{"id":2744,"date":"2018-11-16T19:31:30","date_gmt":"2018-11-16T19:31:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2744"},"modified":"2018-11-16T19:31:30","modified_gmt":"2018-11-16T19:31:30","slug":"16-11-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/11\/16\/16-11-2018\/","title":{"rendered":"16\/11\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 16 de novembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.860<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Com\u00e9rcio exterior brasileiro de produtos l\u00e1cteos - NCM 04<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Importa\u00e7\u00e3o x Exporta\u00e7\u00e3o - A balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos das rubricas NCM 04, em outubro, confirma a condi\u00e7\u00e3o de importador l\u00edquido de l\u00e1cteos do Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 316px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3111\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Os produtos mais importados foram leite em p\u00f3 e queijo. Argentina e Uruguai foram os principais fornecedores dos produtos. Cerca de 53% do leite em p\u00f3 veio da Argentina, e o Uruguai foi respons\u00e1vel por 39% das remessas desse produto. O Chile, o Paraguai e os Estados Unidos preenchem parte do restante significativo do mercado brasileiro de leite em p\u00f3. O mercado de queijos \u00e9 preenchido tamb\u00e9m prioritariamente pela Argentina (55,7%), Uruguai (22,4%), Holanda (9,4%), It\u00e1lia (3,7%), e Alemanha (1,3%). (Terra Viva - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 557px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3117\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 600px; height: 252px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3116\" alt=\"\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Como ser\u00e1 a gen\u00e9tica leiteira em 50 anos?<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Gen\u00e9tica leiteira - A iniciativa do projeto que estimou como o mercado de leite seria em 50 anos foi liderado por Jack Britt (North Carolina State University) e publicado no Journal of Dairy Science (Volume 101, Edi\u00e7\u00e3o 5, pag. 3722- 3741).<\/p>\n<p>&nbsp;O artigo cobriu muita coisa, mas aqui destacaremos alguns t\u00f3picos sobre as mudan\u00e7as que poderemos ver na sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica. Espera-se ver constantes ganhos em rendimento de gordura e prote\u00edna, estima-se que a produ\u00e7\u00e3o do volume de s\u00f3lidos, dobre nos EUA. Isso requer ganhos um pouco mais r\u00e1pidos do que temos experimentado nos \u00faltimos 50 anos, mas seremos auxiliados pela sele\u00e7\u00e3o gen\u00f4mica que facilitar\u00e1 as taxas mais r\u00e1pidas de mudan\u00e7a. Maiores rendimentos de s\u00f3lidos necessitam de maior produ\u00e7\u00e3o de leite. Dobrando a produ\u00e7\u00e3o de leite seria igual a termos um rendimento m\u00e9dio de leite de aproximadamente 23.000 kg. Isso parece um n\u00famero muito alto para a m\u00e9dia dos EUA, mas tenha em mente que v\u00e1rias vacas j\u00e1 conseguiram produ\u00e7\u00f5es superiores a 30.000 kg e alguns rebanhos j\u00e1 tem m\u00e9dias acima de 18.000 kg. Os n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o de leite tendem crescer a uma taxa mais lenta do que a de s\u00f3lidos, devido aos sistemas de pagamento que favorecem os s\u00f3lidos sobre o leite fluido, podemos n\u00e3o dobrar a produ\u00e7\u00e3o de leite, mas grandes ganhos est\u00e3o estimados.<\/p>\n<p>Qu\u00e3o baixo podemos ir?