{"id":2872,"date":"2018-12-28T16:54:48","date_gmt":"2018-12-28T16:54:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2872"},"modified":"2018-12-28T16:54:48","modified_gmt":"2018-12-28T16:54:48","slug":"28-12-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/28\/28-12-2018\/","title":{"rendered":"28\/12\/2018"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 28 de dezembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.888<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>&nbsp; &nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: justify;\">Setor l\u00e1cteo: hora de renovar e inovar<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Os desafios impostos \u00e0 cadeia leiteira no ano que se encerra foram os mesmos que deixaram evidente a grande potencialidade do setor. Relembrando que a mais abrangente greve dos caminhoneiros atingiu em cheio nossas ind\u00fastrias e nossos produtores e nos levou a questionar sobre a log\u00edstica do setor, a pensar em formas de inovar, de produzir diferente e de sermos mais competitivos. Ingressamos em 2019 com otimismo renovado frente ao cen\u00e1rio pol\u00edtico-econ\u00f4mico que se desenha, apostando no potencial do segmento que s\u00f3 no RS \u00e9 respons\u00e1vel por 2,81% do PIB, e comemorando a retomada de nosso Estado na segunda coloca\u00e7\u00e3o nacional na produ\u00e7\u00e3o de leite. S\u00e3o 4,55 bilh\u00f5es de litros\/ano, ou 13,6% da produ\u00e7\u00e3o de todo o Pa\u00eds.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No ano em que completamos 50 anos de atua\u00e7\u00e3o em prol do desenvolvimento do setor l\u00e1cteo ga\u00facho, temos pela frente uma grande miss\u00e3o, que \u00e9 a de elevar o n\u00edvel de competitividade na cadeia produtiva. Estamos longe dos grandes centros de consumo e precisamos de estrat\u00e9gias para alcan\u00e7\u00e1-la de uma forma vi\u00e1vel. Uma de nossas a\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias, que em 2018 se consolidou como uma bandeira, \u00e9 o fomento \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es. Somos agente de negocia\u00e7\u00f5es em Bras\u00edlia para garantir a abertura de mercados e a defini\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es para exporta\u00e7\u00e3o de leite, medida essencial para estabilizarmos a produ\u00e7\u00e3o no Sul, regi\u00e3o reconhecida pelo excelente controle sanit\u00e1rio e por ter os rebanhos mais testados para brucelose e tuberculose do Pa\u00eds. Alicer\u00e7ados no trabalho realizado com a Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira, nossa meta \u00e9 fazer com que Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paran\u00e1 respondam, at\u00e9 2025, por 50% da produ\u00e7\u00e3o nacional de leite. Mais do que volume, acreditamos na excel\u00eancia de nossos produtos e na atra\u00e7\u00e3o por consumidores de diferentes pa\u00edses. Para alcan\u00e7armos esse objetivo, precisamos da sensibilidade dos governos de diferentes esferas no atendimento de nossas mazelas para ganharmos competitividade e enfrentarmos o Mercosul. Assim como os governos, nos comprometemos com o crescimento do Brasil e fazemos o dever de casa ao trabalharmos pelo desenvolvimento de uma atividade que no Rio Grande do Sul envolve diretamente 65 mil fam\u00edlias. (Alexandre Guerra - Presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados\/RS - Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Canal facilita as den\u00fancias<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>A Secretaria da Agricultura disponibiliza nos pr\u00f3ximos dias, em local de destaque na p\u00e1gina inicial do seu site, um canal para o consumidor fazer den\u00fancias referentes a produtos de origem animal. A medida foi encaminhada em reuni\u00e3o da coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Consumidor e da Ordem Econ\u00f4mica do Minist\u00e9rio P\u00fablico, Caroline Vaz, com diretores de frigor\u00edficos, chefes de inspe\u00e7\u00e3o e fiscais.