{"id":3195,"date":"2019-03-27T20:22:26","date_gmt":"2019-03-27T20:22:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3195"},"modified":"2019-03-27T20:22:26","modified_gmt":"2019-03-27T20:22:26","slug":"27-03-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/03\/27\/27-03-2019\/","title":{"rendered":"27\/03\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 27 de mar\u00e7o de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.946<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span>Custos de produ\u00e7\u00e3o do leite apresentaram defla\u00e7\u00e3o de -0,06% em fevereiro<\/strong><\/p>\n<p>Pelo segundo m\u00eas consecutivo produzir leite ficou mais barato. Apesar de apresentar queda n\u00e3o muito significativa, a redu\u00e7\u00e3o do custo de produ\u00e7\u00e3o de leite em fevereiro foi de -0,06%, em rela\u00e7\u00e3o aos custos apurados para janeiro de 2019.<\/p>\n<p>Quando ocorre uma varia\u00e7\u00e3o nos custos como o apresentado, configura-se um quadro conjuntural de defla\u00e7\u00e3o, ou seja, o inverso da infla\u00e7\u00e3o. Este resultado tem por base o \u00cdndice de Custos de Produ\u00e7\u00e3o de Leite \u2013 ICPLeite\/Embrapa, calculado pela Embrapa Gado de Leite. O grupo Energia e combust\u00edvel foi o que apresentou maior defla\u00e7\u00e3o, -2,18%, os demais apresentaram quedas inferiores a 1 ponto percentual ou ainda, leve aumento em seus pre\u00e7os. Em ordem crescente, os grupos apresentaram as seguintes varia\u00e7\u00f5es: Sal mineral, -0,58%, Produ\u00e7\u00e3o e compra de volumosos, -0,57%, Sanidade, -0,16%. M\u00e3o de obra e Reprodu\u00e7\u00e3o n\u00e3o variaram. J\u00e1 Qualidade do leite e Concentrado apresentaram varia\u00e7\u00f5es positivas, respectivamente, 0,44% e 0,53%. O resumo dos dados encontra-se na Tabela 1.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 494px; height: 252px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3302\" alt=\"\"><\/p>\n<p>No acumulado do ano o ICPLeite\/Embrapa registra uma redu\u00e7\u00e3o de custos de -0,62%. A maior queda acumulada foi registrada no grupo Energia e combust\u00edvel, -2,53%. Entretanto, as varia\u00e7\u00f5es verificadas nos grupos referentes a alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho \u00e9 que mais impactaram o \u00edndice. Os grupos Produ\u00e7\u00e3o e compra de volumosos e Concentrado apresentaram respectivamente varia\u00e7\u00f5es de - 1,80% e -0,85%. Sal mineral variou -0,73% e Sanidade -0,28%. O grupo que apresentou maior infla\u00e7\u00e3o M\u00e3o de obra, 1,36%, seguido por Qualidade do leite, 0,92%. O grupo Reprodu\u00e7\u00e3o n\u00e3o apresentou varia\u00e7\u00e3o. Os dados encontram-se na Tabela 2.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 481px; height: 251px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3303\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNo acumulado de doze meses o ICPLeite\/Embrapa registra valores elevados, acumulando 11,28%. S\u00f3 o grupo Qualidade do leite apresentou varia\u00e7\u00e3o negativa, -0,14%. Todos os outros apresentaram infla\u00e7\u00e3o. Os grupos que puxaram o \u00edndice acumulado foram Concentrado, Sal mineral e Energia e combust\u00edveis, cujas varia\u00e7\u00f5es superaram a do indicador. Produ\u00e7\u00e3o e compra de volumosos tamb\u00e9m contribuiu, j\u00e1 que possui peso consider\u00e1vel na pondera\u00e7\u00e3o do ICPLeite\/Embrapa. Os dados encontram-se na Tabela 3. (Embrapa)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 478px; height: 256px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3304\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Embrapa busca recursos para tentar retomar investimentos<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Encarada como positiva para o pa\u00eds pelo governo Bolsonaro, a poss\u00edvel entrada do Brasil na Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE) - fortalecida agora com o apoio dos EUA -, poder\u00e1 dificultar a estrat\u00e9gia da nova gest\u00e3o da Embrapa de ampliar a capta\u00e7\u00e3o de recursos externos junto a organismos ou institui\u00e7\u00f5es internacionais como a FAO e o Banco Mundial para financiar suas pesquisas.