{"id":3233,"date":"2019-04-11T20:03:10","date_gmt":"2019-04-11T20:03:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3233"},"modified":"2019-04-11T20:03:10","modified_gmt":"2019-04-11T20:03:10","slug":"11-04-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/04\/11\/11-04-2019\/","title":{"rendered":"11\/04\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 11 de abril de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.957<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;&nbsp;Sindilat participa de reuni\u00e3o do Grupo de Trabalho da Prote\u00edna Animal&nbsp;<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">As novas diretrizes do Grupo de Trabalho de Prote\u00edna Animal do Rio Grande do Sul para este ano come\u00e7aram a ser tra\u00e7adas na manh\u00e3 desta quinta-feira (12), durante reuni\u00e3o que aconteceu na sede do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) com representantes do governo do Estado e entidades da cadeia produtiva de prote\u00edna animal.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O vice-presidente do BRDE, Luiz Corr\u00eaa Noronha, destacou a import\u00e2ncia do grupo e o empenho dos representantes do governo em seguir discutindo e fomentando solu\u00e7\u00f5es para os gargalos da produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna animal no Estado. Representando a ind\u00fastria l\u00e1ctea ga\u00facha, o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, afirmou que cada cadeia ligada ao segmento de prote\u00edna animal apresenta demandas espec\u00edficas \"No setor dos l\u00e1cteos, uma das principais demandas refere-se \u00e0s instru\u00e7\u00f5es normativas (IN) 76 E 77\", exemplificou, referindo-se \u00e0s novas normas do Minist\u00e9rio da Agricultura para o setor leiteiro do pa\u00eds. Segundo o dirigente, \u00e9 necess\u00e1rio que o grupo priorize as demandas que englobam todas as cadeias e as organize em blocos.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Todas as entidades que representam o setor da prote\u00edna animal no Rio Grande do Sul, juntamente com o setor p\u00fablico, confirmaram a necessidade de reavaliar os eixos de trabalho que foram estabelecidos durante a gest\u00e3o do ex-governador Jos\u00e9 Ivo Sartori. A partir desse diagn\u00f3stico, ser\u00e3o tra\u00e7adas novas estrat\u00e9gias para combater os gargalos que pesam sobre os agentes envolvidos na cadeia produtiva. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 450px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3330\" alt=\"\"><br style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Cr\u00e9dito: Camila Silva&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Argentina: fechamentos de fazendas leiteiras diminuiu devido \u00e0 melhora nos pre\u00e7os<\/strong><\/p>\n<p>O Observat\u00f3rio da Cadeia de L\u00e1cteos da Argentina (OCLA) divulgou um relat\u00f3rio com sua an\u00e1lise da situa\u00e7\u00e3o dos latic\u00ednios, que tamb\u00e9m destaca as perspectivas do setor. O fato marcante do relat\u00f3rio \u00e9 que o processo de fechamento das fazendas leiteiras est\u00e1 sendo interrompido.<\/p>\n<p>Que a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 em crise h\u00e1 anos, n\u00e3o \u00e9 novidade. O fechamento das fazendas leiteiras do ano passado, segundo dados oficiais, totalizaram 150. De qualquer forma, o OCLA afirma agora que essa tend\u00eancia teria sido freada devido \u00e0s melhores condi\u00e7\u00f5es para o primeiro elo da cadeia. Segundo eles, nos primeiros meses do ano, houve uma not\u00e1vel melhora no pre\u00e7o do leite, quase 70% em rela\u00e7\u00e3o aos valores do in\u00edcio de 2018.<\/p>\n<p>O \"Observat\u00f3rio L\u00e1cteo\" \u00e9 um programa encarregado da Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Planejamento Estrat\u00e9gico Setorial. Mas a Agroind\u00fastria atribuiu \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o a \"Promo\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento da Funda\u00e7\u00e3o da Cadena L\u00e1ctea Argentina (PEL)\" a responsabilidade de obter as informa\u00e7\u00f5es e divulg\u00e1-las quando for \u00fatil para os membros da cadeia de latic\u00ednios. Segundo a an\u00e1lise da situa\u00e7\u00e3o leiteira do Observat\u00f3rio, e parafraseando o Ministro das Finan\u00e7as, Nicol\u00e1s Dujovne, parece que \"o pior j\u00e1 passou\".