{"id":2702,"date":"2018-11-01T20:07:16","date_gmt":"2018-11-01T20:07:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2702"},"modified":"2018-11-01T20:07:16","modified_gmt":"2018-11-01T20:07:16","slug":"01-11-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/11\/01\/01-11-2018\/","title":{"rendered":"01\/11\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 01 de novembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.851<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><strong style=\"text-align: justify;\">Fazendas elevam produ\u00e7\u00e3o de leite com ado\u00e7\u00e3o de planejamento gen\u00e9tico<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Planejamento gen\u00e9tico - Considerada a t\u00e9cnica mais barata, simples e eficiente para elevar a produtividade e a lucratividade de uma fazenda, a insemina\u00e7\u00e3o artificial tem sido a aposta de v\u00e1rias propriedades leiteiras para ampliar seus projetos pecu\u00e1rios. No primeiro semestre de 2018, foram comercializadas 2.169.238 doses de s\u00eamen das ra\u00e7as leiteiras (quase 60 mil doses acima do mesmo per\u00edodo de 2017), segundo dados da ASBIA - Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Insemina\u00e7\u00e3o Artificial.<\/p>\n<p>Este foi o caminho adotado h\u00e1 quatro anos pelo pecuarista Areno Eduardo Martins Parreira para viabilizar o projeto de amplia\u00e7\u00e3o da Fazenda Bras\u00edlia, em Rio Verde\/GO. A propriedade usava a monta natural e mantinha um sistema de produ\u00e7\u00e3o a pasto em que obtinha uma produ\u00e7\u00e3o de menos de mil litros de leite por dia. Com a elabora\u00e7\u00e3o de um planejamento gen\u00e9tico para melhorar a qualidade do rebanho, a propriedade passou a ter todo o rebanho inseminado com s\u00eamen de touros Holand\u00eas. \"A fazenda come\u00e7ou com um projeto pequeno de produ\u00e7\u00e3o de leite e tinha um gado que n\u00e3o vinha apresentando muito avan\u00e7o gen\u00e9tico. A produ\u00e7\u00e3o era de 12 litros de leite por vaca. Para atingir a meta de 4 mil litros\/dia, foram feitos investimentos em insemina\u00e7\u00e3o, compost barn e bezerreiro argentino\", diz o m\u00e9dico-veterin\u00e1rio da fazenda, Valdir Chioga.<\/p>\n<p>As vacas passaram a ser inseminadas com touros Holand\u00eas selecionados estrategicamente para acelerar o ganho gen\u00e9tico do rebanho. De acordo com Valdemir Lima, regional da Semex em Rio Verde que presta assessoria \u00e0 Fazenda Bras\u00edlia, a melhoria gen\u00e9tica permitiu elevar em oito vezes a produ\u00e7\u00e3o, que hoje \u00e9 de 8.800 litros de leite. Agora, a fazenda trabalha para dar um novo salto. O objetivo \u00e9 ampliar o rebanho para 500 vacas e chegar a 13 mil litros de leite.<\/p>\n<p>Em Minas Gerais, estado que concentra as maiores vendas de s\u00eamen de ra\u00e7as leiteiras, a Fazenda Est\u00e2ncia do Leite conseguiu tornar o neg\u00f3cio rent\u00e1vel ap\u00f3s investir em gen\u00e9tica. O produtor de leite Luiz Humberto Ferreira est\u00e1 na atividade h\u00e1 mais de 15 anos, mas, nos \u00faltimos cinco anos, decidiu intensificar o sistema de produ\u00e7\u00e3o. \"Antes, tirava de 8 a 10 litros de leite por animal. N\u00e3o dava nem para pagar os custos de produ\u00e7\u00e3o com o leite vendido. Depois que passamos a investir em insemina\u00e7\u00e3o e em outras tecnologias, conseguimos mudar a realidade da fazenda. Hoje, \u00e9 poss\u00edvel seguir um planejamento, controlar os gastos e ter uma margem de lucro maior. Temos quase 300 animais em lacta\u00e7\u00e3o e uma m\u00e9dia por animal de 30 litros\/dia\", conta o pecuarista. A Est\u00e2ncia do Leite mant\u00e9m os animais em sistema de confinamento no compost barn e, para ser autossuficiente em alimentos, passou a produzir milho em uma \u00e1rea plantada de 42 hectares, totalmente irrigada.<\/p>\n<p>Uma estrat\u00e9gia adotada pela Est\u00e2ncia do Leite foi inseminar o rebanho com touros capazes de produzir filhas mais saud\u00e1veis. Segundo dados apresentados pelo programa Immunitty+ da Semex, os reprodutores com alta imunidade s\u00e3o mais f\u00e9rteis, melhorando consideravelmente os \u00edndices de prenhez do rebanho. J\u00e1 as filhas dos touros de maior imunidade apresentam colostro de qualidade superior \u00e0 m\u00e9dia e melhor resposta \u00e0s vacinas comerciais. \"Isso significa menos casos de mastite, de cetose e de outras doen\u00e7as, reduzindo bastante os custos com sanidade. Al\u00e9m disso, um rebanho saud\u00e1vel produz muito mais\", fala Luiz Fernando Oliveira, regional da Semex em Patos de Minas, que assessora a propriedade no planejamento gen\u00e9tico.