{"id":3576,"date":"2019-06-26T19:48:30","date_gmt":"2019-06-26T19:48:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3576"},"modified":"2019-06-26T19:48:30","modified_gmt":"2019-06-26T19:48:30","slug":"26-06-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/06\/26\/26-06-2019\/","title":{"rendered":"26\/06\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 26 de junho de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.009<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;Reuni\u00e3o dos associados debate o cen\u00e1rio das ind\u00fastrias de latic\u00ednios<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Entidades ligadas ao setor l\u00e1cteo reuniram-se, na tarde desta ter\u00e7a-feira (25), na sede do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), a fim de discutir, entre outras coisas, sobre o cen\u00e1rio de comercializa\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias dentro e fora do Estado. As Instru\u00e7\u00f5es Normativas (INs) 76 e 77, que entraram em vigor no dia 30 de maio, foram, novamente, pauta do encontro que debate a competitividade do produto.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Os associados fizeram um diagn\u00f3stico sobre a adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s INs, temperatura do leite, coleta de amostras do silo nas empresas e plano de qualifica\u00e7\u00e3o dos produtores. De acordo com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, a responsabilidade para atingir os par\u00e2metros que norteiam as Instru\u00e7\u00f5es Normativas \u00e9 de toda a cadeia produtiva.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, as considera\u00e7\u00f5es feitas pelos representantes das entidades associadas s\u00e3o de suma import\u00e2ncia. \u201cElas revelam o que acontece no dia a dia da atividade leiteira no Estado\u201d, afirma. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><br style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3506\" alt=\"\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: St\u00e9phany Franco<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Vale do Rio Pardo realiza encontro para debater efici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o leiteira<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>&nbsp;<br \/>\nExperi\u00eancias bem-sucedidas com grupos de produtores de leite do Vale do Rio Pardo, al\u00e9m de palestras sobre qualidade e sanidade do rebanho ser\u00e3o o foco principal do 3\u00ba Semin\u00e1rio Regional de Bovinocultura de Leite do Vale do Rio Pardo - Como produzir leite com efici\u00eancia? O evento acontece no pr\u00f3ximo dia 27\/06 (quinta-feira), na localidade de Pitingal\/Passa Sete, no Sal\u00e3o da Comunidade de S\u00e3o Miguel, a partir das 9h, e tem o apoio do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat).<\/p>\n<p>Um dos palestrantes, o engenheiro agr\u00f4nomo da Emater-RS\/Ascar Diego Barden antecipa que uma das experi\u00eancias que ser\u00e1 divulgada no encontro diz respeito ao trabalho realizado em 18 propriedades leiteiras de Ven\u00e2ncio Aires, onde a atua\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia t\u00e9cnica produziu efeitos e resultados significativos na produ\u00e7\u00e3o. \u201cIniciamos esse trabalho em 2015 e vamos divulgar para o p\u00fablico como conseguimos alcan\u00e7ar tais resultados\u201d, disse o t\u00e9cnico, que falar sobre \u201cManejo Nutricional de Bovinos de Leite.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o inicia com o relato de experi\u00eancia da fam\u00edlia Ruoso, do munic\u00edpio de Sobradinho, sobre produ\u00e7\u00e3o de leite e gest\u00e3o da propriedade rural. Ainda na parte da manh\u00e3, a m\u00e9dica veterin\u00e1ria da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Ana Claudia Mello, falar\u00e1 sobre o panorama da brucelose e da tuberculose bovina no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>No per\u00edodo da tarde, as atividades t\u00eam continuidade com a abertura oficial do evento e a palestra custos de produ\u00e7\u00e3o e \u00edndices zoot\u00e9cnicos de sistemas de produ\u00e7\u00e3o de leite, ministrada pelo zootecnista e supervisor t\u00e9cnico da empresa Tortuga, Frederico dos Santos Trindade.<\/p>\n<p><u>SERVI\u00c7O&nbsp;<\/u><br \/>\n3\u00ba Semin\u00e1rio Regional de Bovinocultura de Leite do Vale do Rio Pardo - Como produzir leite com efici\u00eancia?