{"id":2902,"date":"2019-01-15T19:01:53","date_gmt":"2019-01-15T19:01:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2902"},"modified":"2019-01-15T19:01:53","modified_gmt":"2019-01-15T19:01:53","slug":"15-01-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/15\/15-01-2019\/","title":{"rendered":"15\/01\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 15 de janeiro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.898<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp; <\/strong>&nbsp;<strong>Sindilat se re\u00fane com a ministra da Agricultura nesta quinta-feira&nbsp;<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para levar \u00e0s inst\u00e2ncias federais as pautas do setor leiteiro ga\u00facho, o Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) e demais entidades da cadeia se reunir\u00e3o com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, nessa quinta-feira (17\/1), em Bras\u00edlia (DF), a partir das 14h. Um dos pontos importantes a serem abordados no encontro \u00e9 a compra governamental de leite em p\u00f3, a fim de aliviar a press\u00e3o do mercado interno, e a cria\u00e7\u00e3o de programa de incentivo \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. O Sindilat ser\u00e1 representado pelo presidente, Alexandre Guerra.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Segundo o dirigente, a reuni\u00e3o \u00e9 um dos passos para recuperar a competitividade do setor, que sofre desvantagem se comparado ao Mercosul. O panorama pode ser revertido, de acordo com Guerra, com a cria\u00e7\u00e3o de cotas de importa\u00e7\u00f5es mensais da Argentina e Uruguai que deem previsibilidade do volume que chegar\u00e1 ao Brasil. \"Em outubro e novembro do ano passado foi importado o dobro de produtos em compara\u00e7\u00e3o a 2017. Isso gera desequil\u00edbrio comercial e enfraquece o mercado como um todo\", explica. Al\u00e9m disso, Guerra pontua que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a produ\u00e7\u00e3o que determina a falta de competitividade, mas tamb\u00e9m os custos envolvidos no processo, como pre\u00e7o do combust\u00edvel, de insumos, de pe\u00e7as de maquin\u00e1rio etc.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">\u00c9 com otimismo que o presidente v\u00ea a rela\u00e7\u00e3o das entidades do setor leiteiro ga\u00facho com o novo governo federal, visto que essa ser\u00e1 a segunda reuni\u00e3o com Tereza Cristina. A primeira, realizada em 18\/12, antes da posse da ministra, j\u00e1 sinalizou o contato. \"Temos que trabalhar em diversas frentes com objetivo de manter um setor t\u00e3o importante para a economia brasileira, proteger nosso mercado pelo n\u00famero de fam\u00edlia ligadas ao setor e nos transformar de importador para exportador\", conclui. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>GDT<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3198\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Fonte: GDT<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Indeniza\u00e7\u00f5es a produtores de leite crescem em 2018&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>O Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal (Fundesa) anunciou nesta ter\u00e7a-feira (15\/1) durante Assembleia Geral Extraordin\u00e1ria o aumento de recursos destinados a indeniza\u00e7\u00e3o de produtores de leite em 2018 com rela\u00e7\u00e3o a 2017. O ano fechou com R$ 4,2 milh\u00f5es designados a erradica\u00e7\u00e3o de animais positivos para tuberculose ou brucelose - 9,64% a mais do que no ano anterior. Esses n\u00fameros, de acordo com o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat), Darlan Palharini, sinalizam que os criadores est\u00e3o cada vez mais conscientes sobre a import\u00e2ncia da elimina\u00e7\u00e3o dessas zoonoses no Estado.&nbsp;<\/p>\n<p>O valor que coube \u00e0s indeniza\u00e7\u00f5es no setor leiteiro correspondem a mais de 60% do valor utilizado nas quatro cadeias que comp\u00f5em o Fundo (aves, su\u00ednos, pecu\u00e1ria de corte e pecu\u00e1ria de leite) - R$ 6,5 milh\u00f5es. Para o presidente do Fundo, Rog\u00e9rio Kerber, os n\u00fameros demonstram que o Rio Grande do Sul est\u00e1 trabalhando com muita compet\u00eancia para redu\u00e7\u00e3o na incid\u00eancia da tuberculose e da brucelose nos rebanhos. Al\u00e9m disso, para Kerber os dados tamb\u00e9m enfatizam que os criadores v\u00eam trabalhando o saneamento em suas propriedades.&nbsp;<\/p>\n<p>Na ocasi\u00e3o, o Fundesa divulgou o saldo do fundo que fechou o ano em R$ 84,84 milh\u00f5es, com o ingresso de R$ 10,5 milh\u00f5es em contribui\u00e7\u00f5es de produtores e ind\u00fastrias. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Sementes<\/strong><\/p>\n<p>A onda de fus\u00f5es entre as grandes empresas produtoras de sementes no mundo inteiro acabou criando um grupo com seis principais, dentre elas Monsanto, Bayer, BASF, Syngenta, Dow e DuPont.<\/p>\n<p>No entanto, esse movimento de jun\u00e7\u00e3o ocorrido durante as \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas acabou influenciando nos pre\u00e7os das sementes.<\/p>\n<p>De acordo com especialistas da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), uma institui\u00e7\u00e3o formada por 36 pa\u00edses, a agricultura global enfrenta o triplo desafio de aumentar a produtividade, garantindo a sustentabilidade e melhorando a resili\u00eancia e, para atingir esses objetivos, a inova\u00e7\u00e3o na forma de variedades de alto desempenho \u00e9 essencial.<\/p>\n<p>Eles ainda explicam que as sementes usadas pelos agricultores v\u00eam de tr\u00eas fontes diferentes, como aquelas conservadas em fazendas, adquiridas do plantio p\u00fablico e aquelas compradas do setor privado. Nesse \u00faltimo caso, as fus\u00f5es podem causar aumento da concentra\u00e7\u00e3o, que levar\u00e1 a pre\u00e7os de sementes mais altos para os agricultores, reduzir a inova\u00e7\u00e3o e a P &amp; D na ind\u00fastria de sementes e tamb\u00e9m o n\u00famero de escolhas que os agricultores t\u00eam ao escolher variedades.<\/p>\n<p>De acordo com a OCDE, globalmente, 78% da \u00e1rea plantada com soja utiliza variedades geneticamente modificadas. As caracter\u00edsticas de propriedade da Monsanto s\u00e3o particularmente proeminentes, especialmente nos mercados em que menos culturas OGM foram aprovadas. Por outro lado, os dados sobre patentes da CRISPR-Cas9 sugerem que esta nova tecnologia \u00e9 predominantemente dominada por institutos acad\u00eamicos, com alguma presen\u00e7a do Dow DuPont, mas sem uma posi\u00e7\u00e3o forte para as outras empresas multinacionais. (Agrolink)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><em>NO RADAR<\/em><\/div>\n<div><em>Com ou sem subsecretaria, um dos temas que precisar\u00e1 ser tratado \u00e9 o da crise na produ\u00e7\u00e3o de leite, que tem feito n\u00famero expressivo de fam\u00edlias abandonarem a atividade. Na semana passada, o secret\u00e1rio da Agricultura do RS Covatti Filho conversou com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, sobre aquisi\u00e7\u00e3o do governo federal de leite em p\u00f3. A expectativa \u00e9 de que o mecanismo saia em fevereiro. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de janeiro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.898 &nbsp;&nbsp; &nbsp; &nbsp;Sindilat se re\u00fane com a ministra da Agricultura nesta quinta-feira&nbsp;Para levar \u00e0s inst\u00e2ncias federais as pautas do setor leiteiro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/15\/15-01-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/01\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2902","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2902","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2902"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2902\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2903,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2902\/revisions\/2903"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2902"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2902"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2902"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}