{"id":3308,"date":"2019-05-03T20:56:18","date_gmt":"2019-05-03T20:56:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3308"},"modified":"2019-05-03T20:56:18","modified_gmt":"2019-05-03T20:56:18","slug":"03-05-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/05\/03\/03-05-2019\/","title":{"rendered":"03\/05\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 03 de maio de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.971<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<\/span>Novas regras para o leite re\u00fanem especialistas em Porto Alegre<\/strong><\/p>\n<p>Iniciou por Porto Alegre a rodada de reuni\u00f5es promovida pelo Sindilat&nbsp; para discutir os novos pontos das Instru\u00e7\u00f5es Normativas 76 e 77 do Minist\u00e9rio da Agricultura, que passam a vigorar a partir de 30 de maio e que ampliam o grau de exig\u00eancia das \u00e1reas produtiva e industrial do setor l\u00e1cteo.&nbsp;<\/p>\n<p>Na manh\u00e3 desta sexta-feira (3), 17 entidades abriram um canal de comunica\u00e7\u00e3o direto com o Minist\u00e9rio da Agricultura, que ser\u00e1 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o das regras impostas pelas normativas que visam boas pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o dentro da cadeia produtiva, oferta de um leite de qualidade ao consumidor e, por consequ\u00eancia, novos mercados para o produto brasileiro.&nbsp;<\/p>\n<p>O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, ressaltou a import\u00e2ncia do evento que buscou incluir todos os agentes da cadeia na discuss\u00e3o sobre os processos de mudan\u00e7as nas regras de produ\u00e7\u00e3o, coleta e entrega do leite \u00e0s ind\u00fastrias. \"J\u00e1 debatemos muito sobre a necessidade de ganharmos um prazo maior para adequa\u00e7\u00e3o, e agora, \u00e0s v\u00e9speras da vig\u00eancia das INs, promovemos esse debate com o intuito de esclarecermos a operacionalidade das 2 INs para que possamos ter o \u00eaxito necess\u00e1rio na nossa atividade\", afirmou Guerra. O dirigente pontuou a necessidade de amplia\u00e7\u00e3o da qualidade do leite para ganhos de competitividade, mas lembrou que um per\u00edodo maior de adequa\u00e7\u00e3o e de exce\u00e7\u00e3o sobre alguns pontos das INs seriam importantes para adequa\u00e7\u00e3o de todo o processo. \"Muitas das exig\u00eancias n\u00e3o dependem apenas do produtor e da ind\u00fastria. Para se entregar um leite de qualidade tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1ria uma infraestrutura compat\u00edvel, como acesso \u00e0 energia de qualidade na propriedade e de boas estradas, al\u00e9m da linha de cr\u00e9dito para troca ou compra de equipamentos\", citou.&nbsp;<\/p>\n<p>O encontro realizado no audit\u00f3rio da Superintend\u00eancia Federal do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria reuniu dois representantes da pasta, que levaram esclarecimentos importantes ao p\u00fablico, especialmente sobre os novos par\u00e2metros de qualidade do leite - Contagem Bacteriana (CPP) e Contagem de C\u00e9lulas Som\u00e1ticas (CCS). Pelas normativas, foi mantida a contagem bacteriana m\u00e1xima de 300 mil unidades por ml e 500 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas por ml para o leite cru refrigerado. Uma novidade, no entanto, \u00e9 que a CPP no leite cru de silo (ind\u00fastria) dever\u00e1 ser de 900 mil ufc\/ml antes do processamento. \"At\u00e9 tr\u00eas vezes \u00e9 o que se pode perder (300 mil ufc a 900 mil ufc) entre a produ\u00e7\u00e3o do leite e a entrega&nbsp; na ind\u00fastria\", salientou a m\u00e9dica veterin\u00e1ria Milene C\u00e9, ao comentar sobre aspectos das INs 76 e 77.&nbsp; Segundo ela, essa adequa\u00e7\u00e3o segue tend\u00eancia mundial j\u00e1 adotada nos Estados Unidos e na Uni\u00e3o Europeia.