{"id":2824,"date":"2018-12-13T11:48:49","date_gmt":"2018-12-13T11:48:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2824"},"modified":"2018-12-13T11:48:49","modified_gmt":"2018-12-13T11:48:49","slug":"12-12-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/13\/12-12-2018\/","title":{"rendered":"12\/12\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 12 de dezembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.878<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Startup australiana desenvolve dispositivo que detecta rapidamente lactose e leite estragado<\/strong><\/p>\n<p>Uma ferramenta de diagn\u00f3stico que pode detectar rapidamente a lactose e o leite estragado dever\u00e1 ser lan\u00e7ada por uma startup australiana. O dispositivo foi desenvolvido pela CSIRO, ag\u00eancia independente do governo federal australiano respons\u00e1vel pela pesquisa cient\u00edfica.<\/p>\n<p>A Cybertongue (ciber-l\u00edngua), como \u00e9 conhecida, usa sensores biol\u00f3gicos de prote\u00edna para medir com precis\u00e3o os componentes espec\u00edficos do leite, como a lactose, e comunica mudando a cor da luz que emite. Quando os sensores s\u00e3o conectados a uma m\u00e1quina de leitura (que \u00e9 do tamanho de uma caixa de sapatos) para an\u00e1lise, os sinais de luz s\u00e3o convertidos em n\u00fameros significativos. O dispositivo tamb\u00e9m pode ser aplicado em v\u00e1rios campos, como seguran\u00e7a alimentar, monitoramento ambiental e sa\u00fade humana.<\/p>\n<p>A tecnologia PPB, que obteve licen\u00e7a para comercializar o dispositivo e sediada em Camberra, inicialmente se concentrar\u00e1 no potencial de diagn\u00f3stico da Cybertongue na ind\u00fastria de l\u00e1cteos, detectando enzimas de deteriora\u00e7\u00e3o no leite, bem como os n\u00edveis de lactose, o que est\u00e1 se tornando um grande problema entre os consumidores australianos. \"Para os processadores de leite, os m\u00e9todos atuais de diagn\u00f3stico de lactose s\u00e3o caros e podem levar at\u00e9 uma semana para receber resultados, causando custos e atrasos para os processadores, al\u00e9m de aumentar os pre\u00e7os para os consumidores\", disse o fundador do PPB, Stephen Trowell, ex-cientista do CSIRO.<\/p>\n<p>\"Ao usar um biosensor especial para lactose, a tecnologia Cybertongue fornece medi\u00e7\u00f5es precisas e pr\u00f3ximas do tempo real em qualquer lugar da linha de produ\u00e7\u00e3o, o que significa que os produtos podem ser distribu\u00eddos mais rapidamente sem o risco de qualidade do produto.\"<\/p>\n<p>Livre de lactose<br \/>\nEstima-se que 4% dos australianos sejam intolerantes \u00e0 lactose. Mais amplamente, o problema pode afetar at\u00e9 dois ter\u00e7os da popula\u00e7\u00e3o humana mundial. Pesquisas sugerem que um n\u00famero crescente de pessoas na Austr\u00e1lia e em todo o mundo est\u00e3o come\u00e7ando a preferir alternativas l\u00e1cteas sem lactose, com o mercado global para esses produtos podendo crescer para mais de US$ 10 bilh\u00f5es nos pr\u00f3ximos seis anos.<\/p>\n<p>Um estudo com 1.184 adultos australianos pela Universidade de Adelaide descobriu que um em cada seis est\u00e1 escolhendo evitar o leite e os alimentos l\u00e1cteos. Cerca de tr\u00eas quartos destes est\u00e3o fazendo isso sem procurar aconselhamento m\u00e9dico.<\/p>\n<p>A pesquisa constatou que mais de tr\u00eas quartos das pessoas que evitam leite est\u00e3o seguindo este caminho em uma tentativa de aliviar sintomas gastrointestinais adversos, como c\u00f3lica e incha\u00e7o. Uma pequena parcela citou n\u00e3o gostar do sabor dos latic\u00ednios ou achavam que eram alimentos cal\u00f3ricos.<\/p>\n<p>Entre 2011 e 2015, o n\u00famero de adultos australianos relatando que eram intolerantes \u00e0 lactose cresceu pouco mais de 240.000 pessoas - um aumento impulsionado quase inteiramente por mulheres, descobriu a Roy Morgan Research. \"A intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose ocorre quando o corpo de uma pessoa n\u00e3o produz o suficiente da enzima lactase para decompor a lactose encontrada no leite e em alguns alimentos\", explicou a diretora executiva da empresa, Michele Levigne.