{"id":3480,"date":"2019-06-04T19:24:20","date_gmt":"2019-06-04T19:24:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3480"},"modified":"2019-06-04T19:24:20","modified_gmt":"2019-06-04T19:24:20","slug":"04-06-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/06\/04\/04-06-2019\/","title":{"rendered":"04\/06\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 04 de junho de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.993<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;GDT<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 626px; height: 387px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3457\" alt=\"\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">(GDT, adaptado pelo Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Uruguai registra queda significativa na produ\u00e7\u00e3o e entrega de leite<\/strong><\/p>\n<p>A entrega de leite das fazendas leiteiras para o conjunto de unidades industriais de latic\u00ednios do Uruguai foi 9,7% menor nos primeiros quatro meses de 2019, em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2018, atingindo 529,296 milh\u00f5es de litros. A entrega de abril foi estimada em 133,083 milh\u00f5es de litros, 12,6% a menos que no mesmo m\u00eas do ano passado.<\/p>\n<p>No entanto, no acumulado dos \u00faltimos 12 meses (maio de 2018 a abril de 2019), o envio de leite foi 1,4% acima do valor correspondente a um ano atr\u00e1s. Com base em informa\u00e7\u00f5es elaboradas por t\u00e9cnicos do Instituto Nacional do Leite (Inale), no ano de 2018 foram enviados 2.063.383 milh\u00f5es de litros, volume recorde, 17% superior ao enviado durante o ano de 2017.<\/p>\n<p><u>Tr\u00eas ou quatro anos \u2018asfixiados\u2019<\/u><br \/>\nMauro Curbelo, presidente da Sociedade dos Produtores de Leite de San Ram\u00f3n, disse que existem v\u00e1rias raz\u00f5es para que esse decl\u00ednio tenha ocorrido, entre elas, o valor que o produtor recebe pelo leite enviado \u00e0s ind\u00fastrias, que \u00e9 avaliado em d\u00f3lares e caiu de maneira not\u00f3ria. Isso impacta os produtores com rela\u00e7\u00e3o aos seus problemas de caixa e o enfrentamento de investimentos importantes, por exemplo, para alimentar seus rebanhos, o que afeta os n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o e, portanto, a menor entrega.<\/p>\n<p>Inclusive, ele admitiu que cen\u00e1rio poderia ser pior, mas felizmente o pre\u00e7o do gr\u00e3o em d\u00f3lares n\u00e3o teve aumentos relevantes. Na verdade, \"j\u00e1 se passaram tr\u00eas ou quatro anos desde que fomos sufocados e, a longo prazo, isso est\u00e1 sendo sentido\", disse ele. Em rela\u00e7\u00e3o ao valor do leite, embora tenha havido uma leve recupera\u00e7\u00e3o em pesos, \"come\u00e7amos o ano com um valor em d\u00f3lar de US$ 0,29 a US$ 0,30 por litro e agora estamos em US$ 0,26 a US$ 0,27 em m\u00e9dia e isso est\u00e1 nos atingindo\".<\/p>\n<p>A isto devemos acrescentar uma seca que ocorreu este ano, que n\u00e3o foi muito pronunciada. \"Ela durou no m\u00e1ximo 50 dias, mas aconteceu num momento chave, os pastos n\u00e3o cresceram bem e poucos produtores conseguem fazer um bom pastoreio de aveia, por exemplo. Os pastos n\u00e3o contribu\u00edram e os campos est\u00e3o auxiliando pouco\", acrescentou. Ele tamb\u00e9m lembrou que a boa primavera passada gerou muito pasto e levou os produtores, a fim de economizar o m\u00e1ximo poss\u00edvel, a investir menos na suplementa\u00e7\u00e3o de seus rebanhos \"e isso tamb\u00e9m est\u00e1 tendo impacto\u201d.<\/p>\n<p><u>Menos fazendas leiteiras<\/u><br \/>\nCurbelo acrescentou que \"devemos ter em mente que os produtores continuam fechando fazendas leiteiras. Est\u00e3o fechando menos, em m\u00e9dia uma a cada dois ou tr\u00eas dias\". Ele mencionou que parte desses rebanhos passa para outras fazendas leiteiras, mas uma boa parte vai para frigor\u00edficos ser abatida a fim de fazer dinheiro e pagar contas. \u201cE isso provavelmente continuar\u00e1 acontecendo\u201d. Finalmente, consultado sobre a ajuda oficial que havia para o setor l\u00e1cteo, Mauro lamentou que \"a pequena ajuda que foi dada, por diferentes raz\u00f5es, n\u00e3o se materializou em benef\u00edcios reais para os produtores\u201d. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Observador, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p><strong>Demanda global de l\u00e1cteos em alta, mas n\u00e3o os pre\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p>A demanda global por produtos l\u00e1cteos est\u00e1 aumentando, mas os pre\u00e7os nem sempre seguem a mesma trajet\u00f3ria. \u201cA hist\u00f3ria de crescimento \u00e9 fant\u00e1stica. Desde 2007, o leite vem crescendo em demanda em 2,3% ou 19 milh\u00f5es de toneladas por ano. Isso \u00e9 quase a produ\u00e7\u00e3o anual de leite da Nova Zel\u00e2ndia\u201d, disse Torsten Hemme na confer\u00eancia internacional da Alltech realizada em Lexington de 19 a 21 de maio.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O direcionador \u00e9 uma popula\u00e7\u00e3o crescente e as pessoas consumindo mais, disse Hemme, fundador da rede IFCN Dairy, com sede em Kiel, na Alemanha, que monitora a din\u00e2mica dos latic\u00ednios em todo o mundo. Nos Estados Unidos, o consumo de leite \u00e9 alto, de 274 litros por ano, mas na Indon\u00e9sia \u00e9 baixo, com 30 litros por ano.