{"id":2598,"date":"2018-10-08T19:55:18","date_gmt":"2018-10-08T19:55:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2598"},"modified":"2018-10-08T19:55:18","modified_gmt":"2018-10-08T19:55:18","slug":"08-10-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/08\/08-10-2018\/","title":{"rendered":"08\/10\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 08 de outubro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.835<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/p>\n<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Cadeia produtiva tra\u00e7a plano para exporta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O setor de l\u00e1cteos definiu seis estrat\u00e9gias para tentar ampliar a exporta\u00e7\u00e3o de seus produtos. Hoje, o mercado externo absorve 1% dos 25 bilh\u00f5es de litros inspecionados no Brasil. Como o consumo anual est\u00e1 estagnado em cerca de 170 quilos de l\u00e1cteos por habitante no pa\u00eds, a proposta \u00e9 viabilizar as condi\u00e7\u00f5es para atrair compradores estrangeiros. \"Se focarmos a produ\u00e7\u00e3o para a exporta\u00e7\u00e3o, vamos continuar com o mercado interno aquecido porque temos potencial de crescimento para at\u00e9 230 quilos por habitante ao ano\", sustenta Thiago Rodrigues, assessor t\u00e9cnico em Pecu\u00e1ria Leiteira da Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil, entidade que promoveu o encontro que elaborou a lista de a\u00e7\u00f5es, nesta semana, em Bras\u00edlia.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">As estrat\u00e9gias, entre outras, s\u00e3o incentivar a identifica\u00e7\u00e3o de mercados potenciais e construir acordos comerciais; melhorias na sanidade do rebanho; participa\u00e7\u00e3o em feiras e miss\u00f5es internacionais; industrializa\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o para exporta\u00e7\u00e3o; redu\u00e7\u00e3o dos custos e tributos; e elabora\u00e7\u00e3o de produtos de maior valor agregado. Um documento, com todos os itens, ser\u00e1 entregue ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em novembro. \"Queremos que o ministro tome conhecimento e use estas propostas na transi\u00e7\u00e3o do governo\", diz Rodrigues.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">O secret\u00e1rio executivo do Sindilat, Darlan Palharini, afirma que at\u00e9 2025 a Regi\u00e3o Sul passar\u00e1 dos atuais 35% para 50% da produ\u00e7\u00e3o nacional de leite. \"Precisa existir uma pol\u00edtica de m\u00e9dio e longo prazo para que possamos escoar parte desta produ\u00e7\u00e3o, dar estabilidade de pre\u00e7o no mercado interno e previsibilidade ao produtor\", defendeu, ao considerar que parte das propostas pode ser viabilizada em curto prazo, mas que, para outra parte, h\u00e1 necessidade de um esfor\u00e7o governamental e uni\u00e3o de toda a cadeia. (Correio do Povo)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>CAMINHO DE PREOCUPA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Impactado pelo tabelamento do frete, o setor produtivo promete acompanhar de perto a audi\u00eancia p\u00fablica da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), amanh\u00e3. Na ocasi\u00e3o, ser\u00e3o discutidas propostas para regulamentar san\u00e7\u00f5es a quem n\u00e3o aplicar os valores estabelecidos. Uma das entidades preocupadas com o tema \u00e9 a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Arroz (Abiarroz).<\/p>\n<p>- A ANTT inverteu a ordem e regulamentar\u00e1 primeiro as multas. O processo foi feito \u00e0 revelia dos usu\u00e1rios, n\u00e3o temos inger\u00eancia, e isso nos preocupa muito - diz Andressa Silva, diretora-executiva da entidade.