<\/p>\n<p>\"Embora as pesquisas m\u00e9dicas e de sa\u00fade n\u00e3o tendam a identificar as mulheres como mais suscet\u00edveis \u00e0 doen\u00e7a do que os homens, nossos dados mostram que ela \u00e9 consideravelmente mais prevalente entre as mulheres australianas\", completou. Ela disse que as marcas de alimentos e bebidas que desejam atingir os consumidores intolerantes \u00e0 lactose com produtos que atendam \u00e0s suas limita\u00e7\u00f5es alimentares precisam de um conhecimento profundo para garantir que o marketing ressoe com o p\u00fablico certo.<\/p>\n<p>\"Al\u00e9m da discrimina\u00e7\u00e3o de idade e sexo, uma compreens\u00e3o mais hol\u00edstica de como os australianos com intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose se sentem sobre a alimenta\u00e7\u00e3o e a sa\u00fade pode fazer toda a diferen\u00e7a quando se trata de atra\u00ed-los\", acrescentou Levigne.<\/p>\n<p>Medi\u00e7\u00f5es precisas<br \/>\nTrowell disse que \u00e9 importante que medi\u00e7\u00f5es precisas da composi\u00e7\u00e3o do leite sejam tomadas em cada elo da cadeia do leite. Por exemplo, os produtores de leite precisar\u00e3o gerenciar a fertilidade de seus rebanhos, receber alertas antecipados de quaisquer problemas de sa\u00fade que possam estar ocorrendo e acompanhar sua produtividade e efici\u00eancia.<\/p>\n<p>Em seguida, os processadores devem medir subst\u00e2ncias regulamentadas, como antibi\u00f3ticos, e avaliar a qualidade e adequa\u00e7\u00e3o de cada carga do tanque para o uso pretendido. Eles tamb\u00e9m precisam ter confian\u00e7a nas especifica\u00e7\u00f5es de seu produto final. \"Onde quer que voc\u00ea esteja na cadeia de valor, voc\u00ea quer que suas medi\u00e7\u00f5es sejam confi\u00e1veis, f\u00e1ceis de fazer e r\u00e1pidas\", disse Trowell.<\/p>\n<p>\"O leite \u00e9 um alimento familiar, mas do ponto de vista de um analista \u00e9 uma 'matriz' complexa e dif\u00edcil. \u00c9 por isso que a maioria das medi\u00e7\u00f5es de leite ainda \u00e9 feita em um laborat\u00f3rio central, e n\u00e3o no local, no latic\u00ednio ou na f\u00e1brica.\"<\/p>\n<p>Um dos pontos fortes da Cybertongue \u00e9 que ela \u00e9 personaliz\u00e1vel e futuramente pode medir qualquer componente de alimento ou contaminante de interesse. Para isso, a CSIRO vem desenvolvendo sensores futuros para aplica\u00e7\u00f5es mais amplas do dispositivo, como parte de sua parceria estrat\u00e9gica com a tecnologia PPB. \"A maneira \u00fanica como constru\u00edmos a tecnologia significa que podemos desenvolver sensores que detectam uma ampla gama de subst\u00e2ncias, incluindo toxinas, al\u00e9rgenos e enzimas\", disse a pesquisadora s\u00eanior do CSIRO, Alisha Anderson.<\/p>\n<p>Na sa\u00fade humana, essa tecnologia pode levar ao diagn\u00f3stico de condi\u00e7\u00f5es de sa\u00fade potencialmente fatais, como a sepse, em apenas alguns minutos, em vez dos m\u00e9todos atuais, que levam algumas horas, levando a um tratamento mais r\u00e1pido e eficaz. \"Tamb\u00e9m pode ser usada para o diagn\u00f3stico precoce de alguns tipos de c\u00e2ncer\". Este \u00e9 um \u00f3timo exemplo de como iniciar e levar a ci\u00eancia e a inova\u00e7\u00e3o desenvolvidas dentro da CSIRO para a comunidade australiana \", finalizou Anderson. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>QUAL A IMPORT\u00c2NCIA DE SE DIAGNOSTICAR ATRISTEZA PARASIT\u00c1RIA BOVINA?<\/strong><\/p>\n<p>Quando se fala em tristeza parasit\u00e1ria bovina (TPB) os produtores rurais do nosso estado j\u00e1 ficam de cabelo em p\u00e9. H\u00e1 um tempo que a vacina congelada n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel no mercado e as melhores estrat\u00e9gias de controle de tristeza est\u00e3o relacionadas ao manejo adequado das infesta\u00e7\u00f5es pelo carrapato. Mas, ser\u00e1 que o pecuarista sabe ao certo o tamanho do problema? Quantos animais o estado perde anualmente para esta doen\u00e7a, transmitida por carrapatos e causada por Babesia bovis, Babesia bigemina ou Anaplasma marginale? Eis a\u00ed um grande problema, porque nem n\u00f3s, profissionais da \u00e1rea, que trabalhamos diretamente com a doen\u00e7a, podemos quantificar com certeza. Estima-se que haja cerca de 150 mil mortes anuais de bovinos por tristeza no RS, mas apenas cerca de 10 mil s\u00e3o notificadas oficialmente, embora, de acordo com o Minist\u00e9rio da Agricultura, a notifica\u00e7\u00e3o de casos confirmados de tristeza seja obrigat\u00f3ria. A subnotifica\u00e7\u00e3o \u00e9 um fator cr\u00edtico e colabora para a subestima\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia<br \/>\necon\u00f4mica da doen\u00e7a pelas autoridades. Mas existe algo que o produtor rural prejudicado por perder animais por tristeza pode fazer, que \u00e9 ajudar a construir o mapa da situa\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a no estado.