{"id":2608,"date":"2018-10-11T20:18:59","date_gmt":"2018-10-11T20:18:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2608"},"modified":"2018-10-11T20:18:59","modified_gmt":"2018-10-11T20:18:59","slug":"11-10-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/11\/11-10-2018\/","title":{"rendered":"11\/10\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 11 de outubro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.838<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/p>\n<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Sindilat participa de evento sobre Log\u00edstica Reversa de Embalagens<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3056\" border=\"0\"><br \/>\nCr\u00e9dito: Leticia Szczesny<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) participou, na tarde de quarta-feira (10\/10), de evento promovido pela Associa\u00e7\u00e3o de Log\u00edstica Reversa de Embalagens (Aslore) para alertar sobre a import\u00e2ncia de as empresas investirem na destina\u00e7\u00e3o correta de embalagens ap\u00f3s o consumo. A s\u00e9rie de palestras ocorreu no centro de eventos da Fiergs e tratou sobre as medidas impostas pela Lei 1235\/2010, que institui a Pol\u00edtica Nacional de Res\u00edduos S\u00f3lidos e prev\u00ea o cumprimento do Sistema de Log\u00edstica Reversa (SLR). Segundo o presidente da Aslore, Marcos Oderich, o objetivo do SLR \u00e9, acima de tudo, preservar o ecossistema. \"N\u00f3s queremos criar um outro momento com rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente\".&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, a ind\u00fastria l\u00e1ctea j\u00e1 investe em log\u00edstica reversa de embalagens e colabora na preserva\u00e7\u00e3o do meio ambiente. No entanto, ainda esbarra no alto custo de implementa\u00e7\u00e3o do SLR. \"Para que um maior n\u00famero de setores aderisse ao sistema, seria necess\u00e1ria participa\u00e7\u00e3o do governo federal e\/ou estadual no sentido de possibilitar benef\u00edcios de subprodutos destes res\u00edduos descartados\", disse. A consultora do Sindilat, Let\u00edcia Vieira, tamb\u00e9m acompanhou as palestras.<\/p>\n<p>A parceria com o poder p\u00fablico tamb\u00e9m foi exaltada pelo advogado da Felsberg Adovogados, Fabricio Solare. Segundo ele, a viabilidade econ\u00f4mica \u00e9 essencial para que a lei seja implementada, assim como as a\u00e7\u00f5es empresariais, pois a multa pelo descumprimento do SLR vai de 5 mil a 5 milh\u00f5es. O profissional lembra que as empresas devem atuar junto ao consumidor, criando pontos de descarte de embalagens, e&nbsp; junto aos respons\u00e1veis pela reciclagem. \"\u00c9 preciso investir em melhorias nos produtos para que gerem menos res\u00edduos\", exemplifica,&nbsp; ressaltando que \u00e9 preciso conscientizar os compradores sobre a import\u00e2ncia de separar os diferentes tipos de lixo. (Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Custo com sanidade \u00e9 baixo, mas manejo inadequado pode resultar em preju\u00edzo<\/strong><\/p>\n<p>Custos leite - Os gastos com sanidade animal t\u00eam participa\u00e7\u00e3o relativamente pequena nos custos totais de propriedades pecu\u00e1rias. Conforme o levantamento do projeto Campo Futuro da CNA, em parceria com Cepea, na \"m\u00e9dia Brasil\" (composta por BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP), esse grupo de insumo representa cerca de 5% do COE (Custo Operacional Efetivo) do produtor de leite.