{"id":2957,"date":"2019-01-30T18:48:23","date_gmt":"2019-01-30T18:48:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2957"},"modified":"2019-01-30T18:48:23","modified_gmt":"2019-01-30T18:48:23","slug":"30-01-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/30\/30-01-2019\/","title":{"rendered":"30\/01\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 30 de janeiro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.909<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp;&nbsp;L\u00e1cteos\/AR<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">As vendas de produtos l\u00e1cteos ca\u00edram pelo terceiro ano consecutivo e o consumo de leite despencou. O setor l\u00e1cteo passa por uma situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica. A crise que atravessou nos \u00faltimos anos \u00e9 o modelo de produ\u00e7\u00e3o setorial, com uma realidade empresarial que n\u00e3o se adaptou \u00e0 retra\u00e7\u00e3o das vendas e \u00e0 forte infla\u00e7\u00e3o dos custos, conforme adverte o boletim da Universidade de Avellaneda.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Uma das vari\u00e1veis que explicam a menor produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e industrial de leite \u00e9 a queda do consumo interno, que foi reduzido pelo terceiro ano consecutivo em 2018. Segundo dados oficiais do Minist\u00e9rio da Agroind\u00fastria, as vendas internas de leite fluido diminu\u00edram 1,3% nos primeiros 11 meses de 2018. Se comparado com o mesmo per\u00edodo de 2015, ser\u00e1 registrado um retrocesso de 10 pontos percentuais nas vendas.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 520px; height: 387px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3218\" alt=\"\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"text-align: justify;\">Aumento dos produtos l\u00e1cteos e derivados<\/span><\/u><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em 2018, o iogurte foi o que mais encareceu: 73,1%. Em seguida vem a manteiga com 51,6% de aumento, o leite em p\u00f3 49,6%, e o doce de leite 47,9%$. Estes quatro subiram acima da infla\u00e7\u00e3o geral, que encerrou o ano passado em 47,6%, segundo o INDEC. O leite fresco, no entanto, aumento 47% e o queijo cremoso 45,1%.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 520px; height: 361px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3219\" alt=\"\"><br style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"text-align: justify;\">Queda das vendas em 2018<\/span><\/u><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O leite em p\u00f3 (-8,4%). Leite achocolatado (-6,4%); sobremesas l\u00e1cteas e fl\u00e3s (-6,2%), iogurtes (-5,5%); creme (-4,2%); manteiga (-3,3%) e leite fluido (-1,3%). Esta retra\u00e7\u00e3o do setor determinou uma forte queda na quantidade de fazendas de leite, que acumula 8,1% de perdas em tr\u00eas anos, passando de quase 11.500 unidades em 2015, para pouco mais de 10.700 no \u00faltimo ano. Isto se reflete nos postos de trabalho do setor, que 4,1% (1.400 empregos destru\u00eddos). Apesar da retra\u00e7\u00e3o do setor, a alta concentra\u00e7\u00e3o na comercializa\u00e7\u00e3o e a infla\u00e7\u00e3o de custos, determinaram aumentos m\u00e9dios dos l\u00e1cteos na ordem de 170%, acumulado. (Portalechero \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Trump anuncia Acordo EUA-M\u00e9xico-Canad\u00e1 e destaca os benef\u00edcios do mesmo para os l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p>O presidente Donald Trump discursou na conven\u00e7\u00e3o nacional da American Farm Bureau Federation em Nova Orleans recentemente. Ele comentou sobre diversos aspectos relacionados \u00e0s quest\u00f5es comerciais em andamento, incluindo as tarifas com a China e o novo Acordo EUA-M\u00e9xico-Canad\u00e1 (USMCA).