{"id":3147,"date":"2019-03-15T21:05:08","date_gmt":"2019-03-15T21:05:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=3147"},"modified":"2019-03-15T21:06:25","modified_gmt":"2019-03-15T21:06:25","slug":"15-03-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/03\/15\/15-03-2019\/","title":{"rendered":"15\/03\/2019"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 15 de mar\u00e7o de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.938<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/span>Resum\u00e3o das INs 76 e 77: elas est\u00e3o chegando!<\/strong><\/p>\n<div>As instru\u00e7\u00f5es normativas 76 e 77 trazem muitas novidades para todas as etapas da cadeia produtiva do leite, desde a produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 os crit\u00e9rios finais de qualidade dos leites pasteurizados. Elas foram publicadas no dia 30 de novembro de 2018 e come\u00e7ar\u00e3o a vigorar na passagem de maio para junho de 2019. Confira os principais pontos alterados!<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Produ\u00e7\u00e3o<\/u><\/div>\n<div>Come\u00e7ando com a etapa produtiva, a primeira mudan\u00e7a est\u00e1 relacionada \u00e0 defini\u00e7\u00e3o detalhada dos programas de autocontrole (PAC). O que antes j\u00e1 era cobrado pelos fiscais dos servi\u00e7os de inspe\u00e7\u00e3o, agora est\u00e1 regulamentado em uma abordagem mais clara, elencando cada ponto a ser contemplado nos programas de autocontrole dos latic\u00ednios. Segundo a IN 77, os PAC devem abordar o estado sanit\u00e1rio do rebanho, planos para a qualifica\u00e7\u00e3o dos fornecedores de leite, programas de sele\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o de transportadores, sistemas de cadastro dos transportadores e produtores, inclusive com georreferenciamento, al\u00e9m de descrever todos os procedimentos de coleta, transvase e higieniza\u00e7\u00e3o de tanques isot\u00e9rmicos, caminh\u00f5es, mangueiras e outros usados na coleta e transporte do leite at\u00e9 o latic\u00ednio.<\/div>\n<div>\"Come\u00e7ando com a etapa produtiva, a primeira mudan\u00e7a est\u00e1 relacionada \u00e0 defini\u00e7\u00e3o detalhada dos programas de autocontrole (PAC)\"<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Armazenamento<\/u>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>Em rela\u00e7\u00e3o ao armazenamento de leite na propriedade, a normativa estabelece que o leite deve ser coado antes de ser conduzido ao resfriador. Esse artigo alinha a IN 77 ao novo RIISPOA, o qual j\u00e1 abordava a filtra\u00e7\u00e3o no leite na propriedade rural.<\/div>\n<div>Os resfriadores de imers\u00e3o poder\u00e3o ser aposentados, uma vez que a IN 77 permitir\u00e1 apenas dois tipos de sistemas: os resfriadores de expans\u00e3o direta e\/ou os resfriadores \u00e0 placas. As condi\u00e7\u00f5es de armazenamento ser\u00e3o as mesmas: temperatura m\u00e1xima de 4oC por per\u00edodos que n\u00e3o devem ultrapassar 48h. Os sistemas de refrigera\u00e7\u00e3o devem ser dimensionados de modo a atingir 4oC em at\u00e9 3h.<\/div>\n<div>Os tanques comunit\u00e1rios continuam v\u00e1lidos, por\u00e9m a IN 22 ser\u00e1 revogada. Agora todas as condi\u00e7\u00f5es ser\u00e3o regulamentadas na pr\u00f3pria IN 77, a qual detalha todo o registro, instala\u00e7\u00e3o, responsabilidades e an\u00e1lises que devem ser feitas antes da mistura dos leites de diferentes produtores.