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 contagem bacteriana, a especialista ressaltou que a exclus\u00e3o do produtor no processo de fornecimento do leite somente ocorrer\u00e1 ap\u00f3s tr\u00eas meses consecutivos onde a m\u00e9dia geom\u00e9trica final extrapole o padr\u00e3o (acima de 300 mil ufc\/ml). \"O retorno \u00e0 atividade depender\u00e1 do resultado da amostra coletada por laborat\u00f3rio da RBQL (Rede Brasileira de Laborat\u00f3rios da Qualidade do Leite). Quando o produtor alcan\u00e7ar uma primeira coleta dentro do limite legal poder\u00e1 ser reintroduzido e ter\u00e1 sua m\u00e9dia (hist\u00f3rico) zerada\", explica Milene. Segundo ela, como a amostragem se dar\u00e1 trimestralmente, ser\u00e3o conhecidos em outubro deste ano os primeiros resultados de propriedades que n\u00e3o conseguiram atingir a contagem de 300 mil ufc\/ml.<\/p>\n<p>O m\u00e9dico veterin\u00e1rio do Mapa Bruno Leite falou sobre o Plano de Qualifica\u00e7\u00e3o de Fornecedores, previsto no artigo 6\u00ba da IN 77, que trata da necessidade de assist\u00eancia t\u00e9cnica e gerencial visando \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas na atividade leiteira. \"O objetivo dessa pol\u00edtica p\u00fablica nada mais \u00e9 do que aproximar produtor e ind\u00fastria e garantir mais seguran\u00e7a alimentar ao consumidor, al\u00e9m de focar no desenvolvimento ao setor produtivo\", salientou. De acordo com Leite, a ind\u00fastria \u00e9 quem ser\u00e1 respons\u00e1vel por buscar op\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia t\u00e9cnica, seja por meio da Emater, Sebrae, Senar ou at\u00e9 mesmo via parceira direta com os produtores. \"O plano busca colocar no papel a pol\u00edtica da empresa (ind\u00fastria) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade do leite\", frisou.&nbsp;<\/p>\n<p>As d\u00favidas das mais de 100 pessoas presentes no evento foram suavizadas com o depoimento do produtor Fernando Boll, de Ivoti, cooperativado da Pi\u00e1. Boll contou os resultados alcan\u00e7ados pela propriedade ao ingressar no projeto Mais Leite, do Mapa, que culminou em melhorias de manejo, gen\u00e9tica, nutri\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o. \"Conseguimos nos adequar aos n\u00edveis de CCS e CPP que ser\u00e3o exigidos. Melhoramos a qualidade do leite e muito mais do que isso, melhoramos a qualidade de vida da nossa fam\u00edlia\", relatou o jovem produtor. Boll refor\u00e7ou que todos os dados extra\u00eddos da propriedade s\u00e3o colocados em planilhas e, ap\u00f3s observa\u00e7\u00e3o detalhada dos resultados, \u00e9 feita a tomada de decis\u00e3o. \"Quero produzir um leite que eu mesmo possa ter coragem de beber\", disse, ganhando aplausos da plateia.<\/p>\n<p>O presidente do Sindilat finalizou o evento salientando a responsabilidade dos presentes que, na pr\u00e1tica, representam mais de 65 mil fam\u00edlias que atuam com o leite. \"Sa\u00edmos daqui com muitas miss\u00f5es a serem cumpridas, mas \u00e9 importante refor\u00e7ar que muitas delas n\u00e3o dizem respeito somente ao produtor e \u00e0 ind\u00fastria, mas tamb\u00e9m ao poder p\u00fablico no que se refere a gargalos de infraestrutura\", salientou. Guerra pontuou ainda que o evento desta sexta-feira \u00e9 apenas um de v\u00e1rios que ainda v\u00eam pela frente.<\/p>\n<p>Uma mesa redonda com painelistas e representantes das entidades foi realizada no final do evento, a fim de tirar d\u00favidas enviadas por redes sociais durante a transmiss\u00e3o do evento pela TV Emater-RS. Na pr\u00f3xima semana, o encontro acontece em Passo Fundo (08\/05) e em Lajeado (09\/05).<\/p>\n<p>Inscri\u00e7\u00f5es para Passo Fundo podem ser feitas atrav\u00e9s do link: <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2JfhE19\">https:\/\/bit.ly\/2JfhE19<\/a><\/p>\n<p>Inscri\u00e7\u00f5es para Lajeado podem ser feitas atrav\u00e9s do link: <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2GYvySk\">https:\/\/bit.ly\/2GYvySk<\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 650px; height: 487px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3374\" alt=\"\"><br \/>\n<em>Cr\u00e9dito: St\u00e9phany Franco&nbsp;<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Cen\u00e1rio positivo para os produtores de leite<\/strong><\/p>\n<p>Os produtores de leite do pa\u00eds tendem a ter margens de lucro melhores em 2019 que em 2018, principalmente se as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 atividade observadas nos primeiros meses do ano persistirem no segundo semestre. Enquanto os pre\u00e7os pagos aos pecuaristas aumentaram quase 20% de janeiro a abril, para R$ 1,49 o litro, em m\u00e9dia, os custos de produ\u00e7\u00e3o subiram marginalmente (de 1% a 1,5% at\u00e9 mar\u00e7o), segundo a Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA).<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro quadrimestre do ano passado, os pre\u00e7os pagos registraram alta de 34%. \"O ano come\u00e7ou at\u00edpico para o segmento. O aumento de pre\u00e7os, que costuma ocorrer entre fevereiro e maio, quando a capta\u00e7\u00e3o \u00e9 menor, come\u00e7ou em janeiro\", afirmou Thiago Rodrigues o assessor t\u00e9cnico da CNA. Essa antecipa\u00e7\u00e3o \u00e9 resultado da safra do Sul do pa\u00eds em 2018, menor que a esperada, e do veranico de janeiro deste ano, que afetou a produ\u00e7\u00e3o no Sudeste e reduziu o volume de capta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O \u00edndice de capta\u00e7\u00e3o de leite do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea) caiu 3,05% em janeiro e 4,73% em fevereiro. Em mar\u00e7o, a queda foi de 1,6% ante fevereiro. Em 2018, a capta\u00e7\u00e3o de leite com inspe\u00e7\u00e3o somou 24,5 bilh\u00f5es de litros no Brasil, alta de 0,5% sobre 2017, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Tudo indica que o movimento de recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os pagos aos produtores perder\u00e1 for\u00e7a at\u00e9 junho, com a entrada da nova safra da regi\u00e3o Sul do pa\u00eds, mas mesmo assim os valores dever\u00e3o continuar mais elevados que os praticados no ano passado. Conforme estimativa da CNA, em abril o pre\u00e7o m\u00e9dio nacional do litro ficou de R$ 1,56, ante R$ 1,38 no mesmo m\u00eas do ano passado. Para maio, o valor projetado para o litro \u00e9 R$ 1,59, ante R$ 1,45 em maio de 2018, e para junho a entidade espera que os R$ 1,59 se repitam - em junho do ano passado, a m\u00e9dia foi R$ 1,47 por litro. Em um mercado em que cada centavo faz a diferen\u00e7a, j\u00e1 ser\u00e1 uma boa not\u00edcia. \"Com isso, as margens dos produtores dever\u00e3o ser maiores que as do ano passado\", afirmou Valter Galan, analista do MilkPoint. \"Mas isso vai depender de quanto ser\u00e1 a queda depois de junho\".<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 314px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3365\" alt=\"\"><br \/>\nComo a economia n\u00e3o est\u00e1 crescendo como esperado, as ind\u00fastrias dever\u00e3o segurar os reajustes nas g\u00f4ndolas para estimular o consumo. Ao mesmo tempo, tendem a diminuir os pre\u00e7os pagos aos pecuaristas para preservar suas pr\u00f3prias margens.<\/p>\n<p>Essa dificuldade das empresas em elevar os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos sem prejudicar tanto as margens j\u00e1 limitou a valoriza\u00e7\u00e3o no campo em abril, segundo avalia\u00e7\u00e3o do Cepea. A \"M\u00e9dia Brasil\" l\u00edquida de abril, referente \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de mar\u00e7o, aumentou 0,92% (praticamente um centavo) em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o, para R$ 1,4920 por litro. \"N\u00e3o h\u00e1 nenhum indicativo de que o consumo vai melhorar e, mais cedo ou mais tarde, a ind\u00fastria vai pressionar o produtor\", acrescentou Rodrigues, da CNA.<\/p>\n<p>Assim, os custos de produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m far\u00e3o muita diferen\u00e7a para a manuten\u00e7\u00e3o das contas dos pecuaristas no azul. \"Os pre\u00e7os do milho est\u00e3o favor\u00e1veis e a perspectiva \u00e9 de uma safra farta. Mas, se houver algum problema clim\u00e1tico, esse cen\u00e1rio pode mudar\", afirmou Rodrigues.