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da audi\u00eancia, h\u00e1 consulta p\u00fablica desde o dia 9 de setembro, para coleta de sugest\u00f5es. O prazo, ali\u00e1s, \u00e9 um dos pontos questionados pelo Abiarroz. O consenso \u00e9 de que, na pr\u00e1tica, o tabelamento n\u00e3o est\u00e1 funcionando. Mais do que isso, tem provocado efeito que s\u00f3 agrava o real motivo da baixa remunera\u00e7\u00e3o dos fretes, que \u00e9 o excesso de oferta. Para n\u00e3o ficarem ref\u00e9ns, empresas est\u00e3o investindo em frota pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>No caso do arroz, a alta dos custos foi de 35% a 50% com a primeira tabela. Ap\u00f3s a atualiza\u00e7\u00e3o, em raz\u00e3o do aumento do diesel, mais 5% foram acrescidos, diz Andressa. Presidente da Associa\u00e7\u00e3o das Empresas Cerealistas do RS, Vicente Barbiero se diz desanimado. A expectativa era de que o STF julgasse a\u00e7\u00f5es de inconstitucionalidade da tabela neste ano, o que n\u00e3o deve acontecer.<\/p>\n<p>- Estamos perdendo uma baita oportunidade de aproveitar o d\u00f3lar alto. Os neg\u00f3cios futuros de soja est\u00e3o completamente parados - diz o dirigente. (Zero Hora)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Sudeste Asi\u00e1tico: mercado de l\u00e1cteos ganha cada vez mais import\u00e2ncia<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Recentemente, o Sudeste Asi\u00e1tico era um 'deserto de latic\u00ednios'. Os supermercados tinham leite, queijo e iogurtes, por\u00e9m, em uma quantia \u00ednfima comparada ao varejo de outros pa\u00edses. Ao mesmo tempo, processadores de alimentos tamb\u00e9m procuravam outros segmentos para os seus ingredientes. Para muitas pessoas, o termo \"leite\" n\u00e3o se referia a nada al\u00e9m de soja, am\u00eandoa ou coco. Sugerir que uma vaca estava envolvida em sua produ\u00e7\u00e3o era algo incomum. No entanto, hoje a regi\u00e3o \u00e9 vista por muitos analistas como uma das mais vitais no mundo dos l\u00e1cteos. Em compara\u00e7\u00e3o com os mercados l\u00e1cteos estabelecidos, o consumo permanece baixo no Sudeste Asi\u00e1tico, mas sua import\u00e2ncia est\u00e1 aumentando cada vez mais. Calculou-se que regi\u00e3o consome menos de 20 kg de l\u00e1cteos per capita a cada ano, comparado a 300 kg em mercados desenvolvidos como a Austr\u00e1lia. Mas, de acordo com dados do Rabobank, o consumo no Sudeste Asi\u00e1tico deve crescer 3% a cada ano at\u00e9 2020. Em compara\u00e7\u00e3o com o crescimento m\u00ednimo na Austr\u00e1lia e at\u00e9 com a queda do consumo em toda a Europa, a regi\u00e3o \u00e9 muito desejada pelos vendedores de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>\"O Sudeste Asi\u00e1tico est\u00e1 se tornando a \u00e1rea mais importante para o com\u00e9rcio de produtos l\u00e1cteos\", como o analista da ind\u00fastria CIAL colocou em um relat\u00f3rio de fim de ano para 2017.<\/p>\n<p>Ritmo, n\u00e3o quantidade<br \/>\nOs mercados da Indon\u00e9sia e do Vietn\u00e3 devem ter o ritmo mais acelerado de crescimento, de 3,9% e 4,5% ao ano, respectivamente. Isso se deve ao r\u00e1pido desenvolvimento de suas economias com base em crescimento r\u00e1pido e em popula\u00e7\u00e3o mais jovem. No sul da Mal\u00e1sia, com suas grandes popula\u00e7\u00f5es \u00e9tnicas chinesas - e associadas \u00e0 intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose - tem havido pouca tradi\u00e7\u00e3o de incorporar latic\u00ednios nas cozinhas regionais, tanto caseiras quanto processadas. No entanto, com uma economia mais madura e uma perspectiva mais ocidental em compara\u00e7\u00e3o com seus vizinhos, o pa\u00eds tem testemunhado o crescimento da demanda ao ponto de estar sendo vista como uma das l\u00edderes no consumo de leite l\u00edquido.