&nbsp;<\/p>\n<p>A notifica\u00e7\u00e3o dos casos \u00e9 feita nas inspetorias veterin\u00e1rias dos munic\u00edpios e n\u00e3o acarreta \u00f4nus para o produtor. As mortes notificadas compor\u00e3o as estat\u00edsticas oficiais, podendo contribuir para chamar a aten\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico. Embora casos suspeitos possam j\u00e1 ser notificados, o ideal \u00e9 que haja a confirma\u00e7\u00e3o da tristeza para a notifica\u00e7\u00e3o. Existe um m\u00e9todo de diagn\u00f3stico bem simples, que pode ser feito por qualquer veterin\u00e1rio treinado. S\u00f3 requer coletar uma gota de sangue da ponta da cola ou orelha e fazer um esfrega\u00e7o sangu\u00edneo. O pr\u00f3prio veterin\u00e1rio pode corar a l\u00e2mina e observar a presen\u00e7a dos parasitos ao microsc\u00f3pio ou enviar as l\u00e2minas para a inspetoria veterin\u00e1ria ou para um laborat\u00f3rio que fa\u00e7a o exame. \u00c9 importante tamb\u00e9m enviar sangue coletado da cola, com anticoagulante, como garantia, caso a qualidade do esfrega\u00e7o impossibilite o diagn\u00f3stico. \u00c9 desej\u00e1vel que o sangue para o esfrega\u00e7o seja coletado da ponta da cola ou de pequenos vasos da orelha, para aumentar a chance de observa\u00e7\u00e3o do parasito em casos de infec\u00e7\u00e3o por Babesia bovis, pois estes parasitas ficam acumulados nos pequenos vasos sangu\u00edneos. Confirmada a TPB como causa do \u00f3bito, \u00e9 imprescind\u00edvel a notifica\u00e7\u00e3o junto ao Servi\u00e7o Veterin\u00e1rio Oficial, pelo produtor ou pelo t\u00e9cnico respons\u00e1vel pelo exame, at\u00e9 mesmo para que o problema seja visualizado pelo Estado em sua real magnitude, auxiliando chamar a aten\u00e7\u00e3o do governo para a elabora\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>RS- Projeto ajuda pecuarista a produzir mais leite gastando menos<\/strong><\/p>\n<p>Produ\u00e7\u00e3o - Na regi\u00e3o noroeste do Rio Grande do Sul, um projeto ajuda produtores rurais a melhorar a gest\u00e3o do neg\u00f3cio. Em uma das propriedades atendidas, a mudan\u00e7a no manejo das pastagens aumentou a produ\u00e7\u00e3o de leite e reduziu custos. Trata-se da propriedade de Remy e Zelaine Castanho. Cada vaca na fazenda est\u00e1 produzindo mais de 26 litros de leite por dia. Essa m\u00e9dia \u00e9 considerada boa para a \u00e9poca do ano, mas eles querem mais.<\/p>\n<p>\"T\u00e1 bom, mas a gente quer mais, quer aumentar a produ\u00e7\u00e3o a pasto. Ela \u00e9 melhor, tem o custo mais baixo e fica mais vi\u00e1vel\", afirma Zelaine.<\/p>\n<p>A propriedade fica em S\u00e3o Miguel das Miss\u00f5es. Para aumentar a rentabilidade do neg\u00f3cio, o casal entrou no Programa de Produ\u00e7\u00e3o Integrada em Sistemas Agropecu\u00e1rios, o Pisa. O projeto resulta de uma parceria entre Sebrae, Farsul e Senar do estado. Nos \u00faltimos quatro anos, 140 fam\u00edlias foram atendidas na regi\u00e3o das Miss\u00f5es.<\/p>\n<p>\"\u00c9 importante que o produtor se entenda tamb\u00e9m como empres\u00e1rio, que ele tenha sua propriedade rural como uma empresa agr\u00edcola. Ent\u00e3o a parte de gest\u00e3o \u00e9 extremamente importante. O agricultor \u00e9 obrigado a entender os custos da produ\u00e7\u00e3o, despesas, e saber quanto t\u00e1 rendendo, saber se tem que fazer algum tipo de mudan\u00e7a na sua gest\u00e3o\", afirma Armando Pettinelli, gerente regional do Sebrae.<\/p>\n<p>Para ele, esses quatro anos permitiram que o agricultor tivesse um profundo conhecimento do seu neg\u00f3cio. Com isso, conseguiu aumentar a produtividade e ter mais rentabilidade.