{"id":2870,"date":"2018-12-27T17:27:46","date_gmt":"2018-12-27T17:27:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2870"},"modified":"2018-12-27T17:27:46","modified_gmt":"2018-12-27T17:27:46","slug":"27-12-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/27\/27-12-2018\/","title":{"rendered":"27\/12\/2018"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 27 de dezembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.887<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;Mercado dom\u00e9stico volta a concentrar apostas<\/strong><\/p>\n<p>Mais uma vez o agroneg\u00f3cio brasileiro dormir\u00e1 no dia 31 de dezembro \u00e0 espera de um ano novo melhor no mercado dom\u00e9stico. E quando acordar em 1\u00ba de janeiro, dia da posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), o setor espera ouvir dos integrantes do novo governo que reformas importantes como a previdenci\u00e1ria ter\u00e3o prosseguimento para que o pa\u00eds volte a crescer de forma consistente, com reflexos positivos sobre o consumo.&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda que Papai Noel j\u00e1 tenha se acostumado com esse recorrente pedido - e tenha dado de ombros nos \u00faltimos anos -, h\u00e1 algum tempo produtores rurais e agroind\u00fastrias n\u00e3o esperam tanto que ele seja atendido. Como as incertezas no front externo se avolumaram em 2018 e as diversas disputas comerciais em curso criam espa\u00e7o para surpresas internacionais, nada melhor do que uma demanda interna firme para que 2019 seja de fato pr\u00f3spero.<\/p>\n<p>Em seu estudo \"Perspectivas para o agroneg\u00f3cio brasileiro\", o Rabobank real\u00e7a a import\u00e2ncia que o mercado dom\u00e9stico ter\u00e1 para o setor no ano. \"A incerteza \u00e9 grande no \u00e2mbito externo, inclusive no que se refere ao ritmo da recupera\u00e7\u00e3o americana. Nesse contexto, o cen\u00e1rio \u00e9 menos favor\u00e1vel para o Brasil, o que amplia a necessidade de o pa\u00eds fazer sua li\u00e7\u00e3o de casa o mais rapidamente poss\u00edvel. Ainda temos um problema fiscal que n\u00e3o foi resolvido\", diz Maur\u00edcio Oreng, economista-chefe do Rabobank no Brasil e um dos autores do trabalho - que tamb\u00e9m \u00e9 assinado por Adolfo Fontes, Andr\u00e9s Padilla, Andy Duff, Beatriz Fabrini, Fernando Gomes, Guilherme Morya, Matheus Almeida e Victor Ikeda.<\/p>\n<p>Para a safra 2018\/19 de gr\u00e3os, que j\u00e1 come\u00e7ou a ser colhida e poder\u00e1 alcan\u00e7ar o recorde hist\u00f3rico de 238,4 milh\u00f5es de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o crescimento de 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 previsto pelo Rabobank, \"consistente com uma paulatina recupera\u00e7\u00e3o do emprego e, consequentemente, do consumo interno\", ser\u00e1 muito bem-vindo. N\u00e3o s\u00f3 para produtos b\u00e1sicos como arroz e feij\u00e3o, que dependem quase que exclusivamente do apetite dos brasileiros, mas tamb\u00e9m para soja, milho e at\u00e9 o algod\u00e3o, que t\u00eam no Brasil um dos l\u00edderes mundiais em exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Victor Ikeda lembra que a guerra comercial entre Estados Unidos e China beneficiou especialmente os embarques brasileiros de soja e algod\u00e3o em 2018, mas que houve sinais de arrefecimento das rusgas nas \u00faltimas semanas e h\u00e1 muitas d\u00favidas sobre o que poder\u00e1 acontecer nessa terra onde os fracos n\u00e3o t\u00eam vez. Certo \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o de soja caminha para uma nova marca hist\u00f3rica e a de milho vai se recuperar ap\u00f3s as intemp\u00e9ries da temporada 2017\/18, e \u00e9 vital que a demanda por carnes se mantenha forte para que bons volumes se transformem em ra\u00e7\u00e3o para alimentar aves e su\u00ednos.