<br \/>\nOs medicamentos utilizados para o controle parasit\u00e1rio, por sua vez, t\u00eam significativa participa\u00e7\u00e3o dentro desse grupo de insumo, variando de 16% a 43% (Figura 1) dos custos totais com a sanidade dos rebanhos. Os ectoparasitas causam relevantes perdas econ\u00f4micas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria no Brasil, em especial a leiteira. Dentre esses parasitas, o que mais se destaca pela incid\u00eancia e pelos preju\u00edzos s\u00e3o os carrapatos - al\u00e9m de causadores da diminui\u00e7\u00e3o do desempenho produtivo dos animais, s\u00e3o transmissores de doen\u00e7as, como a Tristeza Parasit\u00e1ria Bovina. Mesmo tendo um impacto econ\u00f4mico significativo, nota-se que o controle de carrapatos muitas vezes \u00e9 negligenciado nas diversas regi\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o leiteira do Pa\u00eds. Ao longo dos anos, o desenvolvimento de medicamentos eficazes no controle dos carrapatos reduziu consideravelmente as perdas associadas ao parasita no campo. Por\u00e9m, o uso inadequado desses produtos como \u00fanica alternativa de controle traz novos problemas para a produ\u00e7\u00e3o leiteira tropical. Dentre eles destaca-se o surgimento de popula\u00e7\u00f5es resistentes aos produtos carrapaticidas e a presen\u00e7a de res\u00edduo desses produtos no leite. Nesse sentido, \u00e9 imprescind\u00edvel que produtores utilizem carrapaticidas, mas de forma racional para evitar desperd\u00edcios e preju\u00edzos tanto na fazenda quanto na cadeia como um todo. O controle estrat\u00e9gico se baseia na aplica\u00e7\u00e3o de medicamentos em fun\u00e7\u00e3o do ciclo de vida do carrapato, ao contr\u00e1rio do m\u00e9todo tradicional, que prega a aplica\u00e7\u00e3o de carrapaticidas quando o rebanho apresenta alta carga parasit\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 601px; height: 327px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3055\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Com o aux\u00edlio de um t\u00e9cnico que conhece a biologia do parasita na regi\u00e3o, o tratamento ser\u00e1 realizado nas \u00e9pocas ideias para o controle qu\u00edmico. O teste de sensibilidade do carrapato aos princ\u00edpios ativos, oferecido gratuitamente pela Embrapa Gado de Leite, \u00e9 fundamental para o sucesso do controle. Segundo c\u00e1lculos do projeto Campo Futuro, o custo m\u00e9dio anual com carrapaticidas \u00e9 de R$39,94 por vaca em lacta\u00e7\u00e3o. Apesar de ser um desembolso baixo em rela\u00e7\u00e3o a outros custos da fazenda, os preju\u00edzos decorrentes do controle ineficiente podem aumentar muito esse valor. Com a chegada do per\u00edodo quente e \u00famido do ano, o produtor deve estar atento, uma vez que se inicia o momento ideal para controle estrat\u00e9gico das popula\u00e7\u00f5es de carrapatos. (Cepea)&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 601px; height: 324px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3054\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong>\"Trump vence 'batalha do leite' contra vizinhos\"<\/strong><\/p>\n<p>Batalha do leite - \"\u00c9 como uma placa de t\u00e1xi. Se voc\u00ea quiser criar gado de leite ou galinhas no Canad\u00e1, primeiro tem que adquirir uma esp\u00e9cie de franquia do governo - o que \u00e9 quase imposs\u00edvel - ou gastar um bom dinheiro comprando licen\u00e7a e quotas de produ\u00e7\u00e3o de quem j\u00e1 est\u00e1 no neg\u00f3cio. Para apenas uma vaca leiteira, por exemplo, o 'ped\u00e1gio' para entrar no ramo custa 30 mil d\u00f3lares canadenses (cerca de R$ 90 mil). E h\u00e1 ped\u00e1gios semelhantes para galinhas poedeiras, frangos de corte e perus. Se no Brasil as placas de t\u00e1xi sofreram enorme desvaloriza\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o advento dos aplicativos de transporte particular, no Canad\u00e1 as licen\u00e7as dos pecuaristas acabam de levar um duro golpe, ap\u00f3s o pa\u00eds ceder \u00e0 press\u00e3o do presidente norte-americano Donald Trump para desregulamentar o setor. O agricultor canadense Henry Holtmann estava t\u00e3o otimista com o mercado leiteiro que esperava construir um novo espa\u00e7o para alojar suas 550 vacas. Mas os planos ter\u00e3o que aguardar por causa do novo pacto comercial assinado pelo pa\u00eds com os EUA. O acordo, que inclui tamb\u00e9m o M\u00e9xico, permitir\u00e1 que os americanos enviem mais leite para o norte, quebrando a engrenagem do setor leiteiro canadense, gerenciado de forma a combinar precisamente a produ\u00e7\u00e3o conforme a demanda.