{"id":2810,"date":"2018-12-04T19:35:36","date_gmt":"2018-12-04T19:35:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2810"},"modified":"2018-12-04T19:35:36","modified_gmt":"2018-12-04T19:35:36","slug":"04-12-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/04\/04-12-2018\/","title":{"rendered":"04\/12\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 04 de dezembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.872<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>GDT<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 9pt;\">Os produtores de leite da Nova Zel\u00e2ndia contam com esse resultado para projetarem sua renda. At\u00e9 aqui n\u00e3o houve qualquer ganho nas cota\u00e7\u00f5es dos l\u00e1cteos na temporada 2018\/19.&nbsp;O principal produto negociado na plataforma, o leite em p\u00f3 integral (WMP) perdeu 12% de seu valor desde o primeiro leil\u00e3o de agosto de 2018, at\u00e9 o \u00faltimo leil\u00e3o de novembro de 2018. Faltando pouco mais de 20 dias para encerrar o ano a interrup\u00e7\u00e3o das quedas \u00e9 uma esperan\u00e7a de que o pre\u00e7o do leite ao produtor n\u00e3o seja t\u00e3o forte. (GDT<\/span>\/Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 800px; height: 192px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3144\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 800px; height: 496px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3143\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Saiba por que o pre\u00e7o do leite est\u00e1 caindo e veja dicas de receitas para aproveitar o alimento<\/strong><\/p>\n<p>Pre\u00e7o do leite - Se o fim de ano \u00e9 sin\u00f4nimo de despesas extras, a boa not\u00edcia \u00e9 que pelo menos um item b\u00e1sico da alimenta\u00e7\u00e3o est\u00e1 com o pre\u00e7o em queda. Parceiro do caf\u00e9 ou do achocolatado no caf\u00e9 da manh\u00e3 e de variadas receitas de doce, o leite longa vida est\u00e1 mais barato na prateleira.<\/p>\n<p>Levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Supermercados (Agas) mostra que, depois de custar R$ 3,26 (pre\u00e7o m\u00e9dio) em julho, o valor m\u00e9dio do litro chegou a R$ 2,93 na terceira semana de novembro, um recuo de 10,1%. O relat\u00f3rio do Instituto de Estudos e Pesquisas Econ\u00f4micas da UFRGS (IEPE-UFRGS) tamb\u00e9m mostra praticamente a mesma redu\u00e7\u00e3o em per\u00edodo semelhante: 10,4% de julho a outubro (os dados de novembro s\u00f3 s\u00e3o disponibilizados em dezembro).<\/p>\n<p>O motivo da queda nos pre\u00e7os \u00e9 o aumento da oferta do produto no mercado brasileiro. O excesso de produ\u00e7\u00e3o em Minas Gerais, principal Estado leiteiro do pa\u00eds, ajudou a derrubar o valor nas g\u00f4ndolas.<\/p>\n<p>- As interfer\u00eancias do clima aumentaram a produ\u00e7\u00e3o e houve necessidade de baixar os pre\u00e7os em fun\u00e7\u00e3o do excesso. Leite \u00e9 perec\u00edvel: ou vende ou joga fora - destaca o presidente da Agas, Ant\u00f4nio Longo.<\/p>\n<p>Economia na pr\u00e1tica<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, essa redu\u00e7\u00e3o pode representar uma economia de cerca de R$ 20 por m\u00eas, em uma fam\u00edlia de quatro pessoas, considerando o consumo de dois litros di\u00e1rio.<\/p>\n<p>- Em fam\u00edlias com crian\u00e7as em idade escolar, o consumo m\u00e9dio \u00e9 de dois a dois litros e meio por dia. Em casas com crian\u00e7as menores, o consumo aumenta - indica a nutricionista Cl\u00e1udia Marchese Strey.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da folga no or\u00e7amento familiar, a baixa do pre\u00e7o tamb\u00e9m d\u00e1 uma m\u00e3ozinha para os comerciantes, principalmente aqueles que usam o leite como insumo para outras prepara\u00e7\u00f5es, como Lu\u00eds Fernando de Oliveira, propriet\u00e1rio de uma padaria no bairro Menino Deus, em Porto Alegre.<\/p>\n<p>- Tudo vem aumentando, a luz, a farinha... A baixa no leite est\u00e1 dando uma ajuda. A gente trabalha muito com o leite longa vida na produ\u00e7\u00e3o de doces, salgados, tudo praticamente usa leite - comenta.