{"id":3247,"date":"2019-04-15T17:20:22","date_gmt":"2019-04-15T17:20:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3247"},"modified":"2019-04-16T17:22:00","modified_gmt":"2019-04-16T17:22:00","slug":"15-04-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/04\/15\/15-04-2019\/","title":{"rendered":"15\/04\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 15 de abril de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.959<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span>Ano come\u00e7a com queda de 5,2% no consumo<\/strong><\/p>\n<p>Pressionado pelo aumento do desemprego e da infla\u00e7\u00e3o da comida e tamb\u00e9m pela queda na renda, o consumo de alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza dentro da casa dos brasileiros sofreu um baque neste in\u00edcio de ano. Em janeiro e fevereiro, houve uma queda de 5,2% no n\u00famero de unidades de itens b\u00e1sicos comprados pelas fam\u00edlias em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2018, aponta pesquisa da consultoria Kantar. Foi a primeira retra\u00e7\u00e3o para o per\u00edodo em cinco anos.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m foi a primeira vez desde o in\u00edcio da pesquisa, em 2014, que houve recuo nas compras de todas as cestas de produtos, com retra\u00e7\u00f5es importantes em produtos b\u00e1sicos e de dif\u00edcil substitui\u00e7\u00e3o. Entre os itens que mais contribu\u00edram para a queda do consumo em unidades das respectivas cestas est\u00e3o a\u00e7\u00facar (alimentos), papel higi\u00eanico (higiene), leite de caixinha (l\u00e1cteos), detergente em p\u00f3 (limpeza) e cerveja (bebidas).<\/p>\n<p>\"Fiquei chocada com o resultado. \u00c9 uma queda bem forte que ocorreu em todas as classes sociais e regi\u00f5es do Pa\u00eds\", afirma Giovanna Fisher, diretora da consultoria e respons\u00e1vel pela pesquisa.<\/p>\n<p>Semanalmente, equipes da consultoria visitam 11,3 mil domic\u00edlios para tirar a temperatura do consumo a partir do t\u00edquete de compra da fam\u00edlia. A amostra retrata as compras de 55 milh\u00f5es de domic\u00edlios ou 90% potencial de consumo do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Classe C. A classe C foi a que mais retraiu o consumo no bimestre e o interior do Estado de S\u00e3o Paulo, por concentrar uma grande fatia dessa popula\u00e7\u00e3o, foi a regi\u00e3o que registrou a maior queda, seguida pelas regi\u00f5es Norte e Nordeste.<\/p>\n<p>O que chama tamb\u00e9m a aten\u00e7\u00e3o nos resultados \u00e9 que, al\u00e9m de ir menos vezes \u00e0s compras, a cada ida ao supermercado o consumidor levou uma quantidade menor de produtos para casa. Esse movimento traduzido em n\u00fameros significou uma queda de 2,2% na frequ\u00eancia de compras no bimestre em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior e redu\u00e7\u00e3o 5,7% no n\u00famero de unidades adquiridas a cada compra.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 590px; height: 644px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3334\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Giovanna explica que at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s a frequ\u00eancia permanecia est\u00e1vel ou apresentava um pequeno recuo. Mas quando o brasileiro fazia as compras ele levava para casa uma quantidade de produtos maior. \"Antes, as pessoas compensavam com volumes m\u00e9dios maiores a ligeira redu\u00e7\u00e3o na frequ\u00eancia de compras. Com isso, o volume total consumido se mantinha est\u00e1vel e agora, n\u00e3o.\"<\/p>\n<p>Dados nacionais de vendas dos supermercados confirmam esse movimento. A receita real de vendas acumulada no ano, que crescia 2,95% em janeiro ante o mesmo m\u00eas de 2018, desacelerou para 2,51% no primeiro bimestre, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados. Na divulga\u00e7\u00e3o dos resultados no in\u00edcio do m\u00eas, Jo\u00e3o Sanzovo Neto, presidente da entidade, atribuiu parte do enfraquecimento no ritmo de vendas \u00e0 lenta recupera\u00e7\u00e3o da economia e ao desemprego elevado.<\/p>\n<p><u>Infla\u00e7\u00e3o<\/u><br \/>\nA virada que houve na infla\u00e7\u00e3o de alimentos e bebidas explica, na opini\u00e3o do economista-chefe da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio, Fabio Bentes, boa parte da freada nas compras. \"A infla\u00e7\u00e3o vista por dentro mudou muito\", diz.<\/p>\n<p>Alimentos e bebidas respondem por quase 25% dos gastos das fam\u00edlias e s\u00e3o a maior fatia do or\u00e7amento. Ao longo de 2017 e parte de 2018, os pre\u00e7os dos alimentos e bebidas ajudaram a segurar a infla\u00e7\u00e3o geral. Enquanto a infla\u00e7\u00e3o, fechou 2017 em 2,95%, alimentos e bebidas tiveram defla\u00e7\u00e3o de 1,87%.