{"id":2778,"date":"2018-11-26T18:58:29","date_gmt":"2018-11-26T18:58:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2778"},"modified":"2018-11-26T18:58:29","modified_gmt":"2018-11-26T18:58:29","slug":"26-11-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/11\/26\/26-11-2018\/","title":{"rendered":"26\/11\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 26 de novembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.866<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Por mais Iv\u00e2nias no campo ga\u00facho<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um tanto quanto t\u00edmida e com resumo de sua fala \u00e0 m\u00e3o, a produtora de leite Iv\u00e2nia Binda (foto abaixo), de Fagundes Varela, na Serra, conquistou o p\u00fablico do 7\u00ba F\u00f3rum Itinerante do Leite, em Teut\u00f4nia, Vale do Taquari. Ela era \"a prova viva\" da experi\u00eancia, desenvolvida com a Emater, que tem o objetivo de usar a gest\u00e3o como ferramenta de garantia de renda.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Quem acompanha o setor de leite sabe que a atividade \u00e9 marcada pela sazonalidade. Anualmente, seguindo o ciclo da produ\u00e7\u00e3o, os pre\u00e7os pagos ao produtor oscilam muito. O problema \u00e9 que, \u00e0s vezes, se somam a essa tradicional varia\u00e7\u00e3o outros fatores. Agora, por exemplo, o valor pago por litro deveria estar estabilizado. Mas segue caindo. O percentual de recuo \u00e9 de 5,44%, segundo o Conseleite. H\u00e1 relatos, no entanto, de redu\u00e7\u00f5es maiores.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A crise do setor nos \u00faltimos anos levou cerca de 20 mil fam\u00edlias a abandonar a atividade no Rio Grande do Sul, segundo levantamento da Emater. Ainda assim, outras 65 mil permanecem na atividade. E precisam encontrar um meio de garantir renda.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Dona Iv\u00e2nia est\u00e1 nesse contingente. Sem cerim\u00f4nias, reconheceu que ela e a fam\u00edlia n\u00e3o faziam \"nenhuma conta\" at\u00e9 serem abordados pelo agr\u00f4nomo Leandro Ebert, da Emater.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">- Na primeira vez que fizemos, nos apavoramos - confidenciou a produtora no f\u00f3rum.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Ao ganhar a confian\u00e7a dessa e das outras fam\u00edlias que integram a a\u00e7\u00e3o, Ebert plantou a semente do conhecimento. Usou a tecnologia - um aplicativo - para ajudar os produtores a terem consci\u00eancia da import\u00e2ncia de ter a atividade sob controle.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A produtora contou do estranhamento quando ganhou um smartphone:<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">- O que \u00e9 que eu vou fazer com isso?<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Iv\u00e2nia poderia ter se intimidado e parado por a\u00ed. Decidiu, no entanto, que precisava vencer aquela barreira. E \"fu\u00e7ando\" no celular, vai aos poucos, domando a tecnologia, transformando-a em aliada.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Os resultados j\u00e1 aparecem na propriedade das 15 fam\u00edlias do GT do Leite. A receita mensal, menos despesa com ra\u00e7\u00e3o, quase duplicou de abril a setembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">A maior conquista de Iv\u00e2nia est\u00e1 em n\u00e3o se intimidar. Ela poderia recuar e ficar s\u00f3 reclamando das dificuldades - que existem. Decidiu ir al\u00e9m. E vem fazendo a diferen\u00e7a na vida da fam\u00edlia e da atividade. (Zero Hora)&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Campo Futuro mostra pecu\u00e1ria leiteira competitiva em rela\u00e7\u00e3o a outras atividades<\/strong><\/p>\n<p>Custos leite - Em contrapartida ao estigma da baixa remunera\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira, an\u00e1lise realizada pelo Projeto Campo Futuro mostra que a atividade pode ser competitiva em rela\u00e7\u00e3o a outras, como pecu\u00e1ria de corte, cana de a\u00e7\u00facar, soja e mandioca, e superar os valores oferecidos pelo arrendamento.<\/p>\n<p>A premissa para que esse cen\u00e1rio ocorra \u00e9 que o produtor invista em gest\u00e3o e em ganhos de produtividade, por meio de nutri\u00e7\u00e3o adequada e m\u00e3o de obra qualificada, para atingir efici\u00eancia produtiva e econ\u00f4mica. Em 2018, o Projeto Campo Futuro visitou 16 regi\u00f5es nos estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul. Na maioria dessas localidades, foi relatado o abandono da atividade leiteira em fun\u00e7\u00e3o da baixa remunera\u00e7\u00e3o. Com base nesse cen\u00e1rio, a equipe de Custo de Produ\u00e7\u00e3o do Cepea realizou uma an\u00e1lise comparativa de competitividade entre a pecu\u00e1ria de leite e outras atividades apontadas como possibilidade de arrendamento nas regi\u00f5es