<\/p>\n<p>Redu\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve impactar nos derivados<\/p>\n<p>A expectativa tanto da ind\u00fastria quanto dos supermercadistas \u00e9 de que os pre\u00e7os se mantenham no mesmo patamar nos meses de ver\u00e3o enquanto a produ\u00e7\u00e3o estiver alta e o consumo menor. Bom para o consumidor e para parte do com\u00e9rcio. Contudo, os valores mais baixos podem n\u00e3o chegar at\u00e9 o outono.<\/p>\n<p>- N\u00e3o \u00e9 salutar ficar nesse patamar de pre\u00e7o, h\u00e1 necessidade de valor superior em fun\u00e7\u00e3o de custos do produtor e da ind\u00fastria. O leite \u00e9 um dos itens com menor margem no supermercado - avalia Longo.<\/p>\n<p>Ainda que a mat\u00e9ria-prima esteja mais em conta, os derivados n\u00e3o devem sofrer grandes altera\u00e7\u00f5es, estima secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), Darlan Palharini. Queijo, leite em p\u00f3, nata e manteiga devem manter-se na mesma faixa de pre\u00e7o.<\/p>\n<p>- O custo da manteiga e da nata n\u00e3o caem porque s\u00e3o a gordura, como se fosse a \"picanha\" do gado: \u00e9 pequena e o mercado absorve todo o consumo - diz o secret\u00e1rio.<\/p>\n<p>Por que sobe tanto?<\/p>\n<p>Os per\u00edodos de safra e entressafra t\u00eam grande impacto sobre o valor final do produto, como explica Palharini.<\/p>\n<p>- Normalmente, se compararmos com anos anteriores, a l\u00f3gica acontece nesse mesmo per\u00edodo. Na safra, o pre\u00e7o cai e, na entressafra, sobe. O produto falta em todo o Brasil e n\u00e3o compensa trazer de fora para fazer a manuten\u00e7\u00e3o do mercado - diz.<\/p>\n<p>Em geral, o per\u00edodo intermedi\u00e1rio entre uma safra e outra se estende de maio a setembro, no entanto, isso tamb\u00e9m depende das varia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>D\u00e1 para estocar?<br \/>\nPara uma vida \u00fatil adequada, ele deve ser transportado e conservado em temperatura ambiente, em lugar arejado e sem umidade. Normalmente, ap\u00f3s aberto, o leite deve ser conservado sob refrigera\u00e7\u00e3o em at\u00e9 48 horas, ou conforme orienta\u00e7\u00f5es do fabricante, presente na embalagem. Na prateleira do mercado, a vida \u00fatil do produto \u00e9 de quatro meses. (Di\u00e1rio Ga\u00facho)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Rede Leite avalia resultados de 15 anos de atividade e prospecta futuro<\/strong><\/p>\n<p>Em um momento de desafios para a atividade leiteira ga\u00facha, integrantes da Rede Leite reuniram-se nesta quinta-feira (29), em Iju\u00ed (RS), para debater seus principais resultados e avan\u00e7os, assim como as perspectivas para o futuro do trabalho, que completou 15 anos em 2018. A 4\u00aa edi\u00e7\u00e3o do F\u00f3rum da Rede Leite foi realizada no campus da Universidade Regional do Noroeste do RS (Uniju\u00ed) e contou com a participa\u00e7\u00e3o de cerca de 150 pessoas, entre produtores rurais, pesquisadores, t\u00e9cnicos da assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural, professores e estudantes. Durante o F\u00f3rum, uma s\u00e9rie de exposi\u00e7\u00f5es apresentou como a integra\u00e7\u00e3o organizada entre as institui\u00e7\u00f5es e os produtores pode gerar ganhos para todos. No \u00e2mbito institucional, por exemplo, o avan\u00e7o do conhecimento \u00e9 facilmente percebido com a diversifica\u00e7\u00e3o e fortalecimento da pesquisa cient\u00edfica, qualifica\u00e7\u00e3o da assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural e incremento da produ\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica. Tudo isso tendo sempre como foco de trabalho e estudo os diversos aspectos que envolvem a atividade leiteira.<\/p>\n<p>Mas o resultado mais vultoso e pragm\u00e1tico \u00e9 visto, sem d\u00favidas, no campo, com fam\u00edlias produzindo mais leite e com melhor qualidade. E se isso poderia ser o suficiente para muitos grupos organizados, para a Rede Leite \u00e9 apenas uma das partes importantes. Temas como qualidade de vida, melhoria do ambiente, diversifica\u00e7\u00e3o produtiva, sa\u00fade do trabalhador e sucess\u00e3o rural, por exemplo, s\u00e3o tratados como fundamentais e s\u00e3o t\u00e3o caros quanto a produtividade do sistema.