<\/p>\n<p>\"Se o Brasil entrar na OCDE, teremos muito menos chance de conseguir esse tipo de recurso. Estaremos entre os pa\u00edses ricos e, a partir da\u00ed, os pa\u00edses doadores, que t\u00eam cada dia menos recursos, v\u00e3o se concentrar nos pa\u00edses mais carentes\", afirmou Sebasti\u00e3o Barbosa, presidente da Embrapa, em entrevista ao Valor.<\/p>\n<p>No cargo h\u00e1 cinco meses, Barbosa, pesquisador aposentado da estatal, tem larga experi\u00eancia internacional. Foi consultor da FAO por 17 anos em escrit\u00f3rios da ag\u00eancia da ONU para agricultura e alimenta\u00e7\u00e3o em Roma, na It\u00e1lia, e em Santiago, no Chile, e assumiu com a expectativa de aproveitar essa experi\u00eancia para otimizar parcerias para complementar as escassas fontes de recursos dispon\u00edveis. Pesquisadores da Embrapa j\u00e1 chegaram a desenvolver projetos de pesquisas bancados por editais de entidades internacionais, mas a ideia inicial de Barbosa era expandir esse foco.<\/p>\n<p>C\u00e9lio Porto, ex-secret\u00e1rio de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Minist\u00e9rio Agricultura e consultor do instituto Pensar Agro, diz que, normalmente esses organismos internacionais t\u00eam como crit\u00e9rio investir em pa\u00edses pobres, como os da \u00c1frica, ou em desenvolvimento, como \u00cdndia e China, grupo do qual o Brasil avalia se retirar sob a gest\u00e3o Bolsonaro. A linha de atua\u00e7\u00e3o desses organismos, observa Porto, de fato \u00e9 financiar projetos de pa\u00edses que \"mais precisam\".<\/p>\n<p>Enquanto o futuro no campo internacional n\u00e3o se define, a Embrapa, que n\u00e3o ser\u00e1 privatizada pelo menos por ora, segue com seu plano de reestrutura\u00e7\u00e3o administrativa e em busca de outras alternativas para se financiar, no momento sobretudo por meio de fundos - privados, como os de private equity, ou estaduais, como os da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de S\u00e3o Paulo (Fapesp). \"Temos que nos acostumar com esses fundos\", disse Barbosa.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>O fato \u00e9 que a Embrapa continua \u00e0s voltas com um or\u00e7amento praticamente estagnado - s\u00e3o R$ 3,6 bilh\u00f5es previstos para 2019 - e engessado com gastos com pessoal. Sebasti\u00e3o Barbosa entende que \u00e9 preciso gastar de forma mais racional essas verbas or\u00e7ament\u00e1rias da empresa p\u00fablica e reconhece, n\u00e3o sem pesar, que um aumento de or\u00e7amento n\u00e3o est\u00e1 \"no nosso horizonte imediato\".<\/p>\n<p>\"Agora precisamos esperar que o Brasil cres\u00e7a. Tamb\u00e9m vamos precisar investir no treinamento das pessoas novas que v\u00e3o chegar \u00e0 Embrapa e renovar nosso parque de m\u00e1quinas. Para isso, vamos precisar de investimentos, o que n\u00e3o temos tido nos \u00faltimos cinco anos\", revela o presidente da empresa, que no passado foi fundamental para a o desenvolvimento da agricultura no Cerrado, entre outros feitos.<\/p>\n<p>Nesse contexto, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, vem articulando a contrata\u00e7\u00e3o da consultoria Falconi, especializada em gest\u00e3o, para avaliar o modelo jur\u00eddico da Embrapa, que cria amarras para o recebimento de royalties, por exemplo. A contrata\u00e7\u00e3o est\u00e1 em estudo.<\/p>\n<p>Nesse contexto, talvez a estatal brasileira tamb\u00e9m desista de outra antiga aposta: avan\u00e7ar com a cria\u00e7\u00e3o da Embrapatech, subsidi\u00e1ria proposta em projeto de lei que ainda tramita no Congresso e al\u00e7ada como prioridade na gest\u00e3o do presidente anterior, Maur\u00edcio Lopes. A assessoria jur\u00eddica da empresa vem reavaliando o tema a partir de uma nova leitura de que a legisla\u00e7\u00e3o atual sobre inova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica j\u00e1 permite parcerias de neg\u00f3cios com o setor privado. (Jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Minas Gerais registra aumento de vacina\u00e7\u00e3o contra brucelose em 2018<\/strong><\/p>\n<p>O \u00edndice de vacina\u00e7\u00e3o contra a brucelose nos rebanhos de Minas Gerais alcan\u00e7ou 77,1% em 2018, percentual pr\u00f3ximo a 80% estabelecido como meta pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa). Foram imunizadas no ano passado 1,7 milh\u00f5es de f\u00eameas bovinas e bubalinas de corte e de leite, em um cen\u00e1rio de 2,2 milh\u00f5es de animais em todo o territ\u00f3rio mineiro.