{"id":2881,"date":"2019-01-07T18:59:56","date_gmt":"2019-01-07T18:59:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2881"},"modified":"2019-01-07T18:59:56","modified_gmt":"2019-01-07T18:59:56","slug":"07-01-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/07\/07-01-2019\/","title":{"rendered":"07\/01\/2019"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 07 de janeiro de 2019<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.892<\/em><\/strong><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<strong>&nbsp; &nbsp;Argentina: importa\u00e7\u00f5es de produtos brasileiros caem para US$ 2,7 bilh\u00f5es<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A crise que afetou duramente a Argentina em 2018 n\u00e3o poderia passar sem deixar rastros no Brasil, j\u00e1 que o pa\u00eds vizinho \u00e9 um dos nossos maiores parceiros comerciais - e o principal na Am\u00e9rica do Sul. Entre 2017 e 2018, segundo o extinto Minist\u00e9rio de Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio (Mdic), houve queda de 15,14% nas exporta\u00e7\u00f5es brasileiras para os hermanos. Foram cerca de US$ 2,7 bilh\u00f5es a menos em vendas.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">As exporta\u00e7\u00f5es, que vinham em um crescente nos \u00faltimos tr\u00eas anos, retrocederam de US$ 17,62 bilh\u00f5es, em 2017, para US$ 14,9 bilh\u00f5es em 2018. Com a economia do Brasil mais aquecida e o peso desvalorizado, as importa\u00e7\u00f5es brasileiras tiveram alta de 17%, alcan\u00e7ando US$ 11,05 bilh\u00f5es (US$ 1,65 bilh\u00e3o extra em rela\u00e7\u00e3o a 2017), o que levou o super\u00e1vit com o pa\u00eds vizinho a cair de US$ 8,18 bilh\u00f5es para US$ 3,9 bilh\u00f5es.<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No setor automotivo e de m\u00e1quinas agr\u00edcolas, a desacelera\u00e7\u00e3o nos embarques brasileiros para a Argentina ocorreu de forma expressiva e deve continuar. Ao longo de 2018, a queda nas exporta\u00e7\u00f5es de ve\u00edculos para o pa\u00eds vizinho alcan\u00e7ou diferentes segmentos. Houve retra\u00e7\u00e3o nas vendas de ve\u00edculos de passageiros (-19,8%), de cargas (-40,5%) e de tratores (-29,9%) - este com parte da produ\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul. Os dados do governo federal mostram, ainda, queda em setores de consumo pessoal, como de cal\u00e7ados, com retra\u00e7\u00e3o de 5,2%.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O baque nos neg\u00f3cios por aqui s\u00f3 n\u00e3o foi sentido com mais for\u00e7a porque o Brasil, ao contr\u00e1rio da Argentina, vive um momento de suave retomada e de retorno \u00e0s compras. E vale lembrar que, ao contr\u00e1rio da China, por exemplo, a Argentina compra do Brasil principalmente produtos manufaturados, com maior valor agregado. Presidente do Sindicato das Ind\u00fastrias de M\u00e1quinas e Implementos Agr\u00edcolas no Rio Grande do Sul (Simers), Claudio Bier ressalta que boa parte da redu\u00e7\u00e3o nos neg\u00f3cios se deve, tamb\u00e9m, \u00e0 decis\u00e3o das pr\u00f3prias empresas brasileiras de n\u00e3o correr riscos maiores de inadimpl\u00eancia.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">\"Com mais esta crise argentina, volta o medo de muitos empres\u00e1rios de vender e levar calote. Por isso a elevada queda nas vendas, que se soma, tamb\u00e9m, \u00e0 maior dificuldade de compra por parte dos importadores de l\u00e1\", pondera Bier.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Para o economista da Farsul, Ant\u00f4nio da Luz, o com\u00e9rcio bilateral \u00e9 afetado especialmente pela desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial do peso. Luz avalia que, com a expressiva queda na cota\u00e7\u00e3o do peso ante o d\u00f3lar, a moeda argentina vale muito pouco atualmente. Hoje, s\u00e3o necess\u00e1rios cerca de 40 pesos para comprar U$S 1.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">\"Para eles, os produtos brasileiros, em geral, est\u00e3o custando mais caro do que antes da crise. Importar de qualquer pa\u00eds, e n\u00e3o apenas de n\u00f3s, se tornou mais caro para o argentino\", explica o economista.