<\/p>\n<p>A fazenda integra o programa Semex Progressive, que oferece solu\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e estrat\u00e9gicas para maximizar a produtividade dos rebanhos leiteiros. Esse planejamento gen\u00e9tico inclui orienta\u00e7\u00e3o e sele\u00e7\u00e3o de matrizes, acasalamentos gen\u00e9ticos dirigidos e otimiza\u00e7\u00e3o do uso dos touros com gen\u00e9tica comercializada pela Semex, al\u00e9m do acompanhamento e da verifica\u00e7\u00e3o dos resultados alcan\u00e7ados. (Gadoecia)<\/p>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Casa do Produtor Rural lan\u00e7a publica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para orientar pecuaristas na cria\u00e7\u00e3o de bezerras leiteiras<\/strong><\/p>\n<p>Publica\u00e7\u00e3o - Livro aborda de maneira simples as diferentes pr\u00e1ticas de manejo, que v\u00e3o desde o nascimento at\u00e9 o desaleitamento, auxiliando na gest\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o de bezerras leiteiras de qualidade.&nbsp;<\/p>\n<p>O livro \"Cria\u00e7\u00e3o de Bezerras Leiteiras\" foi escrito com a finalidade de produzir informa\u00e7\u00f5es sobre a cria\u00e7\u00e3o de bezerras, considerando aspectos nutricionais e de manejo geral para obten\u00e7\u00e3o de animais de alta qualidade.<\/p>\n<p>Dedicado aos produtores rurais, pesquisadores, profissionais do setor, empreendedores agr\u00edcolas e estudantes de ci\u00eancias agr\u00e1rias, o material \u00e9 um guia de pr\u00e1ticas que orienta na efici\u00eancia da cria\u00e7\u00e3o, como a redu\u00e7\u00e3o nas taxas de mortalidade ou o aumento no desempenho do animal com um manejo nutricional adequado. A publica\u00e7\u00e3o ressalta, ainda, a import\u00e2ncia do acompanhamento da vaca gestante at\u00e9 o crescimento do bezerro.<\/p>\n<p>A autoria \u00e9 da docente Carla Maris Machado Bittar, do Departamento de Zootecnia (ESALQ\/USP), que esteve \u00e0 frente do projeto, juntamente com as alunas de gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Agron\u00f4mica e estagi\u00e1rias da Casa do Produtor Rural, Ana Carolina Fett da Cunha Pereira e Rafaela Nunes Sanchez Portal.<\/p>\n<p>\"Estudos demonstram que a adequada cria\u00e7\u00e3o das f\u00eameas de reposi\u00e7\u00e3o corresponde a 22% da produ\u00e7\u00e3o de leite. Al\u00e9m disso, animais com maiores taxas de ganho nesta fase se tornam vacas mais produtivas. Assim, o investimento na cria\u00e7\u00e3o de bezerras, embora seja de longo prazo, traz retorno econ\u00f4mico aos rebanhos\", comenta a professora.<\/p>\n<p>O maior gargalo na cria\u00e7\u00e3o de bezerras ainda \u00e9 a colostragem, tema que foi abordado de maneira bem pr\u00e1tica, dando subs\u00eddios para que avalia\u00e7\u00f5es dos protocolos sejam realizados. Al\u00e9m disso, foram abordados aspectos importantes sobre a dieta l\u00edquida e o fornecimento de dieta s\u00f3lida e \u00e1gua e suas rela\u00e7\u00f5es no processo do desenvolvimento ruminal, de forma que os animais estejam prontos para o desaleitamento, mantendo taxas de crescimento satisfat\u00f3rias.<\/p>\n<p>Outros fatores tamb\u00e9m s\u00e3o destacados, como as instala\u00e7\u00f5es que abrigar\u00e3o as bezerras. Para que possam crescer saud\u00e1veis, algumas pr\u00e1ticas precisam ser implantadas para garantir um ambiente prop\u00edcio ao seu desenvolvimento e bem-estar animal. O manejo sanit\u00e1rio tamb\u00e9m \u00e9 essencial e, quando n\u00e3o realizado, traz grandes preju\u00edzos.<\/p>\n<p>O livro \"Cria\u00e7\u00e3o de Bezerras Leiteiras\", editado pela Casa do Produtor Rural, possui 76 p\u00e1ginas com linguagem simples e did\u00e1tica, tabelas, fotos, ilustra\u00e7\u00f5es e imagens exclusivas, que d\u00e3o ao material fluidez e leveza.