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Com a menor oferta no mercado interno no come\u00e7o do ano, as importa\u00e7\u00f5es ocuparam parte do mercado, que se abriu. No entanto, as produ\u00e7\u00f5es de leite da Argentina e do Uruguai recuaram no primeiro trimestre do ano - 8,5% e 9%, respectivamente. E a alta do d\u00f3lar reduziu a atratividade das importa\u00e7\u00f5es. \"Isso abriu espa\u00e7o para essa maior de oferta do produtor de leite nacional\", disse Galan, do MilkPoint.<\/p>\n<p>As importa\u00e7\u00f5es brasileiras recuaram 36,5% em mar\u00e7o ante fevereiro, para 80,9 milh\u00f5es de litros, de acordo com dados do Cepea. Ante ao mesmo per\u00edodo do ano passado, a retra\u00e7\u00e3o \u00e9 de 26%. O Brasil tem hist\u00f3rico de importar leite em p\u00f3 dos dois pa\u00edses vizinhos e um longo processo de negocia\u00e7\u00f5es para reduzir os volumes adquiridos. E, nos \u00faltimos tr\u00eas anos, essa redu\u00e7\u00e3o vem ocorrendo. No ano passado, o pa\u00eds importou 96,68 mil toneladas, ante 103,44 no ano anterior, segundo dados da Viva L\u00e1cteos.<\/p>\n<p>De acordo com Marcelo Martins, diretor executivo da Viva L\u00e1cteos, entidade que representa os principais latic\u00ednios que atuam no mercado brasileiro, se a aprova\u00e7\u00e3o da reforma da Previd\u00eancia se concretizar, o cen\u00e1rio para o segmento ser\u00e1 \"extremamente positivo\" neste ano. Para ele, a grande volatilidade dos pre\u00e7os do mercado interno, que oscilaram 52% em 2018 e 29,5% no ano anterior, tamb\u00e9m prejudica o produtor. E a sa\u00edda \u00e9 ampliar o consumo interno e as exporta\u00e7\u00f5es. \"A gente vem fazendo um trabalho para melhorar a commodity. O avan\u00e7o tem acontecido na exporta\u00e7\u00e3o de produtos de produtos de maior valor agregado, como queijos\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><strong>Consumo\/AR<\/strong><\/p>\n<p>O Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (Ocla) publicou dados alarmantes em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cadeia l\u00e1ctea: o consumo m\u00e9dio anual caiu para 183 litros por pessoa no primeiro bimestre do ano.&nbsp;<\/p>\n<p>A crise econ\u00f4mica persistente que atravessa o pa\u00eds oferece cen\u00e1rios de deteriora\u00e7\u00e3o social alarmantes, em especial pela incapacidade do Governo para controlar a escalada inflacion\u00e1ria, que \u00e9 exponencial em produtos de primeira necessidade, em especial, alimentos.<\/p>\n<p>O caso mais problem\u00e1tico se viu nas \u00faltimas semanas no segmento l\u00e1cteo, com o aumento nos pre\u00e7os e desabastecimento nos supermercados de marcas mais baratas por uma decis\u00e3o empresarial monopolista.<\/p>\n<p>O consumo m\u00e9dio de leite caiu para 183 litros anuais, por habitante, no primeiro bimestre de 2019, em compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo do ano passado. \u00c9 o n\u00edvel mais baixo desde 2003, quando ficou em 179 litros em m\u00e9dia, revelou o relat\u00f3rio do Ocla.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 362px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3367\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\nO observat\u00f3rio atribui a queda a distintos motivos: a combina\u00e7\u00e3o de menor produ\u00e7\u00e3o no in\u00edcio do ano (caiu 8,3% no primeiro trimestre), a liquida\u00e7\u00e3o de estoques em 2018, para produtos com melhores condi\u00e7\u00f5es de exporta\u00e7\u00e3o (subiu 37% em toneladas) por necessidade de fazer caixa no mercado dom\u00e9stico, somado \u00e0 baixa no consumo, muito importante no final de 2018 e in\u00edcio de 2019, que \u201cgerados, obviamente, pela menor oferta\u201d.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 362px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3369\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\n\u201cEssa menor oferta no mercado interno foi mais intensa no item leite fluido e dentro deles sua vers\u00e3o refrigerados, que fundamentalmente \u00e9 o produto de maior consumo, pela diferen\u00e7a de pre\u00e7os entre os pacotes de leite e aqueles apresentados em embalagens cartonadas e a menor quantidade de marcas dispon\u00edveis nas g\u00f4ndolas (baixa disponibilidade de mat\u00e9ria-prima e\/ou plantas desativadas)\u201d, esclareceu o boletim do Ocla.