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Luz explica, ainda, que, com os atuais juros elevados da Argentina, o empres\u00e1rio que quiser importar e usar parte dos recursos do sistema financeiro e cr\u00e9dito para importa\u00e7\u00e3o ter\u00e1 de arcar com uma taxa pr\u00f3xima de 60% ao ano, o que limita muito as grandes aquisi\u00e7\u00f5es. Por outro lado, diz o economista, essa desvaloriza\u00e7\u00e3o torna o produto argentino mais barato, apesar de a infla\u00e7\u00e3o no pa\u00eds estar em alta.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">\"Isso d\u00e1, em parte, mais competitividade no produto argentino, tal como vinho, trigo, leite, arroz, produtos que s\u00e3o da natureza exportadora deles. Ent\u00e3o, exportar, para eles, est\u00e1 um pouco mais f\u00e1cil\", explica Luz.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Segundo o secret\u00e1rio executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados, Darlan Palharini, a eleva\u00e7\u00e3o no valor do leite em p\u00f3 nas cota\u00e7\u00f5es internacionais - de quase 8% no in\u00edcio deste ano - \u00e9 um risco para o setor brasileiro. \"Na venda do leite l\u00edquido propriamente dito, n\u00e3o h\u00e1 maiores problemas, porque a Argentina consome quase tudo o que produz. O perigo est\u00e1 no leite em p\u00f3\", avalia Palharini. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Perspectivas do USDA sobre o mercado l\u00e1cteo da Oceania \u2013 Relat\u00f3rio 01 de 03\/01\/2019<\/strong><\/p>\n<p>A atividade comercial na Austr\u00e1lia est\u00e1 muito fraca nesse per\u00edodo do ano em decorr\u00eancia de diversos feriados, constituindo um per\u00edodo de f\u00e9rias. Chuvas recentes em algumas partes da Austr\u00e1lia aumentaram a esperan\u00e7a de que se possa produzir leite com menor esfor\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de feno no Norte da Austr\u00e1lia \u00e9 vista com maior otimismo. Mesmo com a melhora na produ\u00e7\u00e3o de feno, ainda persistem preocupa\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 disponibilidade no Norte, com poss\u00edvel necessidade de se importar do Sul. A umidade elevada prejudicou alguns fardos de feno. Na Austr\u00e1lia Ocidental existem relatos de que o feno est\u00e1 com bom crescimento, e que j\u00e1 est\u00e1 sendo cortado para enfardamento. Em janeiro, na Austr\u00e1lia, a redu\u00e7\u00e3o do volume de leite depois do pico est\u00e1 dentro da normalidade. Parece, no entanto, que a produ\u00e7\u00e3o sazonal total ficar\u00e1 menor do que a da temporada passada, mesmo com melhoria do tempo e maior disponibilidade de volumosos.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia, em novembro de 2018, foi de 3 milh\u00f5es de toneladas, registrando aumento de 1% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de novembro de 2017. Os s\u00f3lidos totais do leite subiram 2,3% na mesma compara\u00e7\u00e3o, ficando em 248,2 milh\u00f5es de quilos. Outubro \u00e9 o m\u00eas de maior produ\u00e7\u00e3o de s\u00f3lidos na temporada, mas, os cinco principais meses terminam em fevereiro. Faltam, portanto, dois meses a serem contabilizados. (Usda \u2013 Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 470px; height: 235px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3186\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 650px; height: 472px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3187\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong>Balan\u00e7a comercial: cai o ritmo das importa\u00e7\u00f5es!<\/strong><\/p>\n<p>Na sexta-feira passada (04\/01\/19), foram divulgados os dados da balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em dezembro de 2018. Segundo dados da SECEX, no mercado l\u00e1cteo, as importa\u00e7\u00f5es somaram o equivalente de 88,1 milh\u00f5es de litros, menor valor mensal desde junho de 2018. Comparados aos 148,9 milh\u00f5es de litros internalizados em novembro, ocorreu uma redu\u00e7\u00e3o de 40,8% no volume importado. Todavia, o n\u00famero \u00e9 ainda 15% mais elevado do que as importa\u00e7\u00f5es verificadas em dez\/2017.<\/p>\n<p>O volume exportado em dez\/18 foi de 12,9 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, 12% maior que nov\/18 e 1,4% maior que dez\/17. Confira a evolu\u00e7\u00e3o do saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos no gr\u00e1fico 1.