<\/p>\n<p>O projeto teve o apoio do 2\u00b0 Edital Santander\/USP\/FUSP de Fomento \u00e0s Iniciativas de Cultura e Extens\u00e3o - Pr\u00f3-Reitoria de Cultura e Extens\u00e3o Universit\u00e1ria, do Programa Unificado de Bolsas de Estudos para Apoio e Forma\u00e7\u00e3o de Estudantes de Gradua\u00e7\u00e3o (PUB-USP), da Comiss\u00e3o de Cultura e Extens\u00e3o Universit\u00e1ria (CCEx) e do Servi\u00e7o de Cultura e Extens\u00e3o Universit\u00e1ria (SVCEx).<\/p>\n<p>A vers\u00e3o digital do livro est\u00e1 dispon\u00edvel para leitura, impress\u00e3o e download no site da Casa do Produtor Rural, na se\u00e7\u00e3o <a href=\"http:\/\/www.esalq.usp.br\/cprural\/publicacoes\/mostra\/107\/publicacao-criacao-de-bezerras-leiteiras.html\">Publica\u00e7\u00f5es.<\/a>&nbsp;Texto: Beatris Cortelazzi Porta, estagi\u00e1ria de comunica\u00e7\u00e3o - Casa do Produtor Rural. Revisado por: Marcela Matavelli, Coordenadora - Casa do Produtor Rural. (Esalq)<\/p>\n<p><strong>EUA: o que o USMCA significa para o setor l\u00e1cteo do pa\u00eds?<\/strong><\/p>\n<p>O Acordo EUA-M\u00e9xico-Canad\u00e1 (USMCA), anunciado em 30 de setembro, foi alcan\u00e7ado ap\u00f3s meses de duras negocia\u00e7\u00f5es. Agora que os tr\u00eas pa\u00edses chegaram a um acordo verbal, o que isso significa para os produtores de leite americanos que lutam financeiramente e que est\u00e3o ansiosos por not\u00edcias promissoras?<\/p>\n<p>Mesmo antes de o governo Trump iniciar as negocia\u00e7\u00f5es oficiais no ano passado para modernizar o Acordo de Livre Com\u00e9rcio da Am\u00e9rica do Norte (NAFTA), a equipe de pol\u00edtica comercial do USDEC (Conselho de Exporta\u00e7\u00e3o de L\u00e1cteos dos Estados Unidos) e da NMPF (Federa\u00e7\u00e3o Nacional de Produtores de Leite) tornou conhecidas as necessidades dos produtores e processadores de leite.<\/p>\n<p>O NAFTA foi crucial para o crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA porque foi o catalisador para come\u00e7ar a aumentar as exporta\u00e7\u00f5es do pa\u00eds por meio do acesso preferencial ao M\u00e9xico. Em 1993, um ano antes do in\u00edcio da implementa\u00e7\u00e3o do NAFTA, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA para o M\u00e9xico eram de apenas US$ 250 milh\u00f5es. Avancemos para 2017. As exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos para o M\u00e9xico totalizaram US$ 1,3 bilh\u00e3o!<\/p>\n<p>De um ponto de vista estrat\u00e9gico de longo alcance, um dos maiores benef\u00edcios do novo NAFTA, agora conhecido como USMCA, \u00e9 manter a estrutura geral do pacto comercial anterior em vigor. Isso deve significar mais exporta\u00e7\u00f5es para nossos fornecedores e mais oportunidades para os produtores de leite dos EUA permanecerem nos neg\u00f3cios com a esperan\u00e7a de um futuro melhor. Este acordo, se devidamente implementado, deve dar novas oportunidades de vendas que permitir\u00e3o aos Estados Unidos inclusive a exportar mais produtos l\u00e1cteos para o Canad\u00e1. \u00c9 importante notar, no entanto, que o Canad\u00e1 continuar\u00e1 sendo um mercado de leite amplamente protegido e autossuficiente.<\/p>\n<p>Em um comunicado de imprensa conjunto com a International Dairy Foods Association (IDFA), tr\u00eas organiza\u00e7\u00f5es agradeceram o presidente Trump e seu governo por lutarem pelos produtores e processadores e pelos empregos gerados nas ind\u00fastrias.<\/p>\n<p>O texto do acordo tamb\u00e9m foi divulgado em 30 de setembro. A legisla\u00e7\u00e3o da Trade Promotion Authority estabeleceu uma linha do tempo para assinaturas e aprova\u00e7\u00f5es de acordos de livre com\u00e9rcio, afirmando que o presidente pode assinar em at\u00e9 60 dias ap\u00f3s a divulga\u00e7\u00e3o do texto. Depois disso, a rapidez com que o acordo avan\u00e7ar\u00e1 \u00e9 desconhecida e pode ser influenciada por v\u00e1rios fatores, incluindo elei\u00e7\u00f5es de meio de mandato. Embora a considera\u00e7\u00e3o do Congresso seja poss\u00edvel durante sua sess\u00e3o, ap\u00f3s a metade do mandato, o cen\u00e1rio mais prov\u00e1vel \u00e9 uma vota\u00e7\u00e3o na primavera de 2019.<\/p>\n<p>O USMCA n\u00e3o \u00e9 uma solu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida para os produtores de leite prejudicados pelos baixos pre\u00e7os do leite. Mas parece ser um passo promissor na dire\u00e7\u00e3o certa, j\u00e1 que a ind\u00fastria trabalha em uma estrat\u00e9gia de longo prazo para aumentar as exporta\u00e7\u00f5es, especialmente para o mercado n\u00famero 1 dos Estados Unidos, o M\u00e9xico.