{"id":2820,"date":"2018-12-10T19:27:35","date_gmt":"2018-12-10T19:27:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2820"},"modified":"2018-12-10T19:27:35","modified_gmt":"2018-12-10T19:27:35","slug":"10-12-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/10\/10-12-2018\/","title":{"rendered":"10\/12\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 10 de dezembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.876<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Leite tipo exporta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9 outubro, o Brasil exportou pr\u00f3ximo a 18 mil toneladas de leite em p\u00f3 para cerca de 50 pa\u00edses. Nas vendas externas do agroneg\u00f3cio este volume \u00e9 considerado insignificante e mais de 20% inferior \u00e0 quantidade registrada no mesmo per\u00edodo de 2017. Desde o in\u00edcio de 2018, representantes da cadeia leiteira nacional, como a Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), a Alian\u00e7a L\u00e1ctea (que representa os estados do Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e o Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios (Sindilat\/RS) buscam alternativas para mudar esse cen\u00e1rio e fazer da exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos uma aliada no equil\u00edbrio do setor no mercado interno. As entidades elaboraram um projeto que visa ampliar as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos dos atuais 1% da produ\u00e7\u00e3o para 10% at\u00e9 2025. Entre os principais entraves a serem enfrentados est\u00e1 a quest\u00e3o do pre\u00e7o do leite em p\u00f3 brasileiro, bem mais caro do que o oferecido no mercado internacional.&nbsp;<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, explica que, hoje, o quilo do leite em p\u00f3 no mercado internacional oscila entre R$ 11 e R$ 12, enquanto que no mercado interno chega a R$ 15. \"O problema maior est\u00e1 nas dificuldades log\u00edsticas que precisam ser racionalizadas para diminuir o frete do produto at\u00e9 o porto e no custo de produ\u00e7\u00e3o, muito alto\", reclama. Palharini salienta que o setor tentou encaminhar com o governo, no in\u00edcio deste ano, a possibilidade de realiza\u00e7\u00e3o de leil\u00f5es na modalidade Pr\u00eamio de Escoamento da Produ\u00e7\u00e3o (PEP), mas n\u00e3o obteve sucesso. \"Com o PEP compensaria o frete e se conseguiria vender com pre\u00e7o mais atrativo. Vamos tentar retomar o assunto quando assumir a nova ministra da Agricultura\", adianta. A pesquisadora da Equipe Leite do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea\/Esalq\/USP), Nath\u00e1lia Grigol, diz que a dificuldade do setor leiteiro de colocar seu produto no mercado externo tem origens na hist\u00f3ria da cadeia no Brasil.&nbsp;<\/p>\n<p>\"O pre\u00e7o pouco competitivo do produto brasileiro se deve \u00e0 desorganiza\u00e7\u00e3o do setor leiteiro e \u00e0 falta de pol\u00edticas de Estado que respaldem a atividade\", analisa. Nath\u00e1lia aponta que para entrar na briga pelo mercado externo s\u00e3o necess\u00e1rias atitudes desde dentro da porteira - como assist\u00eancia t\u00e9cnica, gest\u00e3o da propriedade e medidas sanit\u00e1rias - e fora dela, com o fortalecimento das rela\u00e7\u00f5es entre produtor e ind\u00fastria. \"S\u00f3 com estes dois entes caminhando juntos, e o apoio correto do governo, \u00e9 que se poder\u00e1 competir com na\u00e7\u00f5es que t\u00eam tradi\u00e7\u00e3o neste com\u00e9rcio\", pontua.&nbsp;<\/p>\n<p>SANIDADE \u00c9 RESTRI\u00c7\u00c3O. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Latic\u00ednios (Viva L\u00e1cteo) esclarece que, al\u00e9m da quest\u00e3o dos pre\u00e7os, o produto nacional enfrenta restri\u00e7\u00f5es na Uni\u00e3o Europeia, na Turquia e na Bielorr\u00fassia, regi\u00f5es onde \u00e9 exigido o Certificado Sanit\u00e1rio Internacional, de comprova\u00e7\u00e3o de zona\/regi\u00e3o livre de brucelose e tuberculose. A Viva L\u00e1cteo ressalta que estes mercados embargam o leite em p\u00f3 brasileiro pelo princ\u00edpio de precau\u00e7\u00e3o em detrimento da an\u00e1lise de risco, uma vez que, do ponto de vista sanit\u00e1rio, inexiste o risco de se contrair brucelose e tuberculose pelo consumo de leite em p\u00f3, condensado, queijos maturados e outros derivados. \"Alguns pa\u00edses preferem desconsiderar as alega\u00e7\u00f5es cient\u00edficas, afim de manter barreiras n\u00e3o tarif\u00e1rias\", salienta a assessoria da associa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os tr\u00eas estados da regi\u00e3o Sul respondem por um ter\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o nacional de leite, o que representa cerca de 12 bilh\u00f5es de litros. De acordo com a Alian\u00e7a L\u00e1ctea, essa produ\u00e7\u00e3o poder\u00e1 chegar a 50% do total do pa\u00eds at\u00e9 2025, num territ\u00f3rio que det\u00e9m apenas 15% da popula\u00e7\u00e3o, o que leva a um excedente de mat\u00e9ria - prima. Tiago Rodrigues, assessor t\u00e9cnico da Comiss\u00e3o Nacional de Bovinocultura de Leite da CNA, lembra que facilitar as exporta\u00e7\u00f5es \u00e9 o caminho para manter a balan\u00e7a comercial mais forte e evitar que o pre\u00e7o interno se deteriore, como ocorreu em 2016 e 2017 com a importa\u00e7\u00e3o de volumes expressivos do Mercosul. \"Os Estados do Sul t\u00eam o potencial necess\u00e1rio para impulsionar as exporta\u00e7\u00f5es, pois produzem com muita qualidade e muito profissionalismo\", afirma Rodrigues. O assessor conta que no in\u00edcio de novembro a CNA levou empresas de l\u00e1cteos nacionais a uma feira em Xangai, para mostrar a qualidade da produ\u00e7\u00e3o. \"A China representa hoje 40% do mercado importador de l\u00e1cteos e o Brasil precisa ingressar neste segmento\", completa. Os principais mercados importadores de l\u00e1cteos brasileiros s\u00e3o Ar\u00e1bia Saudita, Bol\u00edvia, Chile, Col\u00f4mbia, Estados Unidos, Paraguai, Peru e R\u00fassia. Est\u00e3o em fase de abertura a \u00c1frica do Sul, a China e o M\u00e9xico. (Correio do Povo)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Cooperativa exporta h\u00e1 oito anos, mas aponta instabilidade<\/strong><\/p>\n<p>O alinhamento das vari\u00e1veis de sanidade, pre\u00e7o e pol\u00edticas p\u00fablicas para o setor leiteiro, que est\u00e3o sendo defendidas pela CNA, Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul Brasileira e Sindilat\/ RS e que visam dar competitividade aos produtos l\u00e1cteos brasileiros, \u00e9 esperado pelas empresas ga\u00fachas que j\u00e1 exportam para o mercado internacional. No Rio Grande do Sul, a Lactalis, empresa de matriz francesa com plantas instaladas na regi\u00e3o de Santa Rosa, iniciou suas opera\u00e7\u00f5es de exporta\u00e7\u00e3o a partir deste ano, com as primeiras cargas de leite achocolatado, creme de leite e leite condensado embarcadas para o Uruguai. J\u00e1 a Cooperativa Central Ga\u00facha Ltda. (CCGL) exporta, desde 2010, leite em p\u00f3, creme de leite e achocolatados para pa\u00edses africanos, do Oriente M\u00e9dio e da Am\u00e9rica do Sul. De acordo com a diretora comercial da CCGL, Michele Muccillo Selbach, n\u00e3o h\u00e1 regularidade nos volumes embarcados para o exterior, o que leva as opera\u00e7\u00f5es a serem realizadas pontualmente. \"No ano de 2015, as exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 participaram em 24% do volume total de l\u00e1cteos comercializado pela empresa, mas no ano seguinte, as exporta\u00e7\u00f5es n\u00e3o foram viabilizadas. Em 2017, as vendas externas representaram em torno de 4% e neste ano est\u00e3o por volta de 1%\", exemplifica a diretora. Michele diz que o carro - chefe das vendas da cooperativa para o exterior \u00e9 o leite em p\u00f3, cujo volume di\u00e1rio processado na unidade de Cruz Alta chega a 2,2 milh\u00f5es de litros em duas torres de secagem. \"Os esfor\u00e7os em promover a exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos s\u00e3o essenciais para que se articule junto \u00e0s empresas, entidades, \u00f3rg\u00e3os governamentais e se