<\/p>\n<p>Por outro lado, dias atr\u00e1s o presidente da Sociedade Rural Argentina (SRA), Daniel Pelegrina, afirmou que a eleva\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os do leite se deve \u201c\u00e0 queda na produ\u00e7\u00e3o\u201d, e previu que o problema ser\u00e1 resolvido \u201cna primavera, quando houver novos aumentos de produ\u00e7\u00e3o\u201d. O dirigente acrescentou que \u201choje temos o mesmo n\u00edvel de produ\u00e7\u00e3o de leite de 15 anos atr\u00e1s, e desde ent\u00e3o foram fechadas 2.000 fazendas de leite. Quanto mais produ\u00e7\u00e3o houver, melhor\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Pelegrina tamb\u00e9m destacou que \u201ca exporta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m demanda mais porque melhoraram os pre\u00e7os e \u00e9 preciso cumprir com compromissos no exterior\u201d, em refer\u00eancia \u00e0 desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial que melhorou a competitividade para a venda de l\u00e1cteos, a custo do consumo local, segundo acusaram muitos especialistas do ramo. Apesar de tudo, o dirigente assegurou que \u201capenas foram exportadas 20% da produ\u00e7\u00e3o, tanto de carne como de leite\u201d. (Conclusi\u00f3n \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o de leite dos EUA caiu 0,4% em mar\u00e7o<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o de leite norte-americana foi negativa em mar\u00e7o, com a produ\u00e7\u00e3o de leite dos EUA caindo 0,4% em todos os 50 estados e 0,1% nos 23 maiores produtores, informou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Esta \u00e9 a primeira vez desde fevereiro de 2017 que a produ\u00e7\u00e3o de leite caiu, embora essa seja uma diferen\u00e7a cont\u00e1bil, porque 2016 foi um ano bissexto e fevereiro de 2016 teve um dia extra de produ\u00e7\u00e3o de leite. Notavelmente, no entanto, o n\u00famero de vacas voltou a cair significativamente, com 86.000 menos cabe\u00e7as em mar\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o a um ano atr\u00e1s (-0,91%) e 10.000 a menos que em fevereiro. O USDA diz que h\u00e1 agora 9,344 milh\u00f5es de vacas leiteiras nas fazendas dos EUA, abaixo dos 9,430 milh\u00f5es do ano anterior. Dos 23 principais estados leiteiros, 10 relataram menos produ\u00e7\u00e3o de leite com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior em mar\u00e7o, e 15 desses estados relataram menos vacas. A Pensilv\u00e2nia, por exemplo, teve queda de 29.000 cabe\u00e7as, o Novo M\u00e9xico de 12.000, Ohio e Virg\u00ednia de 10.000 e a Calif\u00f3rnia de 9.000. Mesmo os estados que apresentaram crescimento, como Texas, Colorado e Dakota do Sul est\u00e3o sentindo os efeitos de margens mais apertadas. O Texas teve aumento de apenas 5,8% na produ\u00e7\u00e3o de leite, mas com 27.000 mais vacas. O Colorado teve aumento de 3,9% com mais 9 mil vacas, e Dakota do Sul aumentou em 3,5% com mais 4 mil vacas. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do https:\/\/www.milkbusiness.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/span><\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 03 de maio de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.971 &nbsp; &nbsp;Novas regras para o leite re\u00fanem especialistas em Porto Alegre Iniciou por Porto Alegre a rodada de reuni\u00f5es promovida pelo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/05\/03\/03-05-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/05\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3308","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3308","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3308"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3308\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3313,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3308\/revisions\/3313"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3308"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3308"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3308"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}