visitadas pelo Projeto Campo Futuro. Dentre as 16 propriedades t\u00edpicas levantadas, 9 apresentaram margem bruta por hectare superior ao valor recebido pelo arrendamento mais comum da regi\u00e3o, foram elas: Pomp\u00e9u (MG), Uberl\u00e2ndia (MG), Cascavel (PR), Castro (PR), Chopinzinho (PR), Umuarama (PR), Cruz Alta (RS), Pelotas (RS) e Tr\u00eas de Maio (RS) - Figura 1. Analisando o estado de Minas Gerais, que registra grande heterogeneidade nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o, duas das cinco propriedades t\u00edpicas se mostram competitivas, ou seja, a margem bruta por hectare superou o valor de arrendamento. Nestas propriedades, os diferenciais foram o uso de uma estrat\u00e9gia nutricional adequada, que atende \u00e0s exig\u00eancias do rebanho e permite a express\u00e3o do potencial produtivo dos animais, e a presen\u00e7a de m\u00e3o de obra qualificada e especializada na atividade.<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 273px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3132\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Os bons desempenhos produtivo e econ\u00f4mico das propriedades competitivas, por sua vez, se refletem nos indicadores de participa\u00e7\u00e3o dos custos com alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho e m\u00e3o de obra contratada (terceirizada ou com carteira assinada) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 receita da atividade. Esses dois itens representavam, respectivamente, 50,8% e 13,6% da receita. Tais valores convergem com os indicadores tidos como ideais para propriedades economicamente equilibradas: os custos com alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho equivalendo a 50% da receita e os com m\u00e3o de obra, entre 10% e 15% da receita. Quanto \u00e0 efici\u00eancia produtiva, as regi\u00f5es competitivas se destacam. Nesses locais, a produ\u00e7\u00e3o de leite por lacta\u00e7\u00e3o foi 31% maior em compara\u00e7\u00e3o aos n\u00fameros obtidos nas regi\u00f5es n\u00e3o competitivas; a produ\u00e7\u00e3o por hectare foi 92% superior e a produ\u00e7\u00e3o por colaborador, 39% maior (Figura 2). Os n\u00fameros de produtividade evidenciam que a melhor efici\u00eancia produtiva torna as propriedades competitivas na medida em que permite dilui\u00e7\u00e3o dos custos fixos da produ\u00e7\u00e3o e retornos atrativos a investimentos na atividade. (Cepea)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 315px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3133\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Produtores ga\u00fachos pedem antecipa\u00e7\u00e3o da retirada da vacina contra febre aftosa<\/strong><\/p>\n<p>Pecuaristas do Rio Grande do Sul pediram ao secret\u00e1rio executivo do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, a antecipa\u00e7\u00e3o da retirada da vacina contra a febre aftosa do rebanho ga\u00facho. O secret\u00e1rio explicou que o Mapa est\u00e1 tratando do assunto, mas que o estado ainda precisa fazer uma s\u00e9rie de procedimentos at\u00e9 chegar a fase de auditoria que precede a retirada da vacina.<\/p>\n<p>Novacki foi recebido na Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), pelo diretor administrativo da federa\u00e7\u00e3o Francisco Schardong e por entidades ligadas ao setor de Prote\u00edna animal, onde foram discutidos temas do segmento como sanidade animal e com\u00e9rcio internacional, al\u00e9m da febre aftosa.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio executivo tamb\u00e9m esteve reunido com representantes da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Fetag), onde relatou o est\u00e1gio de desenvolvimento dos principais programas do Mapa para o setor.<\/p>\n<p>No Pal\u00e1cio Piratini, sede do executivo ga\u00facho, Novacki foi recebido pelo governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori, e pelo vice-governador, Jos\u00e9 Paulo Cairoli, onde destacou a relev\u00e2ncia e o dinamismo da agropecu\u00e1ria ga\u00facha. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa.)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>LEITE | ESTUDO REFOR\u00c7A COMPETITIVIDADE DA PECU\u00c1RIA LEITEIRA<\/strong><\/p>\n<p>Em contrapartida ao estigma da baixa remunera\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira, an\u00e1lise realizada pelo Projeto Campo Futuro, do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea\/Esalq USP) mostra que a atividade pode ser competitiva em rela\u00e7\u00e3o a outras, como pecu\u00e1ria de corte, cana de a\u00e7\u00facar, soja e mandioca, e superar os valores oferecidos pelo arrendamento. A premissa para que esse cen\u00e1rio ocorra \u00e9 que o produtor invista em gest\u00e3o e em ganhos de produtividade, por meio de nutri\u00e7\u00e3o adequada e m\u00e3o de obra qualificada, para atingir efici\u00eancia produtiva e econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Em 2018, o Projeto Campo Futuro visitou 16 regi\u00f5es nos estados de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paran\u00e1 e Rio Grande do Sul. Na maioria dessas localidades, foi relatado o abandono da atividade leiteira em fun\u00e7\u00e3o da baixa remunera\u00e7\u00e3o. Com base nesse cen\u00e1rio, a equipe de Custo de Produ\u00e7\u00e3o do Cepea realizou uma an\u00e1lise comparativa de competitividade entre a pecu\u00e1ria de leite e outras atividades apontadas como possibilidade de arrendamento nas regi\u00f5es visitadas pelo Projeto Campo Futuro.