{"id":3358,"date":"2019-05-10T18:24:13","date_gmt":"2019-05-10T18:24:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3358"},"modified":"2019-05-10T18:24:13","modified_gmt":"2019-05-10T18:24:13","slug":"10-05-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/05\/10\/10-05-2019\/","title":{"rendered":"10\/05\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 10 de maio de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.976<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;INs 76 e 77 s\u00e3o tema de debate do setor leiteiro em Lajeado<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A fim de discutir as mudan\u00e7as trazidas pelas Instru\u00e7\u00f5es Normativas (INs) 76 e 77 do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), que alteram a forma de produ\u00e7\u00e3o, coleta e armazenamento do leite cru, representantes de entidades, ind\u00fastrias e produtores do setor l\u00e1cteo reuniram-se nesta quinta-feira (9\/5), na Universidade do Vale do Taquari (Univates), em Lajeado (RS). O encontro teve o objetivo de sanar d\u00favidas sobre o tema e facilitar a adequa\u00e7\u00e3o \u00e0s normativas, que passam a vigorar no dia 30 de maio, aproximando produtores, ind\u00fastria e o setor p\u00fablico em prol da qualifica\u00e7\u00e3o do leite ga\u00facho.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em Lajeado, os participantes puderam ouvir explica\u00e7\u00f5es dos t\u00e9cnicos e especialistas sobre a operacionaliza\u00e7\u00e3o e a import\u00e2ncia do cumprimento das regras para evitar o descredenciamento de produtores. O evento reuniu pouco mais de 200 pessoas e contou com transmiss\u00e3o em tempo real na p\u00e1gina do Facebook do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat).<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Um dos objetivos das INs 76 e 77, que visam dividir as responsabilidades do processo produtivo e industrial entre a cadeira, \u00e9 tornar o leite ga\u00facho mais competitivo. Para o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, os munic\u00edpios e estados encontram dificuldades em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 energia el\u00e9trica e \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o das estradas. \u201cA ideia \u00e9 que cada um fa\u00e7a a sua parte na busca por um novo padr\u00e3o de produto no mercado\u201d, enfatizou Palharini.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Segundo o presidente da Cooperativa Languiru, Dirceu Bayer, modernizar as atividades do leite \u00e9 um avan\u00e7o, visto que outros setores como aves e su\u00ednos est\u00e3o atendendo \u00e0s regras para exporta\u00e7\u00e3o e o leite n\u00e3o. \u201cInfelizmente ainda n\u00e3o estamos adaptados para atender ao setor externo, mas, esperamos que haja toler\u00e2ncia no come\u00e7o da implementa\u00e7\u00e3o das regras para que todos consigam atender \u00e0s exig\u00eancias das INs\u201d, contou.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A m\u00e9dica veterin\u00e1ria da Secretaria da Agricultura Karla Pivato apresentou aos participantes algumas das motiva\u00e7\u00f5es que vir\u00e3o pela frente. Durante palestra sobre os aspectos de inspe\u00e7\u00e3o do leite, a m\u00e9dica veterin\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Agricultura Milene C\u00e9 destacou que \u00e9 preciso implementar as regras para manter a qualidade do leite. \u201cPara quem n\u00e3o conseguiu se preparar, a partir de 30 de maio \u201czera a vida\" dos produtores no Brasil inteiro, pois a primeira m\u00e9dia geom\u00e9trica trimestral ser\u00e1 com os resultados de junho, julho e agosto de 2019\u201d.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Quanto \u00e0s amostras que ser\u00e3o analisadas, a partir da implementa\u00e7\u00e3o das INs, o respons\u00e1vel t\u00e9cnico do laborat\u00f3rio do leite (Unian\u00e1lises) Anderso Stieven ressaltou que o laborat\u00f3rio ir\u00e1 treinar e capacitar todos os transportadores e respons\u00e1veis t\u00e9cnicos das ind\u00fastrias para que fa\u00e7am a coleta das amostras da maneira correta, dentro dos padr\u00f5es de exig\u00eancia. Sobre o envio das an\u00e1lises, o respons\u00e1vel pelo laborat\u00f3rio do leite na Universidade de Passo Fundo (UPF) Carlos Bondan salientou que seria interessante que as ind\u00fastrias enviassem as amostras de forma escalonada.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">De acordo com o m\u00e9dico veterin\u00e1rio do Mapa Roberto Lucena, as INs 76 e 77 t\u00eam par\u00e2metros muito importantes para serem atendidos. \u201cPara dar certo, existe a necessidade de aproxima\u00e7\u00e3o das empresas com os produtores rurais\u201d, pontuou Lucena, durante a palestra sobre o Plano de Qualifica\u00e7\u00e3o de Fornecedores. Al\u00e9m de especialistas no assunto, o t\u00e9cnico em agropecu\u00e1ria e produtor de leite associado da Cooperativa Languiru Mauricio Eidelwein tamb\u00e9m dividiu suas experi\u00eancias com os demais participantes do evento.