{"id":3155,"date":"2019-03-19T20:10:52","date_gmt":"2019-03-19T20:10:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3155"},"modified":"2019-03-19T20:10:52","modified_gmt":"2019-03-19T20:10:52","slug":"19-03-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/03\/19\/19-03-2019\/","title":{"rendered":"19\/03\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 19 de mar\u00e7o de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.940<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span>Venda do leite do Brasil depende da amplia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e melhora da mat\u00e9ria-prima<\/strong><\/p>\n<p>Quinto maior produtor mundial de leite, o Brasil exportou em 2017 apenas 0,6% da sua produ\u00e7\u00e3o inspecionada de l\u00e1cteos. Mesmo prejudicado pelo baixo consumo interno em decorr\u00eancia da crise, o setor n\u00e3o ampliou suas vendas externas, tendo fechado os \u00faltimos anos com d\u00e9ficit na balan\u00e7a comercial.<\/p>\n<p>No entanto, \u00e9 justamente o mercado externo que \u00e9 visto como uma das vias para dois pontos fundamentais para a cadeia de leite: estabilidade nos pre\u00e7os e continuidade da expans\u00e3o do setor. Estudo feito pela Embrapa Gado de Leite apontou que \u00e9 a regi\u00e3o Sul do pa\u00eds que tem viabilidade para exportar.<\/p>\n<p>Em visita \u00e0 20\u00aa Expodireto Cotrijal, o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, explicou que n\u00e3o \u00e9 todo o Brasil que tem condi\u00e7\u00f5es de embarcar l\u00e1cteos para outros pa\u00edses. Por isso, defende a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas regionalizadas para os estados considerados mais competitivos. \u201cNa Regi\u00e3o Sul est\u00e3o os munic\u00edpios que t\u00eam produtividade por vaca compat\u00edvel com a da Europa\u201d, diz Martins. \u201cE h\u00e1 uma densidade maior, j\u00e1 que v\u00e1rias propriedades est\u00e3o pr\u00f3ximas, com boas produtividades, o que facilita e torna mais barata a capta\u00e7\u00e3o pelas ind\u00fastrias\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Atualmente, o Rio Grande do Sul \u00e9 o estado brasileiro com mais alta produtividade de leite. Em 2016, a produ\u00e7\u00e3o anual por vaca foi de 3,1 mil litros, em m\u00e9dia, enquanto que a m\u00e9dia nacional cai para 1,7 mil litros, segundo o IBGE. Em N\u00e3o-Me-Toque e Passo Fundo, a produtividade \u00e9 de 4,4 mil a 4,6 mil litros por vaca ao ano.<\/p>\n<p>Mesmo acreditando que o Brasil n\u00e3o ser\u00e1 grande exportador de l\u00e1cteos, j\u00e1 que conta com a vantagem da alta demanda interna, Martins explica que \u00e9 importante parte da produ\u00e7\u00e3o nacional ser vendida para fora. \u201cTodo produto que participa do mercado externo tem maior estabilidade de pre\u00e7os. A cota\u00e7\u00e3o da soja, do milho, do frango, por exemplo, \u00e9 est\u00e1vel porque se traz para o mercado interno a estabilidade internacional\u201d, observa.<\/p>\n<p>Em 2018, segundo o Minist\u00e9rio da Economia, o Brasil exportou 10 mil toneladas de l\u00e1cteos, enquanto importou 96 mil toneladas. \u201cToda vez que tivermos excesso de leite aqui e o pre\u00e7o estiver caindo, temos que colocar o produto com mais intensidade no mercado internacional, mas, para isso, tem que haver continuidade, tem que ter pol\u00edtica de longo prazo\u201d, argumenta Martins.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 580px; height: 387px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3292\" alt=\"\"><br \/>\n(Foto: Guilherme Almeida)<\/p>\n<p>O produtor de leite em Westf\u00e1lia, no Vale do Taquari, Elimar Kalkmann, que visitou a Expodireto na quinta-feira, concorda que o Brasil precisa, pelo menos, equilibrar a balan\u00e7a comercial do leite. Disse ser insustent\u00e1vel, hoje, o produtor receber pre\u00e7os remuneradores durante tr\u00eas, quatro meses no ano e depois sofrer com valores depreciados. Admite que, embora ache rigorosas as normas do Minist\u00e9rio da Agricultura sobre qualidade, desconhece as exig\u00eancias feitas pelos pa\u00edses. \u201cS\u00f3 que para n\u00f3s, pequenos produtores, profissionalizarmos mais ainda a produ\u00e7\u00e3o precisamos fazer investimentos pesados e a\u00ed \u00e9 que est\u00e1 o problema\u201d, ressalva Kalkmann.<\/p>\n<p><u>Estudo da Embrapa aponta rumos<\/u><br \/>\nApesar de j\u00e1 estar presente no mercado internacional, o Brasil tem diversos gargalos para resolver e consolidar uma participa\u00e7\u00e3o mais efetiva. Dentro da porteira, o estudo da Embrapa apontou que \u00e9 preciso ampliar a produ\u00e7\u00e3o por propriedade, bem como a qualidade do leite. Fora da porteira, entre os fatores que tiram a competitividade das exporta\u00e7\u00f5es est\u00e1 a tarifa\u00e7\u00e3o alta de insumos.<\/p>\n<p>Produtor de leite h\u00e1 21 anos em Erval Seco, Norte do Estado, Eleandro Volpatto, acredita que sem redu\u00e7\u00e3o dos custos dos insumos o pequeno produtor n\u00e3o alcan\u00e7ar\u00e1 competitividade. Ele concorda que \u00e9 necess\u00e1ria a melhoria da qualidade da mat\u00e9ria-prima. \u201cHoje a qualidade \u00e9 baixa e para resolver isso o produtor tem que ter acesso \u00e0 assist\u00eancia t\u00e9cnica\u201d, pontua.