{"id":2889,"date":"2019-01-11T19:10:16","date_gmt":"2019-01-11T19:10:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2889"},"modified":"2019-01-11T19:10:16","modified_gmt":"2019-01-11T19:10:16","slug":"11-01-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/11\/11-01-2019\/","title":{"rendered":"11\/01\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 11 de janeiro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.896<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp;&nbsp;Novo cadastro de produtores n\u00e3o impacta na ind\u00fastria de leite<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A partir de ter\u00e7a-feira (15\/1), o Cadastro de Atividade Econ\u00f4mica da Pessoa F\u00edsica (CAEPF) passa a ser obrigat\u00f3rio para produtores rurais. A modalidade substitui o Cadastro Espec\u00edfico do INSS (CEI), obrigat\u00f3rio at\u00e9 14\/1. O secret\u00e1rio executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Leite do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, esclarece que o n\u00famero deste registro n\u00e3o ser\u00e1 utilizado para reten\u00e7\u00e3o do Funrural. \u201cPara isso, continuar\u00e1 sendo usado o n\u00famero do CPF do produtor de leite\u201d, esclarece.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para fazer o cadastro, os produtores contam com aux\u00edlio da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag) e da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), que firmaram conv\u00eanio com alguns sindicatos rurais para evitar o pagamento da taxa de certifica\u00e7\u00e3o digital. A orienta\u00e7\u00e3o, afirmam a tesoureira geral da Fetag, Elisete Hintz, e o assessor da Presid\u00eancia do Sistema Farsul, Lu\u00eds Fernando Cavalheiro Pires, \u00e9 de que os produtores se informem sobre o cadastro com os sindicatos aos quais s\u00e3o associados. \u201cAlgumas empresas j\u00e1 est\u00e3o pedindo o CAEPF, como a BRF Foods e a JBS\u201d, afirma Elisete.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Segundo publica\u00e7\u00e3o do Di\u00e1rio Oficial de 11 de setembro de 2018, a obrigatoriedade da inscri\u00e7\u00e3o vale para quem possua segurado que lhe preste servi\u00e7o, pessoa f\u00edsica n\u00e3o produtor rural que adquire produ\u00e7\u00e3o rural para venda, no varejo, a consumidor pessoa f\u00edsica nos termos do inciso II do \u00a77\u00ba do art. 200 do Regulamento da Previd\u00eancia Social, produtor rural contribuinte individual e segurados especiais.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A quantidade de inscri\u00e7\u00f5es por pessoa f\u00edsica varia de acordo com a natureza da atividade exercida. Se for de natureza rural, haver\u00e1 uma inscri\u00e7\u00e3o para cada im\u00f3vel rural em que se exer\u00e7a atividade econ\u00f4mica. Se a atividade for de natureza urbana, haver\u00e1 uma inscri\u00e7\u00e3o para cada estabelecimento em que se exer\u00e7a atividade econ\u00f4mica, desde que se mantenha empregado vinculado a cada um deles.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O CAEPF \u00e9 administrado pela Receita Federal do Brasil e re\u00fane informa\u00e7\u00f5es das atividades econ\u00f4micas exercidas pela pessoa f\u00edsica. Ele ser\u00e1 utilizado pelos produtores rurais ao prestar as informa\u00e7\u00f5es no eSocial, plataforma que unifica a entrega das informa\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias, trabalhistas e fiscais. <a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/11\/novo-cadastro-de-produtores-nao-impacta-a-industria-de-leite\/\">CLIQUE AQUI<\/a> para acessar as orienta\u00e7\u00f5es para cadastro. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Leite\/NZ&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>O setor l\u00e1cteo \u00e9 um dos principais garantidores do padr\u00e3o de vida e bem-estar da Nova Zel\u00e2ndia e desempenha um papel fundamental no desenvolvimento econ\u00f4mico regional, de acordo com o relat\u00f3rio NZEIR divulgado recentemente.&nbsp;<\/p>\n<p>A diretora executiva da Associa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios da Nova Zel\u00e2ndia (DCANZ), Kimberly Crewther, disse que o trabalho foi encomendado pela DCANZ para responder ao questionamento do Minist\u00e9rio do Com\u00e9rcio Exterior. \u201cMuitas pessoas reconhecem que o setor l\u00e1cteo da Nova Zel\u00e2ndia \u00e9 um grande exportador. O que esse relat\u00f3rio mostra \u00e9 como a receita de NZ$ 17 bilh\u00f5es \u00e9 distribu\u00edda por toda a economia, tanto como receita quanto como impulsionadora da atividade econ\u00f4mica\u201d, diz Crewther.