<\/p>\n<p>A capital da Mal\u00e1sia, Kuala Lumpur, divulgou n\u00fameros no ano passado que estimam em quase 20 litros per capita por ano. Ao mesmo tempo, o ex-primeiro-ministro Najib Razak anunciou uma estrat\u00e9gia para promover o uso de latic\u00ednios mais difundido e um plano para aumentar a produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica com a meta de produzir 2,25 bilh\u00f5es de litros de leite at\u00e9 2050 - embora muitos acreditem que esse n\u00famero seja inating\u00edvel. A demanda por leite tamb\u00e9m est\u00e1 aumentando em Cingapura. Segundo dados do Euromonitor,&nbsp; a cidade-Estado presenciou um aumento de 12% no consumo de 2011-16, embora, curiosamente, alguns estudos tenham descoberto que metade da popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds n\u00e3o bebe leite. Isso significa que a outra metade dos moradores consome grandes quantidades de leite para produzir o maior consumo m\u00e9dio do Sudeste Asi\u00e1tico, com mais de 60 litros por ano.<\/p>\n<p>A Tail\u00e2ndia tem sido ativa no uso de latic\u00ednios por d\u00e9cadas. Em 1992, as autoridades de Bangkok lan\u00e7aram sua primeira iniciativa para estimular o consumo de leite nas escolas, e a Tail\u00e2ndia agora tem uma das ind\u00fastrias de l\u00e1cteos mais avan\u00e7adas da regi\u00e3o. Ela agora produz cerca de 45% dos l\u00e1cteos consumidos no pa\u00eds, em compara\u00e7\u00e3o com uma estimativa coletiva de 3% em outros pa\u00edses do Sudeste Asi\u00e1tico, com exce\u00e7\u00e3o da Indon\u00e9sia e do Vietn\u00e3, que registram 20% cada, segundo o Rabobank. As Filipinas dependem de importa\u00e7\u00f5es para praticamente todo seu consumo (suprindo domesticamente apenas 1% do consumo). A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas ficou particularmente impressionada com o progresso da Tail\u00e2ndia. Seus dados sugerem que o programa de leite escolar ajudou o consumo per capita a aumentar mais de onze vezes at\u00e9 2002, para 23 litros por ano. A FAO tamb\u00e9m credita o esquema para ajudar a reduzir as taxas de desnutri\u00e7\u00e3o infantil de 18% quando come\u00e7ou a menos de 5% em 2006.<\/p>\n<p>\"O Sudeste Asi\u00e1tico \u00e9 provavelmente um dos mercados de l\u00e1cteos mais din\u00e2micos do mundo\", disse Tony Emms, que at\u00e9 recentemente era diretor regional do escrit\u00f3rio do Sudeste Asi\u00e1tico do Conselho de Exporta\u00e7\u00e3o de Latic\u00ednios dos EUA. \"Esta regi\u00e3o n\u00e3o produz muito leite e precisa de importa\u00e7\u00f5es\", complementou ele sobre o segundo maior mercado de exporta\u00e7\u00e3o dos EUA, depois do M\u00e9xico. Em termos de valor, os fornecedores enviaram remessas de mais de US$ 690 milh\u00f5es de leite em p\u00f3, queijo, manteiga, soro e lactose para o sudeste da \u00c1sia em 2017, um aumento de 3% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, de acordo com uma an\u00e1lise de dados do final do ano do Departamento de Agricultura dos EUA. Ao mesmo tempo, as exporta\u00e7\u00f5es de queijo para a regi\u00e3o cresceram em 6.000 toneladas no ano passado, um aumento de 52% em rela\u00e7\u00e3o a 2016.<\/p>\n<p>Os analistas identificaram v\u00e1rios fatores que explicam por que o Sudeste Asi\u00e1tico se tornou uma regi\u00e3o isolada de crescimento de produtos l\u00e1cteos, incluindo economias pujantes da regi\u00e3o, popula\u00e7\u00f5es em expans\u00e3o e progresso na ind\u00fastria de alimentos.