<\/p>\n<p>Em 2018, a infla\u00e7\u00e3o em 12 meses de alimentos e bebidas correu abaixo da infla\u00e7\u00e3o geral at\u00e9 outubro. A partir de novembro, a infla\u00e7\u00e3o de alimentos e bebidas acumulada em 12 meses superou a infla\u00e7\u00e3o geral, m\u00eas a m\u00eas, at\u00e9 atingir o pico em mar\u00e7o. No m\u00eas passado, a infla\u00e7\u00e3o geral em 12 meses chegou a 4,58% e a infla\u00e7\u00e3o de alimentos e bebidas atingiu 6,73%, a maior varia\u00e7\u00e3o em 12 meses desde dezembro de 2016 (8,61%). (Estad\u00e3o)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Frente Parlamentar fortalece atua\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria ga\u00facha<\/strong><\/p>\n<p>As ind\u00fastrias ga\u00fachas ganharam, nesta segunda-feira (15\/4), uma aliada junto ao poder Legislativo do Estado: a Frente Parlamentar da Industria Ga\u00facha. Proposta pelo deputado estadual F\u00e1bio Branco, a ideia foi oficialmente lan\u00e7ada em cerim\u00f4nia realizada na sede da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), em Porto Alegre.&nbsp;<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Branco, o evento contou com as presen\u00e7as do secret\u00e1rio de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Turismo do Estado, Ruy Irigaray, do presidente da Fiergs, Gilberto Petry e do vice-presidente da Fiergs e coordenador do grupo de Pol\u00edtica Industrial da federa\u00e7\u00e3o, Carlos Alexandre Geyer.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Leite do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS), Darlan Palharini, que prestigiou o evento, destaca que a iniciativa \u00e9 positiva e que a expectativa \u00e9 de que os deputados consigam resolver os gargalos da produ\u00e7\u00e3o industrial. \"At\u00e9 ent\u00e3o, s\u00f3 t\u00ednhamos um grupo assim na C\u00e2mara Federal. A miss\u00e3o desta nossa frente parlamentar \u00e9 muito grande. Temos quest\u00f5es s\u00e9rias a resolver como carga tribut\u00e1ria elevada, falta de infraestrutura nas estradas e de energia el\u00e9trica no campo, por exemplo\", cita.&nbsp;<\/p>\n<p>Palharini tamb\u00e9m aposta na interlocu\u00e7\u00e3o do grupo nos pleitos do setor leiteiro junto ao governo federal e na pluralidade de partidos em sua composi\u00e7\u00e3o. \"\u00c9 muito importante que essa frente possa contar com todos os partidos\", diz. A participa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 aberta a todos os parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado. Os trabalhos come\u00e7ar\u00e3o em breve segundo declara\u00e7\u00e3o do deputado F\u00e1bio Branco. \"Vamos abrir o convite para quem quiser participar e come\u00e7ar a planejar como ser\u00e1 nosso trabalho a partir de agora\", completa. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 450px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3335\" alt=\"\"><br \/>\n<em>Foto: Thaise Teixeira<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Leite\/Europa<\/strong><\/p>\n<p>Observadores acreditam que a produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa, em fevereiro, recuperou o fraco desempenho de janeiro. Espera-se que, pelo menos alguns dos principais pa\u00edses produtores como Alemanha, Fran\u00e7a e Holanda, tenham igualado a produ\u00e7\u00e3o a fevereiro de 2018.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Janeiro de 2019 foi decepcionante, com os tr\u00eas pa\u00edses produzindo menos do que janeiro de 2018. Observadores irlandeses acreditam que em fevereiro a produ\u00e7\u00e3o de leite ultrapassou o volume de fevereiro do ano passado. Os relat\u00f3rios iniciais da ZMB registram bons aumentos sazonais, semana ap\u00f3s semana, na Alemanha. A produ\u00e7\u00e3o da \u00faltima semana de mar\u00e7o foi 0,5% acima da semana anterior, e 0,6% maior que a mesma semana de 2018. A ZMB tamb\u00e9m relatou que a produ\u00e7\u00e3o de na Fran\u00e7a na \u00faltima semana de mar\u00e7o foi 0,6% maior do que a verificada um ano antes.<\/p>\n<p>A demanda de queijos na Alemanha est\u00e1 forte. Os fabricantes est\u00e3o lan\u00e7ando m\u00e3o dos estoques mais antigos para acompanhar a demanda. Novas produ\u00e7\u00f5es de queijo v\u00e3o depender da oferta de leite.<\/p>\n<p><u>Leste Europeu<\/u><br \/>\nAvalia\u00e7\u00f5es iniciais apontam que a produ\u00e7\u00e3o de leite na Pol\u00f4nia, em fevereiro de 2019, superou a do ano passado. Com a Pol\u00f4nia sendo um dos principais pa\u00edses produtores de queijo da UE, qualquer leite extra ser\u00e1 bem recebido pelos queijeiros. (Usda - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 497px; height: 235px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3336\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Feira em fase de capta\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>Entidades organizadoras da Expoleite Fenasul aguardam uma posi\u00e7\u00e3o do governo do Estado sobre a disponibiliza\u00e7\u00e3o de recursos para a realiza\u00e7\u00e3o do evento, que ocorre de 15 a 19 de maio no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio. O assunto j\u00e1 come\u00e7ou a ser discutido com o secret\u00e1rio da Agricultura, Covatti Filho. O presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, calcula que sejam necess\u00e1rios cerca de R$ 230 mil para custear estrutura, limpeza e publicidade, entre outros itens.