<\/p>\n<p>Da mesma forma que os cotonicultores desejam \u00e0 ind\u00fastria t\u00eaxtil brasileira tudo do bom e do melhor para 2019, os agricultores com foco em soja e milho torcem para que os frigor\u00edficos n\u00e3o enfrentem tanto problemas como neste ano, ainda de demanda dom\u00e9stica menor que a desejada, de uma greve dos caminhoneiros que afetou sobretudo a cadeia do frango e de barreiras de importadores em decorr\u00eancia de problemas sanit\u00e1rios identificados pela Opera\u00e7\u00e3o Carne Fraca e suas etapas subsequentes. \"Para aves e su\u00ednos, o primeiro semestre de 2018 foi muito ruim, com pre\u00e7os baixo e custos inflados pela alta dos gr\u00e3os. Esperamos uma recupera\u00e7\u00e3o moderada em 2019\", afirma Adolfo Fontes.<\/p>\n<p>A princ\u00edpio, as perspectivas s\u00e3o melhores para as exporta\u00e7\u00f5es, sobretudo para a China, mas a amea\u00e7a do governo Bolsonaro de mudar a sede da embaixada brasileira em Israel de Tel-Aviv para Jerusal\u00e9m poder\u00e1 criar embara\u00e7os com os pa\u00edses \u00e1rabes, importantes importadores de carne de frango halal. A China, por sinal, poder\u00e1 provocar grandes mudan\u00e7as no mercado global de carnes no ano que vem. Maior produtor e consumidor de carne su\u00edna do mundo, o pa\u00eds sofre com a prolifera\u00e7\u00e3o de peste su\u00edna africana e poder\u00e1 n\u00e3o s\u00f3 ampliar as importa\u00e7\u00f5es, mas passar por uma transforma\u00e7\u00e3o em seu \"mix\" de consumo, o que poder\u00e1 favorecer inclusive a carne bovina - junto com Hong Kong, a China j\u00e1 \u00e9 a maior importadora de carne bovina do Brasil.<\/p>\n<p>Ainda no segmento de prote\u00ednas animais, o leite \u00e9 outro produto que ser\u00e1 beneficiado se a economia brasileira entrar no prumo. Itens como queijos desafiaram a crise e avan\u00e7aram no mercado nos \u00faltimos anos, mas de uma maneira geral o consumo n\u00e3o empolgou e as margens dos latic\u00ednios foram apertadasem 2018, observa Andr\u00e9s Padilla. O analista tamb\u00e9m acompanha o mercado de suco de laranja, outro que depender\u00e1 da continuidade do avan\u00e7o da comercializa\u00e7\u00e3o no mercado interno para crescer, j\u00e1 que a demanda externa continua encolhendo.<\/p>\n<p>A\u00e7\u00facar e caf\u00e9, commodities cujas exporta\u00e7\u00f5es s\u00e3o lideradas pelo Brasil e cujos pre\u00e7os caminharam juntos e sob press\u00e3o no mercado internacional neste ano, sob influ\u00eancia marcante de fartas ofertas mundiais e oscila\u00e7\u00f5es cambiais, tamb\u00e9m esperam mais do mercado interno. Andy Duff nota que, no tabuleiro do a\u00e7\u00facar, o etanol vendido no pa\u00eds foi uma vari\u00e1vel que colaborou para os resultados das usinas neste ano e poder\u00e1 novamente ajudar nas contas em 2019; no do caf\u00e9, destaca Guilherme Morya, esse impulso j\u00e1 acontece h\u00e1 alguns anos, entre outros motivos gra\u00e7as ao sucesso das c\u00e1psulas. Se as principais cadeias agr\u00edcolas tiverem um ano positivo, os fornecedores de insumos como fertilizantes e defensivos certamente n\u00e3o ter\u00e3o do que se queixar. Na \u00e1rea de defensivos, ainda h\u00e1 ajustes em curso.<\/p>\n<p>As empresas do segmento iniciaram 2018 com dificuldades gra\u00e7as aos elevados estoques nas redes de distribui\u00e7\u00e3o, e houve forte aumento dos pre\u00e7os de algumas mat\u00e9rias-primas importadas em raz\u00e3o redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o na China, por restri\u00e7\u00f5es ambientais. Na de fertilizantes, diz Fernando Gomes, um dos problemas foi a greve dos caminhoneiros, que tumultuou as entregas em um momento importante de comercializa\u00e7\u00e3o. Como em todos os demais elos do agroneg\u00f3cio, houve alta de custos de transporte de defensivos e fertilizantes em consequ\u00eancia da entrada em vigor do tabelamento dos fretes, benesse concedida pelo governo Temer para agradar aos caminhoneiros. Todo o