<\/p>\n<p>O documento diz textualmente: \"depois de um est\u00e1gio (2016-2017) onde o fechamento\/agrupamento de rebanhos leiteiros foi muito alto, explicado em grande parte pelo excesso de chuvas registrado em v\u00e1rias bacias leiteiras do pa\u00eds, a evolu\u00e7\u00e3o dos custos das mat\u00e9rias-primas, alto custo financeiro e rentabilidade negativa em uma grande popula\u00e7\u00e3o de fazendas leiteiras (refletida pelo INTA-IAPUCO), as informa\u00e7\u00f5es mostram, para praticamente todas as bacias hidrogr\u00e1ficas, que os casos de fechamento com liquida\u00e7\u00e3o de vacas s\u00e3o isolados\u201d.<\/p>\n<p>O OCLA disse ainda que as empresas de latic\u00ednios que fecham \"est\u00e3o associadas \u00e0s fazendas leiteiras de menor porte (menos de 2.000 litros por dia) e administradas por produtores com maior idade e dificuldades para a continuidade familiar (sem sucessores)\".<\/p>\n<p>De acordo com a an\u00e1lise feita pelo OCLA, no entanto, outros processos permanecem firmes, como o crescimento das fazendas leiteiras de maior produtividade e escala que, al\u00e9m disso, fazem parte de estabelecimentos com outras atividades e s\u00e3o os que t\u00eam mais ferramentas para suportar a crise.<\/p>\n<p>\"As fazendas leiteiras de maior escala e efici\u00eancia continuam no neg\u00f3cio crescendo e integrando \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os para auto-abastecimento, e intensificando a produ\u00e7\u00e3o de carne (aproveitando o bom momento dessa atividade). Ou seja, um aumento na escala e diversifica\u00e7\u00e3o \u00e9 previsto\", disse o OCLA em seu relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao desempenho econ\u00f4mico do setor produtivo, o relat\u00f3rio indica que nos \u00faltimos 10 meses houve uma melhora significativa na lucratividade: \"O pre\u00e7o do leite para o produtor para janeiro de 2019 foi de 9,83 pesos (US$ 0,22) por litro, o que representa um aumento de 4,1% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e 69,5% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano anterior\u201d. Em seguida, o Observat\u00f3rio acrescenta que \"o custo de produ\u00e7\u00e3o por litro de leite foi de 9,60 pesos (US$ 0,20) por litro em janeiro de 2019, 82,2% superior ao mesmo m\u00eas do ano anterior\".<\/p>\n<p>No c\u00e1lculo deve-se estimar uma renda m\u00e9dia no Capital M\u00e9dio Operado de 5%, o que significa mais 1,70 pesos (3,8 centavos de d\u00f3lar). Nesse caso, o custo seria de 11,30 pesos (US$ 0,25) por litro.<\/p>\n<p>Mas ainda assim o documento sustenta que \"as principais rela\u00e7\u00f5es de pre\u00e7o produto\/insumo\/produto melhoraram desde janeiro de uma maneira importante. Nos \u00faltimos dois meses, ap\u00f3s 10 meses consecutivos negativos, a rentabilidade apresenta valores positivos, ainda insuficientes para cobrir a expectativa m\u00ednima\u201d, concluiu o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>Em 10\/04\/19 - 1 Peso Argentino = US$ 0,02281<br \/>\n43,8427 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<br \/>\n(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do https:\/\/bichosdecampo.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7os\/NZ<\/strong><\/p>\n<p>Produtores de leite est\u00e3o \u201ccautelosamente otimistas\u201d de que as atuais previs\u00f5es sejam cumpridas, mas, elas depender\u00e3o do comportamento da economia global, diz a economista Susan Kilsby do Banco ANZ.<\/p>\n<p>Ela comenta o relat\u00f3rio da Pesquisa Agri Focus de abril, sobre o mercado de l\u00e1cteos que poder\u00e1 fechar essa temporada com NZ$ 6,40\/kgMS, [R$ 1,27\/litro], e iniciar a pr\u00f3xima com NZ$ 7,30\/kgMS, [R$ 1,45\/litro]. No entanto, existe um grande risco sobre a economia global.<\/p>\n<p>Kilsby disse a Dairy News que do lado da oferta est\u00e1 havendo uma sustenta\u00e7\u00e3o razo\u00e1vel dos pre\u00e7os porque houve queda na produ\u00e7\u00e3o em todo o mundo. Mas, do lado da demanda, existe um pouco mais de incertezas. \u201cEstou come\u00e7ando a ver a economia global lenta, que ainda n\u00e3o chegou \u00e0 demanda dos l\u00e1cteos, mas, que existe um grande risco\u201d.