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Uma grande mesa de debates entre participantes e produtores, que puderam tamb\u00e9m fazer perguntas via WhatsApp e atrav\u00e9s da live no Facebook do Sindilat, encerrou o encontro que foi promovido pela Superintend\u00eancia Federal do Minist\u00e9rio da Agricultura no Estado (Mapa\/RS), pela Secretaria da Agricultura, pelo Sindicato da Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Apil, Famurs, Sistema Farsul, Fetag, Sistema Ocergs, Emater, Embrapa, Conseleite, Gadolando, Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Jersey, Fecoagro, Simvet, CRMV\/RS e Univates. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3388\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em>Foto: St\u00e9phany Franco<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>\u00cdndice da FAO para pre\u00e7os de alimentos volta a subir; l\u00e1cteos valorizados<\/strong><\/p>\n<p>O \u00edndice de pre\u00e7os globais de alimentos da FAO, o bra\u00e7o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para agricultura e alimenta\u00e7\u00e3o, alcan\u00e7ou 170 pontos em abril, com varia\u00e7\u00e3o positiva de 1,5% (2,5 pontos) em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o e maior patamar desde junho de 2018. Na compara\u00e7\u00e3o com abril do ano passado, houve retra\u00e7\u00e3o de 2,3%.<\/p>\n<p>Com exce\u00e7\u00e3o dos cereais, todos os demais grupos de produtos que comp\u00f5em o indicador da FAO registraram valoriza\u00e7\u00e3o sobre mar\u00e7o. A maior, de 5,2%, foi a dos l\u00e1cteos, cujo sub-\u00edndice espec\u00edfico atingiu 215 pontos, maior n\u00edvel desde maio do ano passado.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 550px; height: 301px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3391\" alt=\"\"><\/p>\n<p>\"As cota\u00e7\u00f5es internacionais de manteiga, leite em p\u00f3 integral e queijo aumentaram, uma vez que a demanda global continuou robusta, antecipando um aperto na oferta de exporta\u00e7\u00e3o da Oceania, por causa do clima seco. Por outro lado, os pre\u00e7os do leite em p\u00f3 desnatado ca\u00edram pelo segundo m\u00eas consecutivo\", afirma a FAO em comunicado.<\/p>\n<p>No grupo formado pelas carnes, houve alta de 3% na compara\u00e7\u00e3o mensal, para 169 pontos, maior resultado desde abril de 2018. O salto foi puxado pelas carnes su\u00edna e bovina. Para a primeira, pesou a redu\u00e7\u00e3o da oferta na China em consequ\u00eancia do surto de peste su\u00edna africana. As carnes de aves e ovina tamb\u00e9m subiram, mas moderadamente.<\/p>\n<p>Mais modestas tamb\u00e9m foram as valoriza\u00e7\u00f5es observadas nos \u00f3leos vegetais - grupo que inclui a soja - e do a\u00e7\u00facar. No primeiro, a alta em abril foi de 0,9% em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o; no segundo, de 0,7%. E para os cereais houve baixa, de 2,8%, determinada sobretudo pelo comportamento das cota\u00e7\u00f5es de trigo, cuja oferta mundial continua confort\u00e1vel. Com a queda, o \u00edndice do grupo desceu ao menor n\u00edvel do ano. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><strong>Conaprole aumenta pre\u00e7o do leite para os produtores em 5% e levanta cr\u00edticas<\/strong><\/p>\n<p>A diretoria da Conaprole anunciou ontem (9) um aumento de 5% por litro no pre\u00e7o b\u00e1sico destinado ao leite enviado entre abril e julho (antes do encerramento do ano comercial da companhia).O aumento n\u00e3o agradou a todos os produtores e o coment\u00e1rio deles mostrou mais cr\u00edticas do que elogios.<\/p>\n<p>\"O aumento n\u00e3o \u00e9 suficiente para absorver a diferen\u00e7a na taxa de c\u00e2mbio que durou por quatro meses\", disse Justino Zavala, diretor da Associa\u00e7\u00e3o Tamberos de Canelones. Os produtores esperavam uma grande melhora e as corpora\u00e7\u00f5es pressionaram os diretores da Conaprole a melhorar o pre\u00e7o para os fornecedores. \"Os produtores est\u00e3o indignados. \u00c9 um aumento muito ruim. Se fosse necess\u00e1rio dar um sinal para que os produtores colocassem a for\u00e7a necess\u00e1ria para melhorar a produ\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 este\", disse Zavala.<\/p>\n<p>Outros produtores tamb\u00e9m mostraram sua insatisfa\u00e7\u00e3o e a falta de informa\u00e7\u00e3o sobre o percentual de s\u00f3lidos que seria utilizado no c\u00e1lculo. \"O aumento \u00e9 muito pequeno. Com um d\u00f3lar a 35 pesos, n\u00e3o ser\u00e1 suficiente para absorver a diferen\u00e7a na taxa de c\u00e2mbio. O aumento n\u00e3o est\u00e1 de acordo com ningu\u00e9m\", observou o gerente da Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Leite de Canelones.