{"id":2738,"date":"2018-11-13T19:27:18","date_gmt":"2018-11-13T19:27:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2738"},"modified":"2018-11-13T19:27:18","modified_gmt":"2018-11-13T19:27:18","slug":"13-11-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/11\/13\/13-11-2018\/","title":{"rendered":"13\/11\/2018"},"content":{"rendered":"<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 13 de novembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.858<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>SC: secret\u00e1rio da Agricultura vai coordenar a Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul-Brasileira<\/strong><\/p>\n<p>O secret\u00e1rio da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, Airton Spies, assumiu nesta segunda-feira, 12, a coordena\u00e7\u00e3o da Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul-Brasileira, formada pelos Estados do Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. \"At\u00e9 2020, metade do leite brasileiro ser\u00e1 produzida no Sul. O leite da regi\u00e3o precisa se tornar um produto industrial, sen\u00e3o n\u00f3s vamos nos afogar em leite\", explica Airton Spies, em nota, sobre a necessidade de ampliar os mercados para o produto.<\/p>\n<p>\"Os desafios s\u00e3o muito claros e passam por melhorias em tecnologia, sanidade dos rebanhos e organiza\u00e7\u00e3o log\u00edstica da cadeia produtiva. Temos uma estrat\u00e9gia a m\u00e9dio e longo prazo e j\u00e1 temos excelentes exemplos a seguir, aqui mesmo no Estado, para tornar o leite competitivo no mercado internacional. Temos que fazer com o leite o que j\u00e1 fizemos com cadeias produtivas consolidadas como suinocultura, avicultura e tabaco\", afirma Spies.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio, que voltou de uma miss\u00e3o empresarial na China, avalia que o pa\u00eds asi\u00e1tico pode ser comprador do leite. \"Os chineses consomem poucos l\u00e1cteos ainda; cerca de seis vezes menos do que o Brasil. Mas este \u00e9 um mercado em expans\u00e3o e n\u00f3s n\u00e3o podemos ficar fora desse mercado gigante\" destaca Spies. Hoje os grandes fornecedores de leite para a China s\u00e3o Austr\u00e1lia, Nova Zel\u00e2ndia e Europa. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S. Paulo)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center; width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Embrapa Gado de Leite consulta cadeia produtiva sobre prioridades do setor<\/strong><\/p>\n<p>Est\u00e1 dispon\u00edvel no site da Embrapa Gado de Leite (<a href=\"http:\/\/C:\\Users\\administrativo-01\\Desktop\\www.embrapa.br\\gado-de-leite\">www.embrapa.br\/gado-de-leite<\/a>) um question\u00e1rio voltado para os diferentes agentes do agroneg\u00f3cio do leite, que visa compreender quais as prioridades do setor. Segundo o chefe-adjunto de Pesquisa &amp; Desenvolvimento da institui\u00e7\u00e3o, Pedro Arcuri, a consulta visa identificar quais as demandas da cadeia produtiva para a pesquisa nos pr\u00f3ximos cinco anos. \"Os recursos para P&amp;D s\u00e3o limitados e precisamos alinhar nossas metas de inova\u00e7\u00e3o com as necessidades da sociedade\", diz Arcuri.<\/p>\n<p>O question\u00e1rio pode ser respondido por qualquer agente dos diversos setores do agroneg\u00f3cio do leite. Entre o p\u00fablico-alvo, tamb\u00e9m est\u00e3o inclu\u00eddos pesquisadores, professores, t\u00e9cnicos e estudantes de ci\u00eancias agropecu\u00e1rias. O question\u00e1rio \u00e9 simples e r\u00e1pido, o preenchimento n\u00e3o leva mais do que cinco minutos. As perguntas est\u00e3o estruturadas em sete grandes temas:<\/p>\n<p>- Sa\u00fade animal;<br \/>\n- Bem-estar animal;<br \/>\n- Qualidade do leite e derivados;<br \/>\n- Nutri\u00e7\u00e3o animal e forrageiras;<br \/>\n- Meio ambiente e geotecnologias;<br \/>\n- Melhoramento e reprodu\u00e7\u00e3o animal;<br \/>\n- Gest\u00e3o, sistemas de produ\u00e7\u00e3o e mercado.<\/p>\n<p>\"S\u00e3o muitos os problemas e \u00e9 importante que as pessoas se manifestem por meio dessa pesquisa para que possamos construir nossas metas de inova\u00e7\u00e3o em conson\u00e2ncia com a realidade do setor\", diz a pesquisadora da Embrapa Gado de Leite, Marta Martins. O question\u00e1rio pode ser acessado em computadores, tablets ou smartphones. Para ter acesso direto \u00e0s quest\u00f5es \u00e9 s\u00f3 acessar o endere\u00e7o: <a href=\"http:\/\/bit.ly\/2FabXB5\">http:\/\/bit.ly\/2FabXB5<\/a> (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Embrapa)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"font-size: 1rem;\">Exporta\u00e7\u00f5es l\u00e1cteas Uruguai aumentam 21%; Arg\u00e9lia e Brasil s\u00e3o os principais destinos<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>A exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos gerou US$ 681 milh\u00f5es nos \u00faltimos 12 meses, informou o Instituto Nacional do Leite. O valor das vendas foi 21% maior, devido ao aumento significativo na quantidade