<\/p>\n<p>\"Isso n\u00e3o vai resolver os problemas dos Estados Unidos com o excesso de oferta de leite\", afirma Holtmann, que representa a terceira gera\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia de produtores de Rosser, Manitoba. Ele passar\u00e1 o inverno revisando o impacto do acordo comercial e avaliando se seus planos de expans\u00e3o ainda valem a pena. \"\u00c9 um tapa na cara dos produtores canadenses que trabalham duro todo dia para manter a oferta\", lamenta.<\/p>\n<p>Vencedores e vencidos<br \/>\nOs produtores dizem que v\u00e3o perder com o novo acordo, que dar\u00e1 aos Estados Unidos acesso facilitado ao mercado de produtos l\u00e1cteos canadenses e vai acabar com o sistema de precifica\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. Esse sistema tem sido repetidamente atacado pelo presidente americano Donald Trump. O setor leiteiro era um dos \u00faltimos entraves para viabilizar um acordo de livre com\u00e9rcio entre os dois pa\u00edses e o primeiro-ministro Justin Trudeau havia jurado proteger o setor. Na segunda-feira (1\u00ba), Trudeau prometeu recompensar os agricultores para amortecer o golpe.<\/p>\n<p>\"\u00c9 desapontador que eles tenham concordado com isso\", lamentou David Wiens, vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Produtores de Leite do Canad\u00e1, entidade baseada em Ottawa e que representa cerca de 12 mil produtores do pa\u00eds. \"\u00c9 uma grande vit\u00f3ria dos EUA e, consequentemente, para os canadenses \u00e9 uma derrota\". Como parte do acordo, o Canad\u00e1 eliminar\u00e1 sua pol\u00edtica denominada de \"Classe 7\", que torna o leite mais barato para as ind\u00fastrias que compram de produtores dom\u00e9sticos os suprimentos de leite ultra-filtrado, um ingrediente concentrado usado para aumentar a quantidade de prote\u00edna em queijos e iogurtes. Enquanto o sistema ajuda a dar suporte a uma rede de processamento que est\u00e1 sendo constru\u00edda no Canad\u00e1, os fazendeiros norte-americanos reclamam que ela efetivamente bloqueia as importa\u00e7\u00f5es e derruba os pre\u00e7os mundiais do produto. Os EUA est\u00e3o lutando com um excesso de leite e Trump disse, em abril, que o Canad\u00e1 est\u00e1 tornando os neg\u00f3cios dos produtores americanos \"muito dif\u00edcil\". As concess\u00f5es canadenses impulsionar\u00e3o a quantidade de leite, queijo e nata que os EUA conseguirem despachar sem tarifa\u00e7\u00e3o para o pa\u00eds vizinho, incluindo um aumento das exporta\u00e7\u00f5es de leite fluido para 50 mil toneladas no sexto ano de vig\u00eancia do acordo, segundo informa o escrit\u00f3rio de representa\u00e7\u00e3o comercial dos EUA.<\/p>\n<p>O Canad\u00e1 tamb\u00e9m dar\u00e1 aos EUA mais acesso ao seu sistema de latic\u00ednios, gerenciado pela oferta, cotas e tarifas de importa\u00e7\u00e3o. O pa\u00eds j\u00e1 havia desistido de interromper o seu lucrativo sistema em outras duas oportunidades de acordo, uma com a Uni\u00e3o Europeia e outra com pa\u00edses do Pac\u00edfico.<\/p>\n<p>Compensa\u00e7\u00f5es<br \/>\nEm discurso a jornalistas em Ottawa, a ministra de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Chrystia Freeland, confirmou que o Canad\u00e1 vai oferecer compensa\u00e7\u00f5es aos produtores porque \"\u00e9 a coisa mais justa a ser feita\". O acordo encurtar\u00e1 investimentos no setor e deve segurar os planos de expans\u00e3o de produtores e da ind\u00fastria do setor, segundo Wiens. Com mais produtos norte-americanos nas prateleiras das lojas, a demanda pelos l\u00e1cteos canadenses deve recuar, diz ele.