&nbsp;<\/p>\n<p>O diretor-geral da secretaria, Ant\u00f4nio Machado de Aguiar, explica que o canal j\u00e1 estava dispon\u00edvel, mas agora ser\u00e1 melhor divulgado. Podem ser denunciadas irregularidades como produtos com problemas, abates clandestinos, m\u00e1 conserva\u00e7\u00e3o e armazenamento de alimentos e com\u00e9rcio em locais impr\u00f3prios. A ind\u00fastria pode apontar procedimentos inadequados de profissionais da secretaria ou encaminhar questionamentos. (Correio do Povo)<\/p>\n<p><strong>Ven\u00e2ncio Aires ter\u00e1 Centro Tecnol\u00f3gico<\/strong><\/p>\n<p>O munic\u00edpio de Ven\u00e2ncio Aires receber\u00e1 um investimento de R$ 3 milh\u00f5es para a implanta\u00e7\u00e3o do Centro de Voca\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica (CVT) de Produ\u00e7\u00e3o de Prote\u00edna Animal. Deste valor, 2,1 milh\u00f5es se direcionam \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um pr\u00e9dio com espa\u00e7o f\u00edsico de 911 metros quadrados. O centro ser\u00e1 erguido em \u00e1rea da antiga Funda\u00e7\u00e3o Ambiental de Ven\u00e2ncio Aires (Favan), em Linha Ponte Queimada.&nbsp;<\/p>\n<p>O novo espa\u00e7o ser\u00e1 usado para pesquisa e extens\u00e3o voltadas ao desenvolvimento regional e tamb\u00e9m para promo\u00e7\u00e3o e oferta de servi\u00e7os que fortale\u00e7am os sistemas produtivos locais. A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) foi a respons\u00e1vel pela elabora\u00e7\u00e3o do projeto do CVT, que ser\u00e1 concebido de acordo com as diretrizes do Programa de Apoio \u00e0 Implanta\u00e7\u00e3o e \u00e0 Moderniza\u00e7\u00e3o dos Centros Vocacionais Tecnol\u00f3gicos do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia, Inova\u00e7\u00f5es e Comunica\u00e7\u00f5es. A instala\u00e7\u00e3o se tornar\u00e1 uma refer\u00eancia regional, e at\u00e9 mesmo estadual, por concentrar uma s\u00e9rie de estudos tecnol\u00f3gicos e prever a transfer\u00eancia de pr\u00e1ticas validadas por pesquisas ali desenvolvidas.<\/p>\n<p>As obras devem iniciar em maio de 2019. \u201c\u00c9 um projeto grandioso para o desenvolvimento do setor prim\u00e1rio e com certeza garantir\u00e1 novos caminhos para a nossa produ\u00e7\u00e3o rural\u201d, afirma o prefeito de Ven\u00e2ncio Aires, Giovane Wickert. J\u00e1 o pr\u00f3-reitor de Extens\u00e3o e Rela\u00e7\u00f5es Comunit\u00e1rias da Unisc, \u00c2ngelo Hoff, destaca que as a\u00e7\u00f5es p\u00fablicas como a da implanta\u00e7\u00e3o do Centro s\u00e3o importantes para o desenvolvimento de toda a regi\u00e3o. \u201cO Vale do Rio Pardo tem potencial para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos\u201d, destaca. \u201cEsperamos que na pr\u00f3xima d\u00e9cada Ven\u00e2ncio Aires se consolide como um grande polo de prote\u00edna no pa\u00eds.\u201d (Correio do Povo)<\/p>\n<p><strong>Emater\/RS: campos nativos continuam com boa brota\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O milho, que j\u00e1 vinha apresentando sintomas de estresse h\u00eddrico em algumas lavouras, foi beneficiado pelas precipita\u00e7\u00f5es que ocorrem em diversas regi\u00f5es produtoras no Estado. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater\/RS-Ascar ontem, quinta-feira (27\/12), no Norte do Estado e nas regi\u00f5es da Produ\u00e7\u00e3o, Nordeste, Noroeste Colonial, Celeiro e Alto Jacu\u00ed, as chuvas ocorridas devolveram a normalidade \u00e0 cultura e trouxeram al\u00edvio ao quadro preocupante que se avistava, de redu\u00e7\u00e3o na produtividade.<\/p>\n<p>J\u00e1 nas regi\u00f5es do Alto da Serra do Botucara\u00ed e Vale do Rio Pardo, o milho no geral apresenta \u00f3timo potencial produtivo, sobretudo nas lavouras em enchimento de gr\u00e3os, que t\u00eam seu potencial produtivo favorecido pelas chuvas, mas principalmente pelo trabalho desenvolvido pela Emater\/RS-Ascar de manejo e conserva\u00e7\u00e3o do solo que, comprovadamente neste per\u00edodo de estiagem, mant\u00e9m as lavouras com boa umidade no solo, evitando perdas aos produtores.<\/p>\n<p>As lavouras de milho j\u00e1 implantadas no Estado alcan\u00e7am 95% da \u00e1rea total, estimada em aproximadamente 740 mil hectares. Atualmente, 27% das \u00e1reas est\u00e3o em desenvolvimento vegetativo, 18% em flora\u00e7\u00e3o, 45% em enchimento de gr\u00e3os, 9% das lavouras est\u00e3o maduras e por colher e 1% da \u00e1rea j\u00e1 foi colhida.