{"id":3394,"date":"2019-05-17T20:07:43","date_gmt":"2019-05-17T20:07:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3394"},"modified":"2019-05-17T20:07:43","modified_gmt":"2019-05-17T20:07:43","slug":"17-05-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/05\/17\/17-05-2019\/","title":{"rendered":"17\/05\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 17 de maio de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.981<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <\/span><\/strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;Produ\u00e7\u00e3o\/Uruguai&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O abate de vacas de leite voltou a subir em abril, alcan\u00e7ando o maior volume mensal em quase um ano e meio, e estabelecendo um recorde nos \u00faltimos doze meses m\u00f3veis.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em abril totalizou 8.451 cabe\u00e7as, 19% a mais que as 7.097 cabe\u00e7as de mar\u00e7o, e 16% a mais que as 7.264 de abril de 2018. Esses s\u00e3o os dados liberados pelo Instituto Nacional de Carnes Uruguai (INAC).<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 481px; height: 303px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3404\" alt=\"\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Nos \u00faltimos doze meses, encerrados em abril, o n\u00famero de vacas enviadas para abate alcan\u00e7ou 84.137 cabe\u00e7as, o maior dado, desde que come\u00e7aram a ser feitos os registros, em 2010. Confirma assim, uma tend\u00eancia ascendente iniciada no come\u00e7o de 2017.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 486px; height: 308px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3405\" alt=\"\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">De janeiro a abril deste ano, foram 28.917 vacas de leite para o abate, um salto de 16% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s 24.829 cabe\u00e7as industrializadas em igual per\u00edodo de 2018. (Blasyna y Asociados \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Um futuro sem vacina contra aftosa<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>O debate sobre a retirada da vacina contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul chega hoje ao Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio, em meio \u00e0 programa\u00e7\u00e3o da 42\u00aa Expoleite e 15\u00aa Fenasul. Evento organizado pela Federa\u00e7\u00e3o Brasileira das Associa\u00e7\u00f5es de Criadores de Animais de Ra\u00e7a (Febrac) se prop\u00f5e a avaliar o futuro da pecu\u00e1ria ga\u00facha em um cen\u00e1rio de fim da imuniza\u00e7\u00e3o. T\u00e9cnicos ser\u00e3o ouvidos e a ideia \u00e9 que a pr\u00f3pria entidade possa ter defini\u00e7\u00e3o sobre o tema.<\/p>\n<p>- Queremos agora ouvir o debate. E a partir da\u00ed, tirar uma posi\u00e7\u00e3o - explica Leonardo Lamachia, presidente da Febrac.<\/p>\n<p>De um lado, estar\u00e3o argumentos sobre o que o RS pode ganhar com a retirada.<\/p>\n<p>- \u00c9 muito mais do que progredir de status sanit\u00e1rio. \u00c9 retirar um obst\u00e1culo ao empreendedorismo - avalia Bernardo Todeschini, superintendente do Minist\u00e9rio da Agricultura no RS e um dos palestrantes.<\/p>\n<p>Segundo ele, hoje, dos 12 maiores importadores de carne bovina do mundo, boa parte \u00e9 livre da doen\u00e7a sem vacina\u00e7\u00e3o, o que pode fazer com tenham determinadas condi\u00e7\u00f5es de ingresso em seus territ\u00f3rios:<\/p>\n<p>- E disso resulta uma limita\u00e7\u00e3o de acesso absoluto e de acesso qualitativo.<\/p>\n<p>Mais cauteloso, Luiz Alberto Pitta Pinheiro, assessor t\u00e9cnico da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado (Farsul), pondera que a auditoria do minist\u00e9rio - a solicita\u00e7\u00e3o formal j\u00e1 foi feita pela Secretaria da Agricultura para a segunda quinzena de julho - \u00e9 fundamental para a defini\u00e7\u00e3o de rumos em rela\u00e7\u00e3o ao tema no Estado.<\/p>\n<p>- \u00c9 preciso ter a auditoria, a sustenta\u00e7\u00e3o financeira de que o Estado vai dar total apoio \u00e0s medidas futuras necess\u00e1rias e a decis\u00e3o pol\u00edtica para a retirada. N\u00e3o \u00e9 quest\u00e3o de quando, \u00e9 quest\u00e3o de como - afirma Pitta Pinheiro.