colocada de leite em p\u00f3 integral, desnatado e manteiga. A Arg\u00e9lia, com 32%, e o Brasil, com 21%, s\u00e3o os principais destinos dos produtos l\u00e1cteos uruguaios. O crescimento do volume de neg\u00f3cios deve-se ao aumento dos volumes exportados e n\u00e3o devido a melhores pre\u00e7os. O relat\u00f3rio do Instituto Nacional do Leite (Inale), baseado em registros da Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Aduanas, aponta que o valor das exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos aumentou 21% nos \u00faltimos doze meses e totalizou US$ 681 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A Arg\u00e9lia \u00e9 o principal destino dos l\u00e1cteos uruguaios, com 32%, seguido pelo Brasil, com 21%, R\u00fassia e Cuba, com 7%, e M\u00e9xico, com 6%. O pre\u00e7o m\u00e9dio do leite em p\u00f3 integral nos \u00faltimos doze meses chegou a US$ 2.779 por tonelada e o principal mercado \u00e9 a Arg\u00e9lia, com 63%. Enquanto isso, para o leite desnatado, o valor m\u00e9dio foi de US $ 2.122 e, com 63%, o Brasil ocupa o primeiro lugar no destino. Por outro lado, o valor dos queijos foi de US$ 2.224, sendo o Brasil o principal mercado, com 24%. Finalmente, para a manteiga, o valor m\u00e9dio em d\u00f3lares por tonelada foi de US$ 4.638 e 50% do produto foi exportado para a R\u00fassia.&nbsp;<\/p>\n<p>O ministro da Economia e Finan\u00e7as, Danilo Astori, afirmou que a exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos uruguaios \"alcan\u00e7ou n\u00edveis extraordinariamente positivos\", especialmente no leite em p\u00f3 integral \"com um pre\u00e7o adequado que havia ca\u00eddo muito antes\". Astori salientou que o crescimento das exporta\u00e7\u00f5es \"\u00e9 muito importante, naturalmente sobre uma base que sofreu uma deteriora\u00e7\u00e3o. Quando a base sofre uma deteriora\u00e7\u00e3o, o crescimento \u00e9 mais positivo, mas em qualquer caso, se fortalecermos o motor de investimento e tamb\u00e9m o de exporta\u00e7\u00e3o, acredito que o Uruguai possa manter sua meta de crescimento.\" (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Pa\u00eds Digital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Programa leva t\u00e9cnicos a propriedades do Noroeste do RS para melhorar qualidade do leite<\/strong><\/p>\n<p>Qualidade do leite\/RS - Um programa que busca melhorar a qualidade do leite produzido no Rio Grande do Sul est\u00e1 levando t\u00e9cnicos a propriedades do Noroeste do estado para checar os sistemas de ordenha, m\u00e1quinas de resfriamento e equipamentos de manuten\u00e7\u00e3o do leite. A iniciativa, com foco em 70 propriedades da regi\u00e3o, foi desenvolvida pela Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores de Leite (APL) e pela Funda\u00e7\u00e3o de Capacita\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento. O t\u00e9cnico Rog\u00e9rio Ressel visitou 35 terrenos nos \u00faltimos meses e, segundo ele, a incid\u00eancia de problemas \u00e9 muito grande. \"Come\u00e7ando pela veda\u00e7\u00e3o, bomba de v\u00e1cuo produzindo pouco, pulsadores batendo muito r\u00e1pido e membranas de pulsadores muito antigas\", afirma o t\u00e9cnico.<\/p>\n<p>Isso ocorre, principalmente, porque, na maioria dos casos, \u00e9 a primeira vez que um profissional visita a propriedade para realizar essa medi\u00e7\u00e3o. No caso de Cristiane Pellenz, que trabalha com o marido na mesma sala de ordenha desde 2011, a manuten\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada periodicamente. A produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 a principal fonte de renda da propriedade do casal que fica no interior de Santo Cristo. A produtora diz que sempre trabalhou para entregar um leite de boa qualidade. \"\u00c9 importante para n\u00f3s e tamb\u00e9m para a ind\u00fastria porque, para a ind\u00fastria, para produzir produtos de qualidade, ela precisa de mat\u00e9ria-prima de qualidade. E n\u00f3s, quando consumidores, tamb\u00e9m buscamos por um produto de qualidade\", afirma Cristiane. Como a identifica\u00e7\u00e3o da maior parte dos problemas exige equipamentos espec\u00edficos, os produtores de leite que n\u00e3o recebem as visitas muitas vezes acabam n\u00e3o percebendo as altera\u00e7\u00f5es, o que prejudica a produ\u00e7\u00e3o. Os ajustes que precisam ser realizados normalmente s\u00e3o simples e podem ser feitos pelo t\u00e9cnico da propriedade. O programa que prop\u00f5e as visitas \u00e9 pioneiro. Segundo o Diorgenes Albring, gestor da FUNCAP, a ideia surgiu gra\u00e7as a uma demanda da regi\u00e3o. O principal objetivo \u00e9 dar condi\u00e7\u00f5es para que o produtor entenda o processo de funcionamento das m\u00e1quinas.<\/p>\n<p>\"N\u00f3s queremos ter o produtor o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel, no momento das aferi\u00e7\u00f5es, e explicar para ele o que est\u00e1 acontecendo na m\u00e1quina dele, quais a\u00e7\u00f5es ela realiza\", afirma Diorgenes.