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos no Brasil. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 450px; height: 337px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3188\" alt=\"\"><\/p>\n<p>A quantidade de leite em p\u00f3 integral (LPI) importada desacelerou no \u00faltimo m\u00eas do ano, caindo pela metade. As 4,2 mil toneladas representaram uma redu\u00e7\u00e3o 4,3 mil toneladas em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas de novembro. Para o leite em p\u00f3 desnatado (LPD), as 2,5 mil toneladas representam uma diminui\u00e7\u00e3o de 39% em rela\u00e7\u00e3o as 4,2 mil toneladas importadas em nov\/18. Ao compararmos com dez\/17, a quantidade importada em dez\/18 foi praticamente a mesma.<\/p>\n<p>Analisando a origem do leite em p\u00f3 importado pelo Brasil, verifica-se que das 6,8 mil toneladas importadas de leites em p\u00f3, 6,4 mil toneladas foram do Mercosul \u2013 80% do volume importado veio da Argentina e 20% do Uruguai, como mostra o gr\u00e1fico 2.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Distribui\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 importado pelo Brasil, considerando apenas a quantidade importada da Argentina e do Uruguai. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 400px; height: 276px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3189\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m para a manteiga (419 toneladas) e o soro de leite em p\u00f3 (645 toneladas), ocorreu uma diminui\u00e7\u00e3o na importa\u00e7\u00e3o de dez\/18 em rela\u00e7\u00e3o a novembro, de 38% e 54% respectivamente.<\/p>\n<p>Um dos fatores para essa redu\u00e7\u00e3o de importa\u00e7\u00e3o foi a alta do d\u00f3lar. De acordo com dados do Banco Central do Brasil, o valor m\u00e9dio negociado do d\u00f3lar em dez\/18 foi de 3,89 R$\/d\u00f3lar, contra 3,79 R$\/d\u00f3lar em nov\/18, com a diferen\u00e7a cambial contribuindo como um fator limitante \u00e0s importa\u00e7\u00f5es no per\u00edodo. Confira o detalhamento da balan\u00e7a comercial por produto na tabela 1.<\/p>\n<p>Tabela 1. Balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em novembro de 2018. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 700px; height: 306px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3190\" alt=\"\"><br \/>\n(Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div><br style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Novo comando nos EUA e na EU<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Os pesquisadores Alexandre Costa Varella, da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul, de Bag\u00e9, e Vin\u00edcius Pereira Guimar\u00e3es, da Embrapa Caprinos e Ovinos, de Sobral (CE), ser\u00e3o os novos coordenadores dos Laborat\u00f3rios Virtuais da Embrapa no Exterior (Labex) nos Estados Unidos e na Europa, respectivamente. Nas fun\u00e7\u00f5es, que assumir\u00e3o durante o ano, eles dever\u00e3o prospectar e captar sinais de mudan\u00e7as na ci\u00eancia e tecnologia agropecu\u00e1ria mundial para antecipar riscos e oportunidades. (Correio do Povo)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 07 de janeiro de 2019&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 13 - N\u00b0 2.892 &nbsp;&nbsp; &nbsp;Argentina: importa\u00e7\u00f5es de produtos brasileiros caem para US$ 2,7 bilh\u00f5esA crise que afetou duramente a Argentina em 2018 n\u00e3o poderia <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2019\/01\/07\/07-01-2019\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/01\/2019\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2881","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2881","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2881"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2881\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2882,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2881\/revisions\/2882"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2881"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2881"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2881"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}