{"id":3230,"date":"2019-04-10T19:21:40","date_gmt":"2019-04-10T19:21:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3230"},"modified":"2019-04-10T19:21:40","modified_gmt":"2019-04-10T19:21:40","slug":"10-04-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/04\/10\/10-04-2019\/","title":{"rendered":"10\/04\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 10 de abril de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.956<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;&nbsp;Exporta\u00e7\u00f5es\/Uruguai&nbsp;<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Os dados sobre com\u00e9rcio exterior publicados pela Universidade Cat\u00f3lica mostram que as exporta\u00e7\u00f5es da Conaprole, em mar\u00e7o, ca\u00edram 23,7% em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o de 2018. O dado \u00e9 preocupante j\u00e1 que, segundo o presidente da Conaprole, \u00c1lvaro Ambrois, para a empresa \"as exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o fundamentais\". A Conaprole exporta 70% do leite que recebe.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O mercado internacional \u00e9 o que nos afeta, e \u00e9 respons\u00e1vel pela fixa\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o ao produtor.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Este m\u00eas, o relat\u00f3rio mensal, Com\u00e9rcio Exterior de Uruguay, publicado pelo Departamento de Neg\u00f3cios Internacionais e Integra\u00e7\u00e3o (DNII) da Universidade Cat\u00f3lica (UCU) destaca que no terceiro m\u00eas do ano \"as cinco principais empresas exportadoras concentram 22,6% das vendas, e, com exce\u00e7\u00e3o da Conaprole, todas aumentaram o volume exportado em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o de 2018\".<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 602px; height: 445px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3329\" alt=\"\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"text-align: justify;\">Queda geral das exporta\u00e7\u00f5es<\/span><\/u><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A queda da Conaprole ocorre quando, ao n\u00edvel geral continuam caindo tanto as importa\u00e7\u00f5es como as exporta\u00e7\u00f5es, com o agravante de que os l\u00e1cteos atravessam uma forte crise tanto, ao n\u00edvel produtivo, como industrial, com o fechamento de fazendas leiteiras e ind\u00fastrias de latic\u00ednios de um modo geral. (TodoElCampo - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o\/AR&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>O Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea (Ocla) divulgou um boletim conjuntural, que analisa a situa\u00e7\u00e3o do setor l\u00e1cteo no que se refere as perspectivas do setor. O destaque para o grupo de analistas, que dependem do Estado, mas, s\u00e3o procedentes de uma funda\u00e7\u00e3o do setor privado, \u00e9 que o fechamento de fazendas de leite parou.<\/p>\n<p>Que a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 em crise h\u00e1 muitos anos, n\u00e3o \u00e9 novidade. At\u00e9 bem pouco temo, Bichos de Campo publicou uma nota na qual comentava que o total de fazendas de leite fechados no \u00faltimo ano, segundo dados oficiais, foi de 150. Mas, o Ocla afirma que essa tend\u00eancia foi interrompida depois de melhorar as condi\u00e7\u00f5es de trabalho do primeiro elo da cadeia. \u00c9 preciso destacar que nos primeiros meses deste ano houve melhora consider\u00e1vel no pre\u00e7o do leite, quase 70% a mais que os valores do in\u00edcio de 2018.