{"id":3563,"date":"2019-06-25T19:58:39","date_gmt":"2019-06-25T19:58:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3563"},"modified":"2019-06-25T19:58:39","modified_gmt":"2019-06-25T19:58:39","slug":"25-06-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/06\/25\/25-06-2019\/","title":{"rendered":"25\/06\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 25 de junho de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.008<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;Pre\u00e7o do leite cai 4,14% no RS<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O leite deve ter queda em junho no Rio Grande do Sul. Segundo dados divulgados pelo Conseleite\/RS nesta ter\u00e7a-feira (25\/06) em reuni\u00e3o na sede da Farsul, em Porto Alegre (RS), o valor de refer\u00eancia projetado para junho \u00e9 de R$ 1,1297 o litro, valor 4,14% menor do que o consolidado de maio, que fechou em R$ 1,1784.&nbsp; O professor da UPF Eduardo Finamore explicou que o resultado reflete queda do leite UHT (-3,27%), do leite em p\u00f3 (-1,16%) e do queijo mussarela (-4,57%) no m\u00eas.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Esta \u00e9 a primeira vez que o pre\u00e7o do leite registra baixa expressiva em 2019, uma vez que vinha em estabilidade desde dezembro de 2018. Para o presidente do Conseleite e do Sindilat, Alexandre Guerra, \u00e9 preciso levar em conta que estamos entrando em per\u00edodo de safra, quando, tradicionalmente, a produ\u00e7\u00e3o se eleva no campo, o que pressiona os pre\u00e7os. Por outro lado, argumenta que o consumo das fam\u00edlias brasileiras est\u00e1 retra\u00eddo em fun\u00e7\u00e3o do contexto econ\u00f4mico e de um outono e inverno com temperaturas amenas. \u201cO consumidor est\u00e1 em busca de promo\u00e7\u00f5es, independentemente da pra\u00e7a onde se atua. Isso \u00e9 reflexo da estagna\u00e7\u00e3o da economia nacional, que impacta diretamente no setor l\u00e1cteo\u201d, pontuou. Apesar desse cen\u00e1rio de retra\u00e7\u00e3o de consumo, Guerra citou que, nos cinco primeiros meses do ano, o valor pago, na pr\u00e1tica, ao produtor no campo foi maior do que o previsto pelo Conseleite. \u201cEm um mercado n\u00e3o comprador, esse cen\u00e1rio preocupa em fun\u00e7\u00e3o da baixa margem com que v\u00eam operando a ind\u00fastria\u201d, alerta.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Os dados do Conseleite indicam que a queda em junho tamb\u00e9m posicionou o produto abaixo do valor real praticado em 2018, uma vez que, at\u00e9 ent\u00e3o, os valores de 2019 vinham acima da s\u00e9rie do ano anterior. No entanto, no acumulado do ano, de janeiro a junho, o pre\u00e7o do leite, segundo Finamore, acumula um ganho real de 1,04% acima da infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo (IPCA). \u201cA grande quest\u00e3o \u00e9 como os pre\u00e7os v\u00e3o se comportar nesse segundo semestre do ano, que vinha com estabilidade\u201d, acrescentou.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O presidente do Conseleite ressalta que o setor \u2013 um dos grandes respons\u00e1veis pela ramifica\u00e7\u00e3o de renda no campo - precisa de apoio para minimizar oscila\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o e garantir margens m\u00ednimas de rentabilidade. Entre as alternativas, pontua ele, est\u00e1 a retomada de aquisi\u00e7\u00f5es por parte do governo ou a ado\u00e7\u00e3o de cotas que regulem a press\u00e3o dos importados no mercado nacional. \u201cAs importa\u00e7\u00f5es est\u00e3o maiores do que em 2018. S\u00f3 em maio em rela\u00e7\u00e3o a abril, as importa\u00e7\u00f5es aumentaram 25,5%\u201d, acrescentou. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 400px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3503\" alt=\"\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: Carolina Jardine<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 800px; height: 318px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3504\" alt=\"\"><\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Mais Leite Saud\u00e1vel supera a marca de 60 mil produtores<\/strong><\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio do Mais Leite Saud\u00e1vel, em outubro de 2015, 63.706 produtores j\u00e1 foram beneficiados pelo programa. Em m\u00e9dia, entre 10 mil e 15 mil novos produtores ingressam anualmente e cerca de 25 mil a 30 mil s\u00e3o atendidos por ano com assist\u00eancia t\u00e9cnica, educa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria ou melhoramento gen\u00e9tico.<\/p>\n<p>Entre os estados com mais produtores alcan\u00e7ados est\u00e3o o Rio Grande do Sul (18.230), Minas Gerais (18.222), Santa Catarina (11.666), Paran\u00e1 (4.734) e Mato Grosso (3.360).<\/p>\n<p>Quase R$ 240 milh\u00f5es foram investidos em projetos de fomento, gerando aos latic\u00ednios participantes R$ 4,5 bilh\u00f5es em cr\u00e9ditos presumidos, disponibilizados em forma de compensa\u00e7\u00e3o de impostos ou monetiza\u00e7\u00e3o. Os benef\u00edcios incluem aumento da rentabilidade, da produtividade e competitividade, de boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias, incentivo \u00e0 certifica\u00e7\u00e3o de propriedades livres de tuberculose e brucelose, melhoramento gen\u00e9tico de rebanhos, da qualidade do leite (contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e bacterianas) e microbiol\u00f3gica, al\u00e9m da redu\u00e7\u00e3o da mortalidade de bezerras.<\/p>\n<p>Produtores, latic\u00ednios, t\u00e9cnicos de campo e do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento promovem o fomento para pequenos e m\u00e9dios produtores de leite, com impacto positivo no desenvolvimento de 2.068 munic\u00edpios em mais de 20 estados.<\/p>\n<p>Com mais de 600 projetos aprovados, dos quais 385 em vig\u00eancia, o programa n\u00e3o est\u00e1 restrito apenas a estabelecimentos sob Inspe\u00e7\u00e3o Federal. De 440 latic\u00ednios participantes, 76,4% est\u00e3o sob inspe\u00e7\u00e3o Federal (SIF) e 23,6% sob inspe\u00e7\u00e3o estadual ou municipal (SIM ou SIE).<\/p>\n<p>O Mais Leite Saud\u00e1vel n\u00e3o se restringe \u00e0 bovinocultura de leite, podendo contemplar projetos para bubalinocultura e caprino e ovinocultura.<\/p>\n<p>Cerca de metade dos projetos em execu\u00e7\u00e3o s\u00e3o de assist\u00eancia t\u00e9cnica e gerencial. Outras a\u00e7\u00f5es est\u00e3o distribu\u00eddas na Melhoria da Qualidade do Leite (38,7%), Melhoramento Gen\u00e9tico (6,8%), Implementa\u00e7\u00e3o de Manejo Sanit\u00e1rio, incluindo controle de brucelose e tuberculose (3%), e redu\u00e7\u00e3o da taxa de mortalidade de bezerras 0,5%.<\/p>\n<p>O Programa Mais Leite Saud\u00e1vel passou a ser estrat\u00e9gico do Mapa, com meta de 150 mil produtores a serem atendidos at\u00e9 2035. A Coordena\u00e7\u00e3o de Boas Pr\u00e1ticas e Bem-Estar Animal (CBPA), da Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento Rural e Irriga\u00e7\u00e3o, respons\u00e1vel pela gest\u00e3o do programa, trabalha para viabilizar essa meta, apostando haver muito espa\u00e7o para crescimento.