{"id":3396,"date":"2019-05-20T20:21:30","date_gmt":"2019-05-20T20:21:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3396"},"modified":"2019-05-20T20:21:30","modified_gmt":"2019-05-20T20:21:30","slug":"20-05-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/05\/20\/20-05-2019\/","title":{"rendered":"20\/05\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 20 de maio de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.982<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <\/span><\/strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><strong>Produ\u00e7\u00e3o\/AR<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o total de leite alcan\u00e7ou 10.527 milh\u00f5es de litros em 2018, o que representou crescimento de 4,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2017. No m\u00eas de abril de 2019 a produ\u00e7\u00e3o foi de 736,0 milh\u00f5es de litros de leite, o que representa queda de 1,2% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e de 5% na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas de 2018.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O acumulado nos primeiros quatro meses de 2019 registra redu\u00e7\u00e3o de 7,5% quando comparado com o mesmo per\u00edodo do ano passado. A m\u00e9dia m\u00f3vel dos \u00faltimos 12 meses mostra decr\u00e9scimo interanual de 0,8%.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 336px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3407\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Historicamente a produ\u00e7\u00e3o alcan\u00e7a seu pico m\u00ednimo no m\u00eas de abril, mas, pelos dados apresentados aqui, esse m\u00ednimo foi alcan\u00e7ado em fevereiro, havendo, a partir de ent\u00e3o crescimento. Mantendo-se as condi\u00e7\u00f5es atuais de melhores pre\u00e7os, e padr\u00f5es meteorol\u00f3gicos normais, \u00e9 poss\u00edvel que a queda dos primeiros quatro seja neutralizada, e o volume da produ\u00e7\u00e3o de 2019 fique similar ao de 2018 com varia\u00e7\u00e3o de (+\/- 1,0%). (OCLA \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 338px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3409\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>\"Mercado e consumo s\u00e3o chaves para o futuro do setor leiteiro\", diz especialista argentino<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Segundo o Observat\u00f3rio da Cadeia Leiteira Argentina (Ocla) o setor conseguiu recuperar valor, atingindo um saldo positivo. Esta n\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o pouco relevante, uma vez que isso n\u00e3o acontecia desde novembro de 2017.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Miguel Taverna, refer\u00eancia do setor leiteiro da Argentina que trabalha no Inta Rafaela, falou durante o 10\u00ba Dia Nacional das Forragens Preservadas - que ocorreu em Manfredi - sobre aspectos importantes para o futuro da cadeia, que at\u00e9 agora praticamente passaram despercebidos pela guerra de pre\u00e7os e pelos ru\u00eddos hist\u00f3ricos que periodicamente existem na rela\u00e7\u00e3o entre produ\u00e7\u00e3o e ind\u00fastria.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Segundo o profissional, \u00e9 preciso olhar para os mercados e tend\u00eancias de consumo de alimentos para imaginar poss\u00edveis cen\u00e1rios futuros. E nesse cen\u00e1rio aparecem oportunidades e amea\u00e7as.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Em primeiro lugar, o positivo \u00e9 que a proje\u00e7\u00e3o do aumento do poder de compra em pa\u00edses superpovoados, como a China, posiciona o leite como alimento proteico de qualidade. Mas algumas quest\u00f5es tamb\u00e9m jogam contra ele, como a cultura vegana, e h\u00e1 tamb\u00e9m uma maior competi\u00e7\u00e3o por substitutos de produtos l\u00e1cteos tradicionais, como leite, iogurte ou queijo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\"Quando se trata de produtos aliment\u00edcios do ponto de vista global, as expectativas s\u00e3o boas. A demanda \u00e9 explicada principalmente pelo crescimento populacional e pelo aumento da renda per capita de muitos pa\u00edses. Quando isso aumenta, o primeiro efeito \u00e9 consumir prote\u00ednas de qualidade e o leite aparece rapidamente. H\u00e1 uma oportunidade significativa\", comentou. Da mesma forma, para o especialista \u00e9 necess\u00e1rio considerar outros aspectos, como a evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os internacionais.