&nbsp;<\/p>\n<p>O IMA \u00e9 o respons\u00e1vel pela execu\u00e7\u00e3o do Programa de Controle e Erradica\u00e7\u00e3o da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT) e pela gest\u00e3o do programa de vacina\u00e7\u00e3o em Minas Gerais. A vacina\u00e7\u00e3o contra a brucelose e a sua declara\u00e7\u00e3o ao IMA s\u00e3o obrigat\u00f3rias desde 1989, estando o produtor inadimplente pass\u00edvel a multa de 25 Ufemgs por animal n\u00e3o imunizado, o que equivale a R$ 89,83\/animal. J\u00e1 o produtor que deixar de declarar a vacina\u00e7\u00e3o contra brucelose poder\u00e1 ser multado em 5 Ufemgs por animal (R$ 17,96\/animal).<\/p>\n<p>A cobertura vacinal contra a brucelose no estado tem crescido gradativamente. Para se ter uma ideia, em 2015 o \u00edndice era de 66,6%, valor 10% abaixo do registrado em 2018. A coordenadora do Programa de Controle e Erradica\u00e7\u00e3o da Brucelose e Tuberculose no IMA, fiscal agropecu\u00e1ria Luciana Faria de Oliveira, refor\u00e7a aos produtores rurais a import\u00e2ncia da vacina\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a. \u201cA efici\u00eancia da vacina contra brucelose \u00e9 de 65 a 75%, garantindo que com uma s\u00f3 dose as f\u00eameas bov\u00eddeas estar\u00e3o protegidas at\u00e9 a fase adulta\u201d.<\/p>\n<p>A fiscal ressalta a import\u00e2ncia de o produtor rural procurar um m\u00e9dico veterin\u00e1rio regularmente cadastrado no IMA para vacinar de forma adequada o rebanho. \u201cMinas Gerais conta com mais de quatro mil m\u00e9dicos veterin\u00e1rios cadastrados para vacina\u00e7\u00e3o contra a brucelose. Vacinar o rebanho contra doen\u00e7as que causem impacto na sa\u00fade p\u00fablica e na economia do estado \u00e9 essencial para manter a sanidade de nossos rebanhos e a qualidade dos produtos de origem animal, colaborando assim, para a seguran\u00e7a alimentar e desenvolvimento do setor\u201d, argumenta.<\/p>\n<p><u>Cuidados com a vacina\u00e7\u00e3o<\/u><br \/>\nA compra da vacina contra brucelose somente \u00e9 permitida mediante apresenta\u00e7\u00e3o do receitu\u00e1rio, emitido por m\u00e9dico veterin\u00e1rio cadastrado no IMA, que fica retido no estabelecimento comercial. A vacina adquirida deve ser mantida em temperatura entre dois e oito graus cent\u00edgrados do momento da compra at\u00e9 a vacina\u00e7\u00e3o dos animais. \u201cE al\u00e9m de providenciar um veterin\u00e1rio para vacinar suas bezerras, o produtor deve se lembrar que \u00e9 necess\u00e1rio procurar o escrit\u00f3rio do IMA mais perto de sua propriedade, levando o atestado emitido pelo m\u00e9dico veterin\u00e1rio e declarar a vacina\u00e7\u00e3o por ele efetuada\u201d, alerta a fiscal agropecu\u00e1ria.<\/p>\n<p><u>Propriedades certificadas<\/u><br \/>\nMinas Gerais possui atualmente 19 propriedades certificadas como livres de brucelose e tuberculose bovina, doen\u00e7as consideradas impactantes para o setor agroprodutivo do estado. Mais 14 propriedades encontram-se em processo de certifica\u00e7\u00e3o ou renova\u00e7\u00e3o para obterem o status de livres dessas doen\u00e7as.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>A certifica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das a\u00e7\u00f5es volunt\u00e1rias do PNCEBT.