{"id":2925,"date":"2019-01-18T18:29:08","date_gmt":"2019-01-18T18:29:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2925"},"modified":"2019-01-18T18:29:08","modified_gmt":"2019-01-18T18:29:08","slug":"18-01-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/18\/18-01-2019\/","title":{"rendered":"18\/01\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 18 de janeiro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.901<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp;<\/strong>&nbsp;<\/span><strong>Setor l\u00e1cteo e governo ir\u00e3o tra\u00e7ar plano de desenvolvimento para a cadeia produtiva do leite<\/strong><\/p>\n<p>O Sindicato da Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Derivados do RS (Sindilat) e outras entidades da cadeia produtiva do leite assinaram um documento para que, juntamente com o governo federal, possam construir as bases e diretrizes de uma pol\u00edtica nacional para o leite. O objetivo, tra\u00e7ado em reuni\u00e3o realizada no Minist\u00e9rio da Agricultura, em Bras\u00edlia, nesta quinta-feira (17\/01), \u00e9 trabalhar uma pauta \u00fanica entre produtores e ind\u00fastria, via C\u00e2mara Setorial do Leite, para tornar o setor mais competitivo e previs\u00edvel em termos de neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Segundo o presidente do Sindilat-RS Alexandre Guerra, os representantes da cadeia produtiva do leite propuseram \u00e0 ministra da Agricultura, Tereza Cristina, uma agenda positiva para promover o leite, tanto no mercado interno, como externo. \u201cEla est\u00e1 dando uma import\u00e2ncia muito grande ao leite, o que nos entusiasma para que, juntos, possamos encontrar a solu\u00e7\u00e3o para a moderniza\u00e7\u00e3o do setor\u201d, destaca. Em sua participa\u00e7\u00e3o no encontro, o dirigente solicitou compras governamentais e ressaltou a import\u00e2ncia do projeto leite saud\u00e1vel para desenvolvimento da produ\u00e7\u00e3o no campo. Tamb\u00e9m mencionou a necessidade de retomada do PEP e a urg\u00eancia da implementa\u00e7\u00e3o da isonomia tribut\u00e1ria e da simplifica\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria. O vice-presidente do Sindilat-RS, Caio Vianna, que tamb\u00e9m participou da reuni\u00e3o, salientou que o documento ganha maior import\u00e2ncia por ter sido harmonizado por todas as entidades de representa\u00e7\u00e3o de produtores e ind\u00fastrias.<\/p>\n<p>A agenda positiva proposta pelo setor ser\u00e1 norteada pelos seguintes eixos:<br \/>\n- Defesa comercial contra importa\u00e7\u00f5es desleais;<br \/>\n- Competitividade (desonera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria, pol\u00edtica agr\u00edcola, isonomia competitiva, infraestrutura, assist\u00eancia t\u00e9cnica, qualidade e sanidade, dentre outros);<br \/>\n- Inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica;<br \/>\n- Promo\u00e7\u00e3o do consumo e imagem do setor;<br \/>\n- Est\u00edmulo \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m assinaram o documento o presidente do Sistema OCB, M\u00e1rcio Lopes de Freitas; o presidente da C\u00e2mara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados e da Comiss\u00e3o Nacional de Pecu\u00e1ria de Leite da CNA, Rodrigo Sant\u00b4Anna Alvim; o diretor executivo da Viva L\u00e1cteos, Marcelo Martins; o presidente da ABIQ, F\u00e1bio Scarcelli; o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins; o presidente da Abraleite, Geraldo Borges, e o presidente do G100, Vasco Pra\u00e7a Filho. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p><em>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 700px; height: 341px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3206\" alt=\"\"><br \/>\nFoto: Divulga\u00e7\u00e3o Sindilat-RS<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">Pre\u00e7o do leite&nbsp;<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O movimento nas cota\u00e7\u00f5es do leite visto em 2018 deve persistir em janeiro deste ano segundo pesquisadores do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq\/USP. No entanto, a expectativa do mercado \u00e9 de que j\u00e1 em fevereiro as cota\u00e7\u00f5es possam sinalizar certa recupera\u00e7\u00e3o.