<br \/>\nEnquanto estimamos o crescimento das produ\u00e7\u00f5es, os intervalos entre gera\u00e7\u00f5es se tornaram mais curtos. J\u00e1 vimos um grande decl\u00ednio no intervalo entre gera\u00e7\u00f5es, entre os touros e seus lhos, atrav\u00e9s dos intensos m\u00e9todos de sele\u00e7\u00e3o usados pelas centrais de I.A. O atual intervalo de gera\u00e7\u00e3o entre reprodutores, atualmente \u00e9 um pouco mais de dois anos. . . quatro anos menos do que a uma d\u00e9cada atr\u00e1s. E um intervalo de 17 meses poder\u00e1 ser poss\u00edvel com novilhas bem criadas e touros que j\u00e1 estejam f\u00e9rteis aos 8 meses de idade. Pode ser poss\u00edvel diminuir ainda mais o intervalo de gera\u00e7\u00e3o no futuro, atrav\u00e9s de inova\u00e7\u00f5es na \u00e1rea da reprodu\u00e7\u00e3o. De fato, pode ser poss\u00edvel que embri\u00f5es se tornem pais de embri\u00f5es. O\u00f3citos vi\u00e1veis e espermatozoides j\u00e1 foram produzidos a partir de c\u00e9lulas-tronco embrion\u00e1rias em camundongos. Se tais m\u00e9todos forem aperfei\u00e7oados em bovinos, n\u00f3s poderemos genotipar embri\u00f5es e identificar aqueles que gostar\u00edamos de \"acasalar\". Em teoria, poder\u00edamos at\u00e9 \"acasalar\" um embri\u00e3o com si mesmo. Se isso parece um pouco absurdo, voc\u00ea talvez esteja certo. Atualmente, tais t\u00e9cnicas n\u00e3o est\u00e3o nem perto de serem implementadas, mas quem sabe daqui a 50 anos? Previs\u00e3o gen\u00f4mica para m\u00faltiplas gera\u00e7\u00f5es de embri\u00f5es seria impreciso hoje, dada a uma grande diferen\u00e7a entre a gera\u00e7\u00e3o mais recente de embri\u00f5es \"pais\" e a popula\u00e7\u00e3o prenunciada das vacas em lacta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Resist\u00eancia \u00e0 doen\u00e7a<br \/>\nTuberculose (TB) \u00e9 end\u00eamica em grande parte da popula\u00e7\u00e3o mundial de bovinos e \u00e9 um perigo para as vidas das vacas infectadas e as pessoas com quem entram em contato. E se pud\u00e9ssemos escolher eliminar a susceptibilidade \u00e0 TB? Geneticistas do Reino Unido desenvolveram avalia\u00e7\u00f5es gen\u00f4micas para resist\u00eancia \u00e0 TB, atrav\u00e9s da avalia\u00e7\u00e3o de dados de animais abatidos. N\u00f3s n\u00e3o poderemos ser capazes de eliminar a suscetibilidade em 50 anos, mas poder\u00edamos ir bem adiante nesse caminho que \u00e9 longo, para reduzir a suscetibilidade \u00e0 tuberculose, tristeza bovina, febre aftosa e v\u00e1rias outras doen\u00e7as infecciosas. Isso seria ben\u00e9fico, particularmente nos pa\u00edses em desenvolvimento onde faltam os controles a doen\u00e7as, que existem em pa\u00edses desenvolvidos. Resist\u00eancia a doen\u00e7as infecciosas s\u00e3o apenas uma das possibilidades que poder\u00edamos desenvolver nos pr\u00f3ximos 50 anos. Sele\u00e7\u00e3o de prote\u00ednas especializadas para produzir mais efetivamente queijo ou outros produtos, j\u00e1 pode ser avistado no horizonte. Estamos observando alguns desenvolvimentos nas avalia\u00e7\u00f5es gen\u00f4micas para efici\u00eancia alimentar, e h\u00e1 possibilidade tamb\u00e9m de que poderemos ser capazes de selecionar para reduzir a polui\u00e7\u00e3o causada pelos dejetos das vacas. Avalia\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas para nitrog\u00eanio da ureia do leite pode ser usado como um caminho para selecionar vacas que venham a eliminar menos nitrog\u00eanio atrav\u00e9s das fezes, embora esse conceito \u00e9 altamente especulativo, muitos geneticistas j\u00e1 consideram essa possibilidade.<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o de genes<br \/>\nA edi\u00e7\u00e3o de genes \u00e9 vi\u00e1vel para algumas caracter\u00edsticas relativamente simples, como a cria\u00e7\u00e3o de bovinos que j\u00e1 nascem sem chifre (mochos), altera\u00e7\u00e3o do alelo beta-case\u00edna A1 para o alelo A2, criando o gene \"SLICK\" (pelo curto) para combater o estresse cal\u00f3rico em regi\u00f5es quentes. Mas precisamos deixar claro, que no momento, a edi\u00e7\u00e3o de genes ainda n\u00e3o foi aprovada para uso em animais destinados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de alimentos e talvez possa nunca ser, mas a possibilidade certamente existe. N\u00f3s podemos at\u00e9 ser capazes de ir al\u00e9m dessas mudan\u00e7as relativamente simples e editar grandes por\u00e7\u00f5es do genoma para otimizar caracter\u00edsticas como rendimento