{"id":2954,"date":"2019-01-29T18:46:17","date_gmt":"2019-01-29T18:46:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2954"},"modified":"2019-01-29T18:46:17","modified_gmt":"2019-01-29T18:46:17","slug":"29-01-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/29\/29-01-2019\/","title":{"rendered":"29\/01\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 29 de janeiro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.908<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp;&nbsp;Argentina: produ\u00e7\u00e3o de leite cresceu 4,3% em 2018, mas n\u00famero de fazendas cai<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o de leite da Argentina em 2018 cresceu 4,3% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior e atingiu 10,527 milh\u00f5es de litros, segundo o Observat\u00f3rio da Cadeia Leiteira Argentina (OCLA). A ag\u00eancia tamb\u00e9m revelou que em dezembro a produ\u00e7\u00e3o de leite caiu 2,1% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior e 3,4% em rela\u00e7\u00e3o a novembro de 2018. \"O crescimento desacelerou, atingindo valores negativos no \u00faltimo trimestre\", cita o relat\u00f3rio, que explica que a produ\u00e7\u00e3o do primeiro trimestre de 2018 aumentou, em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior em 9,5%; no segundo trimestre, 5,2%; no terceiro, 4%; e nos \u00faltimos tr\u00eas meses do ano diminuiu 0,3%.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O lucro que os produtores de leite t\u00eam hoje na Argentina n\u00e3o \u00e9 o melhor. At\u00e9 dezembro do ano passado, a margem de refer\u00eancia - a diferen\u00e7a entre o pre\u00e7o do leite menos o custo dos alimentos e o custo de oportunidade da terra - era de US$ 0,143 por litro. A m\u00e9dia, no decorrer dos \u00faltimos doze meses, foi de US$ 0,198. Todos esses dados est\u00e3o longe do m\u00e1ximo, de US$ 0,281, em abril de 2015, e mais pr\u00f3ximos do m\u00ednimo recente, de US$ 0,081.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 novembro, de acordo com os dados mais recentes disponibilizados pela OCLA, no mercado interno o pre\u00e7o recebido pelo produtor prim\u00e1rio era de 9,11 (US$ 0,242), longe dos 33,43 pesos (US$ 0,891) que s\u00e3o cobrados ao consumidor em um local. No entanto, no mercado externo, onde recebe 9,11 pesos (US$ 0,242) do pre\u00e7o final, que \u00e9 de 14,53 pesos (US$ 0,387), os produtores conseguem captar 62,7% do valor.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A participa\u00e7\u00e3o geral dos principais produtores chega a 31,1% da cadeia de valor, enquanto a parcela industrial leva 27,3%. As lojas - a \u00faltima parte do processo de venda \u2013 ficam com 25,2%, enquanto o Estado, por outro lado, capta 16,3% do valor total, segundo dados fornecidos pelo Instituto Argentino de Professores Universit\u00e1rios de Custos (IAPUCO).<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Os produtos l\u00e1cteos no mercado interno tiveram um aumento anual de 49,6% na Grande Buenos Aires e de 44,5% na Capital Federal em dezembro, conforme relatado pela OCLA, em linha com o aumento do \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor do Indec. \"Houve um atraso significativo no pre\u00e7o da cesta de latic\u00ednios, mas no final do ano ela estava se recuperando\", argumentou a entidade.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Como reflexo da crise no setor, h\u00e1 cada vez menos fazendas leiteiras: segundo a OCLA, em 2002 havia 15.000, mas em 2018 chegaram a 10.722, quando um ano antes elas somavam 11.326. O n\u00famero de vacas tamb\u00e9m caiu: em 2017 eram 1,72 milh\u00e3o e em 2018 diminu\u00edram para 1,59 milh\u00e3o.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Apesar das \u00faltimas m\u00e1s not\u00edcias, no per\u00edodo 1970-2018 a produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina mostrou um crescimento anual acumulado de 2%. Os dados s\u00e3o \"at\u00e9 superiores ao desempenho mundial, que atingiu uma taxa de 1,4%\".<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em 28\/01\/19 \u2013 1 Peso Argentino = US$ 0,02666<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">37,5069 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do https:\/\/www.cronista.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>CNA defende revoga\u00e7\u00e3o de decreto de reduz descontos sobre energia no meio rural<\/strong><\/p>\n<p>A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) quer a revoga\u00e7\u00e3o de um decreto publicado no ano passado que reduz gradualmente os descontos sobre a tarifa b\u00e1sica de energia nas propriedades rurais.&nbsp; Segundo a entidade, a medida vai elevar o custo de produ\u00e7\u00e3o principalmente para os pequenos irrigantes e aquicultores, com aumento imediato no pre\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n<p>Pelo Decreto 9.642\/2018, a ideia \u00e9 reduzir em 20% ao ano, a partir desse ano, os descontos cumulativos sobre a tarifa b\u00e1sica de energia no campo at\u00e9 zerar em cinco anos. A decis\u00e3o afeta dois grupos de unidades de consumo: os de fornecimento de alta tens\u00e3o (acima de 2,3KV), enquadrados no \u201cGrupo A Rural\u201d, e os de baixa tens\u00e3o (abaixo de 2,3 KV), classificados como \u201cGrupo B Rural\u201d.