<br \/>\nData: 27 de junho de 2019<br \/>\nLocal: Sal\u00e3o da Comunidade de S\u00e3o Miguel, na localidade de Pitingal - Passa Sete<br \/>\nHora: 9h<br \/>\nPromo\u00e7\u00e3o: Emater\/RS-Ascar<br \/>\n(Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 320px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3505\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong>Acordo entre UE e Mercosul avan\u00e7a e pode sair na sexta<\/strong><\/p>\n<p>As negocia\u00e7\u00f5es avan\u00e7am entre o Mercosul e a Uni\u00e3o Europeia (UE) na parte t\u00e9cnica, em Bruxelas, e as quest\u00f5es mais sens\u00edveis sobre acesso ao mercado ser\u00e3o tratadas pelos ministros dos dois blocos a partir de hoje \u00e0 noite. A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Industria (CNI) confia na conclus\u00e3o do acordo pol\u00edtico at\u00e9 esta sexta-feira, depois de anos de intensas negocia\u00e7\u00f5es. Entre negociadores em Bruxelas, o ambiente \u00e9 otimista, por\u00e9m moderado, at\u00e9 porque sempre pode haver surpresas de \u00faltima hora. A ministra da Agricultura, Teresa Cristina, o ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Ernesto Ara\u00fajo, e o secret\u00e1rio especial de Com\u00e9rcio Exterior e Assuntos Internacionais, Marcos Troyjo, participam hoje, com colegas do Mercosul, de jantar com a comiss\u00e1ria de Com\u00e9rcio, Cecilia Malmstrom, e o comiss\u00e1rio de Agricultura, Phil Hogan. Na quinta, haver\u00e1 reuni\u00e3o formal para fechar eventualmente as barganhas.&nbsp;<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o de fontes do Mercosul \u00e9 de que estaria preliminarmente acertado que o Mercosul tamb\u00e9m ter\u00e1 uma cesta de redu\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria com prazo de at\u00e9 15 anos, devendo incluir itens de m\u00e1quinas, autom\u00f3veis e autope\u00e7as. A UE, que tem al\u00edquotas menores, chegar\u00e1 \u00e0 tarifa zero nas importa\u00e7\u00f5es procedentes do Mercosul em sete anos, com mais cortes j\u00e1 nos dois primeiros anos. Mas ainda h\u00e1 discuss\u00f5es \u00e0 frente sobre o calend\u00e1rio de desgrava\u00e7\u00e3o para v\u00e1rias das 9 mil linhas tarif\u00e1rias. Fontes d\u00e3o como certo que a demanda europeia para exportar remanufaturados ao Mercosul fica de fora do acordo. Isso \u00e9 considerado ainda mais importante para o Brasil n\u00e3o abrir mercado para produto velho europeu e sem crit\u00e9rio internacional, e era visto como abertura unilateral significativa.&nbsp;<\/p>\n<p>Por outro lado deve ser inclu\u00edda cl\u00e1usula permitindo ao Mercosul usar o drawback, regime especial aduaneiro que garante desonera\u00e7\u00e3o na importa\u00e7\u00e3o ou aquisi\u00e7\u00e3o interna de insumos usados na fabrica\u00e7\u00e3o de bens voltados \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 permitido desde que se cumpra uma regra de origem. Na \u00e1rea agr\u00edcola, as indica\u00e7\u00f5es ontem eram de que a discuss\u00e3o sobre cotas para carne bovina, etanol e a\u00e7\u00facar ficam para decis\u00e3o dos ministros. A cota para carne de frango est\u00e1 praticamente finalizada. Em indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica, o Mercosul teria garantido flexibilidade para o uso de nomes de queijos como parmes\u00e3o e gorgonzola. Fontes do Mercosul s\u00e3o prudentes porque n\u00e3o se sabe se o comiss\u00e1rio agr\u00edcola, Phil Hogan, chegar\u00e1 na barganha final com mais exig\u00eancias para a Europa vender leite e queijos para o Mercosul. Tamb\u00e9m persiste o problema de acesso para o vinho europeu. Se Hogan tentar levar mais do que sabe que o Mercosul pode conceder, a situa\u00e7\u00e3o poder\u00e1 complicar de novo. J\u00e1 se observa na Europa movimentos para a forma\u00e7\u00e3o da pr\u00f3xima Comiss\u00e3o Europeia. O mandato atual termina em outubro. Phil Hogan quer ser o novo comiss\u00e1rio de Com\u00e9rcio, no lugar de Malmstrom. Esse cargo \u00e9, por natureza, liberal enquanto o da agricultura \u00e9 marcadamente protecionista. Se Hogan for inflex\u00edvel na etapa final da negocia\u00e7\u00e3o, isso pode dificultar sua acess\u00e3o ao novo posto, desestimulando pa\u00edses fortes como a Alemanha a lhe dar apoio.&nbsp;<\/p>\n<p>Para o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, o acordo com a UE tem pelo menos tr\u00eas dimens\u00f5es. Primeiro, \u00e9 estrat\u00e9gico. Ser\u00e1 o mais importante acordo de livre-com\u00e9rcio que o Brasil j\u00e1 firmou na hist\u00f3ria. Considera que \"\u00e9 o passaporte para o Brasil entrar na liga das grandes economias do com\u00e9rcio internacionais\". Passa a ter acesso a 25% do mercado mundial. Antes disso, produtos brasileiros s\u00f3 tinham acesso a 8% do com\u00e9rcio do mundo com isen\u00e7\u00e3o ou redu\u00e7\u00e3o do imposto de importa\u00e7\u00e3o. Segundo, \u00e9 estruturante. O acordo vai gerar benef\u00edcios para o Brasil. Abre o mercado europeu para bens agr\u00edcolas, industriais e tamb\u00e9m para prestadores de servi\u00e7os brasileiros. E abre o mercado brasileiro para produtos e servi\u00e7os europeus, \"o que vai exigir do Brasil aprofundamento das reformas dom\u00e9sticas\", acrescenta. E terceiro, o acordo \u00e9 gradual, na vis\u00e3o da ind\u00fastria brasileira. O tratado integra o Brasil a uma das maiores economias do mundo e isso vai exigir um ajuste do lado brasileiro, principalmente do setor industrial. \"\u00c9 importante ressaltar que o acordo vai ter dispositivos para lidar a competitividade da ind\u00fastria europeia. Prev\u00ea um per\u00edodo de mais de uma d\u00e9cada de redu\u00e7\u00e3o de tarifas e vamos ter uma s\u00e9rie de regras sobre como essa integra\u00e7\u00e3o vai acontecer. A mudan\u00e7a n\u00e3o vai ser abrupta\", diz Abijaodi. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><strong>Audi\u00eancia P\u00fablica&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>As novas regras para a produ\u00e7\u00e3o de leite no Pa\u00eds ser\u00e3o discutidas nesta quinta-feira (27) na Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da C\u00e2mara dos Deputados.&nbsp;<\/p>\n<p>O deputado Heitor Schuch (PSB-RS), que pediu a realiza\u00e7\u00e3o do debate, lembra que, em novembro de 2018, o Minist\u00e9rio da Agricultura fixou novas regras para a produ\u00e7\u00e3o de leite, especificando os padr\u00f5es de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A. As mudan\u00e7as entraram em vigor em maio de 2019.&nbsp;<\/p>\n<p>A Instru\u00e7\u00e3o Normativa (IN) 76 trata das caracter\u00edsticas e da qualidade do produto na ind\u00fastria. Na IN 77, s\u00e3o definidos crit\u00e9rios para obten\u00e7\u00e3o de leite de qualidade e seguro para o consumidor. Esses crit\u00e9rios englobam desde a organiza\u00e7\u00e3o da propriedade at\u00e9 a capacita\u00e7\u00e3o dos respons\u00e1veis pelas tarefas cotidianas.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\u201cO leite \u00e9 uma das principais cadeias produtivas do Pa\u00eds\u201d, afirma Schuch citando dados preliminares do Censo Agropecu\u00e1rio 2017 do IBGE, segundo o qual, 1,17 milh\u00e3o de fam\u00edlias rurais est\u00e3o diretamente envolvidas na atividade. \u201cCom base no Censo de 1996 eram 1,85 milh\u00e3o de fam\u00edlias, ou seja, em pouco mais de 20 anos, 680 mil produtores deixaram a atividade\u201d, compara.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<u>Debatedores<\/u><br \/>\nForam convidados para discutir o assunto, entre outros, o presidente da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Veras dos Santos; e o presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul, Alexandre Guerra. <a href=\"https:\/\/www.camara.leg.br\/evento-legislativo\/56094\">CLIQUE AQUI<\/a> para conferir a lista completa de convidados. A audi\u00eancia ser\u00e1 realizada no plen\u00e1rio 6, a partir das 9h30. (Ag\u00eancia C\u00e2mara)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Capta\u00e7\u00e3o do leite\/MS&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Nos primeiros quatro meses deste ano, a capta\u00e7\u00e3o do leite em Mato Grosso do Sul somou 65,3 milh\u00f5es de litros, com queda de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, quando o volume produzido totalizou 66 milh\u00f5es de litros. Os dados se referem ao total captado pelas ind\u00fastrias inscritas no SIF \u2013 Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Federal e s\u00e3o destaques da editoria \u2018Mercado Agropecu\u00e1rio\u2019 desta segunda-feira (24). Com a queda no volume o pre\u00e7o registrou alta de 9% entre 2018 e 2019, passando de R$ 0,95 para R$ 1,04 o litro, segundo o Conseleite. A analista t\u00e9cnica do Sistema Famasul \u2013 Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria de MS, Eliamar Oliveira, explica o mercado l\u00e1cteo no estado.&nbsp; \u201cMesmo estando na entressafra, o movimento de alta no pre\u00e7o do leite pago ao produtor perde for\u00e7a a partir de maio. Os fundamentos est\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es de demanda e tamb\u00e9m na concorr\u00eancia do produto importado com a produ\u00e7\u00e3o brasileira. As importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, nos cinco meses de 2019, somaram 67 mil toneladas, volume 52% superior ao igual per\u00edodo de 2018\u201d. (Famasul)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 26 de junho de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.009 &nbsp;&nbsp;Reuni\u00e3o dos associados debate o cen\u00e1rio das ind\u00fastrias de latic\u00ednios&nbsp;Entidades ligadas ao setor l\u00e1cteo reuniram-se, na tarde desta ter\u00e7a-feira (25), na <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/06\/26\/26-06-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/06\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3576","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3576","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3576"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3576\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3577,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3576\/revisions\/3577"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3576"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3576"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3576"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}