<\/p>\n<p>Os produtores argumentam que, frente \u00e0 melhora nos pre\u00e7os que est\u00e3o mostrando os leil\u00f5es de l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia, a Fonterra, que marca os pre\u00e7os-base do mercado internacional, trouxe 11 aumentos consecutivos no valor m\u00e9dio. Houve baixa para leite em p\u00f3 integral e com a melhoria que a taxa de c\u00e2mbio estava mostrando, era esperado um sinal forte. \u201cO sinal que nos deram com esse aumento \u00e9: temos um al\u00edvio, mas n\u00e3o d\u00e1 para continuarmos. Se j\u00e1 est\u00e1vamos com 10% menos leite (em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior), n\u00e3o se deve esperar uma recupera\u00e7\u00e3o. \u00c9 um sinal negativo e bastante negativo\", disse Zavala.<\/p>\n<p><u>Comiss\u00e3o<\/u><br \/>\nPor outro lado, o progresso continua na cria\u00e7\u00e3o de uma comiss\u00e3o t\u00e9cnica que trabalhar\u00e1 em alguns detalhes. Um fideicomisso ser\u00e1 armado com o aumento de 1,30 pesos (3,62 centavos de d\u00f3lar) por litro para o leite de consumo, dinheiro com o qual se pretende criar um fundo US$ 36 milh\u00f5es por ano e que seriam utilizados para aliviar o endividamento dos latic\u00ednios uruguaios.<\/p>\n<p>\"Continuamos procurando uma forma de sair dessa. Vamos nos reunir para algo mais t\u00e9cnico, uma comiss\u00e3o mais t\u00e9cnica. Lentamente, mas est\u00e1 progredindo em boa forma\", afirmou o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Produtores de Leite, Walter Frisch Ferrando.<\/p>\n<p>Este valor que est\u00e1 sendo implementado seria composto pelas organiza\u00e7\u00f5es de produtores do leite, t\u00e9cnicos das mesmas e dos minist\u00e9rios da Pecu\u00e1ria, Agricultura e Pesca e de Economia e Finan\u00e7as.<\/p>\n<p>O setor leiteiro uruguaio est\u00e1 arrastando uma d\u00edvida como resultado dos problemas clim\u00e1ticos enfrentados anos atr\u00e1s, a perda de mercados importantes, como o caso da Venezuela e o decl\u00ednio dos pre\u00e7os internacionais que castigou os produtores. Antes disso, o setor vinha de um crescimento vertiginoso.<br \/>\nEm 09\/05\/19 - 1 Peso Uruguaio = US$ 0,02832<br \/>\n35,3104 Peso Uruguaio = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<br \/>\n(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Pa\u00eds Digital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Seguro rural&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) anunciou o cronograma de libera\u00e7\u00e3o do or\u00e7amento para o Programa de Subven\u00e7\u00e3o ao Pr\u00eamio do Seguro Rural (PSR) em 2019. Do valor total a ser liberado, R$ 125 milh\u00f5es ser\u00e3o destinados para as culturas de inverno, como o milho safrinha e trigo, R$ 160 milh\u00f5es para as culturas da soja, milho, arroz, feij\u00e3o e caf\u00e9, R$ 64 milh\u00f5es para as frutas, R$ 1 milh\u00e3o para a pecu\u00e1ria e R$ 20 milh\u00f5es para as demais culturas. \u201cApesar do bloqueio de 38% ocorrido no or\u00e7amento do Minist\u00e9rio, conseguimos preservar o valor executado no ano passado, o que representa redu\u00e7\u00e3o de 16% do total previsto para este ano\u201d, afirmou o secret\u00e1rio de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Mapa, Eduardo Sampaio. De acordo com o diretor do Departamento de Gest\u00e3o de Riscos do Mapa, Pedro Loyola, o minist\u00e9rio buscar\u00e1 desbloquear o or\u00e7amento ao longo do ano e executar integralmente o valor aprovado na Lei Or\u00e7ament\u00e1ria Anual para 2019, que totaliza R$ 440 milh\u00f5es. O cronograma foi aprovado durante a \u00faltima reuni\u00e3o do Comit\u00ea Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR) realizada no dia 30 de abril e publicado no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, por meio de Resolu\u00e7\u00e3o do Comit\u00ea. (Not\u00edcias Agr\u00edcolas)&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 10 de maio de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.976 &nbsp; &nbsp;INs 76 e 77 s\u00e3o tema de debate do setor leiteiro em LajeadoA fim de discutir as mudan\u00e7as trazidas pelas <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/05\/10\/10-05-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/05\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3358","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3358","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3358"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3358\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3359,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3358\/revisions\/3359"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3358"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3358"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3358"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}