{"id":2812,"date":"2018-12-05T19:34:10","date_gmt":"2018-12-05T19:34:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2812"},"modified":"2018-12-05T19:34:10","modified_gmt":"2018-12-05T19:34:10","slug":"05-12-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/05\/05-12-2018\/","title":{"rendered":"05\/12\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de dezembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.873<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Importa\u00e7\u00f5es voltam a crescer!<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Na \u00faltima ter\u00e7a-feira (04\/12\/2018) a Secex divulgou os dados de com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos no Brasil. Em novembro, o Brasil importou 148,9 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, 4,3% a menos em rela\u00e7\u00e3o aos 155,6 milh\u00f5es importados em outubro, mas, ainda assim, quase o dobro (+94,3%) na compara\u00e7\u00e3o com novembro de 2017. Enquanto isso, as exporta\u00e7\u00f5es tiveram leve aumento mensal, ficando em 11,5 milh\u00f5es de litros em equivalente leite, contra 9,3 milh\u00f5es em outubro, o que reduziu um pouco nosso d\u00e9ficit comercial l\u00e1cteo em 8,9 milh\u00f5es de litros, como mostra o gr\u00e1fico 1. No entanto, comparado ao saldo da balan\u00e7a no mesmo m\u00eas de 2017, estamos numa situa\u00e7\u00e3o pior, com saldo de -137 milh\u00f5es de litros contra -47 milh\u00f5es de litros no ano passado.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Saldo da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos no Brasil. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 359px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3145\" alt=\"\"><br \/>\nNa compara\u00e7\u00e3o anual (janeiro-novembro), em 2018 o volume de l\u00e1cteos importado ainda \u00e9 7,5% inferior a 2017. Entretanto, isso ainda ocorre por conta do 1\u00ba semestre \"fraco\", uma vez que, considerando apenas o 2\u00ba semestre (julho-novembro), as importa\u00e7\u00f5es brasileiras foram 38% maiores de que em 2017 (621 milh\u00f5es de litros vs. 449 milh\u00f5es no ano passado). Observe o gr\u00e1fico 2.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 2. Importa\u00e7\u00f5es brasileiras em equivalente leite - 2017 vs. 2018. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 361px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3146\" alt=\"\"><br \/>\nEste forte crescimento nas importa\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas do segundo semestre \u00e9 basicamente pautado pelo aumento na compra de leite em p\u00f3 dos nossos vizinhos Argentina e Uruguai (especialmente do primeiro). Entre julho e novembro, o Brasil importou 52,3 mil toneladas de leite em p\u00f3 (desnatado e integral), 58,7% a mais do que no mesmo per\u00edodo de 2017. Deste volume, 60,8% foram originados na Argentina e 33,8% vieram do Uruguai (uma altera\u00e7\u00e3o no \"mix\" de origem em rela\u00e7\u00e3o a 2017, quando 44,6% do volume importado foi argentino e 46% uruguaio). Observe a evolu\u00e7\u00e3o mensal no gr\u00e1fico 3.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 3. Importa\u00e7\u00e3o brasileira de leite em p\u00f3 e participa\u00e7\u00f5es da Argentina e Uruguai. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 336px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3148\" alt=\"\">&nbsp;<br \/>\nEm novembro, o Brasil importou 8,5 mil toneladas de leite em p\u00f3 integral, a um pre\u00e7o m\u00e9dio de US$ 2.872\/tonelada, equivalente a R$ 10.875\/tonelada - a cota\u00e7\u00e3o m\u00e9dia para o leite em p\u00f3 industrial no mercado brasileiro no m\u00eas de novembro de 2018 foi de R$ 13.237\/tonelada segundo levantamento semanal do MilkPoint Mercado. Apesar de ser um pre\u00e7o 3,4% mais baixo do que em outubro (-US$ 100\/tonelada), Vale destacar tamb\u00e9m o incremento nas importa\u00e7\u00f5es de gorduras. Em novembro foram 676,8 toneladas entre manteiga e butter oil, contra 481,6 toneladas em outubro. No acumulado de 2018 (janeiro-novembro), as importa\u00e7\u00f5es s\u00e3o 12,9% mais altas contra 2017, muito por conta das desvaloriza\u00e7\u00f5es internacionais e dos pre\u00e7os elevados da gorduras l\u00e1cteas no mercado interno. Por fim, a tabela 1 mostra um detalhamento da balan\u00e7a comercial em novembro por produto transacionado, bem como seus pre\u00e7os de importa\u00e7\u00e3o\/exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tabela 1. Balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em novembro de 2018. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint Mercado com base em dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 224px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3147\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Itamaraty deve refor\u00e7ar foco agr\u00edcola<\/strong><\/p>\n<p>Sob apelos do setor produtivo, o futuro chanceler brasileiro, Ernesto Ara\u00fajo, tem sinalizado que dever\u00e1 criar um departamento exclusivo no Itamaraty para tratar de negocia\u00e7\u00f5es e acordos comerciais de interesse do agroneg\u00f3cio. Na segunda-feira, em reuni\u00e3o na Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp), a deputada Tereza Cristina (DEM-MS), indicada pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o Minist\u00e9rio da Agricultura, confirmou a not\u00edcia a empres\u00e1rios e dirigentes de entidades setoriais. \"\u00c9 uma forma de demonstrar que o Itamaraty, neste governo, vai dar aten\u00e7\u00e3o especial para o agroneg\u00f3cio\", disse Tereza ao Valor. A iniciativa de Ara\u00fajo partiu de uma queixa do setor de que o Itamaraty n\u00e3o tem priorizado o agroneg\u00f3cio nas pautas de com\u00e9rcio exterior, at\u00e9 por hoje contar com uma estrutura menor para tal. A miss\u00e3o do Brasil de melhorar sua imagem perante pa\u00edses importadores de produtos agropecu\u00e1rios - sobretudo carnes, que enfrentam embargos em pa\u00edses como R\u00fassia, Estados Unidos e China - tamb\u00e9m reacende, segundo fontes, a necessidade de uma \u00e1rea espec\u00edfica voltada para a agenda internacional do setor. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Santa Clara adere ao Aprendiz Cooperativo do Campo<\/strong><\/p>\n<p>Pensando em oportunizar espa\u00e7os de aprendizado para os jovens e estimul\u00e1-los a dar continuidade \u00e0 atividade leiteira, a Cooperativa Santa Clara adere ao Programa Aprendiz Cooperativo do Campo. A primeira turma \u00e9 composta por cinco alunos e \u00e9 formada por filhos de associados da regi\u00e3o do Alto Jacu\u00ed. As aulas iniciaram no in\u00edcio deste m\u00eas.<\/p>\n<p>O programa tem por objetivo incentivar a perman\u00eancia dos jovens no campo, al\u00e9m de promover a sucess\u00e3o familiar profissionalizada, o empreendedorismo cooperativo, profissionalizar a gest\u00e3o de pequenas e m\u00e9dias propriedades rurais e proporcionar \u00e0s cooperativas agropecu\u00e1rias o incremento do quadro social.<\/p>\n<p>Durante 17 meses eles ir\u00e3o participar de aulas pr\u00e1ticas e te\u00f3ricas, sendo divididas em duas semanas cada, com foco na atividade rural. A proposta \u00e9 que os participantes n\u00e3o percam o v\u00ednculo com o campo e nem fiquem distante da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Para participar do programa os alunos devem ter entre 14 e 24 anos e possu\u00edrem carteira de trabalho. A iniciativa \u00e9 desenvolvida atrav\u00e9s de uma parceria da Cooperativa com o Sescoop\/RS.<\/p>\n<p>Desde o m\u00eas de novembro, a rotina de cinco jovens ser\u00e1 um pouco diferente do que est\u00e3o habituados. Iasmin Eduarda Schwaab, Silvana Eduarda Lubnow, Morgana Oliveira da Silva, Naiane Dierings e Diego dos Santos ir\u00e3o organizar o seu tempo entre a propriedade, a escola e a frequ\u00eancia no programa Aprendiz Cooperativo do Campo.<\/p>\n<p>O grupo ir\u00e1 frequentar aulas te\u00f3ricas e pr\u00e1ticas, de acordo com o cronograma. Os encontros pr\u00e1ticos ter\u00e3o como laborat\u00f3rio as propriedade rurais modelo, o tambo familiar, a estrutura da Cooperativa, dias de campo, feiras e visitas t\u00e9cnicas.<\/p>\n<p>Novas perspectivas<br \/>\n\u00c9 de conhecimento geral que a perspectiva de continuidade da agricultura familiar depende de uma s\u00e9rie de fatores, e isso n\u00e3o \u00e9 diferente para os jovens. O incentivo de inscrever-se no Aprendiz Cooperativo Campo veio dos pais de Morgana Oliveira da Silva, 15 anos. \"Na \u00e9poca deles n\u00e3o tiveram essa possibilidade, por isso me apoiaram para participar. Al\u00e9m disso, \u00e9 uma forma de aprendizado que vai auxiliar no meu futuro\", comenta a estudante do 9\u00ba ano do Ensino Fundamental. A adolescente auxilia os pais, Helena e Valdomiro Ferreira da Silva, na propriedade que conta com dez vacas, localizada no munic\u00edpio de Selbach.<\/p>\n<p>Dar sequ\u00eancia \u00e0 atividade leiteira \u00e9 o desejo de Silvana Eduarda Lubnow, 16 anos. Ela \u00e9 uma das jovens que aderiram ao projeto. Desde pequena, a estudante do 1\u00ba ano do Ensino M\u00e9dio ajuda os pais, Neocilda e Nilton Lubnow, no tambo, localizado em Selbach. \"A expectativa \u00e9 que o aprendizado contribua no trabalho em casa. Hoje temos 12 vacas\", afirma. Para ela, o programa \u00e9 uma forma de incentivar a sucess\u00e3o familiar. (Sistema Ocergs-Sescoop\/RS)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Novas regras para leite cru preocupam setor produtivo<br \/>\nOs novos regulamentos t\u00e9cnicos divulgados pelo Minist\u00e9rio da Agricultura para leite cru refrigerado e leite pasteurizado v\u00e3o provocar mudan\u00e7as no sistema produtivo atual, tanto para o produtor quanto para as ind\u00fastrias. O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS), Alexandre Guerra, fala sobre o que est\u00e1 preocupando o produtor. Assista a reportagem na \u00edntegra (Canal Rural)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 05 de dezembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.873 Importa\u00e7\u00f5es voltam a crescer! &nbsp; Na \u00faltima ter\u00e7a-feira (04\/12\/2018) a Secex divulgou os dados de com\u00e9rcio internacional de l\u00e1cteos no <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/05\/05-12-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/12\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2812","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2812","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2812"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2812\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2813,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2812\/revisions\/2813"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2812"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2812"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2812"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}