{"id":2689,"date":"2018-10-30T20:32:07","date_gmt":"2018-10-30T20:32:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2689"},"modified":"2018-10-30T20:32:07","modified_gmt":"2018-10-30T20:32:07","slug":"30-10-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/30\/30-10-2018\/","title":{"rendered":"30\/10\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong><em><img decoding=\"async\" style=\"width: 643px; height: 89px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3074\" alt=\"\"><\/em><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 30 de outubro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.849<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3075\" border=\"0\"><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" style=\"text-align: justify; border-width: 0px; border-style: solid; float: left;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3079\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sindilat prestigia lan\u00e7amento da obra que marca o cinquenten\u00e1rio da Cooperativa Pi\u00e1<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 666px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3092\" alt=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Livro 50 Anos de Hist\u00f3rias - Cr\u00e9dito Miron Neto<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Cooperativa Pi\u00e1 lan\u00e7ou na ter\u00e7a-feira (29) o livro \"50 anos de hist\u00f3rias\", obra que aborda a trajet\u00f3ria da cooperativa desde a sua funda\u00e7\u00e3o - 1967-2017, data de cinquenten\u00e1rio. Assinado pela jornalista Maria L\u00facia Badejo, o livro mostra o ciclo de crescimento da Pi\u00e1, com pref\u00e1cio de Werno Neumann, primeiro presidente da cooperativa.<\/p>\n<p>O lan\u00e7amento da obra que remete ao cinquenten\u00e1rio foi realizado em cerim\u00f4nia na Sociedade de Vila Olinda, em Nova Petr\u00f3polis, e contou com a presen\u00e7a de associados fundadores, familiares e representas do setor l\u00e1cteo. O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, participou da festividade.&nbsp; Na ocasi\u00e3o, os associados fundadores foram presenteados com o livro e um certificado.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">O presidente da cooperativa, Jeferson Smaniotto, destaca que o livro \u00e9 um importante resgate hist\u00f3rico do legado da cooperativa, e tamb\u00e9m uma homenagem aos colaboradores \"pelo ato de bravura e de coragem em acreditar no processo de organiza\u00e7\u00e3o de uma sociedade em cooperativa\". Para Smaniotto, a obra encoraja os novos investidores a darem continuidade ao trabalho dos antepassados.&nbsp;<\/p>\n<p>Fundada com 213 associados, a Cooperativa Agropecu\u00e1ria Petr\u00f3polis alcan\u00e7ou 20,7 mil associados no ano passado.&nbsp; Hoje, a marca est\u00e1 entre as l\u00edderes de mercado de iogurtes da Regi\u00e3o Sul, e recebendo 131,5 milh\u00f5es de litros de leite anualmente.&nbsp; A cooperativa possui 17 unidades de supermercados e agropecu\u00e1rias. (Assessoria de Imprensa Pi\u00e1)<\/p>\n<div><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produtores de leite de Cruzaltense garantem resultados pela profissionaliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Produ\u00e7\u00e3o\/RS - Numa propriedade, uma fam\u00edlia garante uma sobra de at\u00e9 R$ 0,75 por litro de leite que produz e na outra, a fam\u00edlia conseguiu um patrim\u00f4nio de mais de R$ 700 mil s\u00f3 com a produ\u00e7\u00e3o de leite.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>O segredo est\u00e1 na profissionaliza\u00e7\u00e3o das pessoas que trabalham na atividade e na escolha da estrat\u00e9gia certa para produzir com custos baixos e numa escala que garanta uma m\u00e9dia de rentabilidade para evitar cair no vermelho. Na comunidade de Nossa Senhora de Lourdes, o agricultor Neri Bampi e a esposa produzem sete mil litros de leite por m\u00eas com 14 animais em lacta\u00e7\u00e3o. Na propriedade s\u00e3o 27 animais no total e a pr\u00f3pria fam\u00edlia cria as novilhas. Atualmente a fam\u00edlia recebe R$ 1,27 por litro e garante um lucro de quase 60%, ou seja, o custo de produ\u00e7\u00e3o e o frete representam menos que a metade do eu recebem. Isso acontece porque a fam\u00edlia produz leite exclusivamente \u00e0 pasto. A \u00fanica alimenta\u00e7\u00e3o adicional vem da silagem de milho plantada em tr\u00eas hectares da propriedade. A silagem garante alimento quando a pastagem n\u00e3o d\u00e1 conta. \"Para quem tem pouca terra como n\u00f3s, o leite \u00e9 um excelente neg\u00f3cio. Para produzir gr\u00e3os e ter a mesma renda, ter\u00edamos que ter mais terra\", raciocina Neri. Ele tem aux\u00edlio da prefeitura de Cruzaltense para fazer a silagem.