{"id":3150,"date":"2019-03-18T20:20:28","date_gmt":"2019-03-18T20:20:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3150"},"modified":"2019-03-18T20:20:28","modified_gmt":"2019-03-18T20:20:28","slug":"18-03-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/03\/18\/18-03-2019\/","title":{"rendered":"18\/03\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 18 de mar\u00e7o de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.939<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span>Uni\u00e3o de esfor\u00e7os por l\u00e1cteos de qualidade<\/strong><\/p>\n<p><u>L\u00e1cteos de qualidade<\/u><br \/>\nA Federa\u00e7\u00e3o Internacional do Leite (FIL) vai ajudar o Brasil a utilizar as melhores pr\u00e1ticas internacionais na produ\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos, afirma sua diretora-geral, Caroline Emond. O Brasil passou a integrar a entidade no ano passado. Recentemente foi instalado o comit\u00ea nacional com dez subcomiss\u00f5es para unir esfor\u00e7os de produtores, processadores, academia e governo. \"O Brasil tem enorme potencial no setor l\u00e1cteo, que deve ser visto como um motor de desenvolvimento econ\u00f4mico\", diz Caroline, que fica sediada em Bruxelas.<\/p>\n<p>A FIL tem 40 pa\u00edses membros e cobre 75% da produ\u00e7\u00e3o global de l\u00e1cteos. O Brasil \u00e9 o quinto maior produtor de leite, atr\u00e1s apenas de \u00cdndia, Estados Unidos, Paquist\u00e3o e China. Guillaume Tessier, membro do comit\u00ea brasileiro, afirma que o Brasil \u00e9 autossuficiente, mas tem problemas com a qualidade do leite, que n\u00e3o \u00e9 suficiente para exportar. \"O maior problema \u00e9 a contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas no leite que, quanto maior, pior a qualidade\", afirma. \"A infraestrutura obsoleta, associada ao longo tempo de transporte at\u00e9 o latic\u00ednio, derruba a qualidade\".&nbsp;<\/p>\n<p>Em termos de produtividade por vaca, o Brasil ocupa a 87\u00aa posi\u00e7\u00e3o em um ranking liderado por Israel e que tem a Argentina no 43\u00aa posto. J\u00e1 o custo de produ\u00e7\u00e3o de 100 quilos de leite era de US$ 30 a US$ 40 em 2016 no Brasil, ante US$ 30 no M\u00e9xico, no Uruguai e na Argentina. Na China, no Jap\u00e3o e em Israel, o custo superava US$ 50. O brasileiro consome principalmente leite fresco e iogurte, enquanto a demanda por queijo e manteiga segue baixa. O consumo per capita de manteiga \u00e9 de 0,4 quilo por ano, ante 1,6 quilo no Uruguai. J\u00e1 o de queijo \u00e9 de 3,8 quilos por habitante ao ano no Brasil, abaixo dos 10 quilos na Argentina e 26 na Fran\u00e7a. Assim, diz Caroline Emond, o potencial para crescimento do consumo de l\u00e1cteos no Brasil \u00e9 significativo, assim como na \u00c1sia e na \u00c1frica. L\u00e1cteos frescos s\u00e3o consumidos principalmente nos pa\u00edses em desenvolvimento, enquanto produtos processados como manteiga e queijo predominam nos pa\u00edses ricos.<\/p>\n<p>Conforme a FAO, a Ag\u00eancia da ONU para agricultura e alimenta\u00e7\u00e3o, o crescimento da produ\u00e7\u00e3o global de leite poder\u00e1 chegar a 22% at\u00e9 2027, e grande parte desse aumento dever\u00e1 ocorrer no Paquist\u00e3o e na \u00cdndia. Em 2027, esses dois pa\u00edses dever\u00e3o representar, juntos, 32% da produ\u00e7\u00e3o global. A maior parte dos produtos ser\u00e1 consumida internamente. Ao mesmo tempo, a fatia da Uni\u00e3o Europeia nas exporta\u00e7\u00f5es globais dever\u00e1 passar de 27% a 29%. Com exce\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3, os pre\u00e7os de l\u00e1cteos dever\u00e3o recuar em termos reais nos pr\u00f3ximos anos. Nesse contexto, o dom\u00ednio dos produtos frescos dever\u00e1 aumentar nesse mercado, com uma expans\u00e3o de 2,2% ao ano do consumo, a mais alta taxa entre as commodities cobertas pela FAO. O aumento ser\u00e1 puxado sobretudo pela \u00cdndia, onde os l\u00e1cteos s\u00e3o componentes integrais da dieta. Na Ucr\u00e2nia e no Cazaquist\u00e3o, o consumo per capita tamb\u00e9m tende a aumentar fortemente.<\/p>\n<p>Enquanto pa\u00edses em desenvolvimento ampliam o consumo de l\u00e1cteos frescos e dever\u00e3o acrescentar 8,2 quilos per capita at\u00e9 2027, o consumo de leite fresco nos pa\u00edses desenvolvidos tende a cair 1,7 quilo per capita com o consumo voltando-se para produtos processados. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 1rem;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/span><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Exportador de leite<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>A Nova Zel\u00e2ndia exporta 97% do leite que produz, o Brasil exporta m\u00edseros 0,1%. Na verdade, importa mais que exporta. Olhando o gr\u00e1fico abaixo, de 2017, percebe-se que o Brasil possui um custo de produ\u00e7\u00e3o por litro um pouco superior ao da Nova Zel\u00e2ndia, mas ainda um dos mais baixos do mundo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Os Estados Unidos, o maior produtor mundial possui um custo de produ\u00e7\u00e3o de 33% a 70% maior que o nosso ou da Nova Zel\u00e2ndia. E o Canad\u00e1, maior exportador de l\u00e1cteos para os EUA, tem um custo imoral, aproximadamente 2 vezes maior que o Brasileiro. Sobrevive de uma pecu\u00e1ria leiteira extremamente organizada e com facilidades para exportar para os EUA. Produtores felizes com um plantel m\u00e9dio de 60 vacas, t\u00e3o produtivas quanto as americanas. No entanto, os subs\u00eddios est\u00e3o paulatinamente caindo e n\u00e3o h\u00e1 organiza\u00e7\u00e3o que resista a uma realidade adversa do mercado.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 580px; height: 355px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3291\" alt=\"\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>O Uruguai \u00e9 o nosso Canad\u00e1, basta que EUA ou Brasil criem quotas para importa\u00e7\u00e3o que o caos se estabelece na produ\u00e7\u00e3o leiteira destes pa\u00edses. S\u00e3o pa\u00edses altamente vulner\u00e1veis assim como \u00e9 a Nova Zel\u00e2ndia, por depender exclusivamente da exporta\u00e7\u00e3o em sua lucrativa ind\u00fastria de l\u00e1cteos. Tudo que os pa\u00edses exportadores n\u00e3o querem \u00e9 que o Brasil desperte e domine o mercado mundial assim como fez com o mercado de carnes. Mas isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde e \u00e9 por isso que investidores daquele pa\u00eds j\u00e1 est\u00e3o no Brasil produzindo e outros pa\u00edses s\u00f3 querem uma estabilidade m\u00ednima pol\u00edtica para entrar aqui produzindo em alta escala.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Tanto Brasil quanto a Nova Zel\u00e2ndia est\u00e3o aumentando seus custos de produ\u00e7\u00e3o, com o aumento do uso de silagens e gr\u00e3os num processo similar ao dos EUA que ainda nem de longe podem competir em produtividade.&nbsp;Um caminho arriscado, se o produtor n\u00e3o estiver focado na produ\u00e7\u00e3o e principalmente na redu\u00e7\u00e3o de custos, utilizando substitutivos ou produzindo sua pr\u00f3pria dieta. Propriedades pequenas n\u00e3o ser\u00e3o vi\u00e1veis para a produ\u00e7\u00e3o de leite nesta linha a curt\u00edssimo prazo e mesmo produzindo a pasto ter\u00e3o dificuldades de sobreviver com o passar dos anos.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Crescer e Multiplicar<\/u><\/div>\n<div>Para o produtor de leite que \u00e9 jovem e quer participar deste futuro glorioso para o mercado do leite, \u00e9 preciso investir gastando o m\u00ednimo. Produtores de sucesso aqui em Minas gastam uma ninharia comprando barrac\u00f5es de granja desativados e montam suas estruturas de compost barrn. Outros gastam uma f\u00e1bula comprando tudo novo num neg\u00f3cio no qual o lucro se mede por centavos por litro. Um doce para quem acertar quem vai sobreviver. Lembrem-se que em nada adiantar\u00e1 continuarem a ser pequenos pois o pre\u00e7o do leite sofrer\u00e1 constantemente a press\u00e3o de baixa dos produtores industriais. A proibi\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es ser\u00e1 um paliativo tempor\u00e1rio, mas o pre\u00e7o continuar\u00e1 caindo a longo prazo.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Pasto ou Semi-confinamento<\/u><\/div>\n<div>Dez a 25% dos produtores de leite dos EUA j\u00e1 retornaram \u00e0s pastagens, produzindo menos e lucrando mais. Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia, Irlanda, Uruguai nunca abandonaram as pastagens e produzem um leite com o menor custo gra\u00e7as principalmente as suas condi\u00e7\u00f5es de clima. O que estes pa\u00edses sabem h\u00e1 muitos anos \u00e9 o mesmo que a Embrapa e os EUA confirmam em seus estudos. Produzindo a pasto, os estudos dos EUA apontam para uma produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 6.000 kg vacas por lacta\u00e7\u00e3o contra os 9.000 Kg do confinamento, no entanto, cada vaca gera uma receita de 100 d\u00f3lares a mais na lacta\u00e7\u00e3o. E o Brasil \u00e9 riqu\u00edssimo e tem todas as possibilidades de produzir muito leite a um custo atrativo empregando pastagens irrigadas como a Nova Zel\u00e2ndia em suas plantas em Goi\u00e1s e Bahia ou um sistema misto, com pastejo no per\u00edodo de chuvas e confinamento na seca.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Conclus\u00e3o:<\/u><\/div>\n<div>1 \u2013 O Brasil se transformar\u00e1 no maior exportador de l\u00e1cteos;<\/div>\n<div>2 \u2013 A atividade ser\u00e1 grandiosa, mas n\u00e3o devemos nos iludir que bastar\u00e1 um banquinho um balde e umas vaquinhas;<\/div>\n<div>3 \u2013 O leite em se tornando uma commoditie cotada em d\u00f3lar, a press\u00e3o de baixa nos pre\u00e7os dos grandes produtores industriais vai impactar muito os pequenos. Ou produtor pequeno se prepara ou ser\u00e1 uma luta desigual;<\/div>\n<div>4 \u2013 O pa\u00eds passando a ser um player exportador, significa que teremos receitas e custos atrelados ao d\u00f3lar e n\u00e3o somente os custos como acontece hoje;<\/div>\n<div>5 \u2013 Mas o neg\u00f3cio \u00e9 altamente promissor e os antigos modelos n\u00e3o servir\u00e3o para muita coisa.<\/div>\n<div>Agora, o governo v\u00ea o produtor de leite como um eterno chor\u00e3o clamando por subs\u00eddios e restri\u00e7\u00f5es \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, mas o produtor n\u00e3o se atenta a mostrar ao governo que a atividade pode dar aquilo que o governo mais precisa: d\u00f3lares de divisas internacionais para combater seu d\u00e9ficit p\u00fablico monstruoso. Um ministro da economia tende a n\u00e3o saber o que \u00e9 uma vaca, mas ele vendo as possibilidades fant\u00e1sticas do novo neg\u00f3cio saber\u00e1 juntamente com os produtores criar a estrutura de organiza\u00e7\u00e3o do setor para sermos mais rapidamente grandes exportadores de l\u00e1cteos. Do contr\u00e1rio ser\u00e1 a eterna choradeira todo final de ano. (Agro News)<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"margin-bottom: .0001pt; text-align: center; line-height: normal; tab-stops: center 212.6pt;\" align=\"center\"><em>Produ\u00e7\u00e3o\/EUA \u2013 Mais uma not\u00edcia ruim para as ind\u00fastrias de latic\u00ednios do pa\u00eds. De acordo com o \u00faltimo relat\u00f3rio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) as licen\u00e7as de fazendas para produ\u00e7\u00e3o de leite ca\u00edram 6,8%, o que corresponde a 2.700 fazendas de leite a menos. Agora s\u00e3o 37.000 propriedades licenciadas para produ\u00e7\u00e3o de leite. Isto \u00e9 uma queda acentuada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s 40.000 licen\u00e7as emitidas no ano passado.<br \/>\nEm Wisconsin, que tem o maior n\u00famero de fazendas leiteiras do pa\u00eds, foi onde teve a maior queda. Foram 590 fazendas a menos do ano passado para c\u00e1. (Dairy Herd \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de mar\u00e7o de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.939 &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Uni\u00e3o de esfor\u00e7os por l\u00e1cteos de qualidade L\u00e1cteos de qualidade A Federa\u00e7\u00e3o Internacional do Leite (FIL) vai ajudar o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/03\/18\/18-03-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/03\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3150","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3150","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3150"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3150\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3152,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3150\/revisions\/3152"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3150"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3150"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3150"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}