<\/p>\n<p>Em comunicado t\u00e9cnico, a CNA ressalta que os descontos j\u00e1 existentes sobre a energia utilizada no per\u00edodo das 21h30 \u00e0s 6h, que variam de 60% a 90%, ser\u00e3o preservados. Este benef\u00edcio \u00e9 garantido pela Lei n\u00ba 10.438\/2002. O decreto reduz a partir deste ano os descontos sobre este hor\u00e1rio, de 10% para 8% no grupo A e de 30% para 24% no grupo B e acaba com a cumula\u00e7\u00e3o desses descontos na tarifa da irriga\u00e7\u00e3o e aquicultura noturna.<\/p>\n<p>Segundo a Confedera\u00e7\u00e3o, a medida vai impactar especialmente as propriedades de baixa tens\u00e3o, com alta de 43% no valor da energia em hor\u00e1rio reservado (21h30 \u2013 6h), devido a perda a acumula\u00e7\u00e3o dos descontos, al\u00e9m da eleva\u00e7\u00e3o anual de 8,5% no valor da energia el\u00e9trica no restante do dia pelos pr\u00f3ximos cinco anos.<\/p>\n<p>\u201cAs tarifas noturnas ser\u00e3o mantidas. Mas os descontos sobre essas tarifas ser\u00e3o diminu\u00eddos e o c\u00e1lculo agora ser\u00e3o feito de outra forma, em cima da tarifa b\u00e1sica, o que \u00e9 um problema\u201d, explica Gustavo Goretti, assessor t\u00e9cnico da Comiss\u00e3o Nacional de Irriga\u00e7\u00e3o da CNA.<\/p>\n<p>A CNA j\u00e1 relatou a quest\u00e3o \u00e0 ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e vai discutir a quest\u00e3o com outros minist\u00e9rios para mostrar a import\u00e2ncia da irriga\u00e7\u00e3o para o agro e a necessidade de anula\u00e7\u00e3o da norma. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Assessoria de Imprensa da CNA, adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p><strong>Tabela de Fretes<\/strong><\/p>\n<p>O advogado-geral da Uni\u00e3o, Andr\u00e9 Luiz de Almeida Mendon\u00e7a, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que esclare\u00e7a e reafirme a validade da liminar concedida em junho do ano passado pelo ministro Luiz Fux, que suspendeu todos os processos que questionam a tabela de frete rodovi\u00e1rio, na primeira manifesta\u00e7\u00e3o desse \u00f3rg\u00e3o no STF sob o governo de Jair Bolsonaro.<\/p>\n<p>A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) reclama do fato de que mesmo ap\u00f3s a entrada em vigor da lei da tabela do frete, em agosto de 2018, magistrados de inst\u00e2ncias inferiores estariam concedendo liminares para suspender a aplica\u00e7\u00e3o dela.<\/p>\n<p>Na pe\u00e7a, encaminhada ao STF na sexta-feira \u00e0 noite, est\u00e3o listadas ao menos 19 a\u00e7\u00f5es individuais ou coletivas em que liminares foram concedidas para suspender a aplica\u00e7\u00e3o da tabela.<\/p>\n<p>\u201cEpis\u00f3dios como esses parecem contornar n\u00e3o s\u00f3 a autoridade das liminares concedidas na presente a\u00e7\u00e3o direta, como, de certa maneira, a pr\u00f3pria compet\u00eancia do Supremo Tribunal Federal para o julgamento de a\u00e7\u00f5es diretas de inconstitucionalidade, j\u00e1 que muitas decis\u00f5es s\u00e3o proferidas em a\u00e7\u00f5es coletivas cujo objeto \u00e9 o mesmo de um processo objetivo\u201d, argumenta a AGU, na peti\u00e7\u00e3o obtida pela Reuters. (Fonte: Reuters)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">NO RADAR<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O recolhimento do Funrural j\u00e1 pode come\u00e7ar a ser feito sobre a folha de pagamento. Foi publicada ontem, no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, instru\u00e7\u00e3o normativa que regulamenta a alternativa. O texto concede a escolha de recolhimento sobre a folha e n\u00e3o somente sobre comercializa\u00e7\u00e3o. Produtores relataram \u00e0 Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria dificuldades de utilizar essa op\u00e7\u00e3o, apesar de a Lei 13.606 ter sido sancionada em janeiro do ano passado. (Zero Hora)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 29 de janeiro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.908 &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;Argentina: produ\u00e7\u00e3o de leite cresceu 4,3% em 2018, mas n\u00famero de fazendas caiA produ\u00e7\u00e3o de leite da Argentina em 2018 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/29\/29-01-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"29\/01\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2954","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2954"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2955,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2954\/revisions\/2955"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2954"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2954"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2954"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}