setor ainda t\u00eam esperan\u00e7as de que a tabela seja revogado nos primeiros meses da era Bolsonaro e que o \"livre mercado\" volte a dar o tom. Mas, independentemente disso, para os produtores de insumos resta a certeza de que, com ou sem tabela, fa\u00e7a chuva ou fa\u00e7a sol, a agricultura brasileira continuar\u00e1 em expans\u00e3o. Nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">2018: Um ano de desafios para a cadeia do leite<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O ano de 2018 foi bastante desafiador para o mundo do leite em diversos aspectos. Um evento que impactou o setor foi a greve dos caminhoneiros, em maio, que afetou a produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, paralisou as atividades da ind\u00fastria e consumiu os estoques dos latic\u00ednios e dos varejistas. Esses fatores, somado a menor oferta de leite na entressafra, resultou em valoriza\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do leite na cadeia produtiva. O lado ruim foi que diversos produtores e ind\u00fastrias perderam elevados volumes de leite com a paralisa\u00e7\u00e3o.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O custo de produ\u00e7\u00e3o de leite registrou comportamento at\u00edpico em 2018. Os pre\u00e7os de milho e soja subiram em plena safra devido a um conjunto de fatores: quebra da produ\u00e7\u00e3o argentina de gr\u00e3os, redu\u00e7\u00e3o da safra brasileira de milho e forte valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao real, al\u00e9m de reflexos da guerra comercial entre Estados Unidos e China. A eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de combust\u00edveis, fertilizantes, defensivos e sementes tamb\u00e9m encareceu a produ\u00e7\u00e3o de volumosos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Em termos de rentabilidade, o in\u00edcio do ano foi muito ruim, com pre\u00e7os baixos e custos de produ\u00e7\u00e3o em alta. No primeiro semestre, o pre\u00e7o nominal do leite ficou 8% abaixo do observado no mesmo semestre de 2017, enquanto os custos de produ\u00e7\u00e3o subiram quase 6% no per\u00edodo analisado. Isso fez com que o pre\u00e7o real do leite recebido pelo produtor, deflacionado pelo custo (ICPLeite\/Embrapa), registrasse queda real de 13,5%. Essa foi a perda de rentabilidade do produtor nesse per\u00edodo. J\u00e1 no segundo semestre essa perda foi compensada pelo forte aumento do pre\u00e7o do leite ao produtor, que subiu 32,5% em termos nominais. Entretanto, o custo de produ\u00e7\u00e3o seguiu em alta, com eleva\u00e7\u00e3o de 15%. Assim, o pre\u00e7o real do leite, j\u00e1 corrigido pelo custo, registrou melhora de 12%. Nesse cen\u00e1rio, a rentabilidade m\u00e9dia do produtor em 2018 piorou em 1,4% na compara\u00e7\u00e3o com 2017.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">No caso da balan\u00e7a comercial, as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos que vinham baixas apresentaram forte crescimento em outubro e novembro, resultando em um d\u00e9ficit acumulado nos 11 meses de 2018 de 1 bilh\u00e3o de litros de leite e cerca de 400 milh\u00f5es de d\u00f3lares. O pre\u00e7o internacional do leite em p\u00f3 integral registrou forte queda ao longo do ano, chegando a 2.600 d\u00f3lares por tonelada no in\u00edcio de dezembro. Na Argentina e Uruguai os pre\u00e7os tamb\u00e9m est\u00e3o mais competitivos que no Brasil.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 400px; height: 225px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3181\" alt=\"\"><\/span><br style=\"text-align: justify;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Figura 1. Pre\u00e7o do leite pago ao produtor, deflacionado pelo ICPLeite\/Embrapa: R$\/litro de 2015 a 2018.&nbsp;<\/span><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><em>Fonte: Cepea e Embrapa, elaborado pela Embrapa.