{"id":2630,"date":"2018-10-17T20:06:49","date_gmt":"2018-10-17T20:06:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2630"},"modified":"2018-10-17T20:06:49","modified_gmt":"2018-10-17T20:06:49","slug":"17-10-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/17\/17-10-2018\/","title":{"rendered":"17\/10\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 17 de outubro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.841<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/p>\n<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Senado aprova novo prazo para a ades\u00e3o<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Com uma semana de atraso, o projeto de lei de convers\u00e3o \u00e0 medida provis\u00f3ria 842\/2018, que prorroga at\u00e9 o dia 31 de dezembro deste ano a data de ades\u00e3o dos produtores agropecu\u00e1rios ao Programa de Regulariza\u00e7\u00e3o Rural (PRR), foi aprovado ontem pelo Senado e deve ser encaminhado nos pr\u00f3ximos dias \u00e0 san\u00e7\u00e3o do presidente Michel Temer. A mat\u00e9ria deveria ter sido votada no \u00faltimo dia 9, mas foi devolvida pelo Senado \u00e0 C\u00e2mara dos Deputados para corre\u00e7\u00e3o de inconsist\u00eancias no texto. Em raz\u00e3o do final da validade, no dia 10, da MP 834\/2018, que permitia a ades\u00e3o ao refinanciamento das d\u00edvidas com vantagens at\u00e9 o dia 30 de outubro, o atraso criou um vazio jur\u00eddico e, em tese, obriga os produtores ao pagamento total de d\u00e9bitos com o Pronaf e o Funrural, por exemplo, enquanto n\u00e3o for publicada a san\u00e7\u00e3o.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Membro da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA), o deputado Jer\u00f4nimo Goergen alerta que, mesmo aqueles produtores que j\u00e1 tenham recebido notifica\u00e7\u00e3o de d\u00edvida da Receita Federal, no \u00e2mbito da lei n\u00b0 13.606, que instituiu o PRR, devem aguardar a san\u00e7\u00e3o da MP, que tornar\u00e1 inv\u00e1lidos os chamamentos em fun\u00e7\u00e3o do novo prazo. \"\u00c9 importante o produtor saber que o conte\u00fado da MP 842\/2018 j\u00e1 foi negociado com o governo, sendo improv\u00e1vel qualquer veto \u00e0 extens\u00e3o do prazo e benef\u00edcios previstos\", tranquilizou Goergen.<\/p>\n<p>A MP 842 revogou cinco artigos da lei 13.606 que haviam sido vetados pelo presidente Michel Temer. Posteriormente, os vetos foram derrubados e a medida recebeu emendas, que al\u00e9m da prorroga\u00e7\u00e3o do prazo, conseguiram manter vantagens como o desconto nas multas e al\u00edquotas diferenciadas. An\u00e1lise divulgada pelo Poder Executivo indica, entretanto, que a MP, agora aprovada para seguir \u00e0 san\u00e7\u00e3o, pode representar ren\u00fancia fiscal de R$ 17 bilh\u00f5es. (Correio do Povo)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Pecu\u00e1ria de leite apresenta estagna\u00e7\u00e3o em 2018 ap\u00f3s crescimento de 5% em 2017<\/strong><\/p>\n<p>Pecu\u00e1ria de leite - A produ\u00e7\u00e3o de leite sob inspe\u00e7\u00e3o no Brasil fechar\u00e1 2018 com crescimento pr\u00f3ximo de 0%, segundo projeta o N\u00facleo de Desenvolvimento Socioecon\u00f4mico da Embrapa Gado de Leite (MG). O setor fechou o primeiro semestre deste ano registrando uma queda de produ\u00e7\u00e3o da ordem de 0,3%, comparado ao mesmo per\u00edodo de 2017. Entre os fatores que contribu\u00edram para o resultado ruim est\u00e3o a greve dos caminhoneiros e o aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o. \"Em maio, quando ocorreu a greve, registrou-se o pior \u00edndice que se tem not\u00edcia para um \u00fanico m\u00eas, com a produ\u00e7\u00e3o ficando 9,3% mais baixa que o ano anterior\", diz o pesquisador da Embrapa Glauco Carvalho. Esse n\u00famero revela que deixaram de ser captados 176,7 milh\u00f5es de litros de leite.<\/p>\n<p>A estagna\u00e7\u00e3o acontece depois de um ano (2017) em que a produ\u00e7\u00e3o cresceu 5%, deixando para traz um longo per\u00edodo de crise. Os anos de 2015 e 2016 haviam apresentado queda de 2,7% e 3,7%, respectivamente. A diferen\u00e7a \u00e9 que naquele bi\u00eanio a produ\u00e7\u00e3o leiteira atravessava uma crise global. No pior momento, o pre\u00e7o internacional do litro do leite pago ao produtor chegou a US$ 0,22 e a tonelada do leite em p\u00f3 foi vendida a US$ 2 mil (em setembro deste ano o produto foi vendido a US$ 3 mil a tonelada). Segundo o International Farm Comparison Network (IFCN), rede que compara os custos das fazendas produtoras de leite no mundo, o pre\u00e7o pago ao produtor est\u00e1 estabilizado em US$ 0,35 por litro, pr\u00f3ximo ao pre\u00e7o hist\u00f3rico que \u00e9 de US$ 0,37.