<\/p>\n<p>Dentre as 16 propriedades t\u00edpicas levantadas, 9 apresentaram margem bruta por hectare superior ao valor recebido pelo arrendamento mais comum da regi\u00e3o, foram elas: Pomp\u00e9u (MG), Uberl\u00e2ndia (MG), Cascavel (PR), Castro (PR), Chopinzinho (PR), Umuarama (PR), Cruz Alta (RS), Pelotas (RS) e Tr\u00eas de Maio (RS).<\/p>\n<p>Analisando o estado de Minas Gerais, que registra grande heterogeneidade nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o, duas das cinco propriedades t\u00edpicas se mostram competitivas, ou seja, a margem bruta por hectare superou o valor de arrendamento. Nestas propriedades, os diferenciais foram o uso de uma estrat\u00e9gia nutricional adequada, que atende \u00e0s exig\u00eancias do rebanho e permite a express\u00e3o do potencial produtivo dos animais, e a presen\u00e7a de m\u00e3o de obra qualificada e especializada na atividade.<\/p>\n<p>Os bons desempenhos produtivo e econ\u00f4mico das propriedades competitivas, por sua vez, se refletem nos indicadores de participa\u00e7\u00e3o dos custos com alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho e m\u00e3o de obra contratada (terceirizada ou com carteira assinada) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 receita da atividade. Esses dois itens representavam, respectivamente, 50,8% e 13,6% da receita. Tais valores convergem com os indicadores tidos como ideais para propriedades economicamente equilibradas: os custos com alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho equivalendo a 50% da receita e os com m\u00e3o de obra, entre 10% e 15% da receita.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 efici\u00eancia produtiva, as regi\u00f5es competitivas se destacam. Nesses locais, a produ\u00e7\u00e3o de leite por lacta\u00e7\u00e3o foi 31% maior em compara\u00e7\u00e3o aos n\u00fameros obtidos nas regi\u00f5es n\u00e3o competitivas; a produ\u00e7\u00e3o por hectare foi 92% superior e a produ\u00e7\u00e3o por colaborador, 39% maior. Os n\u00fameros de produtividade evidenciam que a melhor efici\u00eancia produtiva torna as propriedades competitivas na medida em que permite dilui\u00e7\u00e3o dos custos fixos da produ\u00e7\u00e3o e retornos atrativos a investimentos na atividade. (Fonte Portal DBO)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>L\u00e1cteos: demanda continua robusta e pre\u00e7os est\u00e3o em queda, diz ANZ<br \/>\nA demanda por commodities l\u00e1cteas continua robusta, e os pre\u00e7os em queda s\u00e3o, principalmente, uma consequ\u00eancia do aumento da produ\u00e7\u00e3o global de leite, segundo nota da ANZ Research. \"A oferta mundial de leite tem sido refor\u00e7ada este ano pelo crescimento constante da produ\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos e na Europa, combinado com excelentes condi\u00e7\u00f5es de crescimento na Nova Zel\u00e2ndia.\" No entanto, a institui\u00e7\u00e3o observa que, embora o excedente de leite tenha pressionado os pre\u00e7os, ele est\u00e1 sendo absorvido pelo mercado, e os estoques globais est\u00e3o come\u00e7ando a ser utilizados. \"Em algum momento durante os pr\u00f3ximos meses, os mercados devem recuar em favor dos fornecedores.\" (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dow Jones Newswires, publicadas no Estad\u00e3o)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 26 de novembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.866 Por mais Iv\u00e2nias no campo ga\u00facho Um tanto quanto t\u00edmida e com resumo de sua fala \u00e0 m\u00e3o, a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/11\/26\/26-11-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/11\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2778","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2778","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2778"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2778\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2779,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2778\/revisions\/2779"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2778"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2778"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2778"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}