<\/p>\n<p>As precipita\u00e7\u00f5es dos \u00faltimos per\u00edodos tamb\u00e9m amenizaram o d\u00e9ficit h\u00eddrico nas lavouras de soja, em especial no Norte do Estado. J\u00e1 em munic\u00edpios das regi\u00f5es da Fronteira Oeste e Campanha, a chuva da semana prejudicou os trabalhos de finaliza\u00e7\u00e3o do plantio de algumas \u00e1reas e o desenvolvimento das \u00e1reas j\u00e1 plantadas. Percebem-se problemas fitossanit\u00e1rios e a necessidade de alguns replantes das lavouras devido \u00e0 alta umidade do solo. Em alguns munic\u00edpios das regi\u00f5es da Fronteira Noroeste e Miss\u00f5es, foram identificados diversos focos de ferrugem asi\u00e1tica, sendo antecipado o controle com fungicidas, o que vai acarretar um aumento de aplica\u00e7\u00f5es nesta safra que se inicia. Restando poucas \u00e1reas a serem implantadas, a cultura avan\u00e7a no Estado, com 89% das lavouras na fase de germina\u00e7\u00e3o e desenvolvimento vegetativo, 10% em flora\u00e7\u00e3o e 1% em enchimento de gr\u00e3os.<\/p>\n<p><u>Pastagens e cria\u00e7\u00f5es&nbsp;<\/u><br \/>\nOs campos nativos de maneira geral continuam com boa brota\u00e7\u00e3o e a produ\u00e7\u00e3o de forragem est\u00e1 proporcionando grande disponibilidade de pastos com alta qualidade nutricional, proporcionando assim melhores condi\u00e7\u00f5es nutricionais para os animais. Os produtores est\u00e3o adequando a lota\u00e7\u00e3o animal dos potreiros de pastagens naturais, conforme a disponibilidade de oferta de forragem para os rebanhos. Alguns produtores aproveitam para realizar ro\u00e7adas.<\/p>\n<p>As temperaturas elevadas e a volta das chuvas est\u00e3o contribuindo para o bom desenvolvimento das pastagens anuais e perenes de ver\u00e3o, assim como das lavouras de milho destinadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de silagem.<\/p>\n<p>O produtor de leite deve estar atento ao bem-estar animal com vistas ao melhor desempenho do rebanho, pois o calor em maior intensidade pode causar estresse, o que reduz a produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 que os animais consomem menos alimentos durante o pastejar. Para compensar a menor ingesta de alimentos, os produtores aumentam a oferta de silagem, feno, gr\u00e3os, farelos e ra\u00e7\u00e3o no cocho. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Emater\/RS, resumidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Procura grande, cr\u00e9dito restrito<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A poucos dias de encerrar a atual gest\u00e3o, o Minist\u00e9rio da Agricultura apresenta balan\u00e7o de diferentes \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o. Uma delas \u00e9 a de cr\u00e9dito rural. Segundo a pasta, as opera\u00e7\u00f5es do Plano Agr\u00edcola e Pecu\u00e1rio 2018-2019 cresceram 19% entre julho e novembro, na compara\u00e7\u00e3o com igual per\u00edodo da safra anterior, alcan\u00e7ando a cifra de R$ 75,36 bilh\u00f5es. Todas as modalidades tiveram alta. E, ainda que a maior quantia liberada seja para custeio (R$ 43,4 bilh\u00f5es), linhas de investimento e comercializa\u00e7\u00e3o tiveram o maior aumento: 19%. Anunciado em junho, o Plano Safra da agricultura empresarial prev\u00ea R$ 194,37 bilh\u00f5es. Uma parte, R$ 32,3 bilh\u00f5es, \u00e9 de juro livre (negociado entre institui\u00e7\u00e3o financeira e produtor). No in\u00edcio do m\u00eas, a coluna mostrou que a procura por cr\u00e9dito com juro controlado fez o or\u00e7amento do segundo semestre ser atingido antes do final do ano. Na pr\u00e1tica, deixou como op\u00e7\u00e3o s\u00f3 as linhas de juro livre. (Zero Hora)<\/span><\/em><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de dezembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.888 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Setor l\u00e1cteo: hora de renovar e inovarOs desafios impostos \u00e0 cadeia leiteira no ano que se encerra foram os mesmos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/28\/28-12-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/12\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2872","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2872","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2872"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2872\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2873,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2872\/revisions\/2873"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2872"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2872"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2872"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}