<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Pelo lado da demanda, as vendas totais do varejo registraram crescimento de 4,25% no acumulado de janeiro a setembro 2018 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2017. Super e hipermercados tiveram aumento de 4,62% nas vendas, mas o setor de alimentos e bebidas apenas 2,27%. As proje\u00e7\u00f5es de crescimento da economia foram recuando ao longo do ano. Em janeiro, a previs\u00e3o era de um PIB aumentando 2,66% em 2018 e agora o crescimento previsto \u00e9 de apenas 1,30%. O desemprego segue em patamar elevado e os dados de renda melhoram muito lentamente. A boa not\u00edcia \u00e9 que todos estes indicadores macroec\u00f4micos, apesar de ainda ruins, voltaram a registrar melhorias. Todos os n\u00fameros nos colocam em uma situa\u00e7\u00e3o melhor que a de 2 anos atr\u00e1s. Mas por todas essas adversidades, devemos fechar 2018 com uma produ\u00e7\u00e3o de leite estagnada e um consumo muito baixo. A ind\u00fastria de latic\u00ednios passa por um momento delicado, com dificuldade para repassar pre\u00e7os e margens de comercializa\u00e7\u00e3o ruins. Um contexto que se arrasta j\u00e1 a dois anos. Para 2019, esperamos um cen\u00e1rio melhor, com elevada safra de gr\u00e3os, o melhor crescimento do PIB desde 2013 e um mercado de leite mais robusto, possibilitando melhores margens na cadeia produtiva. (CILeite Embrapa)<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-align: justify;\">SP: aprovado projeto de distribui\u00e7\u00e3o de leite sem lactose no Estado<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Foi aprovado na Assembleia Legislativa de S\u00e3o Paulo projeto do deputado Luiz Fernando Ferreira que torna obrigat\u00f3ria a distribui\u00e7\u00e3o de forma cont\u00ednua e gratuita de leite sem lactose \u00e0s crian\u00e7as de baixa renda, comprovadamente portadoras de intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">O projeto segue para san\u00e7\u00e3o do governador M\u00e1rcio Fran\u00e7a.<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Hoje a rede p\u00fablica estadual distribui somente o leite de vaca normal para as crian\u00e7as em idade escolar, independentemente de poderem ou n\u00e3o consumir. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do WebDiario, resumidas pela Equipe MilkPoint)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">No radar<\/span><\/em><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><em>O presidente do Sistema Ocergs\/Sescoop-RS, Verg\u00edlio Perius, mant\u00e9m a expectativa de que as cooperativas tenham uma subsecretaria no governo de Eduardo Leite (PSDB). O pedido j\u00e1 foi feito durante encontro com o governador eleito no m\u00eas passado. Na ocasi\u00e3o, no entanto, n\u00e3o estava definida a fus\u00e3o das pastas do setor prim\u00e1rio, agora confirmada<\/em>. <em>(Zero Hora)<\/em><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 27 de dezembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.887 &nbsp;&nbsp;Mercado dom\u00e9stico volta a concentrar apostas Mais uma vez o agroneg\u00f3cio brasileiro dormir\u00e1 no dia 31 de dezembro \u00e0 espera de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/27\/27-12-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/12\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2870","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2870","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2870"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2870\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2871,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2870\/revisions\/2871"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2870"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2870"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2870"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}