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A oferta, que n\u00e3o est\u00e1 se elevando de forma intensa, e o aumento da competi\u00e7\u00e3o entre empresas para assegurar a mat\u00e9ria-prima podem elevar os valores do produto. Apesar de, no geral, 2018 ter sido um ano de valoriza\u00e7\u00e3o do leite ao produtor, os custos de produ\u00e7\u00e3o subiram justamente nos meses em que a receita do pecuarista recuou, contexto que freou novos investimentos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, no final de 2018, as assimetrias de informa\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es especulativas diminu\u00edram a confian\u00e7a de produtores em seguir aumentando a produ\u00e7\u00e3o, limitando a oferta j\u00e1 em janeiro. Assim, a expectativa \u00e9 de que os pre\u00e7os fiquem acima dos patamares observados no in\u00edcio de 2018, mas abaixo dos negociados no come\u00e7o de em 2017.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o<\/span><\/u><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o de leite, contudo, pode ser estimulada ao longo de 2019, tendo em vista a poss\u00edvel maior disponibilidade de gr\u00e3os neste ano. De acordo com o Cepea, para a temporada 2018\/2019, \u00e9 esperado aumento na oferta de milho no Brasil e no mundo.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No Brasil, a eleva\u00e7\u00e3o deve ocorrer devido aos maiores patamares de pre\u00e7os do cereal nos \u00faltimos meses e ao r\u00e1pido semeio da soja na primeira safra, que favorece o cultivo da segunda temporada de milho. Com isso, deve haver aumento do excedente interno, mesmo com maior consumo, o que pode pressionar as cota\u00e7\u00f5es.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em termos mundiais, por\u00e9m, a demanda deve aumentar mais que a oferta, pressionando os estoques e podendo elevar os pre\u00e7os internacionais. Espera-se, tamb\u00e9m, aumento nas transa\u00e7\u00f5es internacionais, o que deve ser uma boa alternativa para as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"text-align: justify;\">Demanda<\/span><\/u><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O mercado espera que a poss\u00edvel retomada de crescimento da economia, com infla\u00e7\u00e3o controlada, taxa de juros baixa e melhora do mercado de trabalho, resulte em aumento no poder de compra de brasileiros, o que, por sua vez, tende a aquecer o consumo de l\u00e1cteos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O Cepea indica que ainda que a expectativa de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) seja de modestos 2,5%, a perspectiva de eleva\u00e7\u00e3o do poder de compra do brasileiro aumenta as possibilidades de maior ajuste entre oferta e demanda, o que diminui as expectativas de pre\u00e7os despencando, especialmente no primeiro trimestre de 2019.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No entanto, \u00e9 importante destacar que a sustenta\u00e7\u00e3o desse cen\u00e1rio econ\u00f4mico favor\u00e1vel vai depender da habilidade do novo governo em aprovar medidas para controle dos gastos p\u00fablicos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"text-align: justify;\">Mercado internacional<\/span><\/u><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O aumento da taxa de juros norte-americana para o ano de 2019 deve elevar o d\u00f3lar, que pode ficar entre R$ 3,70 e R$ 3,80. Os pre\u00e7os internacionais dos l\u00e1cteos podem estar ligeiramente menores em 2019, devido ao estoque elevado de leite em p\u00f3 no final de 2018 e ao crescimento da produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia e dos Estados Unidos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, o consumo internacional pode se desacelerar, em fun\u00e7\u00e3o da disputa comercial entre China e Estados Unidos e da queda nos pre\u00e7os do petr\u00f3leo. Assim, as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos podem ser favorecidas. No que diz respeito \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, \u00e9 poss\u00edvel maior participa\u00e7\u00e3o brasileira no mercado mundial, por conta dos esfor\u00e7os conjuntos realizados nos \u00faltimos anos por organiza\u00e7\u00f5es do setor. (Canal Rural)<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">Exporta\u00e7\u00f5es\/Uruguai&nbsp;<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">As exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral alcan\u00e7aram seu m\u00e1ximo hist\u00f3rico em 2018, tanto em volume como em faturamento. O ano fechou com exporta\u00e7\u00f5es de 144.154 toneladas, um crescimento de 33% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s 107.965 toneladas de 2017. O faturamento foi de US$ 428 milh\u00f5es, 24% a m\u00acais que os US$ 344 milh\u00f5es de 2017. A Arg\u00e9lia foi respons\u00e1vel por 50% das exporta\u00e7\u00f5es deste produto, tanto em volume como em divisas.