&nbsp; Tem como vantagens a melhora dos \u00edndices reprodutivos e produtivos do rebanho livre de brucelose e tuberculose, al\u00e9m da isen\u00e7\u00e3o da obrigatoriedade de apresenta\u00e7\u00e3o de atestados de realiza\u00e7\u00e3o de exames negativos quando da emiss\u00e3o e transporte dos animais para fora do estado e para eventos agropecu\u00e1rios. O interessado em certificar sua propriedade deve ter um m\u00e9dico habilitado no PNCEBT, que atuar\u00e1 como respons\u00e1vel t\u00e9cnico do processo de certifica\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s esta etapa, o produtor rural deve procurar o escrit\u00f3rio do IMA que atende o munic\u00edpio em que est\u00e1 localizada a propriedade.<\/p>\n<p>Desde a publica\u00e7\u00e3o do novo Regulamento T\u00e9cnico do PNCEBT ser\u00e3o necess\u00e1rios dois exames negativos consecutivos para brucelose e tuberculose em todo o rebanho, tendo como intervalo o prazo de seis a doze meses entre os resultados. O certificado de propriedade livre tem validade de um ano, a partir do \u00faltimo resultado negativo do rebanho. A manuten\u00e7\u00e3o do status depende da renova\u00e7\u00e3o anual do certificado por meio da realiza\u00e7\u00e3o de um exame negativo para brucelose e tuberculose de todo o rebanho.<\/p>\n<p><u>A doen\u00e7a<\/u><br \/>\nA brucelose \u00e9 uma das causas de perdas econ\u00f4micas na produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria em todo o territ\u00f3rio brasileiro, j\u00e1 que pode provocar aborto nas f\u00eameas bovinas, queda na produ\u00e7\u00e3o de leite e ganho de peso, diminui\u00e7\u00e3o na taxa de natalidade e aumento de natimortalidade. A doen\u00e7a \u00e9 causada pela bact\u00e9ria Brucella abortus, sendo classificada como uma zoonose, pois pode ser transmitida do animal doente para o ser humano. (Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o do IMA)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\">&nbsp;<\/center><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em>Abraleite: \u201cN\u00e3o queremos protecionismo, mas condi\u00e7\u00f5es para sermos competitivos\u201d<br \/>\nNo programa Direto ao Ponto, o presidente da entidade, Geraldo Borges, discute a decis\u00e3o do governo de n\u00e3o renovar tarifa antidumping para leite em p\u00f3 importado e fala sobre as demandas do setor no Brasil. Em fevereiro passado, o Minist\u00e9rio da Economia decidiu n\u00e3o renovar as tarifas antidumping sobre leite em p\u00f3 importado da Uni\u00e3o Europeia e da Nova Zel\u00e2ndia. De acordo com o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), Geraldo Borges, a medida foi tomada por acreditar-se que n\u00e3o haveria risco imediato de que esses exportadores de l\u00e1cteos adotassem pr\u00e1ticas de mercado em desacordo com as regras da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC), concedendo subs\u00eddios aos produtores locais, por exemplo.<br \/>\n\u201cMas entendemos que o risco n\u00e3o precisa ser moment\u00e2neo. N\u00e3o queremos correr riscos nem agora, nem no curto, m\u00e9dio ou longo prazo\u201d, disse Borges, em entrevista ao programa Direto ao Ponto. O presidente da Abraleite lembra que o mais recente levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) mostrou que h\u00e1 no pa\u00eds 1,171 milh\u00e3o de propriedades que produzem leite. A pecu\u00e1ria leiteira, diz o estudo, est\u00e1 presente em 98% dos munic\u00edpios brasileiros. \u201cA atividade tem um papel socioecon\u00f4mico muito grande\u201d, diz. (Canal Rural)<\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 27 de mar\u00e7o de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.946 &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Custos de produ\u00e7\u00e3o do leite apresentaram defla\u00e7\u00e3o de -0,06% em fevereiro Pelo segundo m\u00eas consecutivo produzir leite ficou mais <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/03\/27\/27-03-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/03\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3195","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3195","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3195"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3195\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3197,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3195\/revisions\/3197"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}