<\/p>\n<p>\"Abrindo as porteiras para essas pesquisas, os maiores lucradores somos n\u00f3s produtores. O conhecimento que chegou na nossa propriedade nos ajuda a ter mais renda, nos facilita muito o trabalho no campo, melhora o rebanho, a qualidade do leite\", destacou a produtora Renita Cavalini, durante a apresenta\u00e7\u00e3o do primeiro painel do evento intitulado \"Como a Rede Leite fortalece o trabalho dos agricultores, dos extensionistas, dos professores e dos pesquisadores\".<\/p>\n<p>O relato da produtora Renita \u00e9 refor\u00e7ado com a constata\u00e7\u00e3o de que aspectos cruciais para todo o sistema produtivo funcionar em harmonia avan\u00e7aram muito nas propriedades integrantes da Rede Leite ao longo dos 15 anos de trabalho. Passo importante para dar conta de abranger tantos assuntos do cotidiano rural foi a cria\u00e7\u00e3o de Grupos de Trabalho (GT), que funcionam como guarda-chuva de grandes temas, mas que ainda assim conseguem perceber as especificidades de cada realidade. A diversifica\u00e7\u00e3o forrageira, melhoria das condi\u00e7\u00f5es de oferta de \u00e1gua e melhoria das pastagens e da fertilidade do solo s\u00e3o pautas constantemente abordadas com os produtores atrav\u00e9s dos GTs das \u00e1reas de forrageiras e ambiental. O GT de qualidade do leite e sanidade animal, por outro lado, levanta temas como contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas (CCS) e contagem bacteriana total (CBT), higiene da ordenha e doen\u00e7as reprodutivas, entre outros. O grupo Econ\u00f4mico e Fora da Porteira apresenta novas possibilidades para a organiza\u00e7\u00e3o da propriedade e acesso aos mercados.<\/p>\n<p>Mas como j\u00e1 dito, os assuntos t\u00e9cnico-econ\u00f4micos s\u00e3o parte de um trabalho que sempre tenta olhar o todo. O GT Social, nesse sentido, d\u00e1 conta de abordar assuntos que muitas vezes s\u00e3o esquecidos no meio rural. \"Quando pensamos em um trabalho com produtores logo se imagina o uso de disciplinas como agronomia ou medicina veterin\u00e1ria. No caso do Grupo de Trabalho Social da Rede Leite, muitas vezes englobamos disciplinas da \u00e1rea da sa\u00fade, como enfermagem, nutri\u00e7\u00e3o, fisioterapia, biomedicina, entre outros\", destacou a professora da Unicruz, Rosane F\u00e9lix, durante a apresenta\u00e7\u00e3o do segundo painel do evento, intitulado \"Impactos positivos gerados na Agricultura Familiar: perspectiva social; ambiental e de alimenta\u00e7\u00e3o animal; qualidade do leite e sanidade animal; econ\u00f4mica e de mercado\". Exemplo claro disso foi o trabalho que envolveu 124 produtores, 42 extensionistas e 91 estudantes em dez munic\u00edpios do Noroeste Colonial e Alto Jacu\u00ed, e que tratou de avaliar como estava a postura dos produtores antes, durante e ap\u00f3s a ordenha, com a posterior indica\u00e7\u00e3o de alongamentos e pr\u00e1ticas f\u00edsicas para auxiliar no trabalho di\u00e1rio dos agricultores.<\/p>\n<p>Desafios<br \/>\nNos \u00faltimos tr\u00eas anos, o n\u00famero de produtores de leite reduziu cerca de 20% no Rio Grande do Sul. Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Iju\u00ed, que abrange 44 munic\u00edpios dos Coredes Celeiro, Noroeste Colonial e Alto Jacu\u00ed e onde est\u00e1 situada maior parte do trabalho da Rede tamb\u00e9m houve diminui\u00e7\u00e3o. Em 2015, havia nessa regi\u00e3o 13.659 produtores vendendo leite para a ind\u00fastria. Em 2018, o n\u00famero caiu para 10.029 produtores. A produ\u00e7\u00e3o, no entanto, n\u00e3o sofreu grandes oscila\u00e7\u00f5es no per\u00edodo, devendo fechar o ano em aproximadamente 787 milh\u00f5es de litros, contra 800 milh\u00f5es de litros produzidos no ano de 2015. Com o cen\u00e1rio se postam tamb\u00e9m os desafios para o setor e para a Rede. De acordo com o engenheiro agr\u00f4nomo da Emater\/RS-Ascar e coordenador do Comit\u00ea Gestor da Rede Leite, Jo\u00e3o Schommer, surgem novas provoca\u00e7\u00f5es e a Rede deve encontrar solu\u00e7\u00f5es criativas e inovadoras. \"Uma das quest\u00f5es que se levantou para enfrentar esses desafios \u00e9 a diferencia\u00e7\u00e3o desse produto, agregar valor, de forma a manter esses produtores na atividade. Temos um grupo qualificado, com institui\u00e7\u00f5es com grande potencial\", ressaltou.