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com o secret\u00e1rio da Agricultura, Covatti Filho, a pasta est\u00e1 captando patroc\u00ednios para ajudar na realiza\u00e7\u00e3o da feira. O valor j\u00e1 arrecadado passa de R$ 100 mil. \"E tamb\u00e9m vamos disponibilizar contrapartidas como a estrutura e a seguran\u00e7a do Parque Assis Brasil, que vamos colocar \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o deles\", informa. A expectativa da Gadolando \u00e9 contar com cerca de 80 animais em exposi\u00e7\u00e3o. \"Os n\u00fameros tendem a ser reduzidos (em rela\u00e7\u00e3o a eventos anteriores) porque as pessoas acabam levando o que tem de melhor\", avalia Tang, referindo-se ao fato de que \"as feiras est\u00e3o tendo animais com cada vez mais qualidade\". Uma tend\u00eancia, segundo o dirigente, \u00e9 a participa\u00e7\u00e3o de grupos de produtores por meio de cooperativas.&nbsp;<\/p>\n<p>No entanto, Tang admite que a presen\u00e7a dos expositores est\u00e1 ligada \u00e0 rentabilidade da atividade leiteira, que enfrentou um per\u00edodo de queda nos pre\u00e7os no final do ano passado. A feira conta tamb\u00e9m com outros eventos. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) confirmou a realiza\u00e7\u00e3o de uma classificat\u00f3ria aberta ao Freio de Ouro durante a programa\u00e7\u00e3o. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em>Pre\u00e7os do leite na UE se mant\u00eam praticamente est\u00e1veis em fevereiro<br \/>\nO pre\u00e7o m\u00e9dio do leite pago ao produtor da Uni\u00e3o Europeia (UE) em fevereiro foi de 34,94 centavos de euro (39,37 centavos de d\u00f3lar) por quilo, o que praticamente n\u00e3o significa nenhuma mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior (uma queda de 0,2%), segundo os \u00faltimos dados do Observat\u00f3rio de Leite da UE. Os pre\u00e7os ca\u00edram em 14 Estados-Membros em compara\u00e7\u00e3o com janeiro de 2018, embora as redu\u00e7\u00f5es tenham sido inferiores a 1% na maioria dos pa\u00edses. O pre\u00e7o de fevereiro foi 2% superior ao do ano anterior. Na maioria dos pa\u00edses, os pre\u00e7os subiram, embora se deva notar que em dois importantes pa\u00edses produtores houve quedas significativas, como na Irlanda, onde os pre\u00e7os ca\u00edram 7% e na Pol\u00f4nia, redu\u00e7\u00e3o de 2%. Na Espanha, o pre\u00e7o em fevereiro n\u00e3o se alterou em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2019 nem em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2018, nem variou em rela\u00e7\u00e3o a um ano antes e permaneceu em 32,04 centavos de euro (36,10 centavos de d\u00f3lar) por quilo. As estimativas dos Estados-Membros para mar\u00e7o de 2019 apontam mais ou menos para a estabilidade - redu\u00e7\u00e3o de 0,3%, para 34,85 centavos de euro (39,26 centavos de d\u00f3lar) por quilo. O pre\u00e7o seria superior a um ano antes - 33,6 centavos de euro (37,86 centavos de d\u00f3lar). Na Espanha, o pre\u00e7o estimado para mar\u00e7o \u00e9 o mesmo de fevereiro.<br \/>\nEm 11\/04\/19 - 1 Euro = US$ 1,12681<br \/>\n0,88746 Euro = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<br \/>\n(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Agrodigital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de abril de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.959 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Ano come\u00e7a com queda de 5,2% no consumo Pressionado pelo aumento do desemprego e da infla\u00e7\u00e3o da comida e tamb\u00e9m <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/04\/15\/15-04-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/04\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3247","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3247","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3247"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3247\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3248,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3247\/revisions\/3248"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3247"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3247"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3247"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}