construa um projeto para melhorarmos a competitividade frente aos concorrentes internacionais\", salienta a diretora. Segundo ela, em todas as fases de expans\u00e3o da CCGL, a an\u00e1lise do mercado internacional foi prioridade. \"Nossa unidade industrial (inaugurada em 2016) foi projetada com a finalidade de atender aos mercados mais exigentes em termos de qualidade e controle de processos\", relata. No quesito sanidade, a cooperativa executa um programa pr\u00f3prio de certifica\u00e7\u00e3o da brucelose e da tuberculose, divido em tr\u00eas fases e que j\u00e1 chega a 40% dos 4,2 mil produtores associados&nbsp;\u00e0 cooperativa. \"Esses produtores representam 80% do nosso rebanho fornecedor. Na fase atual, 50% dos animais testados j\u00e1 foram negativados para as duas doen\u00e7as\", garante Michele. (Correio do Povo)<\/p>\n<p><strong>Nova refer\u00eancia para pre\u00e7o do leite em MG<\/strong><\/p>\n<p>Maior produtor de leite do Brasil, Minas Gerais ter\u00e1 a partir do pr\u00f3ximo ano um novo sistema de pre\u00e7os de refer\u00eancia para o alimento. O c\u00e1lculo ser\u00e1 feito por um grupo de acad\u00eamicos e dever\u00e1 nortear latic\u00ednios em rela\u00e7\u00e3o aos valores a serem pagos aos produtores no Estado. A expectativa de quem est\u00e1 no campo \u00e9 que a ind\u00fastria passe a pagar mais pelo leite, sem que esse aumento chegue ao consumidor. O c\u00e1lculo dos pre\u00e7os de refer\u00eancia - dos leites de qualidade intermedi\u00e1ria, superior e inferior - ser\u00e1 feito por uma entidade que ser\u00e1 oficialmente formada esta semana, o Conseleite. Ser\u00e1 um conselho com representantes dos criadores de gado leiteiro, de cooperativas de leite e dos latic\u00ednios que operam no Estado. Dois professores da Universidade Federal do Paran\u00e1 (UFPR) e um professor aposentado da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) ter\u00e3o a tarefa de analisar mensalmente os custos dos latic\u00ednios e os custos de produtores de distintos perfis. V\u00e3o agregar essas informa\u00e7\u00f5es a dados do mercado e calcular pre\u00e7os referenciais para o leite a ser pago ao produtor. Os pre\u00e7os devem come\u00e7ar a ser anunciados em fevereiro ou mar\u00e7o do pr\u00f3ximo ano. Ser\u00e1 um valor de refer\u00eancia para o m\u00eas corrente e outro para m\u00eas seguinte.&nbsp;<\/p>\n<p>O primeiro Conseleite do pa\u00eds foi criado no Paran\u00e1 em 2003, e depois vieram os do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A ideia foi motivada por suspeitas constantes dos fazendeiros de que latic\u00ednios os exploravam, pagando pre\u00e7os aviltantes pela mat\u00e9ria prima. Para a instala\u00e7\u00e3o do Conseleite em Minas Gerais, duas dezenas de latic\u00ednios do Estado, com portes e produtos variados, j\u00e1 repassaram, sob condi\u00e7\u00e3o de sigilo, seus n\u00fameros para o grupo de acad\u00eamicos. A ideia \u00e9 que essa amostra reflita a realidade dos aproximadamente 800 latic\u00ednios mineiros. Nenhum latic\u00ednio estar\u00e1 obrigado a pagar aos criadores de gado leiteiro os valores apontados como refer\u00eancia. Mas Celso Costa Moreira, diretor executivo da entidade que representa a ind\u00fastria em Minas, o Silemg, diz que certamente todos passar\u00e3o a levar os n\u00fameros em conta e que ser\u00e3o pre\u00e7os que a ind\u00fastria poder\u00e1 suportar. De acordo com ele, o Conseleite ter\u00e1 um impacto na qualidade do produto mineiro. \"Hoje muitos latic\u00ednios que n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o exigentes pagam pelo leite com mais ou menos qualidade o mesmo valor\", afirma Moreira. \"Com o Conseleite, teremos o pre\u00e7o do leite padr\u00e3o e o produtor com leite de melhor qualidade receber\u00e1 um valor maior, e vice-versa.