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 301px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3208\" alt=\"\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A participa\u00e7\u00e3o do Brasil despencou para 17% nos dois casos, ficando bem abaixo do percentual de 39% de 2017.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"text-align: justify;\">Exporta\u00e7\u00f5es totais: a maior em quatro anos<\/span><\/u><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">As exporta\u00e7\u00f5es totais de produtos l\u00e1cteos do Uruguai alcan\u00e7aram seu m\u00e1ximo valor em quatro anos. Totalizaram US$ 680 milh\u00f5es, um incremento de 15% em rela\u00e7\u00e3o aos US$ 589 milh\u00f5es do ano anterior com consequ\u00eancia de maiores volumes, 230.582 toneladas, 20% a mais do que em 2017. Os produtos que contribu\u00edram para o crescimento foram o leite em p\u00f3 integral e a manteiga. A Arg\u00e9lia surge como o principal comprador com participa\u00e7\u00e3o de 32%, deslocando o Brasil do p\u00f3dio (20%) que ocupava h\u00e1 10 anos. 99% das compras da Arg\u00e9lia s\u00e3o de leite em p\u00f3 integral, 72.513 toneladas. Em 2016 as vendas para o pa\u00eds africano totalizaram 17.770 toneladas, um ano mais tarde ascenderam a 39.143 toneladas, volume largamente superado em 2018.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 264px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3207\" alt=\"\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O Brasil registrou queda acentuada este ano devido \u00e0 maior produ\u00e7\u00e3o interna e \u00e0 forte desvaloriza\u00e7\u00e3o do real. Em 2018 foram exportadas para o Brasil 44.520 toneladas, 23.358 menos (34%) que as 67.878 vendidas no ano anterior. A R\u00fassia foi o terceiro maior destino em 2018, com 22.677 toneladas pelo valor de US$ 84 milh\u00f5es, um crescimento interanual de 30% em volume e em valores.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Por produtos, atr\u00e1s do leite em p\u00f3 integral, os mais vendidos foram: queijos, leite em p\u00f3 desnatado e manteiga. (Blasina y Asociados \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">L\u00e1cteos&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A francesa Louis Dreyfus Company (LDC), uma das maiores empresas de agroneg\u00f3cios do mundo, anunciou ontem que est\u00e1 deixando o neg\u00f3cio de l\u00e1cteos. A medida faz parte da estrat\u00e9gia para se concentrar em \u00e1reas estrat\u00e9gicas (\"core business\", no jarg\u00e3o do mercado). \"A sa\u00edda praticamente n\u00e3o ter\u00e1 impacto nas vendas globais, que continuam a crescer globalmente, e espera-se que isso tenha um leve efeito positivo em nosso capital de giro a partir de 2019\", disse o diretor financeiro da LDC, Federico Cerisoli. A \u00e1rea de l\u00e1cteos responde por apenas 1% do faturamento global da LDC, ou seja, pouco mais de US$ 400 milh\u00f5es. Em 2017, o \u00faltimo dado anual dispon\u00edvel, as vendas totais da m\u00falti francesa renderam US$ 43 bilh\u00f5es e, no primeiro semestre de 2018, US$ 18,8 bilh\u00f5es. (Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 18 de janeiro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.901 &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;Setor l\u00e1cteo e governo ir\u00e3o tra\u00e7ar plano de desenvolvimento para a cadeia produtiva do leite O Sindicato da Ind\u00fastrias de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/18\/18-01-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"18\/01\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2925","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2925","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2925"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2925\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2926,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2925\/revisions\/2926"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2925"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2925"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2925"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}