&nbsp;<\/p>\n<p>Direcionadores de crescimento<br \/>\nO Fundo Monet\u00e1rio Internacional projeta um forte e est\u00e1vel crescimento de 5-6% ao ano at\u00e9 2019 para as chamadas na\u00e7\u00f5es economicamente mais importantes do Sudeste Asi\u00e1tico, com baixas ou declinantes taxas de desemprego. Como resultado, as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas est\u00e3o alimentando a expans\u00e3o da classe m\u00e9dia e as mudan\u00e7as na dieta. Com quase o dobro da popula\u00e7\u00e3o dos Estados Unidos, o Sudeste Asi\u00e1tico \u00e9 vasto e cresce em aproximadamente tr\u00eas vezes o seu ritmo. Como muitas dessas na\u00e7\u00f5es se tornam mais urbanizadas, os estilos de vida est\u00e3o se tornando mais r\u00e1pidos, com mais press\u00f5es de tempo e mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos sociais que exigem alimentos convenientes que cont\u00eam mais ingredientes l\u00e1cteos. Sessenta por cento da popula\u00e7\u00e3o vietnamita est\u00e1 agora abaixo de 35 anos - um segmento jovem e din\u00e2mico que est\u00e1 impulsionando a demanda por novos produtos processados e de fast food. No outro extremo da escala, em cidades altamente urbanizadas e desenvolvidas, como Cingapura, que possuem hot\u00e9is cinco estrelas e restaurantes sofisticados, h\u00e1 uma oportunidade crescente de queijos de alta qualidade, por exemplo.<\/p>\n<p>De acordo com o Conselho de Exporta\u00e7\u00e3o de L\u00e1cteos dos EUA, a implementa\u00e7\u00e3o do bloco comercial da Asean, com uma redu\u00e7\u00e3o nas barreiras comerciais juntamente com o aumento da demanda, provou ser extremamente atraente para as empresas de alimentos e bebidas. Para tirar proveito disso, segundo a USDEC, empresas locais e multinacionais est\u00e3o investindo em pa\u00edses como Indon\u00e9sia, Mal\u00e1sia e Cingapura para desenvolver capacidade de desenvolvimento de produtos n\u00e3o apenas para atender \u00e0 demanda nacional, mas para exportar para a regi\u00e3o mais ampla e at\u00e9 para lugares como a China, o Oriente M\u00e9dio e a \u00c1frica. Isso criou um mercado significativo para ingredientes l\u00e1cteos de alto valor, feitos com especifica\u00e7\u00f5es rigorosas. O food service est\u00e1 se tornando um fator no consumo de l\u00e1cteos \u00e0 medida que pa\u00edses do Sudeste Asi\u00e1tico se modernizam nesse sentido. Embora a penetra\u00e7\u00e3o de restaurantes em cadeia varie por pa\u00eds, a regi\u00e3o como um todo n\u00e3o est\u00e1 quase saturada. O Vietn\u00e3 conseguiu a sua primeira loja da Starbucks cinco anos atr\u00e1s e o McDonald's dois anos depois, e ambos os estabelecimentos foram um sucesso imediato.<\/p>\n<p>Enquanto isso, os consumidores do Sudeste Asi\u00e1tico, muitas vezes apoiados por iniciativas do governo, t\u00eam crescido muito mais bem informados sobre o papel dos l\u00e1cteos na sa\u00fade e na nutri\u00e7\u00e3o. Por exemplo, o Programa Nacional de Nutri\u00e7\u00e3o do Vietn\u00e3, programado para vigorar at\u00e9 2020, estimula o consumo de c\u00e1lcio para a resist\u00eancia \u00f3ssea, leite para a sa\u00fade infantil e latic\u00ednios em geral como parte de uma dieta saud\u00e1vel para elevar os n\u00edveis m\u00e9dios de altura. A confian\u00e7a nos l\u00e1cteos est\u00e1 levando as pessoas a incorporarem leite, queijo e outros produtos que cont\u00eam latic\u00ednios em suas dietas tradicionais. Ao mesmo tempo, os alimentos funcionais est\u00e3o se tornando mais prevalentes, especialmente nas economias mais desenvolvidas, como Cingapura, Mal\u00e1sia e Tail\u00e2ndia.