<\/p>\n<p>Outro problema levantado pelo estudo \u00e9 a guerra fiscal. O chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, diz que pelo fato de cada Estado ter uma pol\u00edtica tribut\u00e1ria diferente dos demais \u00e9 dif\u00edcil a exist\u00eancia de grandes plantas de latic\u00ednios no pa\u00eds como ocorre, por exemplo, na Nova Zel\u00e2ndia. \u201cA guerra fiscal exige que as empresas fa\u00e7am f\u00e1bricas em diferentes Estados para explorar as condi\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias de cada um deles. Isto \u00e9 muito danoso\u201d, completa. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>S\u00e3o retomadas as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p>No primeiro bimestre as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de produtos l\u00e1cteos terminaram \u00e0 frente de igual per\u00edodo de 2018, com a Argentina, novamente, liderando as vendas. De acordo com os dados da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior, entre janeiro e fevereiro foram importadas 29.954 toneladas de produtos l\u00e1cteos, um aumento de 58,8% em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro bimestre do ano passado. Com um pre\u00e7o de compra inferior, o aumento em d\u00f3lares foi de quase 39%.<\/p>\n<p>No primeiro bimestre as importa\u00e7\u00f5es da Argentina totalizaram 18.120 toneladas, um salto de 79% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s 10.096 toneladas de janeiro e fevereiro de 2018. As compras de l\u00e1cteos do Uruguai totalizaram 8.082 toneladas, um aumento de 42% em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro bimestre de 2018. O crescimento das importa\u00e7\u00f5es ocorreu em um cen\u00e1rio de alta nos pre\u00e7os dom\u00e9sticos de leite. Segundo um levantamento do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea), em fevereiro o pre\u00e7o do leite ao produtor subiu 10,2% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro.&nbsp;<\/p>\n<p>O valor m\u00e9dio de fevereiro foi de R$ 1,414 por litro (US$ 0,37, com o d\u00f3lar cotado a R$ 3,80), um pre\u00e7o 33,8% acima do valor de igual m\u00eas do ano anterior. Trata-se do maior valor m\u00e9dio para o m\u00eas de fevereiro \u2013 em termos reais \u2013 desde que come\u00e7ou o levantamento do Cepea, em 2004.&nbsp;<\/p>\n<p>A intensifica\u00e7\u00e3o da alta de pre\u00e7os esteve atrelada \u00e0 oferta limitada da produ\u00e7\u00e3o, em janeiro, e o aumento da concorr\u00eancia entre as empresas para assegurar a mat\u00e9ria prima. O volume captado em janeiro foi menor do que as expectativas dos operadores do mercado. (El Observador \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em>Estudo brasileiro indica que o kefir melhora a fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca<br \/>\nThe Journal of Nutritional Biochemistry publicou na edi\u00e7\u00e3o de abril de 2019 estudo dirigido pela brasileira Mirian A Silva-Cutini, e que foi premiado em maio do ano passado, indicando que o tratamento com probi\u00f3ticos do kefir controla a press\u00e3o arterial, reduz o relaxamento do m\u00fasculo card\u00edaco (hipertrofia card\u00edaca), e melhora a intera\u00e7\u00e3o prote\u00ednas\/c\u00e1lcio, importante mediador da contra\u00e7\u00e3o card\u00edaca. O estudo foi realizado em ratos hipertensos, e, deve ser realizado em humanos. \u201cEssas descobertas sugerem que o kefir tem efeitos ben\u00e9ficos sobre a hipertens\u00e3o e pode ser usado como um coadjuvante na redu\u00e7\u00e3o da hipertens\u00e3o\u201d, escreveram os pesquisadores da Universidade de Vila Velha e da Universidade Federal do Esp\u00edrito Santo no Brasil.&nbsp;<br \/>\nKefir no Brasil: A demanda global por kefir est\u00e1 explodindo conforme dados da Innova Marketing mostrando que o lan\u00e7amento global de produtos de kefir quase triplicaram nos \u00faltimos cinco anos, com 140 produtos lan\u00e7ados nos \u00faltimos 12 meses. No Brasil, o interesse em kefir est\u00e1, definitivamente, em ascens\u00e3o, onde grande parte do kefir \u00e9 preparado em casa, com por\u00e7\u00f5es di\u00e1rias, com gr\u00e3os de kefir obtidos por meio de doa\u00e7\u00e3o, como uma \u201ccadeia de probi\u00f3tico\u201d. A DuPont lan\u00e7ou recentemente uma linha de cultura de kefir, baseada em gr\u00e3os de kefir liofilizados reais para ajudar a industrializar a categoria. (Dairy Reporter \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/em><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"font-size: 1rem;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 19 de mar\u00e7o de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.940 &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Venda do leite do Brasil depende da amplia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e melhora da mat\u00e9ria-prima Quinto maior produtor mundial de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/03\/19\/19-03-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/03\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3155","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3155","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3155"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3155\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3167,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3155\/revisions\/3167"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3155"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3155"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3155"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}