de leite e fertilidade. Cinquenta anos atr\u00e1s, a insemina\u00e7\u00e3o artificial estava a caminho de se tornar a ferramenta que dominaria a reprodu\u00e7\u00e3o de gado leiteiro, e a transfer\u00eancia de embri\u00f5es estava prestes a emergir. N\u00f3s sab\u00edamos a respeito de DNA e poderia ter previsto que os testes de DNA se tornariam importantes, mas n\u00f3s n\u00e3o sab\u00edamos nada sobre a ci\u00eancia da gen\u00f4mica, que permitiu a cria\u00e7\u00e3o de animais baseados em DNAs. N\u00f3s certamente veremos muitas mudan\u00e7as na pecu\u00e1ria de leite durante o pr\u00f3ximo meio s\u00e9culo. E atentem que nem estamos citando o que pode acontecer nas \u00e1reas de epigen\u00e9tica e microbioma. Ent\u00e3o, o que perdemos e o que antecipamos, que talvez n\u00e3o se realizar\u00e1? Isso \u00e9 dif\u00edcil de dizer, pois a \u00fanica coisa certa sobre prever o futuro \u00e9 que, desconsiderando a interven\u00e7\u00e3o divina, voc\u00ea errar\u00e1 muitas coisas! *F\u00e1bio Foga\u00e7a \u00e9 gerente de produto leite importado da Alta. (Conex\u00e3o TO)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Levantamento sobre Qualidade do Leite ser\u00e1 realizado no Noroeste Ga\u00facho<\/strong><\/p>\n<p>Qualidade do leite - Duzentas amostras para an\u00e1lise da qualidade do leite produzido em propriedades do Noroeste ga\u00facho ser\u00e3o coletadas por t\u00e9cnicos da Emater\/RS-Ascar, sem custo ao produtor, nos meses de novembro e dezembro deste ano.<\/p>\n<p>A a\u00e7\u00e3o \u00e9 uma proposi\u00e7\u00e3o do Arranjo Produtivo Local (APL Leite) e abrange os 20 munic\u00edpios da Fronteira Noroeste e cinco munic\u00edpios das Miss\u00f5es, sendo estes Giru\u00e1, Guarani das Miss\u00f5es, Pirap\u00f3, S\u00e3o Paulo das Miss\u00f5es e Ubiretama.<\/p>\n<p>As amostras ser\u00e3o encaminhadas para exames laboratoriais bacteriol\u00f3gicos e antibiogramas nos dias 21 de novembro e 13 de dezembro. Para a defini\u00e7\u00e3o sobre como ser\u00e3o realizados os procedimentos de coleta e o n\u00famero de propriedades participantes por munic\u00edpio, uma reuni\u00e3o foi realizada em Santa Rosa ontem, com a ger\u00eancia regional, Ademir Renato Nedel e Jos\u00e9 Vanderlei Waschburger, o assistente t\u00e9cnico regional da Emater\/RS-Ascar, m\u00e9dico veterin\u00e1rio Jorge Lunardi, e t\u00e9cnicos dos escrit\u00f3rios municipais da Emater\/RS-Ascar.<\/p>\n<p>Segundo Lunardi, os resultados dos exames ir\u00e3o contribuir para a defini\u00e7\u00e3o de estrat\u00e9gias de Assist\u00eancia T\u00e9cnica em bovinocultura de leite, assim como a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas de produ\u00e7\u00e3o limpa de leite contribuem para a sanidade animal e, sobretudo, para a promo\u00e7\u00e3o da sa\u00fade humana.<\/p>\n<p>O trabalho se adequa \u00e0 Instru\u00e7\u00e3o Normativa 62, do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), que \u00e9 exigida atualmente por todas as ind\u00fastrias que coletam o leite, sendo que o leite de qualidade passa a ter maior valor econ\u00f4mico e \u00e9 uma quest\u00e3o de sa\u00fade p\u00fablica. O processo de produ\u00e7\u00e3o de leite de qualidade \u00e9 oriundo da ordenha completa, em condi\u00e7\u00f5es de higiene, com vacas sadias, bem alimentadas e descansadas, destacando-se neste contexto tamb\u00e9m o bem-estar animal. (R\u00e1dio Vera Cruz)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Evento detalha sucesso da Nova Zel\u00e2ndia na cadeia dos l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p>Com o apoio do Sistema FAEP\/SENAR-PR e outras entidades do agroneg\u00f3cio paranaense, a Embaixada da Nova Zel\u00e2ndia no Brasil e a New Zealand Trade &amp; Enterprise (NZTE) promovem, no dia 21 de novembro, um workshop, no Audit\u00f3rio da Ocepar, em Curitiba (PR). O evento ter\u00e1 o t\u00edtulo \"Fundamentos de Produ\u00e7\u00e3o e Qualidade do Leite da Nova Zel\u00e2ndia\", voltado para lideran\u00e7as e t\u00e9cnicos dos diversos elos da cadeia produtiva do leite no Paran\u00e1. O principal objetivo do encontro \u00e9 detalhar sistemas e as tecnologias do pa\u00eds da Oceania que podem ser aplicadas em propriedades paranaenses.