<\/p>\n<p>Nosso maior mercado de l\u00e1cteos est\u00e1 em na\u00e7\u00f5es em desenvolvimento da \u00c1sia. \u201cOs l\u00e1cteos s\u00e3o mais vulner\u00e1veis em pa\u00edses em desenvolvimento do que em na\u00e7\u00f5es desenvolvidas, como a Nova Zel\u00e2ndia, onde as pessoas consideram como b\u00e1sicos os produtos l\u00e1cteos. Nos pa\u00edses em desenvolvimento \u00e9 considerado um luxo, por grande parte da popula\u00e7\u00e3o. E, assim depende da economia. Ainda est\u00e1 existindo crescimento na maioria das regi\u00f5es em desenvolvimento, mas, as taxas de crescimento est\u00e3o em queda, em rela\u00e7\u00e3o a anos anteriores. A grande demanda atual \u00e9 procedente da China que \u00e9 o maior importador mundial de produtos l\u00e1cteos\u201d, disse ela.<\/p>\n<p>E esse mercado (chin\u00eas), \u00e9 muito opaco, quando se trata de projetar o comportamento da demanda. A China tem sua pr\u00f3pria ind\u00fastria de latic\u00ednios, que \u00e9 bastante consider\u00e1vel e produz mais leite do que a Nova Zel\u00e2ndia. Mas, \u00e9 muito caro produzir leite l\u00e1. Ent\u00e3o, quando os pre\u00e7os das commodities n\u00e3o est\u00e3o excessivamente altos, o mercado interno compete com as importa\u00e7\u00f5es, e, eles est\u00e3o nessa posi\u00e7\u00e3o h\u00e1 alguns anos. O crescimento da ind\u00fastria de latic\u00ednios nos pr\u00f3ximos quatro ou cinco anos n\u00e3o dever\u00e1 ser razoavelmente grande e as importa\u00e7\u00f5es dever\u00e3o continuar\u201d.<\/p>\n<p>O desafio para os produtores de leite da Nova Zel\u00e2ndia \u00e9 o crescimento dos custos de produ\u00e7\u00e3o, que est\u00e3o aumentando com m\u00e3o-de-obra e o cumprimento das exig\u00eancias ambientais. Muitas fazendas est\u00e3o fazendo empr\u00e9stimos. Embora o pre\u00e7o do leite pare\u00e7a bom, provavelmente n\u00e3o haver\u00e1 muita rentabilidade\u201d.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio Agri Focus diz que a expectativa \u00e9 de que a oferta de leite na Nova Zel\u00e2ndia aumente 2,75%, nesta temporada, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 temporada passada. Todo crescimento foi obtido no in\u00edcio da esta\u00e7\u00e3o. Nos tr\u00eas \u00faltimos meses da temporada, os volumes devem cair cerca de 5% em rela\u00e7\u00e3o ao passado. A expectativa \u00e9 de que o volume de leite produzido fique estabilizado nos n\u00edveis atuais. (Rural News \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Leite UHT&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o do leite UHT subiu na primeira semana de abril, ap\u00f3s tr\u00eas semanas consecutivas de queda. Entre 1\u00ba a 5 de abril, a cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do derivado foi de a R$ 2,3927\/litro \u2013 o menor pre\u00e7o mensal dos \u00faltimos cinco anos \u2013, alta de 0,36% frente \u00e0 semana anterior. De acordo com colaboradores do Cepea, esse cen\u00e1rio se deve \u00e0 melhora nas vendas, por causa do per\u00edodo de in\u00edcio de m\u00eas, e aos estoques controlados de latic\u00ednios. Por outro lado, o queijo mu\u00e7arela seguiu em baixa pela terceira semana seguida, reflexo do baixo consumo e das poucas negocia\u00e7\u00f5es entre latic\u00ednios e atacados. Assim, de 1\u00ba a 5 de abril, o pre\u00e7o m\u00e9dio foi de R$17,2804\/kg, baixa de 0,26% em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 semana passada. (Cepea)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 11 de abril de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.957 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Sindilat participa de reuni\u00e3o do Grupo de Trabalho da Prote\u00edna Animal&nbsp;As novas diretrizes do Grupo de Trabalho de Prote\u00edna Animal <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/04\/11\/11-04-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/04\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3233","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3233","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3233"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3233\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3240,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3233\/revisions\/3240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3233"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3233"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3233"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}