\" Ele aposta que isso ser\u00e1 um est\u00edmulo decisivo para o aumento da qualidade de toda a cadeia leiteira em Minas Gerais. E que abrir\u00e1 mais portas do mercado externo para derivados de leite do Estado. Minas Gerais produz ao ano cerca de 9 bilh\u00f5es de litros de leite - quase um ter\u00e7o de toda a produ\u00e7\u00e3o nacional. S\u00e3o 223 mil produtores. O faturamento anual dos latic\u00ednios \u00e9 de R$ 10,5 bilh\u00f5es. O que tem servido de refer\u00eancia para os pre\u00e7os pagos aos produtores mineiros \u00e9 o \u00edndice calculado pelo Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea\/Esalq), da USP. O Cepea usa informa\u00e7\u00f5es de cooperativas e latic\u00ednios. Mas produtores de Minas Gerais afirmam muitas vezes que o \u00edndice \u00e9 insuficiente como fonte de refer\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n<p>Um dos objetivos do Conseleite em Minas \u00e9 que produtores, cooperativas e latic\u00ednios passem a ter uma refer\u00eancia calcada em informa\u00e7\u00f5es mais detalhadas do Estado e que todos referendem. \"Acredito que os novos pre\u00e7os de refer\u00eancia no Conseleite ser\u00e3o acima dos pre\u00e7os que o Cepea tem publicado\", diz Eduardo Pena, presidente da C\u00e2mara T\u00e9cnica da Pecu\u00e1ria de Leite da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Estado de Minas Gerais (Faemg). \"Vamos poder cobrar pre\u00e7os melhores da ind\u00fastria, mas vamos tamb\u00e9m que cumprir contrapartidas\", afirma referindo-se \u00e0 qualidade. Os acad\u00eamicos que est\u00e3o envolvidos na implementa\u00e7\u00e3o do Conseleite mineiro s\u00e3o Jos\u00e9 Roberto Canziani e V\u00e2nia Guimar\u00e3es - ambos professores do Departamento de Economia Rural da UFPR - e Fernando Curi Peres, professor aposentado da USP. Canziani disse ao Valor que avalia que no curto prazo, os novos pre\u00e7os de refer\u00eancia poder\u00e3o fazer com que os milhares de pequenos produtores de Minas, que hoje n\u00e3o t\u00eam muita informa\u00e7\u00e3o nem muitos argumentos para discutir com latic\u00ednio para o qual fornece, passem a receber um valor maior pelo seu leite. Para ele, nesse primeiro momento, a ind\u00fastria talvez reduza um pouco o valor pago ao grande produtor - remunerando de forma mais equilibrada seus fornecedores. S\u00e3o ajustes na cadeia, mas que nada afetam o pre\u00e7o ao consumidor, afirma. No m\u00e9dio prazo o que se espera \u00e9 que todo o setor de leite em Minas ganhe e que a produ\u00e7\u00e3o possa aumentar\", afirma o acad\u00eamico. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><br \/>\n<em>Bolsonaro anuncia Ricardo Salles como novo ministro do Meio Ambiente<br \/>\nO presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), usou o Twitter na tarde deste \u00faltimo domingo (9) para anunciar o advogado Ricardo Aquino Salles como futuro ministro do Meio Ambiente. Com esse an\u00fancio, o primeiro escal\u00e3o da Esplanada est\u00e1 fechado com 22 minist\u00e9rios. Filiado ao Partido Novo, Salles concorreu sem sucesso ao cargo de deputado federal por S\u00e3o Paulo. Foi secret\u00e1rio estadual do Meio Ambiente no governo de Geraldo Alckmin, de quem tamb\u00e9m foi secret\u00e1rio particular. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Folha de S\u00e3o Paulo)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 10 de dezembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.876 Leite tipo exporta\u00e7\u00e3o At\u00e9 outubro, o Brasil exportou pr\u00f3ximo a 18 mil toneladas de leite em p\u00f3 para cerca de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/10\/10-12-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/12\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2820","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2820","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2820"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2820\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2821,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2820\/revisions\/2821"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2820"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2820"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2820"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}