&nbsp; A Secretaria da Agricultura fornece as m\u00e1quinas a pre\u00e7o subsidiado para os produtores de leite. \"\u00c9 uma boa ajuda, principalmente porque falta m\u00e3o de obra na agricultura. Quando vem a m\u00e1quina tamb\u00e9m vem junto o operador\", avalia o agricultor.<\/p>\n<p>Na propriedade de Ildo Schmidt, os \u00fanicos insumos que vem de fora s\u00e3o o sal mineral e o farelo de soja, componentes da ra\u00e7\u00e3o que a pr\u00f3pria fam\u00edlia produz. A f\u00e1brica de ra\u00e7\u00f5es foi o \u00faltimo investimento, com o objetivo de dar autonomia para a atividade. A aveia, cevada e o milho vem da propriedade, assim como a silagem. Desta forma o custo de produ\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia Schmidt \u00e9 mais alto: chega a 62%, mas o que perde no custo, a fam\u00edlia ganha na escala. Com 32 vacas produzindo a propriedade garante uma m\u00e9dia de 850 a 1.000 litros de leite por dia, confirmando a proje\u00e7\u00e3o feita h\u00e1 oito anos.<\/p>\n<p>Outra caracter\u00edstica da propriedade \u00e9 o manejo. Todos os piquetes tem \u00e1gua e \u00e1rvores que foram plantadas para garantir sombra para o rebanho, porque Schmidt considera que o bem estar dos animais vem em primeiro lugar. O planejamento e o controle financeiro s\u00e3o outra caracter\u00edstica marcante do produtor. Ele tem o controle de todos os custos, todas as metas e todas as necessidades de investimento, que s\u00e3o feitas de forma escalonada. Primeiro, a fam\u00edlia comprou as ordenhadeiras, depois, investiu em irriga\u00e7\u00e3o de pastagens, em seguida foram instalados os silos e agora, a f\u00e1brica de ra\u00e7\u00f5es. Sei Ildo calcula que a estrutura instalada dobrou o valor da propriedade. \"100% do resultado que n\u00f3s atingimos vem da gest\u00e3o, n\u00f3s fazemos todos os cursos que est\u00e3o dispon\u00edveis, aprendemos a calcular a expectativa de retorno, os investimentos necess\u00e1rios e cruzando estas informa\u00e7\u00f5es chegamos \u00e0 conclus\u00e3o de que a atividade \u00e9 vi\u00e1vel, por isso investimos e trabalhamos com seguran\u00e7a\", diz o agricultor. Ele calcula que em m\u00e9dia a produ\u00e7\u00e3o de leite rende quatro vezes mais do que a produ\u00e7\u00e3o de soja, mas em anos de baixa valoriza\u00e7\u00e3o do cereal, chega a ser sete vezes mais rent\u00e1vel.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>O secret\u00e1rio de agricultura do munic\u00edpio, Moacir Rochemback, destaca o profissionalismo das duas fam\u00edlias. \"Eles atendem a todas as normas de sanidade e higiene, est\u00e3o prontos para os novos desafios que a ind\u00fastria e a legisla\u00e7\u00e3o imp\u00f5em, ou seja, s\u00e3o profissionais na sua atividade\". Ildo Schmidt j\u00e1 visualiza um incremento de 25% na produ\u00e7\u00e3o, a partir da an\u00e1lise feita pelo instrutor do \u00faltimo curso que ele participou e a proje\u00e7\u00e3o da Emater, que acompanha a atividade leiteira no munic\u00edpio. Bampi, que sempre produziu leite, pretende manter a produ\u00e7\u00e3o como principal atividade da propriedade. (Jornal Bom Dia)<\/p>\n<p><strong>CEPEA: com retorno das chuvas e lenta recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, pre\u00e7o do leite recua<\/strong><\/p>\n<p>O pre\u00e7o do leite entregue em setembro e recebido pelo produtor em outubro registrou queda pelo segundo m\u00eas consecutivo. Segundo pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, a \"M\u00e9dia Brasil\" l\u00edquida\u00b9 de outubro foi de R$ 1,4401\/litro, recuo de 3 centavos ou de 2,4% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Ainda assim, a m\u00e9dia de outubro ficou 37,6% acima da do mesmo m\u00eas de 2017. No acumulado de janeiro a outubro, o pre\u00e7o ao produtor registra alta de 39,3%, em termos reais\u00b2.<\/p>\n<p>A diminui\u00e7\u00e3o das cota\u00e7\u00f5es em outubro continuou atrelada ao consumo enfraquecido de l\u00e1cteos, que, por sua vez, esteve associado \u00e0 lenta recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e aos elevados patamares de pre\u00e7os. Segundo agentes consultados pelo Cepea, ind\u00fastrias e atacados ainda precisam praticar promo\u00e7\u00f5es para assegurar liquidez.