<\/p>\n<p>Uma das ferramentas para sua expans\u00e3o \u00e9 o Plano de Qualifica\u00e7\u00e3o de Fornecedores de Leite (PQFL), institu\u00eddo pela Instru\u00e7\u00e3o Normativa 77, de novembro do ano passado. A coordena\u00e7\u00e3o (CBPA) tem realizado semin\u00e1rios em todas as regi\u00f5es brasileiras para divulga\u00e7\u00e3o do plano e do programa.<\/p>\n<p><u>Qualifica\u00e7\u00e3o de fornecedores de leite<\/u><br \/>\nA implementa\u00e7\u00e3o do Plano de Qualifica\u00e7\u00e3o de Fornecedores de Leite (PQFL) \u00e9 obrigat\u00f3ria aos latic\u00ednios. A ferramenta funciona como controle e aproxima\u00e7\u00e3o da sua rela\u00e7\u00e3o com os produtores, visando maior seguran\u00e7a para o consumidor e maior desenvolvimento da atividade.<\/p>\n<p>\u201cA obrigatoriedade de possuir um plano de qualifica\u00e7\u00e3o amplia a assist\u00eancia t\u00e9cnica a produtores, por parte dos latic\u00ednios, o que resulta em melhoria da produtividade, da qualidade e, consequentemente, da competitividade na cadeia leiteira nacional\u201d, observa o coordenador de Boas Pr\u00e1ticas e Bem-Estar Animal da Secretaria de Inova\u00e7\u00e3o, Desenvolvimento Rural e Irriga\u00e7\u00e3o, Rodrigo Dantas.<\/p>\n<p>A Coordena\u00e7\u00e3o de Boas Pr\u00e1ticas e Bem-Estar Animal (CBPA), respons\u00e1vel por coordenar o acompanhamento da execu\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es dos planos de qualifica\u00e7\u00e3o em todo pa\u00eds, publicou em maio, o Guia Orientativo para Elabora\u00e7\u00e3o do Plano de Qualifica\u00e7\u00e3o de Fornecedores de Leite. Para saber mais sobre o Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, <a href=\"http:\/\/indicadores.agricultura.gov.br\/cbpa\/index.htm\">clique aqui<\/a>. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7os\/NZ<\/strong><\/p>\n<p>Guy Trafford olha o cen\u00e1rio para a nova temporada depois da terceira queda consecutiva do GDT. Com poucas exce\u00e7\u00f5es, bancos e analistas preveem o pre\u00e7o do leite ao produtor em torno de NZ$ 7,00. O banco ANZ projeta NZ$ 7,30; o Westpac NZ$ 7,20; o Rabobank NZ$ 7,15; e o ASB NZ$ 7,00.<\/p>\n<p>A fonterra publicou a faixa de NZ$ 6,25-NZ$ 7,25, com o ponto m\u00e9dio em NZ$ 6,75;<\/p>\n<p>No entanto, o DairyAnalytics atribuiu o valor de NZ$ 6,57.<\/p>\n<p>O fato de haver diferen\u00e7as maiores do que 10% indica que existem muitas incertezas no momento, e que pelo menos, por enquanto, n\u00e3o devem se dissipar at\u00e9 o final do ano. O certo \u00e9 que muitas dessas proje\u00e7\u00f5es j\u00e1 est\u00e3o lan\u00e7adas h\u00e1 muitos meses, e podem ser revisadas pelos economistas a qualquer momento. O mais seguro seria ficar na m\u00e9dia da Fonterra, NZ$ 6,75. \u00c9 um valor que abarca alguns indicadores globais e o que a Fonterra deve pagar aos seus agricultores para que permane\u00e7am na atividade. Outras ind\u00fastrias fizeram as seguintes proje\u00e7\u00f5es: Synlait, NZ$ 7,00; Westland igual \u00e0 Fonterra; Tatua, NZ$ 7,50; a Open Country ainda n\u00e3o divulgou suas proje\u00e7\u00f5es, mas, normalmente se alinha \u00e0 Fonterra.<\/p>\n<p>Isto nos leva a olhar para os pre\u00e7os internacionais no momento. O \u00faltimo GlobalDairyTrade registrou nova queda de -3,8%. \u00c9 a terceira baixa e a maior dos \u00faltimos tempos. O leite em p\u00f3 integral caiu 4,3% e est\u00e1 agora cotado a US$ 3.006\/tonelada, acumulando seis quedas sucessivas. Ainda que o valor esteja em torno da m\u00e9dia dos \u00faltimos tr\u00eas anos, as incertezas sobre o mercado e a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o recomendam previs\u00f5es razo\u00e1veis.