<\/p>\n<p>\"Considero que houve avan\u00e7os significativos em diversos aspectos relativos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite e ao processo de gest\u00e3o conduzido pelos agricultores familiares. Avan\u00e7os que foram sistematizados pela equipe da Rede Leite e socializados nesse F\u00f3rum. Mas sabemos que novos desafios j\u00e1 est\u00e3o postos, destacando-se a oportunidade de agregar valor em fun\u00e7\u00e3o da qualidade do leite e das possibilidades de transformar em outros produtos diferenciados com potencial de inser\u00e7\u00e3o em mercados espec\u00edficos. Outro aspecto que motiva preocupa\u00e7\u00e3o da Rede Leite \u00e9 a sa\u00edda de milhares de fam\u00edlias da atividade leiteira, e as consequ\u00eancias desse processo\", destacou o pesquisador da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul Gustavo Silva.<\/p>\n<p>O professor do Departamento de Estudos Agr\u00e1rios da Uniju\u00ed (DEAG) e integrante da Rede, Roberto Carbonera, tamb\u00e9m comentou sobre o futuro da Rede. \"J\u00e1 estamos trabalhando na renova\u00e7\u00e3o do conv\u00eanio entre as institui\u00e7\u00f5es parceiras. Al\u00e9m disso, foi tratado de perspectivas de Projetos entre essas Institui\u00e7\u00f5es, para alavancar recursos e desenvolver projetos na regi\u00e3o\", observa. O produtor do munic\u00edpio de Nova Ramada, Neri Foguesatto, integrante da Rede Leite desde o in\u00edcio, observa que o grupo deve cada vez mais se fortalecer, com a participa\u00e7\u00e3o ativa das institui\u00e7\u00f5es e dos produtores. \"O programa \u00e9 um incentivo para n\u00f3s produtores, e cada vez temos de participar mais, para trocar conhecimentos, construir ideias. A gente vai buscando informa\u00e7\u00f5es e vai melhorando a administra\u00e7\u00e3o de toda a propriedade, com resultados excelentes n\u00e3o s\u00f3 na renda como na qualidade de vida da fam\u00edlia\", disse.<\/p>\n<p>Abertura do evento<br \/>\nDurante a abertura do evento, a reitora da Uniju\u00ed, C\u00e1tia Maria Nehring, destacou a import\u00e2ncia da Rede para o universo acad\u00eamico-cient\u00edfico e para os produtores da regi\u00e3o, todos envolvidos em um ambiente de discuss\u00e3o e proposi\u00e7\u00e3o sobre desenvolvimento sustent\u00e1vel. \"Envolver diferentes sujeitos, a partir do pensamento que podemos fazer pesquisa e extens\u00e3o com quem efetivamente est\u00e1 no campo, os agricultores, que est\u00e3o fazendo a atividade principal\", destacou. O prefeito de Iju\u00ed, Valdir Heck, tamb\u00e9m refor\u00e7ou a relev\u00e2ncia dos trabalhos desenvolvidos pela Rede para que os produtores se mantenham na atividade. \"Vamos seguir trabalhando pesquisa e desenvolvimento para abastecer nossas ind\u00fastrias atrav\u00e9s da produ\u00e7\u00e3o. Esse \u00e9 nosso desafio, cada vez com mais leite de qualidade e renda para o produtor\", disse.<\/p>\n<p>Compuseram a mesa de abertura de evento, tamb\u00e9m, o chefe-adjunto de Administra\u00e7\u00e3o da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul, Daniel Montardo, a pesquisadora da Embrapa Clima Temperado L\u00edgia Pegoraro, a reitora da Unicruz, Patr\u00edcia Bianchi, o gerente regional de Iju\u00ed da Emater\/RS-Ascar, Carlos Alberto Turra, o pr\u00f3-reitor de Extens\u00e3o da UFSM, Rudiney Pereira, o representante da Agel, Carlos Denis de Lima, o representante da Cooperfamiliar, Valmor Machado Soares e o representante do Instituto Federal Farroupilha Campus Santo Augusto, Francisco Flores. (Embrapa Gado de Leite)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Setor v\u00ea alta de pre\u00e7os e de capta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>L\u00e1cteos - Diante da perspectiva de aquecimento da economia e queda dos custos de produ\u00e7\u00e3o, o mercado espera um 2019 mais positivo para produtores e ind\u00fastria de latic\u00ednios, estimam especialistas.