<\/p>\n<p>O leite UHT negociado entre ind\u00fastria e mercado atacadista do estado de S\u00e3o Paulo se desvalorizou 4% entre setembro e outubro (a m\u00e9dia deste m\u00eas considera at\u00e9 o dia 29). Apesar das vendas fracas, colaboradores relatam que os estoques est\u00e3o baixos, o que limitou o movimento de queda neste m\u00eas - vale lembrar que, de agosto para setembro, o recuo foi de 6,6%.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, com o retorno das chuvas, a disponibilidade de pastagens se elevou e favoreceu a produ\u00e7\u00e3o em muitas bacias leiteiras - o que tamb\u00e9m pressionou as cota\u00e7\u00f5es no campo. Apesar do crescimento do volume dispon\u00edvel, a oferta ainda segue enxuta, sem excedentes consider\u00e1veis para \"inundar\" o mercado. Por esse motivo, a competi\u00e7\u00e3o entre as ind\u00fastrias de latic\u00ednios impediu quedas mais intensas de pre\u00e7os neste m\u00eas. O \u00cdndice de Capta\u00e7\u00e3o Leiteira do Cepea (ICAP-L) registrou alta de 2,8% na \"M\u00e9dia Brasil\". Ressalta-se, contudo, que o aumento da capta\u00e7\u00e3o para algumas empresas apenas refletiu o maior poder de mercado.<\/p>\n<p>1 - A \"M\u00e9dia Brasil\" considera os estados de BA, GO, MG, SP, PR, SC e RS. Os pre\u00e7os l\u00edquidos n\u00e3o incluem frete e impostos.<br \/>\n2 - Os dados desta an\u00e1lise est\u00e3o deflacionados pelo IPCA de setembro.<\/p>\n<p>E o que esperar daqui para frente?<br \/>\nPara agentes do setor, a perspectiva \u00e9 de que o movimento de desvaloriza\u00e7\u00e3o continue nos pr\u00f3ximos meses. O aumento da oferta deve pesar mais no processo de forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os j\u00e1 em novembro (capta\u00e7\u00e3o de outubro), com a consolida\u00e7\u00e3o do per\u00edodo de chuvas e melhoria das pastagens. Assim, colaboradores do Cepea esperam maior intensidade na queda das cota\u00e7\u00f5es para novembro e dezembro, podendo chegar aos patamares registrados em 2016, em termos reais.<\/p>\n<p>Tabela 1. Pre\u00e7os pagos pelos latic\u00ednios (brutos) e recebidos pelos produtores (l\u00edquido) em outubro\/18 referentes ao leite entregue em setembro\/18 nos estados que comp\u00f5em a \"M\u00e9dia Brasil\". Fonte: Cepea-Esalq\/USP. Nota: em janeiro de 2017, o CESSR (ex-Funrural) foi reajustado para 1,5%.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 244px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3090\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nTabela 2. Pre\u00e7os pagos pelos latic\u00ednios (brutos) e recebidos pelos produtores (l\u00edquido) em outubro\/18 referentes ao leite entregue em setembro\/18 nos estados que n\u00e3o est\u00e3o inclu\u00eddos na \"M\u00e9dia Brasil\" - RJ, MS, ES e CE. Fonte: Cepea-Esalq\/USP. Nota: em janeiro de 2017, o CESSR (ex-Funrural) foi reajustado para 1,5%. (Por Nat\u00e1lia Grigol, do CEPEA\/ESALQ-USP)<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 133px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3091\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" style=\"width: 673px; height: 22px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3077\" border=\"0\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Aumento da produtividade na cadeia do leite<br \/>\nProdutividade - Alimenta\u00e7\u00e3o balanceada para produzir mais leite. As 40 vacas aumentaram de 750 para 1.100 litros por dia. <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=CqxIKXqYN3w\">V\u00eddeo<\/a> (Neg\u00f3cios da Terra)<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3078\" border=\"0\"><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 30 de outubro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.849 Sindilat prestigia lan\u00e7amento da obra que marca o cinquenten\u00e1rio da Cooperativa Pi\u00e1 Livro 50 Anos de Hist\u00f3rias - Cr\u00e9dito Miron Neto <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/30\/30-10-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/10\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2689","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2689","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2689"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2689\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2690,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2689\/revisions\/2690"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2689"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2689"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2689"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}