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\"Uma quest\u00e3o \u00e9 a volatilidade dos pre\u00e7os. H\u00e1 muitos elementos que marcam esse comportamento e tudo indica que continuar\u00e1 da mesma forma pelo menos nos pr\u00f3ximos anos. \u00c9 um ponto relevante porque afeta os pre\u00e7os dom\u00e9sticos. Temos que ter em mente que esses pre\u00e7os excelentes ou muito bons em um momento, mas que depois podem cair, faz parte da realidade setorial, que tem maior peso com o setor leiteiro argentino exportando\u201d.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Mercado<\/u><\/div>\n<div>Ele refletiu particularmente sobre mudan\u00e7as na demanda mundial por alimentos e no impacto sobre os latic\u00ednios.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>\"Temos que pensar no futuro dos mercados e do consumidor. Nesse cen\u00e1rio, os produtos substitutos aparecem com muita for\u00e7a. H\u00e1 uma grande amea\u00e7a para produ\u00e7\u00f5es como o leite, j\u00e1 que s\u00e3o ind\u00fastrias muito mais organizadas e poderosas do ponto de vista da comunica\u00e7\u00e3o. \u00c9 prov\u00e1vel que em uma g\u00f4ndola encontremos 5 ou 6 op\u00e7\u00f5es alternativas para uma caixa de leite, iogurte ou queijo. Tamb\u00e9m temos que ficar de olho em como os h\u00e1bitos alimentares est\u00e3o evoluindo em certos produtos, como o veganismo, que est\u00e1 muito presente na nova gera\u00e7\u00e3o de consumidores\u201d.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A esse respeito, ressaltou que as empresas que promovem esses produtos \"s\u00e3o muito agressivas na comunica\u00e7\u00e3o. N\u00e3o apenas tentam valorizar e destacar os atributos de seus produtos, mas tamb\u00e9m se encarregam de desacreditar outros. A\u00ed eles 'batem sem d\u00f3', muitas vezes com argumentos cient\u00edficos n\u00e3o validados, mas as pessoas n\u00e3o precisam necessariamente saber qual \u00e9 o contexto de tudo isso\u201d.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Por essa raz\u00e3o, ele acrescentou: \"\u00e9 uma quest\u00e3o muito complexa e dif\u00edcil de superar, especialmente em pa\u00edses como o nosso, onde n\u00e3o temos comunica\u00e7\u00e3o adequada com o consumidor\".<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Produ\u00e7\u00e3o<\/u><\/div>\n<div>Taverna tamb\u00e9m analisou a evolu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina.<\/div>\n<div>\"A produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 tendo dificuldades para se recuperar. Quando mostrou certa tend\u00eancia, surgiram eventos clim\u00e1ticos que est\u00e3o atingindo fortemente algumas regi\u00f5es, como C\u00f3rdoba primeiro e Santa F\u00e9 depois. Isso mostra que 'aquela pequena luz' que estava a favor do aumento vai diminuindo. A recupera\u00e7\u00e3o no segundo semestre depender\u00e1 das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e sua influ\u00eancia no bem-estar dos animais. Mas na melhor das hip\u00f3teses, acho que ser\u00e1 um ano parecido com o anterior, apesar do que vem acontecendo com os pre\u00e7os. Lamentavelmente, \u00e9 muito dif\u00edcil aumentar o volume porque, se isso fosse dado por um bom pre\u00e7o, permitiria aos produtores que aumentassem seu faturamento, algo muito necess\u00e1rio neste momento\".<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Nesse contexto e diante da demanda de exporta\u00e7\u00e3o, os pre\u00e7os devem continuar em territ\u00f3rio positivo. \"Na medida em que o pre\u00e7o internacional continua nesses valores e o d\u00f3lar acompanha a infla\u00e7\u00e3o, a exporta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 importante e por causa da competi\u00e7\u00e3o entre as empresas espera-se que o pre\u00e7o permane\u00e7a relativamente bom\", finalizou. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Puntal Villa Mar\u00eda, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Artigo - Seu pasto fala com voc\u00ea e tem demandas que devem ser bem interpretadas<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>J\u00e1 parou para pensar que entender n\u00e3o s\u00f3 as necessidades ou demandas dos animais, mas tamb\u00e9m do pasto, pode ser a chave para aumentar os lucros do seu sistema de produ\u00e7\u00e3o? \u00c9 natural que as pessoas se preocupem diretamente com o que remunera a atividade (leite ou carne). Agora, imagine um sistema de produ\u00e7\u00e3o a pasto como se fosse uma pir\u00e2mide cuja base ser\u00e1 o solo. Acima dessa base vir\u00e3o as plantas, que precisam ser adaptadas ao clima e ao solo da regi\u00e3o. Elas devem crescer para garantir