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 299px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3094\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<p>As tarifas retaliat\u00f3rias do M\u00e9xico e da China est\u00e3o prejudicando os produtores americanos. Elas j\u00e1 custaram US$ 1,5 bilh\u00e3o aos produtores de leite dos EUA, com perdas previstas para 2019 superiores a US$ 3 bilh\u00f5es, de acordo com um recente estudo da Informa Agribusiness.<\/p>\n<p>A China e outros pa\u00edses precisam de aten\u00e7\u00e3o. Espera-se que o acordo sobre o USMCA libere o governo Trump para dedicar mais tempo ao conserto das rela\u00e7\u00f5es comerciais dos EUA com a China, que cobrou tarifas retaliat\u00f3rias sobre exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA no valor de US$ 577 milh\u00f5es no ano passado, e para buscar negocia\u00e7\u00f5es bilaterais com mercados de alto potencial como o Jap\u00e3o e, p\u00f3s-Brexit, o Reino Unido. (O artigo foi publicado no Hoard's Dairyman, traduzido e adaptado pela Equipe MilkPoint)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Alta da produ\u00e7\u00e3o do leite deve ser afetada por tabela de frete<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o de leite - A tabela de frete conquistada pelos caminhoneiros, logo ap\u00f3s a paralisa\u00e7\u00e3o no m\u00eas de maio deste ano, reduziu a perspectiva de crescimento na produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil em 2018, de 3,3% foi para 1,5% a 2%, de acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Latic\u00ednios (Vivos L\u00e1cteos). Em 2017, os dados mostram que a capta\u00e7\u00e3o do leite teve um total estimado em 33 bilh\u00f5es de litros. Segundo diretor executivo da associa\u00e7\u00e3o, a paralisa\u00e7\u00e3o causou preju\u00edzos de R$ 1 bilh\u00e3o, desde a falta de produtos para higieniza\u00e7\u00e3o dos maquin\u00e1rios como tamb\u00e9m a perda de leite que, infelizmente, n\u00e3o pode ser entregue aos latic\u00ednios. S\u00f3 o estado do Rio Grande do Sul deixou de entregar 56 milh\u00f5es de litros devido \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o. De acordo com o diretor, as empresas est\u00e3o trabalhando com uma quantia mais reduzida e sem nenhum incentivo para qualquer investimento. Ele afirma que a ind\u00fastria ficou desprovida de estoque, deixando o varejo com um volume de oferta mais reduzido. O que motivou isso foi a alta dos custos do leite pagos aos produtores, que, por sua vez, repassaram ao consumidor nas g\u00f4ndolas dos supermercados. Segundo a associa\u00e7\u00e3o, o frete aumentou tr\u00eas vezes, o que fica mais caro para o transporte de leite por trecho. Isso acontece por ser uma carga dedicada e que n\u00e3o permite o frete de retorno por inquisi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias. O embate do tabelamento poder\u00e1 alcan\u00e7ar 6% no pre\u00e7o final do produto ao consumidor. De acordo com os dados levantados pelo Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea), no ano de 2017, houve uma varia\u00e7\u00e3o entre pre\u00e7os m\u00ednimo e m\u00e1ximo cobrados pelo leite UHT, no varejo, de 31,4%. Portanto, nesse ano, a varia\u00e7\u00e3o est\u00e1 em 55%. (Exame)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 01 de novembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.851 Fazendas elevam produ\u00e7\u00e3o de leite com ado\u00e7\u00e3o de planejamento gen\u00e9tico Planejamento gen\u00e9tico - Considerada a t\u00e9cnica mais barata, simples e eficiente <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/11\/01\/01-11-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/11\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2702","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2702","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2702"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2702\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2703,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2702\/revisions\/2703"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2702"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2702"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2702"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}