<\/p>\n<p>\"Tomamos as medidas mais duras de sempre para confrontar as pr\u00e1ticas comerciais injustas da China que prejudicam os agricultores e pecuaristas americanos. Queremos um acordo justo para os agricultores americanos, removendo as proibi\u00e7\u00f5es arbitr\u00e1rias da China \u00e0s importa\u00e7\u00f5es agr\u00edcolas, protegendo nossa propriedade intelectual e fornecendo acesso justo ao mercado para todos os produtores americanos\".<\/p>\n<p>O presidente tamb\u00e9m anunciou o novo USMCA como um substituto bem-vindo para o Acordo de Livre Com\u00e9rcio da Am\u00e9rica do Norte. \"O NAFTA foi um dos piores acordos comerciais j\u00e1 feitos\", disse. \"Esse importante acordo comercial aumentar\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es de trigo de Montana, latic\u00ednios de Wisconsin, frango da Ge\u00f3rgia e produtos de agricultores e pecuaristas em todo o pa\u00eds\".&nbsp;<\/p>\n<p>Como parte de seus coment\u00e1rios sobre o acordo comercial, Trump tamb\u00e9m comentou sobre o Canad\u00e1 e as negocia\u00e7\u00f5es que ocorreram para garantir maior acesso ao mercado como parte do USMCA. Ele destacou a fam\u00edlia Peterson, produtores de leite de Wisconsin que ordenham cerca de 900 vacas perto de Cashton, Wisconsin. \"Como muitos dos nossos grandes agricultores, os Peterson enfrentaram uma s\u00e9rie de amea\u00e7as \u00e0 sua fazenda e a todo o seu modo de vida. Durante anos, o NAFTA tornou dif\u00edcil para os produtores de leite como os Peterson exportar leite, sorvete, queijo e muitos outros produtos l\u00e1cteos. Sob o USMCA, a fam\u00edlia finalmente ter\u00e1 as condi\u00e7\u00f5es de igualdade que mereciam\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal Milk Business, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7os\/Uruguai&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">A partir de 1\u00ba de fevereiro o pre\u00e7o do leite fresco ter\u00e1 aumento de 1,30 pesos, [R$ 0,15]. Tamb\u00e9m o Poder Executivo estabeleceu que em agosto haja novo aumento de 1,48 pesos, [R$ 0,17]. O custo atual \u00e9 de 25 pesos, [R$ 2,88\/litro].&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">A medida atende uma das reivindica\u00e7\u00f5es dos produtores de leite, dado que entendem que o pre\u00e7o do leite de consumo est\u00e1 defasado em rela\u00e7\u00e3o ao \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC) h\u00e1 v\u00e1rios anos. Isto para os produtores implica um aumento nos custos, mas, n\u00e3o no faturamento. Na tarde da pr\u00f3xima quarta-feira, 30 de janeiro, o subsecret\u00e1rio de Economia e Finan\u00e7as, Pablo Ferreri, receber\u00e1 novamente as entidades do setor l\u00e1cteo que dever\u00e3o apresentar medidas \u201cmais espec\u00edficas para o setor\u201d e escutar\u00e3o as propostas. Nos primeiros dias de janeiro, Pablo Ferreri realizou um encontro onde os produtores de leite deram um cr\u00e9dito ao governo no que se refere a algumas medidas que poderiam ser adotadas nesse momento complicado que vive o setor. Ferreri disse que uma das propostas por parte do governo \u00e9 a possibilidade de prorrogar por mais um ano a devolu\u00e7\u00e3o de impostos incidente sobre o combust\u00edvel dos produtores que s\u00e3o tributados, al\u00e9m de um novo desconto na tarifa de energia el\u00e9trica dos produtores de leite, que se juntar\u00e3o \u00e0s pequenas e m\u00e9dias empresas que t\u00eam desconto de 20%. Em assembleia de produtores realizada no dia 13 de dezembro em Capurro, os produtores deram o prazo de um m\u00eas para que o governo adotasse medidas favor\u00e1veis ao setor, ou os protestos iriam retornar. (El Observador \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 30 de janeiro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.909 &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;L\u00e1cteos\/ARAs vendas de produtos l\u00e1cteos ca\u00edram pelo terceiro ano consecutivo e o consumo de leite despencou. 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