<\/p>\n<p>O consultor do Sebrae que atende a propriedade \u00e9 F\u00e1bio Seibt. Ele ajudou a melhorar o manejo das pastagens com solu\u00e7\u00f5es simples.<\/p>\n<p>A fazenda trabalha com seis tipos de pasto ao longo do ano. Cultiva capim-sud\u00e3o, uma gram\u00ednea de ver\u00e3o. A altura ideal para o pastejo \u00e9 de 35 cm. O segredo \u00e9 controlar o tempo de pastejo. As vacas s\u00f3 podem comer at\u00e9 a metade, assim as plantas rebrotam mais r\u00e1pido. E isso gera economia de ra\u00e7\u00e3o e silagem.<\/p>\n<p>\"Os produtores n\u00e3o devem deixar o animal rebaixar demais essa pastagem, que baixem em torno de at\u00e9 20 cm para ter maior recupera\u00e7\u00e3o desse pasto e para elas darem o giro mais r\u00e1pido nessas \u00e1reas. Eu sempre forne\u00e7o folha, pasto de qualidade e com boa qualidade de prote\u00edna nessa pastagem\", diz Seibt.<\/p>\n<p>O resultado foi uma redu\u00e7\u00e3o de 15% nos gastos com alimenta\u00e7\u00e3o. Por causa do Pisa, os produtores tamb\u00e9m est\u00e3o implantando o sistema silvipastoril, que integra lavoura, pecu\u00e1ria e floresta. No ano que vem, as vacas j\u00e1 v\u00e3o poder pastar \u00e0 sombra dos eucaliptos, o que, segundo estudos, aumenta a produtividade de leite.<\/p>\n<p>\"Isso vai ficar melhor porque elas v\u00e3o ter pasto e sombra. A gente vai poder aproveitar mais o dia, pelo menos no ver\u00e3o, com calor. Vai aumentar a produtividade? N\u00e3o sei. Mas pelo menos reduz os custos\", diz o produtor Remy Castanho.<\/p>\n<p>\"Tudo que tu der para elas de melhor vai ser retribu\u00eddo em leite\", completa sua mulher, Zelaine. <a href=\"https:\/\/canalrural.uol.com.br\/noticias\/pecuaria\/leite\/rs-projeto-ajuda-pecuarista-a-produzir-mais-leite-gastando-menos\/\">V\u00eddeo<\/a> (Canal Rural)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/p>\n<p><em>Fonterra lan\u00e7a ferramenta financeira para ajudar os agricultores<br \/>\nPre\u00e7os\/NZ - Fonterra anunciou que ir\u00e1 introduzir uma nova ferramenta financeira para ajudar os produtores a terem mais certeza sobre o que receber\u00e3o pelo leite durante a temporada. O novo Fixed Milk Price (Pre\u00e7o Fixo do Leite) pode ajud\u00e1-los a fazer o or\u00e7amento, planejar e gerenciar a rentabilidade da fazenda. Esta \u00e9 mais uma ferramenta, dentre outras que a cooperativa lan\u00e7ou. Robert Spurway, chefe de opera\u00e7\u00f5es globais disse, \"como a Cooperativa pertence a 10.000 fam\u00edlias de agricultores, n\u00f3s estamos comprometidos em fazer a diferen\u00e7a para os produtores da Fonterra e disponibilizar op\u00e7\u00f5es flex\u00edveis que ajudem nossos acionistas a investir em suas fazendas, orientando o gerenciamento financeiro\". \"Esta temporada nos lembra a volatilidade do mercado global e o impacto que isso tem sobre o pre\u00e7o do leite. Enquanto a cooperativa gerencia essa volatilidade da melhor forma poss\u00edvel na venda de nossos produtos, reconhecemos que os produtores sentem o impacto disso. Ao disponibilizar uma ferramenta que permite analisar com maior precis\u00e3o os pre\u00e7os e a rentabilidade, estamos colocando todos em uma situa\u00e7\u00e3o mais vantajosa\", afirma Spurway. (interest.co.nz - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 12 de dezembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.878 Startup australiana desenvolve dispositivo que detecta rapidamente lactose e leite estragado Uma ferramenta de diagn\u00f3stico que pode detectar rapidamente <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/13\/12-12-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/12\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2824","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2824","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2824"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2824\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2825,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2824\/revisions\/2825"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2824"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2824"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2824"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}