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Transporte<\/u>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>Para o transporte a granel as condi\u00e7\u00f5es permanecer\u00e3o, ainda sendo v\u00e1lido o acr\u00e9scimo de 3o C at\u00e9 a recep\u00e7\u00e3o do latic\u00ednio, onde a temperatura m\u00e1xima dever\u00e1 ser de 7o C. Apenas para casos excepcionais, a temperatura no recebimento poder\u00e1 ser de no m\u00e1ximo 9o C. Essa condi\u00e7\u00e3o permite maior flexibiliza\u00e7\u00e3o em casos de desastres naturais, obstru\u00e7\u00e3o de estradas ou qualquer outra situa\u00e7\u00e3o que fuja do cotidiano. Tamb\u00e9m continua permitida a entrega de leite sem refrigera\u00e7\u00e3o desde que seja feita em at\u00e9 2h ap\u00f3s a ordenha.<\/div>\n<div>\"Para o transporte a granel as condi\u00e7\u00f5es permanecer\u00e3o, ainda sendo v\u00e1lido o acr\u00e9scimo de 3o C at\u00e9 a recep\u00e7\u00e3o do latic\u00ednio, onde a temperatura m\u00e1xima dever\u00e1 ser de 7o C\"<\/div>\n<div>A rastreabilidade tamb\u00e9m \u00e9 contemplada na IN 77: antes do leite ser conduzido at\u00e9 o caminh\u00e3o tanque, uma amostra deve ser coletada de cada produtor\/resfriador, identificada e conservada at\u00e9 a recep\u00e7\u00e3o ao latic\u00ednio. Esse procedimento tamb\u00e9m j\u00e1 havia sido regulamentado pelo novo RIISPOA.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Industrializa\u00e7\u00e3o<\/u><\/div>\n<div>Durante o beneficiamento, a maioria das normas est\u00e3o descritas na IN 76. As an\u00e1lises di\u00e1rias da recep\u00e7\u00e3o do leite cru refrigerado s\u00e3o:<\/div>\n<div>\u2022 Temperatura (exceto para lat\u00f5es entregues sem refrigera\u00e7\u00e3o);<\/div>\n<div>\u2022 Teste do \u00e1lcool\/alizarol na concentra\u00e7\u00e3o m\u00ednima de 72% v;<\/div>\n<div>\u2022 Acidez titul\u00e1vel;<\/div>\n<div>\u2022 \u00cdndice criosc\u00f3pico;<\/div>\n<div>\u2022 Densidade relativa a 15 oC ;<\/div>\n<div>\u2022 Teor de gordura, s\u00f3lidos totais e n\u00e3o gordurosos;<\/div>\n<div>\u2022 Pesquisas de neutralizantes de acidez;<\/div>\n<div>\u2022 Pesquisas de reconstituintes de densidade ou do \u00edndice criosc\u00f3pico;<\/div>\n<div>\u2022 Pesquisas de subst\u00e2ncias conservadoras;<\/div>\n<div>\u2022 Res\u00edduos de ATB.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Vale observar que a palavra \u201cm\u00ednima\u201d referente \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o alco\u00f3lica do alizarol foi mantida, o que deve garantir mais alguns anos de confus\u00f5es e animosidades entre produtores e ind\u00fastrias devido ao fen\u00f4meno do leite inst\u00e1vel n\u00e3o \u00e1cido (LINA).<\/div>\n<div>As an\u00e1lises de antibi\u00f3ticos ficar\u00e3o mais espec\u00edficas e detalhadas, com an\u00e1lises de no m\u00ednimo dois princ\u00edpios ativos a cada recebimento. Ainda, em frequ\u00eancia determinada pela pr\u00f3pria ind\u00fastria, devem haver an\u00e1lises para todos os grupos de antimicrobianos para os quais existam m\u00e9todos de triagem. Essa frequ\u00eancia deve ser definida ap\u00f3s consenso entre estabelecimento e servi\u00e7os de inspe\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div>\"As an\u00e1lises de antibi\u00f3ticos ficar\u00e3o mais espec\u00edficas e detalhadas, com an\u00e1lises de no m\u00ednimo dois princ\u00edpios ativos a cada recebimento\"<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Al\u00e9m das an\u00e1lises di\u00e1rias, a IN 77 define quais an\u00e1lises devem ser feitas pela Rede Brasileira de Laborat\u00f3rios de Qualidade do Leite (RBQL). Agora, todas as an\u00e1lises ser\u00e3o mensais. Confiram quais s\u00e3o:<\/div>\n<div>\u2022 Teor de gordura;<\/div>\n<div>\u2022 Teor de prote\u00edna total;<\/div>\n<div>\u2022 Teor de lactose anidra (novidade);<\/div>\n<div>\u2022 Teor de s\u00f3lidos n\u00e3o gordurosos;<\/div>\n<div>\u2022 Teor de s\u00f3lidos totais;<\/div>\n<div>\u2022 Contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas;<\/div>\n<div>\u2022 Contagem padr\u00e3o em placas.