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio concluiu que:<br \/>\n- Houve crescimento de 70% nas exporta\u00e7\u00f5es por vaca desde 2001<br \/>\n- O setor l\u00e1cteo emprega 38.000 pessoas<br \/>\n- A produ\u00e7\u00e3o de leite tem o maior sal\u00e1rio m\u00e9dio entre as agroind\u00fastrias<br \/>\n- O processamento de l\u00e1cteos tem o maior n\u00edvel salarial m\u00e9dio entre as ind\u00fastrias de alimentos da Nova Zel\u00e2ndia<br \/>\n- A produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos \u00e9 o 5\u00ba maior sal\u00e1rio m\u00e9dio feminino entre as 138 ind\u00fastrias da Nova Zel\u00e2ndia<br \/>\n- Menos de 80% da renda do setor l\u00e1cteo \u00e9 gerado em \u00e1reas rurais<br \/>\n- O setor l\u00e1cteo est\u00e1 entre os 10 maiores clientes de um ter\u00e7o de todas as ind\u00fastrias da Nova Zel\u00e2ndia, que representam em seu conjunto, 40% do Produto Interno Bruto (PIB) do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Crewther ressalta que o setor l\u00e1cteo impulsiona atividades econ\u00f4micas e oportunidades de neg\u00f3cios em todas as regi\u00f5es do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Os l\u00e1cteos s\u00e3o grandes geradores de renda, e s\u00e3o respons\u00e1veis por 10% do PIB de Waikato, Southland, West Coast e Taranaki.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>\u00c9 a segunda maior atividade econ\u00f4mica de Northland e Manawatu, e a terceira em Canterbury e Bay of Plenty. O setor tamb\u00e9m est\u00e1 altamente ligado \u00e0 economia Maori, e cerca de 10% dos ativos da ind\u00fastria s\u00e3o de propriedade dos Maoris.<\/p>\n<p>\u00c9 importante que as regi\u00f5es da Nova Zel\u00e2ndia continuem a se desenvolver em torno dos principais centros. As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos oferecem oportunidades nas principais cidades para pessoas de diversas \u00e1reas, indo da ci\u00eancia \u00e0 engenharia, passando inclusive por administra\u00e7\u00e3o e gerenciamento\u201d.&nbsp; (Dairy News \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p><strong>Pico de produ\u00e7\u00e3o de leite foi em dezembro no Brasil Central e regi\u00e3o Sudeste<\/strong><\/p>\n<p>Os pre\u00e7os do leite ao produtor ca\u00edram pelo quarto m\u00eas consecutivo. Segundo levantamento da Scot Consultoria, a m\u00e9dia nacional ficou em R$1,138 por litro, sem o frete. No pagamento realizado em dezembro\/18, houve recuo de 3,0% frente ao pagamento anterior.&nbsp; Fazendo um balan\u00e7o do ano, de janeiro a julho o pre\u00e7o m\u00e9dio nacional subiu 21,3% e de l\u00e1 para c\u00e1 caiu 8,7%. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2017, o produtor est\u00e1 recendo 9,6% a mais este ano.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o em alta, a demanda interna caminhando sem muitas novidades e o grande volume de leite em p\u00f3 importado, que pressiona os pre\u00e7os do produto no mercado interno, s\u00e3o os principais fatores de baixa. Do lado da capta\u00e7\u00e3o, a produ\u00e7\u00e3o nacional cresceu 0,7% em novembro, na compara\u00e7\u00e3o mensal, segundo o \u00cdndice Scot Consultoria de Capta\u00e7\u00e3o. Em dezembro, o aumento foi de 0,1%, frente \u00e0 capta\u00e7\u00e3o no m\u00eas anterior.&nbsp;<\/p>\n<p>As maiores m\u00e9dias di\u00e1rias em termos de capta\u00e7\u00e3o de leite foram registradas nas primeiras semanas de dezembro. Foi o pico de produ\u00e7\u00e3o em importantes bacias como Minas Gerais, Goi\u00e1s e S\u00e3o Paulo. Para o pagamento a ser realizado em janeiro\/19, que remunera a produ\u00e7\u00e3o entregue em dezembro\/18, 68% dos latic\u00ednios pesquisados pela Scot Consultoria acreditam em queda no pre\u00e7o do leite e os 32% restantes falam em manuten\u00e7\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o ao pagamento anterior.