<\/p>\n<p>Desafios ainda enfrentados<br \/>\nAgora que muitas prateleiras de supermercados do Sudeste Asi\u00e1tico est\u00e3o repletas de produtos l\u00e1cteos, o futuro parece brilhante para os exportadores, mas ainda h\u00e1 desafios. As margens de exporta\u00e7\u00e3o, por exemplo, aumentaram significativamente devido ao excesso de oferta de importa\u00e7\u00f5es e \u00e0 forte concorr\u00eancia dos players locais. As cadeias de fornecimento precisam ser melhoradas, especialmente para envios de produtos que n\u00e3o se saem bem no calor e na umidade do Sudeste Asi\u00e1tico, a menos que sejam tratados com cuidado. Al\u00e9m disso, o acesso \u00e0s regi\u00f5es do interior \u00e9 muitas vezes lento e custoso. Analistas, como os do Rabobank, recomendam o estabelecimento mais amplo de modelos de parceria com distribuidores que possam fornecer uma estrat\u00e9gia proeminente de entrada no mercado e da cadeia de fornecimento. \"Isso pode ajudar a reduzir custos e auxiliar a navega\u00e7\u00e3o pelos riscos complexos e inerentes associados \u00e0 regulamenta\u00e7\u00e3o\", sugere, embora alertando que \"envolver um importador ou distribuidor dedicado pode exigir investimentos complementares em atividades de marketing por tr\u00e1s das fronteiras\".<\/p>\n<p>E enquanto as empresas est\u00e3o equilibrando as necessidades das oportunidades do mercado local, o crescimento do volume e as margens locais est\u00e3o bem abaixo daqueles oferecidos nos mercados de exporta\u00e7\u00e3o. A realidade comercial para os exportadores \u00e9 que grande parte da capacidade ser\u00e1 dedicada a neg\u00f3cios de menor margem e maior volume. Como resultado, \u00e9 necess\u00e1ria uma sele\u00e7\u00e3o cuidadosa de contatos de marca pr\u00f3pria e clientes de manufatura para garantir que os n\u00edveis apropriados de produ\u00e7\u00e3o sejam mantidos sem prejudicar a lucratividade. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><br \/>\n<em>Nestl\u00e9 lan\u00e7a app para os seus fornecedores de leite<br \/>\nPensando em ferramentas para estreitar o relacionamento com os produtores de leite, a Nestl\u00e9 lan\u00e7ou um novo aplicativo chamado Leiteria, destinado aos seus fornecedores. Segundo o manual, ele oferece aos produtores a agilidade no recebimento de informa\u00e7\u00f5es e a possibilidade de gerenciar os resultados relacionados ao seu fornecimento de leite. Com ele, os produtores ter\u00e3o acesso de forma r\u00e1pida, simples e independente a informa\u00e7\u00f5es como: demonstrativos de pagamento e nota fiscal; volume de leite coletado; resultados de qualidade e pre\u00e7o recebido, al\u00e9m da possibilidade de consultar o hist\u00f3rico e realizar o comparativo de resultados entre per\u00edodos. Confira o aplicativo no <a href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/noticias-e-mercado\/giro-noticias\/nestle-lanca-app-para-os-seus-fornecedores-de-leite-210664\/\">site<\/a>. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Nestl\u00e9, adaptadas pela Equipe MilkPoint.)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 08 de outubro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.835 Cadeia produtiva tra\u00e7a plano para exporta\u00e7\u00e3o O setor de l\u00e1cteos definiu seis estrat\u00e9gias para tentar ampliar a exporta\u00e7\u00e3o de seus <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/08\/08-10-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/10\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2598","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2598","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2598"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2598\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2599,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2598\/revisions\/2599"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2598"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2598"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2598"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}