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Limites f\u00edsico-qu\u00edmicos, microbiol\u00f3gicos e CCS<\/u><\/div>\n<div>Os par\u00e2metros microbiol\u00f3gicos, respons\u00e1veis por esquentar as discuss\u00f5es entre minist\u00e9rio, ind\u00fastria e produtores, sofreram altera\u00e7\u00f5es importantes. Para o leite cru refrigerado, a m\u00e9dia geom\u00e9trica trimestral da contagem bacteriana total n\u00e3o dever\u00e1 ultrapassar 300 mil UFC\/mL para an\u00e1lises individuais de cada resfriador\/produtor, permanecendo o que j\u00e1 era praticado. Por\u00e9m, com uma novidade: agora IN 77 define a m\u00e9dia geom\u00e9trica trimestral m\u00e1xima de 900 mil UFC\/mL para o leite antes do beneficiamento. Essa condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o estava regulamentada anteriormente e, mesmo que bastante permissiva, imp\u00f5e novos limites microbiol\u00f3gicos antes da industrializa\u00e7\u00e3o do leite cru refrigerado. Para a contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (CCS) a m\u00e9dia geom\u00e9trica trimestral m\u00e1xima ficou estabelecida em 500 mil c\u00e9ls\/mL. A periodicidade de an\u00e1lises de CBT e CCS continuar\u00e1 mensal.<\/div>\n<div>Para o leite cru refrigerado tipo A os par\u00e2metros ter\u00e3o poucas mudan\u00e7as, permanecendo a m\u00e9dia geom\u00e9trica trimestral m\u00e1xima de 10 mil UFC\/mL, mas com altera\u00e7\u00f5es na periodicidade das an\u00e1lises, as quais devem der quinzenais. Tamb\u00e9m houveram mudan\u00e7as no par\u00e2metro de CCS, o qual ficar\u00e1 mais permissivo e com m\u00e9dias geom\u00e9tricas trimestrais m\u00e1ximas de 400 mil c\u00e9ls\/mL.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Tanto para leite cru refrigerado quanto para leite cru refrigerado tipo A, os par\u00e2metros f\u00edsico-qu\u00edmicos n\u00e3o ter\u00e3o altera\u00e7\u00f5es, salvo para a crioscopia, a qual estar\u00e1 alinhada ao novo RIISPOA e poder\u00e1 variar entre -0,530oH e -0,555oH. Confira os outros par\u00e2metros:<\/div>\n<div>\u2022 0,14 - 0,18 g \u00e1c. l\u00e1tico;<\/div>\n<div>\u2022 1,028 - 1,034 g\/cm3;<\/div>\n<div>\u2022 -0,530oH -0,555oH;<\/div>\n<div>\u2022 M\u00edn 3% gordura;<\/div>\n<div>\u2022 M\u00edn 8,4% s\u00f3lidos n\u00e3o gordurosos;<\/div>\n<div>\u2022 M\u00edn 11,4% s\u00f3lidos totais;<\/div>\n<div>\u2022 M\u00edn 2,9% Prot;<\/div>\n<div>\u2022 M\u00edn 4,3 Lactose.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>As classifica\u00e7\u00f5es dos leites pasteurizados segundo suas porcentagens de gordura continuar\u00e3o as mesmas.&nbsp; Por\u00e9m, com uma importante atualiza\u00e7\u00e3o: sempre que houver padroniza\u00e7\u00e3o, a porcentagem de gordura deve ser indicada no painel principal do r\u00f3tulo, pr\u00f3ximo \u00e0 denomina\u00e7\u00e3o de venda e em destaque. Essa condi\u00e7\u00e3o propiciar\u00e1 maior transpar\u00eancia ao consumidor, permitindo que ele saiba qual a exata porcentagem de gordura que o produto fornece.<\/div>\n<div>\"As classifica\u00e7\u00f5es dos leites pasteurizados segundo suas porcentagens de gordura continuar\u00e3o as mesmas.&nbsp; Por\u00e9m, com uma importante atualiza\u00e7\u00e3o: sempre que houver padroniza\u00e7\u00e3o, a porcentagem de gordura deve ser indicada no painel principal do r\u00f3tulo, pr\u00f3ximo \u00e0 denomina\u00e7\u00e3o de venda e em destaque\".