<\/p>\n<p>No Brasil Central e regi\u00e3o Sudeste o vi\u00e9s \u00e9 de manuten\u00e7\u00e3o, segundo a maioria das empresas consultadas, mas quedas n\u00e3o est\u00e3o descartadas. J\u00e1 no Nordeste, com as chuvas e produ\u00e7\u00e3o de leite aumentado, 92% dos latic\u00ednios acreditam em queda no pre\u00e7o pago ao produtor no pagamento a ser realizado em janeiro\/19. Para fevereiro, o tom do mercado \u00e9 de estabilidade a ligeira alta no pre\u00e7o do leite para o produtor. (Scot Consultoria)<\/p>\n<p><strong>Nova gest\u00e3o no gado Jersey inicia suas atividades no Rio Grande do Sul&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p>Iniciando as atividades de 2019, a Associa\u00e7\u00e3o de Criadores de Gado Jersey do Estado (Acgjrs) ir\u00e1 realizar no pr\u00f3ximo dia 23 de janeiro, a primeira reuni\u00e3o da nova gest\u00e3o. A reuni\u00e3o acontecer\u00e1 \u00e0s 19 horas na sede da entidade em Pelotas, e deve colocar em pauta o planejamento para 2019, al\u00e9m da posse do Conselho T\u00e9cnico.&nbsp;<\/p>\n<p>A nova gest\u00e3o foi eleita em dezembro para o bi\u00eanio 2019\/2020, tendo como presidente Darcy Bitencourt, que at\u00e9 ent\u00e3o era diretor de fomentos da associa\u00e7\u00e3o. Bitencourt, que tamb\u00e9m \u00e9 pesquisador da Embrapa Clima Temperado e coordenador do Centro de Recria de Bovinos Jersey, afirma que seu principal objetivo \u00e9 o resgate da participa\u00e7\u00e3o dos associados. \"Aceitei esse desafio pensando no desenvolvimento da ra\u00e7a Jersey no Estado. Precisamos avan\u00e7ar em v\u00e1rios sentidos, principalmente na busca de recursos e na participa\u00e7\u00e3o efetiva dos criadores. Nosso primeiro objetivo \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o dos associados\", destaca o presidente.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo Bitencourt, uma das primeiras a\u00e7\u00f5es da nova diretoria para 2019 ser\u00e1 uma parceria com agropecu\u00e1rias para oferecer descontos especiais em todos os produtos para associados da entidade. Esta a\u00e7\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 sendo concretizada, com parcerias firmadas com agropecu\u00e1rias de Pelotas, que oferecem descontos aos associados. A ideia \u00e9 fazer o mesmo em outros munic\u00edpios que tenham n\u00famero expressivo de criadores de Jersey, como na Regi\u00e3o de Santa Maria. (Jornal do Com\u00e9rcio)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><br style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">EUA: produtores querem que governo distribua excedente de queijo no pa\u00eds<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Um grupo de produtores de queijo dos Estados Unidos est\u00e1 pedindo para o governo distribuir o produto que est\u00e1 armazenado em c\u00e2maras refrigeradas para ajudar a impulsionar os pre\u00e7os de leite. \"Com o pre\u00e7o do leite em m\u00ednimas hist\u00f3ricas, \u00e9 necess\u00e1rio que esse excedente seja liquidado para impulsionar o setor\", disse a Coaliz\u00e3o Americana de L\u00e1cteos, em carta endere\u00e7ada ao presidente Donald Trump. O grupo, que representa grandes companhias do setor, alega que tarifas retaliat\u00f3rias impostas sobre produtos norte-americanos contribu\u00edram para o excesso de oferta de queijo. Cerca de 635 mil toneladas do produto est\u00e3o armazenadas em c\u00e2maras refrigeradas nos EUA.&nbsp; (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Estad\u00e3o Conte\u00fado)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 11 de janeiro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.896 &nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;Novo cadastro de produtores n\u00e3o impacta na ind\u00fastria de leite&nbsp;A partir de ter\u00e7a-feira (15\/1), o Cadastro de Atividade Econ\u00f4mica da <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/11\/11-01-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/01\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2889","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2889","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2889"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2889\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2896,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2889\/revisions\/2896"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2889"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2889"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2889"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}