alimento para a \u00faltima parte da pir\u00e2mide que s\u00e3o os animais. Desta forma, \u00e9 f\u00e1cil imaginar que, para conseguir produ\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria de carne ou leite a pasto, \u00e9 preciso que toda a pir\u00e2mide funcione bem. O pasto \u00e9 din\u00e2mico e pode assumir diferentes condi\u00e7\u00f5es que estar\u00e3o vinculadas \u00e0 forma e \u00e0 intensidade de crescimento. Assim, que componente est\u00e1 acumulando em seu pasto? Folhas, colmos, material morto? Isto \u00e9 importante, uma vez que ir\u00e1 influenciar em como, quanto e o que os animais consumir\u00e3o, de forma a impactar (positiva ou negativamente) no ganho de peso ou produ\u00e7\u00e3o de leite. Muitas vezes nos preocupamos com a falta de pasto, mas se o pasto cresce r\u00e1pido, o produtor pode notar dificuldade do gado em rebaix\u00e1-lo e ent\u00e3o optar por ro\u00e7ar, o que impacta negativamente no tempo de uso do pasto. Nestas situa\u00e7\u00f5es (na falta ou excesso de pasto) n\u00e3o adianta culpar o capim pelo baixo desempenho animal. \u00c9 preciso sim gerenciar melhor a colheita da forragem produzida via manejo. Entende como o pasto fala com voc\u00ea, e como \u00e9 importante aprender a interpretar o que ele quer dizer? Observar mais o comportamento de plantas e animais e tomar decis\u00f5es no devido tempo \u00e9 importante. Cabe ent\u00e3o ao manejador do pasto: 1) N\u00e3o deixar o pasto crescer demais \u2013 pasto muito alto produz mais colmo e material morto, o que dificulta aos animais consumirem folhas, que \u00e9 o componente mais nutritivo, para se manter e para produzir carne ou leite; 2) N\u00e3o deixar o pasto baixo demais \u2013 pois as plantas rebrotam lentamente e o gado n\u00e3o come de boca cheia. \u00c9 importante controlar o pasto para produzir mais produto animal. Uma forma pr\u00e1tica de se gerenciar a colheita do pasto \u00e9 utilizar as recomenda\u00e7\u00f5es de altura de pastejo. A altura \u00e9 um elo entre o ambiente, a planta e os animais, ou seja, entre partes integrantes da pir\u00e2mide de produ\u00e7\u00e3o. Logo, traduz a linguagem com que o pasto e os animais em pastejo falam conosco, facilitando a interpreta\u00e7\u00e3o e a tomada de decis\u00f5es de manejo. (Cristina Genro e M\u00e1rcia Silveira, pesquisadoras da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul\/Correio do Povo)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em>Uruguai x China<\/em><\/div>\n<div><em>O Instituto Nacional do Leite do Uruguai (INALE) recebeu a visita da Associa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios da China. A delega\u00e7\u00e3o reuniu as principais ind\u00fastrias de l\u00e1cteos chinesa. O presidente do INALE, Veterin\u00e1rio Ricardo de Izaguirre e o Diretor Geral do Instituto, Gabriel Bagnato, receberam a delega\u00e7\u00e3o. A economista Mercedes Baraibar fez uma palestra sobre o setor l\u00e1cteo do Uruguai. Depois foi aberto espa\u00e7o para interc\u00e2mbio sobre o setor l\u00e1cteo do Uruguai, sua hist\u00f3ria, a parte institucional, os principais atores, entre outros temas. Como resultado, a Vice-presidente e Secret\u00e1ria Geral da Associa\u00e7\u00e3o chinesa, Liu Meiju, convidou o INALE a participar da Confer\u00eancia Anual da Associa\u00e7\u00e3o que ser\u00e1 realizada em setembro deste ano. Ambas as entidades se comprometeram a seguir trabalhando juntos para que o setor e os produtos l\u00e1cteos do Uruguai sejam cada vez mais conhecidos na China. (INALE \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/em><\/div>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 20 de maio de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.982 &nbsp; &nbsp;Produ\u00e7\u00e3o\/AR &nbsp; A produ\u00e7\u00e3o total de leite alcan\u00e7ou 10.527 milh\u00f5es de litros em 2018, o que representou crescimento de 4,2% <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/05\/20\/20-05-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"20\/05\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3396","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3396","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3396"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3396\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3397,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3396\/revisions\/3397"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3396"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3396"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}