<\/p>\n<p>Do outro lado, os americanos est\u00e3o bebendo cada vez menos leite e o consumo total diminuiu, ao passo que os consumidores buscam alternativas para o produto, como o leite de am\u00eandoas. Ao mesmo tempo, a crescente demanda por manteiga e nata resultou em sobra de leite desnatado, que \u00e9 descartado quando a gordura \u00e9 removida. Em 2017, o Canad\u00e1 importou US$ 368 milh\u00f5es em produtos l\u00e1cteos dos EUA, enquanto na via oposta da fronteira cruzaram somente US$ 116 milh\u00f5es, um d\u00e9ficit de US$ 252 milh\u00f5es. Ainda assim, os l\u00e1cteos representam um pequena fatia dos US$ 500 bilh\u00f5es em transa\u00e7\u00f5es de bens entre os dois pa\u00edses anualmente. O Canad\u00e1 possui um sistema que limita a oferta, por isso os produtores do pa\u00eds est\u00e3o indo bem e os \"consumidores n\u00e3o, porque est\u00e3o pagando mais\", diz Tom Vilsack, chefe executivo do conselho de exporta\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos dos EUA. Nos Estados Unidos, a oferta n\u00e3o \u00e9 limitada artificialmente, ent\u00e3o os produtores produzem mais, o que \"coloca o peso sobre o consumo e as exporta\u00e7\u00f5es\". Segundo Vilsack, ainda h\u00e1 muitos detalhes que devem ser examinados para determinar precisamente qual o impacto que esse acordo comercial ter\u00e1 agora e no futuro.\" (Gazeta do Povo)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Fonterra reduz estimativa de pre\u00e7o ao produtor de leite para 2018\/2019<br \/>\nFonterra - A companhia de l\u00e1cteos Fonterra, da Nova Zel\u00e2ndia, reduziu sua estimativa de pre\u00e7o ao produtor para a temporada 2018\/2019, que come\u00e7ou em 1\u00ba de junho. A proje\u00e7\u00e3o foi cortada para um intervalo de 6,25 a 6,50 d\u00f3lares neozelandeses (US$ 1 = 1,5431 d\u00f3lar neozeland\u00eas) por quilo de leite em p\u00f3, de 6,75 d\u00f3lares neozelandeses na estimativa anterior. A redu\u00e7\u00e3o foi atribu\u00edda ao aumento da produ\u00e7\u00e3o na Europa, nos EUA e na Argentina. A Fonterra disse tamb\u00e9m que pretende fazer pagamentos antecipados aos produtores usando o piso do intervalo, de 6,25 d\u00f3lares neozelandeses, em vez do ponto m\u00e9dio. \"Isso pode sugerir que a companhia v\u00ea riscos baixistas para sua proje\u00e7\u00e3o\", disse o banco australiano Westpac. \"Eu sei que \u00e9 dif\u00edcil para produtores quando os pre\u00e7os caem, mas \u00e9 importante que eles tenham o quadro mais atualizado para tomar as melhores decis\u00f5es para seus neg\u00f3cios\", disse o CEO da Fonterra, Miles Hurrell. \"N\u00f3s operamos em um mercado global extremamente vol\u00e1til, ent\u00e3o \u00e9 muito dif\u00edcil fornecer uma previs\u00e3o exata para o pre\u00e7o ao produtor neste come\u00e7o de temporada. Por exemplo, condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas podem mudar de repente e isso pode ter um impacto significativo sobre a oferta global de leite.\" (Globo Rural)<img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 11 de outubro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.838 Sindilat participa de evento sobre Log\u00edstica Reversa de Embalagens Cr\u00e9dito: Leticia Szczesny O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/11\/11-10-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/10\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2608","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2608","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2608"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2608\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2609,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2608\/revisions\/2609"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2608"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2608"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2608"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}