<\/p>\n<p>Segundo analistas do Observat\u00f3rio, e parafraseando o ministro da fazenda, Nicol\u00e1s Dujovne, parece que \"o pior j\u00e1 passou\". O documento diz: \"Depois de uma etapa (2016-2017) onde o fechamento e a fus\u00e3o de rebanhos foi muito elevado, explicado, em grande medida, pelos excessos h\u00eddricos registrados em v\u00e1rias bacias leiteiras do pa\u00eds, a evolu\u00e7\u00e3o de custos acima da mat\u00e9ria prima, o alto custo financeiro, e a falta de rentabilidade em grande parte dos produtores de leite (situa\u00e7\u00e3o detectada pelo INTA-IAPUCO), a informa\u00e7\u00e3o importante mostra, que a elimina\u00e7\u00e3o de rebanhos, em todas as bacias leiteiras s\u00e3o fatos isolados\".<\/p>\n<p>A Ocla tamb\u00e9m disse que as ind\u00fastrias de latic\u00ednios que fecharam 'est\u00e3o associadas a produ\u00e7\u00f5es de pequena escala (menos de 2.000 litros por dia) e gerenciados por produtores mais velhos e com dificuldades familiares (sem sucess\u00e3o)\".<\/p>\n<p>Segundo a an\u00e1lise do Ocla, seguem firmes, entretanto, dois outros processos: a concentra\u00e7\u00e3o leiteira e o crescimento de fazendas de maior produtividade, e escala, al\u00e9m, diversifica\u00e7\u00e3o das atividades, o que proporciona ferramentas capazes de enfrentar crises.<\/p>\n<p>\"As fazendas de maior escala e efici\u00eancia continuam no neg\u00f3cio crescendo e integrando a produ\u00e7\u00e3o de leite com a produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os para se auto abastecerem. Tamb\u00e9m intensificam a produ\u00e7\u00e3o de carne (aproveitando o bom momento da atividade. Em resumo, est\u00e1 havendo incremento da escala e da diversifica\u00e7\u00e3o\", relata o Boletim da Ocla.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao resultado econ\u00f4mico do setor produtivo, o boletim diz que nos \u00faltimos dez meses houve melhora significativa da rentabilidade. \"O pre\u00e7o do leite ao produtor para janeiro de 2019 foi de 9,83 pesos por litro, o que representa aumento de 4,1% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, e de 69,5% quando comparado com o pre\u00e7o do mesmo m\u00eas de 2018\".<\/p>\n<p>O boletim esclarece que \"o custo de produ\u00e7\u00e3o por litro de leite foi de 9,60 pesos por litro em janeiro de 2019, foi 82,2% acima a igual m\u00eas do ano anterior\". O c\u00e1lculo agrega que se deve estimar uma renda do Capital M\u00e9dio Operado de 5%, o que significa 1,70 pesos a mais. Nesse caso o custo seria 11,30 pesos por litro.<\/p>\n<p>Mas, ainda assim, sustenta o documento, \"as principais rela\u00e7\u00f5es pre\u00e7o do leite\/insumo\/produto final melhoraram, consideravelmente, desde janeiro. Nos \u00faltimos meses, depois de 10 meses consecutivos de preju\u00edzos, a rentabilidade reapareceu, ainda que insuficiente para poder cobrir a expectativa m\u00ednima\". (Portalechero - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><strong>Balan\u00e7a comercial do leite\/PR<\/strong><\/p>\n<p>O Paran\u00e1 fechou a balan\u00e7a comercial do leite em 2018 no vermelho. O Estado comprou 11,4 mil toneladas do produto de outros pa\u00edses, enquanto exportou apenas 1,6 mil toneladas, diferen\u00e7a de 9,8 mil toneladas, de acordo com dados do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e Pecu\u00e1ria do Paran\u00e1 (Seab).<\/p>\n<p>O mercado paranaense seguiu a mesma tend\u00eancia brasileira, que importou 152,6 mil toneladas e exportou 23,1 mil toneladas, resultando em uma diferen\u00e7a de 129,5 mil toneladas. No caso do Paran\u00e1, na compara\u00e7\u00e3o entre 2018 e 2017, o volume importado de leite caiu de 13,6 mil toneladas para 11,4 mil toneladas (-16,4%).<\/p>\n<p>Mas em termos financeiros, os valores gastos na opera\u00e7\u00e3o seguiram praticamente os mesmos, variando de US$ 27,68 milh\u00f5es em 2017 para US$ 27,35 milh\u00f5es em 2018 (-1,2%). \"Com o recorte de um ano, a impress\u00e3o muitas vezes \u00e9 de que houve uma varia\u00e7\u00e3o significativa nas cota\u00e7\u00f5es, mas nesse caso reflete uma circunst\u00e2ncia normal de ajuste de mercado que passamos no per\u00edodo\", reflete Alexandre Lobo Blanco, m\u00e9dico veterin\u00e1rio do Sistema FAEP\/SENAR-PR.