6,2 bilh\u00f5es de litros de leite no pa\u00eds, um aumento de 3% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo do ano passado. Este foi o maior volume captado neste intervalo desde 1997. No primeiro trimestre de 2018, o volume captado havia reagido 2,7% frente a igual per\u00edodo de 2017. Em 2019, com o produtor incentivado, com o pre\u00e7o do leite 6% maior em valores reais (deflacionados pelo IGPI \u2013 \u00cdndice Geral de Pre\u00e7os \u2013 Disponibilidade Interna) no per\u00edodo de janeiro a maio, a produ\u00e7\u00e3o cresceu em maior propor\u00e7\u00e3o comparado com os anos anteriores. Em contrapartida, a demanda comedida na ponta final da cadeia come\u00e7a a pressionar o pre\u00e7o do leite para o produtor j\u00e1 no final do primeiro semestre. (Fonte: Scot Consultoria)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de junho de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.011 &nbsp; &nbsp;LEITE\/CEPEA: pre\u00e7o ao produtor se estabiliza em junhoO valor do leite pago ao produtor em junho (pelo produto captado em <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/06\/28\/28-06-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/06\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3592","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3592","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3592"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3592\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3593,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3592\/revisions\/3593"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3592"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3592"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3592"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}