<\/p>\n<p>De acordo com o tamb\u00e9m pesquisador da Embrapa Gado de Leite Lorildo Stock, a estabiliza\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o internacional indica que a demanda pelo produto est\u00e1 crescendo no mundo. Esse crescimento ainda n\u00e3o teve a capacidade de elevar os pre\u00e7os, pois tamb\u00e9m h\u00e1 um ligeiro crescimento da oferta. Importantes players do setor v\u00eam aumentando suas produ\u00e7\u00f5es: Estados Unidos (1,2%,), Uni\u00e3o Europeia (1,5%), Nova Zel\u00e2ndia (5%) e Uruguai (5%). Entre os grandes exportadores, a exce\u00e7\u00e3o \u00e9 a Argentina, cujo volume de produ\u00e7\u00e3o vem desacelerando devido \u00e0 crise econ\u00f4mica pela qual aquele pa\u00eds atravessa, com forte desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial, infla\u00e7\u00e3o elevada e incremento dos custos de produ\u00e7\u00e3o de leite.&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 438px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3065\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Melhoras no mercado para 2019<br \/>\nDevido ao fim da entressafra, o consumidor deve pagar menos pelo produto nos pr\u00f3ximos meses (no auge da entressafra, o pre\u00e7o do leite UHT ao consumidor chegou a custar R$ 4,10\/litro). J\u00e1 para o produtor, a expectativa \u00e9 que o pre\u00e7o fique melhor no in\u00edcio de 2019, comparado ao in\u00edcio de 2018, pois, segundo Carvalho, a rela\u00e7\u00e3o entre oferta e demanda est\u00e1 mais ajustada. Com rela\u00e7\u00e3o ao mercado global, durante a confer\u00eancia anual do IFCN, realizada em Parma, na It\u00e1lia, os especialistas estimaram um crescimento um pouco mais robusto na demanda de l\u00e1cteos para o pr\u00f3ximo ano. A tend\u00eancia \u00e9 que os pre\u00e7os pagos ao produtor se sustentem. Em reais, segundo os indicadores do IFCN, o produtor internacional est\u00e1 recebendo uma m\u00e9dia de R$ 1,10 pelo litro de leite, enquanto o produtor brasileiro recebe em m\u00e9dia R$ 1,27.<\/p>\n<p>A confer\u00eancia do IFCN tamb\u00e9m fez estimativas a longo prazo. Stock, que representou o Brasil no evento, afirma que, para atender \u00e0 demanda por produtos l\u00e1cteos em 2030, o setor dever\u00e1 aumentar a produ\u00e7\u00e3o em 304 milh\u00f5es de toneladas por ano. Isso equivale a tr\u00eas vezes a produ\u00e7\u00e3o leiteira dos Estados Unidos, atualmente. Para ativar essa produ\u00e7\u00e3o, o IFCN estima que o pre\u00e7o do leite mundial atinja US$ 0,40 (superior \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica). A confer\u00eancia do IFCN tamb\u00e9m analisou a automa\u00e7\u00e3o e as tecnologias digitais emergentes adotadas nas fazendas (softwares, hardwares, sensores, c\u00e2meras, etc.). \"O volume de dados gerados com a big data na pecu\u00e1ria de leite \u00e9 crescente\", afirma Stock. Segundo ele, os dados cont\u00eam informa\u00e7\u00f5es preciosas que possibilitam revelar padr\u00f5es, tend\u00eancias e associa\u00e7\u00f5es, especialmente relativos ao comportamento e intera\u00e7\u00f5es entre indicadores. \"O big data est\u00e1 levando \u00e0 cria\u00e7\u00e3o de novos valores para produtores de leite, latic\u00ednios e consumidores.\" Stock diz ainda que a disponibilidade de informa\u00e7\u00f5es est\u00e1 ajudando a melhorar a produtividade e o manejo do rebanho. \"Com as tecnologias se tornando mais acess\u00edveis aos produtores, ampliaremos as fontes de informa\u00e7\u00e3o, conquistando maior precis\u00e3o e rapidez na solu\u00e7\u00e3o de problemas complexos\", conclui. (Embrapa)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Ades\u00e3o ao Susaf preocupa CRMV<br \/>\nO Conselho Regional de Medicina Veterin\u00e1ria (CRMV) manifestou preocupa\u00e7\u00e3o com o decreto estadual que permite a ades\u00e3o de prefeituras e agroind\u00fastrias ao Sistema Unificado Estadual de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf) apenas com a apresenta\u00e7\u00e3o de auditorias documentais. Para o conselho, o modelo desconsidera dificuldades dos Sistemas de Inspe\u00e7\u00e3o Municipal e torna os profissionais vulner\u00e1veis. \"Os produtos circular\u00e3o sem comprova\u00e7\u00e3o de equival\u00eancia atrav\u00e9s de auditoria e os fiscais e respons\u00e1veis t\u00e9cnicos estar\u00e3o expostos \u00e0s san\u00e7\u00f5es\", advertiu o conselho. (Correio do Povo)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 17 de outubro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.841 Senado aprova novo prazo para a ades\u00e3o &nbsp; Com uma semana de atraso, o projeto de lei de convers\u00e3o \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/17\/17-10-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/10\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2630","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2630","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2630"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2630\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2631,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2630\/revisions\/2631"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2630"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2630"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2630"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}