<\/p>\n<p>Sobre o fato de haver desequil\u00edbrio na balan\u00e7a comercial, o m\u00e9dico veterin\u00e1rio F\u00e1bio Mezzadri, do Deral, aponta que a altas importa\u00e7\u00f5es impactam o mercado interno, desregulam a oferta e interferem negativamente na lucratividade dos produtores. \"Os l\u00e1cteos entram, principalmente da Argentina e Uruguai, muitas vezes a pre\u00e7os mais atraentes que os pr\u00f3prios produtos internos. Uma das solu\u00e7\u00f5es para este problema seria alavancar as exporta\u00e7\u00f5es\", ressalta.<\/p>\n<p>A respeito das exporta\u00e7\u00f5es de leite efetuadas pelo Paran\u00e1, houve um pequeno aumento em volume, de 1,4 mil toneladas em 2017 para 1,6 mil toneladas em 2018. Em compensa\u00e7\u00e3o, o valor movimentado registrou varia\u00e7\u00e3o negativa, saindo de US$ 5,5 milh\u00f5es no ano retrasado para US$ 5,4 milh\u00f5es no ano passado.<\/p>\n<p>Principais fornecedores ao Brasil Os pa\u00edses que mais venderam leite ao Brasil em 2018 foram Argentina (90,5 mil toneladas e US$ 262,5 milh\u00f5es), Uruguai (44,5 mil toneladas e US$ 137,3 milh\u00f5es), Uni\u00e3o Europeia (7,1 mil toneladas e US$ 49,2 milh\u00f5es) e Nova Zel\u00e2ndia (2,8 mil toneladas e US$ 13,8 milh\u00f5es). Com esse resultado, Argentina representou 59% do volume negociado pelo Brasil, Uruguai 29%, Uni\u00e3o Europeia 4,6% e Nova Zel\u00e2ndia 1,8%. (Faep)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; width: 653px; height: 167px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3328\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">O pre\u00e7o m\u00e9dio do leite padr\u00e3o na Uni\u00e3o Europeia (UE), em fevereiro, foi de 33,82 \u20ac\/100 kg, de acordo com dados da organiza\u00e7\u00e3o holandesa LTO. O valor \u00e9 0,02 \u20ac menor do que a m\u00e9dia de janeiro de 2019, e 1,1\u20ac (-2,9%) a menos que um ano atr\u00e1s. Os pre\u00e7os ficaram praticamente inalterados em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Poucas empresas subiram os pre\u00e7os: a irlandesa Glanbia (+ 3,5\u20ac), a holandesa FrieslandCampina (+0,3\u20ac), e a francesa Danone (+0,1\u20ac). As demais empresas repetiram os pre\u00e7os, ou reduziram. Em mar\u00e7o n\u00e3o dever\u00e1 haver grandes varia\u00e7\u00f5es. Algumas empresas anunciaram que n\u00e3o ir\u00e3o alterar, como \u00e9 o caso das francesas Lactalis e Savencia, da Alemanha DMK, da sueco-dinamarquesa Arla, a brit\u00e2nica Dairy Crest, a holandesa FrieslandCampina e da italiana Granarolo. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 10 de abril de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.956 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Exporta\u00e7\u00f5es\/Uruguai&nbsp;Os dados sobre com\u00e9rcio exterior publicados pela Universidade Cat\u00f3lica mostram que as exporta\u00e7\u00f5es da Conaprole, em mar\u00e7o, ca\u00edram 23,7% em <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/04\/10\/10-04-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/04\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3230","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3230","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3230"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3230\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3232,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3230\/revisions\/3232"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3230"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3230"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3230"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}