<\/p>\n<p>\"O ano de 2019 parece promissor\", disse o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, durante o evento Ideas for Milk, ocorrido na sexta-feira (30).<\/p>\n<p>Ele destaca que o valor pago ao produtor est\u00e1 muito ligado \u00e0 renda da popula\u00e7\u00e3o e que a perspectiva nesse sentido \u00e9 de melhora. O pre\u00e7o m\u00e9dio pago ao produtor deve encerrar este ano entre R$ 1,20 e R$ 1,25 o litro, em m\u00e9dia, em um per\u00edodo marcado por oscila\u00e7\u00f5es.<br \/>\n\"Acredito que esse patamar deve se elevar no ano que vem, especialmente de maio a setembro\", ponderou, referindo-se ao per\u00edodo de entressafra na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Do ponto de vista de custos - que neste ano foram elevados pelo c\u00e2mbio e transporte -, ele projeta uma manuten\u00e7\u00e3o nos patamares atuais e uma oferta de milho maior.<\/p>\n<p>Martins destaca, ainda, que 2018 foi um ano at\u00edpico. \"Come\u00e7amos o ano muito bem, mas tivemos a greve dos caminhoneiros que gerou um impacto profundo na receita tanto para produtor, que continuou produzindo e n\u00e3o pode entregar, quanto para a ind\u00fastria, que n\u00e3o pode receber o leite\", pondera.<\/p>\n<p>Capta\u00e7\u00e3o<br \/>\nO gerente nacional de leite e ingredientes l\u00e1cteos da Danone, Bernardo Araujo, projeta um 2019 mais otimista. \"Esperamos que no ano que vem haja uma expans\u00e3o e a volta do consumo de produtos de maior valor agregado. Se isso se concretizar, a capta\u00e7\u00e3o dever\u00e1 crescer\", projeta.<\/p>\n<p>No ano passado, a capta\u00e7\u00e3o de leite no Brasil somou 33,5 bilh\u00f5es de litros, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Para 2018, a perspectiva dos especialistas \u00e9 de que esse volume se mantenha. Para o diretor de marketing ruminantes da DSM, Juliano Acedo, o cen\u00e1rio \u00e9 otimista, com aumento de demanda e recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o ao produtor, o que deve estimular a busca por insumos para a pecu\u00e1ria leiteira no ano que vem.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\"Estamos animados. Esperamos um crescimento de 10% nas vendas do segmento em 2019. Para este ano, projetamos um n\u00famero muito parecido com o de 2017.\" ( DCI)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>No Radar<br \/>\nDiante da informa\u00e7\u00e3o de que a de vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa foi ampliada pela falta de doses, o Sindicato Nacional da Ind\u00fastria de Produtos para Sa\u00fade Animal emitiu comunicado em que afirma que \"foram produzidas e colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o do mercado vacinas contra aftosa em volume suficiente\". E diz ter \"estoque emergencial superior a 5 milh\u00f5es de doses\". (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 04 de dezembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.872 GDT &nbsp; Os produtores de leite da Nova Zel\u00e2ndia contam com esse resultado para projetarem sua renda. At\u00e9 aqui n\u00e3o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/12\/04\/04-12-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/12\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2810","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2810","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2810"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2810\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2811,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2810\/revisions\/2811"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2810"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2810"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2810"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}