<\/p>\n<p>O debate sobre o tema vai ganhar em breve, tamb\u00e9m, espa\u00e7o na Assembleia Legislativa. Foi aprovado ontem pedido do deputado Rodrigo Lorenzoni (DEM) para audi\u00eancia p\u00fablica, em data ainda a ser definida. (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>L\u00e1cteos\/AR<\/strong><\/p>\n<p>Produtos em falta no mercado local. O ajuste de pre\u00e7os do leite pago ao produtor \u2013 pela escassez registrada nos \u00faltimos meses \u2013 foi transferido diretamente para a g\u00f4ndola.<\/p>\n<p>No \u00faltimo ano, segundo os \u00faltimos dados publicados pelo Instituto de pesquisas de pre\u00e7os da Argentina, (INDEC), a \u201ccesta de produtos l\u00e1cteos\u201d apresentou uma infla\u00e7\u00e3o interanual de 82,1%, contra 64,7% do aumento m\u00e9dio para os alimentos e bebidas n\u00e3o alco\u00f3licas no com\u00e9rcio e supermercados da Cidade de Buenos Aires. As varia\u00e7\u00f5es registradas foram: queijo cremoso (+88,6%); queijo pat\u00ea-grass (+87,2%); queijo sardo (+83,8%); manteiga (+79,2%); e leite fresco (+87,2%), enquanto outros produtos os pre\u00e7os foram mais moderados: iogurte (+67,7%); leite em p\u00f3 integral (+69,8%); e doce de leite (+70,6%).<\/p>\n<p>Outras varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os est\u00e1 no quadro a seguir.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 338px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3406\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Tal div\u00f3rcio de ajustes de pre\u00e7os reflete que, diante da pauperiza\u00e7\u00e3o social gerada pela crise econ\u00f4mica, est\u00e1 crescendo o consumo de alimentos que, por unidade de medida, permitem aportar maior quantidade de calorias para suprir a refei\u00e7\u00e3o di\u00e1ria do grupo familiar. (valorsoja \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div>\n<div><em><strong><span style=\"text-align: justify;\">De caixinha ou de saquinho: quais as diferen\u00e7as entre os dois tipos de leite?<\/span><\/strong><\/em><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Responde: Let\u00edcia Vieira, consultora de qualidade do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat)&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">A diferen\u00e7a nutricional entre o pasteurizado, conhecido como leite de saquinho ou leite barriga mole, e o leite de caixinha (UHT) \u00e9 m\u00ednima, praticamente inexistente. Ambos mant\u00eam suas caracter\u00edsticas de composi\u00e7\u00e3o praticamente inalteradas, mesmo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s vitaminas A, complexo B e tiamina (vitamina B1) que, naturalmente presentes no leite, permanecem dispon\u00edveis imediatamente ap\u00f3s seu processamento industrial. Quanto \u00e0 diferen\u00e7a de validade, a mesma ocorre em raz\u00e3o do tratamento t\u00e9rmico aplicado. O leite de caixinha (UHT) \u00e9 submetido a uma temperatura acima de 100\u00b0C, que elimina todas as bact\u00e9rias que est\u00e3o presentes no leite. J\u00e1 o leite de saquinho (pasteurizado) vai a uma temperatura entre 72\u00b0 e 75\u00b0, cujo objetivo \u00e9 eliminar somente as bact\u00e9rias patog\u00eanicas. Ap\u00f3s esse tratamento t\u00e9rmico, o leite UHT \u00e9 envasado em uma c\u00e2mara ass\u00e9ptica, onde n\u00e3o existem bact\u00e9rias. Assim, o UHT se mant\u00e9m por quatro meses ou mais, dependendo da temperatura e tipo de envase, enquanto o pasteurizado \u00e9 envasado em um sistema comum, em temperatura mais baixa. N\u00e3o se deve nunca esquecer que nenhum dos dois tipos permite uso de conservantes em sua elabora\u00e7\u00e3o. (ClicRBS)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 17 de maio de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.981 &nbsp; &nbsp;Produ\u00e7\u00e3o\/Uruguai&nbsp;O abate de vacas de leite voltou a subir em abril, alcan\u00e7ando o maior volume mensal em quase um ano <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/05\/17\/17-05-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/05\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3394","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3394","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3394"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3394\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3395,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3394\/revisions\/3395"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3394"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3394"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3394"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}