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O relat\u00f3rio IFCN Dairy tra\u00e7a o perfil de 115 pa\u00edses e informou que desde 2006, o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite era de US$ 40 por 100 kg, mas desde 2017 os pre\u00e7os flutuaram em 10%, ent\u00e3o eles ca\u00edram para US$ 35 por 100 kg. Neste ano, a demanda pode superar a oferta e os pre\u00e7os podem melhorar um pouco.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>A demanda por leite n\u00e3o crescer\u00e1 em mercados maduros como os EUA, a Austr\u00e1lia ou a Uni\u00e3o Europeia, mas a prosperidade na China dever\u00e1 registrar um aumento no consumo. A \u00cdndia \u00e9 o produtor n\u00famero um em volume de leite com um modelo agr\u00edcola de duas vacas por fazenda. Cinco por cento de crescimento por ano \u00e9 esperado.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio, os terceiros maiores produtores s\u00e3o UE, Brasil e Nova Zel\u00e2ndia. R\u00fassia, Ucr\u00e2nia, sudeste da Europa, Jap\u00e3o e Noruega s\u00e3o grandes produtores, mas viram um decl\u00ednio na produ\u00e7\u00e3o de leite. O Jap\u00e3o e a Coreia do Sul mostram um decl\u00ednio cont\u00ednuo na produ\u00e7\u00e3o, mesmo com o apoio do governo e o investimento do setor. Algumas partes da UE tamb\u00e9m mostrar\u00e3o enfraquecimentos, mas membros como a Irlanda experimentaram uma enorme expans\u00e3o nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>Fatores para a produ\u00e7\u00e3o de leite incluem elementos naturais como clima, terra e \u00e1gua. Nas regi\u00f5es que sofrem secas, os fornecimentos de ra\u00e7\u00e3o foram limitados e a produ\u00e7\u00e3o caiu. Al\u00e9m disso, a Rede IFCN encontrou grandes flutua\u00e7\u00f5es no custo de produ\u00e7\u00e3o que variam de US$ 20 a US$ 105 por 100 kg. O estudo da rede dividiu a produ\u00e7\u00e3o em tr\u00eas segmentos.<\/p>\n<p>Os produtores dom\u00e9sticos s\u00e3o aqueles com uma a 10 vacas e s\u00e3o comuns no sul da \u00c1sia, Paquist\u00e3o e \u00cdndia, onde 90% das fazendas possuem menos de 10 vacas. A pr\u00f3xima \u00e9 a agricultura familiar com 10 a 100 vacas e isso \u00e9 visto na UE e na Am\u00e9rica Latina. Fazendas maiores, com 100 a 300 vacas por fazenda, geralmente t\u00eam funcion\u00e1rios e investimentos. Este modelo prevalece nos EUA, onde rebanhos de 1.000 vacas ou mais est\u00e3o se tornando mais comuns.<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m analisou o impacto ambiental do setor e descobriu que apenas 2,7% das emiss\u00f5es globais de gases de efeito estufa prov\u00eam de latic\u00ednios. As pessoas que pensam que a substitui\u00e7\u00e3o do leite salvar\u00e1 o planeta est\u00e3o equivocadas, disse Hemme. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do The Western Producer, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o\/Oceania<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em abril a produ\u00e7\u00e3o de leite da Austr\u00e1lia retrocedeu 13,7% e na Nova Zel\u00e2ndia caiu 8,4% em rela\u00e7\u00e3o a abril de 2018. Do outro lado, as importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos pela China aumentaram, tanto em quantidade como em valor. Na Austr\u00e1lia a queda foi provocada em decorr\u00eancia da seca e dos altos custos dos insumos. A expectativa \u00e9 de que, nos primeiros dez meses da temporada, a produ\u00e7\u00e3o tenha diminu\u00eddo 7,3%.&nbsp; Na Nova Zel\u00e2ndia, o leite produzido em abril caiu 8,4% em rela\u00e7\u00e3o a abril, mas, a capta\u00e7\u00e3o da Fonterra foi 9% menor em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Nos primeiros 11 meses da temporada 2018-19, a Nova Zel\u00e2ndia aumentou sua produ\u00e7\u00e3o de leite em 2,3% no total.As exporta\u00e7\u00f5es da Nova Zel\u00e2ndia continuam crescendo (12,9% em abril de 2019), mas, existe preocupa\u00e7\u00e3o relacionada ao v\u00edrus da peste su\u00edna africana que est\u00e1 dizimando os planteias de pre\u00e7os da China. Consequentemente, haver\u00e1 redu\u00e7\u00e3o na compra de alimentos para su\u00ednos na Nova Zel\u00e2ndia.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">China aumenta as importa\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, a demanda de produtos l\u00e1cteos por parte da China continua sendo alta no primeiro trimestre do ano. Entre janeiro a abril as importa\u00e7\u00f5es cresceram 17,3% em quantidade, e 20,4% em valor. A Oceania \u00e9 a regi\u00e3o de maior oferta de l\u00e1cteos, seguida pela Uni\u00e3o Europeia (UE). Ambas fortalecem suas posi\u00e7\u00f5es gra\u00e7as \u00e0 guerra entre Pequim e Washington. (TodoElCampo \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 04 de junho de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.993 &nbsp; &nbsp;GDT&nbsp;(GDT, adaptado pelo Sindilat) &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Uruguai registra queda significativa na <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/06\/04\/04-06-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/06\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3480","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3480","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3480"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3480\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3481,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3480\/revisions\/3481"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3480"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3480"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3480"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}