<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Para finalizar, uma das altera\u00e7\u00f5es mais significativas foi a mudan\u00e7a dos par\u00e2metros microbiol\u00f3gicos para os leites j\u00e1 beneficiados, os quais ser\u00e3o os mesmos tanto para o leite pasteurizado quanto para o leite pasteurizado tipo A.<\/div>\n<div>A partir de maio, haver\u00e1 apenas um \u00fanico par\u00e2metro: a contagem de enterobact\u00e9rias, a qual nunca pode ser maior do que 5 UFC\/mL. Essa condi\u00e7\u00e3o \u00e9 mais rigorosa quando comparada \u00e0 antiga IN 62, alinhado a nossa legisla\u00e7\u00e3o a alguns crit\u00e9rios praticados na Europa. Isso porque as enterobact\u00e9rias representam um grupo microbiol\u00f3gico muito mais amplo quando comparado aos coliformes, incluindo enteropat\u00f3genos importantes como a salmonela.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Al\u00e9m de indicadoras de inocuidade e de qualidade higi\u00eanica, as enterobact\u00e9rias tamb\u00e9m indicam o status de deteriora\u00e7\u00e3o dos alimentos. Nas antigas instru\u00e7\u00f5es normativas, esse grupo microbiol\u00f3gico n\u00e3o era avaliado, com an\u00e1lises restritas aos coliformes. Ao avaliarmos enterobact\u00e9rias, ampliamos o n\u00famero de esp\u00e9cies que podem ser enumeradas, indo al\u00e9m dos os coliformes totais e termotolerantes, o que ajuda a garantir maior seguran\u00e7a alimentar com mais simplicidade e coer\u00eancia \u00e0s regulamenta\u00e7\u00f5es internacionais.<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Caso queira saber mais detalhes, acesse as INs na \u00edntegra:<\/div>\n<div>\u00b7 Da produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 a recep\u00e7\u00e3o no latic\u00ednio: IN 77\/2018<\/div>\n<div>\u00b7 Da entrada no latic\u00ednio at\u00e9 expedi\u00e7\u00e3o: IN 76\/2018<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><u>Como as ind\u00fastrias podem se adaptar \u00e0s mudan\u00e7as?<\/u><\/div>\n<div>O primeiro passo, \u00e9 contar com um bom m\u00e9dico veterin\u00e1rio. De prefer\u00eancia, um profissional especializado no compliance agroindustrial de produtos de origem animal. Atuando como respons\u00e1vel t\u00e9cnico, suas fun\u00e7\u00f5es s\u00e3o vitais para o atendimento \u00e0s normas, e incluem a orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 empresa em rela\u00e7\u00e3o ao cumprimento das legisla\u00e7\u00f5es, o treinamento peri\u00f3dico dos funcion\u00e1rios, a implanta\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o dos programas de autocontrole, a ado\u00e7\u00e3o de medidas corretivas, preventivas e a notifica\u00e7\u00e3o de ocorr\u00eancias \u00e0s autoridades competentes, como sanidade animal, sa\u00fade p\u00fablica, do trabalhador e meio ambiente.<\/div>\n<div>\"O primeiro passo, \u00e9 contar com um bom m\u00e9dico veterin\u00e1rio. De prefer\u00eancia, um profissional especializado no compliance agroindustrial de produtos de origem animal\".<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Al\u00e9m disso, as regulamenta\u00e7\u00f5es sofrem altera\u00e7\u00f5es a todo momento, requerendo sagacidade do profissional frente \u00e0s atualiza\u00e7\u00f5es e aten\u00e7\u00e3o \u00e0 novas publica\u00e7\u00f5es em di\u00e1rios oficiais, revoga\u00e7\u00f5es e vig\u00eancias de normas complementares.