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Segundo a Emater, a produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de leite na regi\u00e3o \u00e9 de 1,7 milh\u00e3o de litros. Levando em conta a Fronteira Noroeste, a regi\u00e3o \u00e9 uma das maiores produtoras do pa\u00eds - s\u00e3o 234 litros por km\u00b2 ao dia.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nQualifica\u00e7\u00e3o para toda a cadeia leiteira<br \/>\nA APL Leite, em parceria com a Faculdade de Horizontina (FAHOR), est\u00e1 oferecendo cursos gratuitos em oito munic\u00edpios da regi\u00e3o. As especializa\u00e7\u00f5es abordam gest\u00e3o para ind\u00fastria da cadeia do leite, boas pr\u00e1ticas de fabrica\u00e7\u00e3o para ind\u00fastria e seguran\u00e7a no trabalho. A ideia \u00e9 qualificar profissionais que atuam ou venham a atuar em empresas ligadas ao setor l\u00e1cteo, contemplando todos os processos, desde insumos ao processamento de leite.<\/p>\n<p>Para o professor Jonas Diogo Silva, os cursos contribuem para a qualifica\u00e7\u00e3o profissional dos participantes. \"Resulta em maior competitividade e aumento de riqueza, com empregos, renda e gera\u00e7\u00e3o de tributos\", entende o educador. Ao todo, 150 profissionais devem ser qualificados. A fam\u00edlia do Leandro Cortiana sempre trabalhou com a produ\u00e7\u00e3o de leite, mas foi h\u00e1 dois anos que ele come\u00e7ou a atuar na propriedade. \"A quest\u00e3o \u00e9 que tu tira um pouco de um lado e vai faltar do outro. A gente precisa saber administrar a propriedade, o neg\u00f3cio\", acredita.<\/p>\n<p>J\u00e1 a vendedora Lindiana Leski est\u00e1 buscando qualifica\u00e7\u00e3o. Ela trabalha em uma loja nos processos de faturamento e abertura de caixa, mas quer levar o conte\u00fado do curso para dentro de casa. \"Eu vim aqui para adquirir um pouco mais de conhecimento, ajudar no meu trabalho e tamb\u00e9m o meu esposo, que \u00e9 agricultor e administra as lavouras. Acho que o curso vai ajudar ele tamb\u00e9m\", explica. O professor aponta que tanto o programa de aferimento das m\u00e1quinas quanto os cursos buscam melhorar a cadeia como um todo. \"Identificando os equipamentos que precisam ser melhorados na propriedade, a ind\u00fastria pode fabricar melhor, gerar melhor condi\u00e7\u00e3o de produtividade, e a qualidade do leite tamb\u00e9m melhora, o que possibilita que a ind\u00fastria produza bons produtos, agregando valor e ganhos para toda a cadeia\", completa Jonas. (G1\/RS)<\/p>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><br \/>\n<em>Trimestrais da pecu\u00e1ria - primeiros resultados: Abate de bovinos cresce 3,6% frente ao 3\u00ba trimestre de 2017 e 7,2% em rela\u00e7\u00e3o ao 2\u00ba trimestre de 2018<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o Trimestral\/IBGE - No 3\u00ba trimestre de 2018, o abate de bovinos totalizou 8,28 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, representando aumentos de 3,6% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba trimestre de 2017 e de 7,2% em rela\u00e7\u00e3o ao 2\u00b0 trimestre de 2018. J\u00e1 o abate de su\u00ednos somou 11,52 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, aumentos de 4,4% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2017 e de 6,5% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior. O abate de frangos, por sua vez, totalizou 1,42 bilh\u00e3o de cabe\u00e7as, com queda de 4,0% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba tri de 2017 e alta de 3,4% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre imediatamente anterior. A aquisi\u00e7\u00e3o de leite cru foi de 6,30 bilh\u00f5es de litros, crescimento de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba trimestre de 2017 e aumento de 15,1% frente ao segundo trimestre de 2018, comportamento t\u00edpico de alta entre os dois per\u00edodos, de acordo com a s\u00e9rie hist\u00f3rica. <a href=\"http:\/\/www.terraviva.com.br\/site\/2018\/novembro\/1311abate.pdf\">Mais informa\u00e7\u00f5es<\/a>. (IBGE)<\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 13 de novembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.858 SC: secret\u00e1rio da Agricultura vai coordenar a Alian\u00e7a L\u00e1ctea Sul-Brasileira O secret\u00e1rio da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/11\/13\/13-11-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/11\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2738","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2738","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2738"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2738\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2739,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2738\/revisions\/2739"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2738"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2738"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2738"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}