<\/p>\n<p>O presidente do Sistema FAEP\/SENAR-PR, \u00c1gide Meneguette, aponta o workshop como uma oportunidade para intensa troca de informa\u00e7\u00f5es, processo fundamental para promover o desenvolvimento ainda maior da cadeia de l\u00e1cteos do Paran\u00e1. \"Temos trabalhado nas \u00faltimas d\u00e9cadas para colocar o Estado em um n\u00edvel superior na produ\u00e7\u00e3o de leite. Hoje, temos no Paran\u00e1 v\u00e1rios produtores que podem ser colocados de igual para igual entre os destaques mundiais e devemos seguir com esse trabalho para que possamos chegar tamb\u00e9m, em breve, \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de exportador de l\u00e1cteos\", sinaliza.<\/p>\n<p>Na programa\u00e7\u00e3o do workshop estar\u00e3o palestrantes como Chris Langley, embaixador da Nova Zel\u00e2ndia no Brasil; Nadia Alc\u00e2ntara, gerente de agroneg\u00f3cios da NZTE; representantes dos governos do Paran\u00e1 e Santa Catarina, diretores de empresas de processamento de l\u00e1cteos do pa\u00eds, al\u00e9m de pesquisadores do setor. Ainda, o evento contar\u00e1 com palestras e apresenta\u00e7\u00f5es de estudos de caso de oito empresas neozelandesas: QCONZ, Tru-Test, PGW Sementes (PGG Wrightson Seeds do Brasil), Milkbar, Simcro, Gallagher e Grupo Kiwi.<\/p>\n<p>Nadia Alc\u00e2ntara, da NZTE, explica que workshops como esse que ser\u00e1 realizado no Paran\u00e1 t\u00eam o objetivo de apresentar solu\u00e7\u00f5es que foram criadas na Nova Zel\u00e2ndia e que j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis no Brasil. \"Nossa inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 divulgar as empresas em si, mas as tecnologias que s\u00e3o utilizadas. Elas podem ser empregadas e adaptadas no sentido de melhorar a qualidade e produtividade leiteira aqui no Brasil\", enfatiza. \"Vemos o Paran\u00e1 como uma refer\u00eancia. Come\u00e7amos essa parceria por esse evento e esperamos que seja uma rela\u00e7\u00e3o duradoura\", completa. (Comunica\u00e7\u00e3o Social - Sistema FAEP\/SENAR-PR)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><em>Melhora na rela\u00e7\u00e3o de troca ameniza queda no pre\u00e7o do leite<br \/>\nPre\u00e7o do leite - Mantendo a expectativa para esse per\u00edodo de ano com a intensifica\u00e7\u00e3o do per\u00edodo de safra, os pre\u00e7os do leite pagos ao produtor ca\u00edram pelo segundo m\u00eas consecutivo em outubro. Nesse \u00faltimo m\u00eas, o leite ao produtor fechou cotado a R$1,55 na m\u00e9dia nacional, queda de 2,36% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Confira a an\u00e1lise completa no Boletim Indicadores <a href=\"https:\/\/ainfo.cnptia.embrapa.br\/digital\/bitstream\/item\/185967\/1\/Indicadores-leite-84-Nov.pdf\">Leite e Derivados<\/a>. (Embrapa)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 16 de novembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.860 Com\u00e9rcio exterior brasileiro de produtos l\u00e1cteos - NCM 04 &nbsp; Importa\u00e7\u00e3o x Exporta\u00e7\u00e3o - A balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos das <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/11\/16\/16-11-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"16\/11\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2744","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2744","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2744"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2744\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2745,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2744\/revisions\/2745"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2744"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2744"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2744"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}