<\/p>\n<p>Pelo menos para 215 produtores, o pagamento de NZ$ 6,75 n\u00e3o parece ser t\u00e3o ruim, pois aderiram \u00e0 op\u00e7\u00e3o lan\u00e7ada pela Fonterra. Outras oportunidades para aderir a essa op\u00e7\u00e3o estar\u00e3o dispon\u00edveis nos pr\u00f3ximos meses.&nbsp;<\/p>\n<p>Dado que muitos preveem pagamento de NZ$ 7,00, os bancos aproveitam para tentar negociar com os fazendeiros a redu\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas, acreditando que eles n\u00e3o ir\u00e3o receber pre\u00e7os menores. (Fonte da Not\u00edcia:interest.co.nz \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Balan\u00e7a tem super\u00e1vit de US$ 1,737 bilh\u00e3o na terceira semana de junho<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A balan\u00e7a comercial brasileira registrou super\u00e1vit de US$ 1,737 bilh\u00e3o na terceira semana de junho. O valor resulta de exporta\u00e7\u00f5es de US$ 4,466 bilh\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es de US$ 2,730 bilh\u00f5es no per\u00edodo. No m\u00eas, o saldo positivo soma US$ 4,033 bilh\u00f5es e, no ano, acumula US$ 26,144 bilh\u00f5es. As informa\u00e7\u00f5es foram divulgadas nesta \u00faltima segunda-feira (24) pela Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior do Minist\u00e9rio da Economia (Secex). A m\u00e9dia di\u00e1ria de exporta\u00e7\u00f5es at\u00e9 a terceira semana somou US$ 967,5 milh\u00f5es, avan\u00e7o de 1% sobre junho do ano passado. O desempenho foi sustentado pelo aumento no embarque de b\u00e1sicos (+14,3%), com destaque para petr\u00f3leo em bruto, min\u00e9rio de ferro, carnes de frango, bovina e su\u00edna, algod\u00e3o em bruto e milho em gr\u00e3os. Em contrapartida, as vendas de produtos semimanufaturados e manufaturados encolheram na compara\u00e7\u00e3o com junho do ano passado. No primeiro grupo, o recuo de 10,9% foi puxado por semimanufaturados de ferro\/a\u00e7o, celulose, a\u00e7\u00facar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, couros e peles e estanho em bruto. Entre os manufaturados, a retra\u00e7\u00e3o de 5,2% foi liderada por avi\u00f5es, autom\u00f3veis de passageiros, torneiras e v\u00e1lvulas, m\u00e1quinas e aparelhos para terraplanagem, tubos flex\u00edveis de ferro ou a\u00e7o e laminados planos de ferro ou a\u00e7o. A m\u00e9dia di\u00e1ria de importa\u00e7\u00f5es at\u00e9 a terceira semana de junho deste ano somou US$ 679,4 milh\u00f5es, 0,4% abaixo da m\u00e9dia de junho de 2018. Nesse comparativo, decresceram os gastos, principalmente, com farmac\u00eauticos (-20,7%), ve\u00edculos autom\u00f3veis e partes (-18,2%), sider\u00fargicos (-10,7%), pl\u00e1sticos e obras (-7,6%), qu\u00edmicos org\u00e2nicos e inorg\u00e2nicos (-5,2%). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25 de junho de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 3.008 &nbsp;&nbsp;Pre\u00e7o do leite cai 4,14% no RSO leite deve ter queda em junho no Rio Grande do Sul. Segundo dados divulgados <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/06\/25\/25-06-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/06\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3563","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3563","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3563"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3563\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3564,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3563\/revisions\/3564"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3563"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3563"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3563"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}