<\/div>\n<div>Mais do que conhecimento t\u00e9cnico, esse profissional precisa ter um perfil de lideran\u00e7a, que inspire toda a equipe a vencer esses desafios, sendo que o principal deles \u00e9 garantir a harmonia entre a produtividade e a conformidade, conduzindo a empresa e seus funcion\u00e1rios \u00e0 excel\u00eancia dos resultados e atendimento \u00e0s legisla\u00e7\u00f5es. Finalizamos concluindo que as atualiza\u00e7\u00f5es na \u00e1rea de l\u00e1cteos foram consider\u00e1veis, estruturais e interessantes. (Rafael Fagnani\/Milkpoint)<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Comiss\u00e3o Nacional da CNA debate medidas para o setor l\u00e1cteo<\/strong><\/p>\n<p><u>Competitividade dos l\u00e1cteos<\/u><br \/>\nA Comiss\u00e3o Nacional de Pecu\u00e1ria de Leite da CNA reuniu na ter\u00e7a (12), na sede da Confedera\u00e7\u00e3o, produtores rurais, integrantes do governo e entidades para discutir um plano de medidas que vai promover a competitividade dos produtos l\u00e1cteos. O presidente da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil, Jo\u00e3o Martins, esteve na reuni\u00e3o para reafirmar que uma das principais bandeiras de sua gest\u00e3o \u00e9 tornar o Brasil um grande exportador de produtos l\u00e1cteos. \u201cNos \u00faltimos anos, o produtor rural mostrou que \u00e9 muito eficiente e imbat\u00edvel da porteira para dentro. Agora, temos que mostrar tamb\u00e9m que temos condi\u00e7\u00f5es de gerir nosso neg\u00f3cio como empres\u00e1rios e que somos capazes de colocar o nosso produto l\u00e1 fora\u201d.<\/p>\n<p>Na reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o da CNA foi apresentado um estudo in\u00e9dito produzido pela Sorio Intelig\u00eancia Agroindustrial que aponta as oportunidades de crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, os desafios e gargalos no mercado dom\u00e9stico e com\u00e9rcio exterior, al\u00e9m de demandas do setor para melhorar a produ\u00e7\u00e3o, o processamento e o ambiente organizacional e institucional. Para o consultor Andr\u00e9 Sorio, que apresentou o estudo, \u201c\u00e9 preciso ampliar a capacita\u00e7\u00e3o dos produtores em gest\u00e3o t\u00e9cnica e financeira, criar linhas de cr\u00e9dito e at\u00e9 aumentar a participa\u00e7\u00e3o do leite nas compras p\u00fablicas\u201d.<\/p>\n<p>O presidente da Comiss\u00e3o, Rodrigo Alvim, afirmou que o estudo apresentado servir\u00e1 de subs\u00eddio ao governo para estabelecer pol\u00edticas de apoio ao setor l\u00e1cteo brasileiro. \u201cMuitas coisas est\u00e3o acontecendo, estamos entrando em uma nova era e o Minist\u00e9rio da Agricultura est\u00e1 empenhado em nos ajudar\u201d. Outro assunto debatido na reuni\u00e3o foi um plano de melhoria da competitividade do leite, que foi apresentado pelo diretor do Departamento de Estudos e Prospec\u00e7\u00e3o da Secretaria de Pol\u00edtica Agr\u00edcola do Mapa, Luis Rangel. O documento abrange temas como o fomento a assist\u00eancia t\u00e9cnica e gerencial ao produtor rural, corre\u00e7\u00e3o das distor\u00e7\u00f5es tribut\u00e1rias, redu\u00e7\u00e3o de impostos para diminuir custos de produ\u00e7\u00e3o e iniciativas para promover as exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cAinda \u00e9 um plano inicial, que est\u00e1 sendo constru\u00eddo pelo setor produtivo no \u00e2mbito da C\u00e2mara Setorial de Leite e Derivados do Mapa e que algumas quest\u00f5es precisam ser aprimoradas e discutidas, como seguro rural e com\u00e9rcio exterior\u201d, disse o vice-presidente da Comiss\u00e3o, Jos\u00e9 Renato Chiari, que tamb\u00e9m \u00e9 presidente da Comiss\u00e3o de Pecu\u00e1ria de Leite da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria de Goi\u00e1s (Faeg). O assessor t\u00e9cnico da CNA, Thiago Rodrigues, explicou que a princ\u00edpio o documento vai trazer suporte e alento ao setor produtivo com medidas que podem levar a redu\u00e7\u00e3o de custo, principalmente para o produtor. \u201cO objetivo principal \u00e9 estipular um plano de promo\u00e7\u00e3o da competitividade do setor de l\u00e1cteos no Brasil utilizando ferramentas de pol\u00edticas p\u00fablicas alinhadas \u00e0s estrat\u00e9gias econ\u00f4micas do Governo Federal\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA CNA e o Mapa est\u00e3o comprometidos com a causa do produtor de leite brasileiro. Acredito que estamos vivendo um momento hist\u00f3rico, de oportunidades, e n\u00f3s pecuaristas precisamos nos mobilizar\u201d, destacou o produtor de leite de Palmin\u00f3polis (GO), Edilberto Marra Carneiro. Participaram tamb\u00e9m da reuni\u00e3o os presidentes da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado da Bahia (FAEB), Humberto Miranda, e do Pernambuco (FAEPE), Pio Guerra e o superintendente t\u00e9cnico da CNA, Bruno Lucchi. (Faeg)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em>Produ\u00e7\u00e3o\/NZ \u2013 O tempo quente est\u00e1 afetando as fazendas de leite da Ilha Sul Central.&nbsp;<br \/>\n\u201cO calor tem sido intenso e estressante, mas, pequenas medidas podem ajudar, dando abric\u00f3 utilizando os piquetes com irriga\u00e7\u00e3o\u201d, disse o diretor de latic\u00ednios da Federa\u00e7\u00e3o de Fazendeiros South Canterbury, Hendriks. O crescimento das pastagens foi variado no \u00faltimo m\u00eas, disse ele. Alguns produtores reduziram o n\u00famero de ordenhas. O setor enfrentou uma grande variedade de problemas, desde o surto de Mycoplasma bovis at\u00e9 o ajuste a um novo governo, manejo de recursos, requisitos de conformidade e proposta de imposto sobre ganhos de capital, disse Hendriks. \u201cO resultado geral foi bom; houve muita resist\u00eancia durante a mudan\u00e7a de governo\u201d, disse ele.<br \/>\nO presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Agricultores Federados Canterbury, Michael Salvesen, disse que seu distrito havia \u201csecado rapidamente\u201d. \u201cMuitas fazendas de leite est\u00e3o fazendo ordenhas a cada 16 horas, e outras s\u00f3 uma vez por dia, para tentar gerenciar a produ\u00e7\u00e3o do rebanho at\u00e9 que as pastagens fiquem recuperadas. Outras est\u00e3o utilizando os estoques de silagem como alimenta\u00e7\u00e3o suplementar, at\u00e9 que os pastos possam ser utilizados\u201d. (The Country \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de mar\u00e7o de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.938 &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Resum\u00e3o das INs 76 e 77: elas est\u00e3o chegando! As instru\u00e7\u00f5es normativas 76 e 77 trazem muitas novidades para <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/03\/15\/15-03-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/03\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-3147","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3147","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3147"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3147\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3149,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3147\/revisions\/3149"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3147"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3147"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3147"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}