{"id":2596,"date":"2018-10-05T20:11:49","date_gmt":"2018-10-05T20:11:49","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2596"},"modified":"2018-10-05T20:11:49","modified_gmt":"2018-10-05T20:11:49","slug":"05-10-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/05\/05-10-2018\/","title":{"rendered":"05\/10\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 05 de outubro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.834<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Setor l\u00e1cteo abre caminho para exporta\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>O setor l\u00e1cteo brasileiro deu o pontap\u00e9 inicial para a cria\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica de exporta\u00e7\u00e3o do leite brasileiro. Os primeiros alinhamentos foram tra\u00e7ados nesta quinta-feira, em Bras\u00edlia, em reuni\u00e3o entre a Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat), a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura (CNA), o Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econ\u00f4mico (BNDES), a Ag\u00eancia Nacional de Exporta\u00e7\u00e3o (Apex), a Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Latic\u00ednios (Viva L\u00e1cteos) e sindicatos.<\/p>\n<p>Segundo o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 tornar a exporta\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel e constante para equilibrar o mercado do leite no Brasil, que est\u00e1 em crescimento, principalmente no estado do RS, de SC e do PR. Desta forma, a produ\u00e7\u00e3o excedente teria mercado certo e o produtor, uma previsibilidade maior sobre o pre\u00e7o m\u00ednimo remunerat\u00f3rio. \"S\u00f3 os tr\u00eas estados do Sul, at\u00e9 2025, devem responder por 50% da produ\u00e7\u00e3o nacional. Com o aumento da produtividade, ser\u00e1 necess\u00e1rio regular estoque e ser competitivo no mercado nacional e internacional\", argumenta.<\/p>\n<p>O projeto conta com metas de curto, m\u00e9dio e longo prazos. Foram tra\u00e7ados seis pontos priorit\u00e1rios de discuss\u00e3o e an\u00e1lise: agenda regulat\u00f3ria, intelig\u00eancia de mercado, promo\u00e7\u00e3o comercial, financiamento para produ\u00e7\u00e3o, industrializa\u00e7\u00e3o e capacita\u00e7\u00e3o para a exporta\u00e7\u00e3o, competitividade e pesquisa e desenvolvimento. \"Nossa ideia foi alinhar pensamentos e a\u00e7\u00f5es em \u00e2mbito nacional para que o setor, unido, consiga n\u00e3o ser mais ref\u00e9m das crises econ\u00f4micas ou da oferta de leite, que tanto interfere no pre\u00e7o - para mais, ou para menos, no pa\u00eds\", explica Palharini. As prioridades ser\u00e3o a\u00e7\u00f5es em prol da certifica\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria da produ\u00e7\u00e3o e do aumento de produtividade a custos competitivos, parit\u00e1rios com o mercado mundial. (Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Pre\u00e7o garantido da FrieslandCampina - outubro de 2018<\/strong><\/p>\n<p>FrieslandCampina - O pre\u00e7o garantido do leite cru pela FrieslandCampina para o m\u00eas de outubro de 2018 foi de \u20ac 38\/100 quilos de leite, [R$ 1,75\/litro]. A FrieslandCampina aumentou \u20ac1,00 em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>A eleva\u00e7\u00e3o em outubro foi, parcialmente, motivada pela expectativa de aumento nos pre\u00e7os de alguns produtos l\u00e1cteos. No pre\u00e7o garantido tamb\u00e9m est\u00e1 inclu\u00edda uma corre\u00e7\u00e3o de \u20ac 0,76 correspondente a estimativas feitas a menor no pre\u00e7o de refer\u00eancia em meses anteriores.<\/p>\n<p>&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 318px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3050\" alt=\"\"><\/p>\n<p>O pre\u00e7o garantido do leite org\u00e2nico para outubro de 2018 \u00e9 de \u20ac 47,00 por 100 quilos, [R$ 2,16\/litro]. O pre\u00e7o garantido do leite org\u00e2nico ficou est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 312px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3051\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO pre\u00e7o garantido \u00e9 aplicado a 100 quilos de leite que contenha 3,47% de prote\u00edna, 4,41% de mat\u00e9ria gorda e 4,51% de lactose, sem o imposto de valor agregado (IVA). O pre\u00e7o \u00e9 garantido a produtores que entreguem acima de 800.000 quilos de leite por ano. At\u00e9 2016 o volume era de 600.000 quilos. A altera\u00e7\u00e3o do volume base de bonifica\u00e7\u00e3o e o esquema da sazonalidade foi, ent\u00e3o, descontinuado, iniciando novos par\u00e2metros em 2017. (FrieslandCampina - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><strong>\u00cdndice FAO dos produtos l\u00e1cteos - setembro de 2018<\/strong><\/p>\n<p>\u00cdndice FAO dos L\u00e1cteos - O \u00cdndice FAO dos produtos l\u00e1cteos fechou com 191,5 pontos em setembro. Houve um recuo de 4,7 pontos (2,4%) em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, prolongando a tend\u00eancia de baixa pelo quarto m\u00eas consecutivo. Em setembro as cota\u00e7\u00f5es internacionais da manteiga, do queijo e do leite em p\u00f3 integral contra\u00edram, enquanto houve recupera\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 desnatado.<\/p>\n<p>As perspectivas bem mais favor\u00e1veis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s disponibilidades para exporta\u00e7\u00e3o pesaram sobre os pre\u00e7os internacionais da manteiga, do queijo e do leite em p\u00f3 integral. O contr\u00e1rio ocorreu com o leite em p\u00f3 integral que teve recupera\u00e7\u00e3o em setembro, registrando eleva\u00e7\u00e3o de 16,2% desde o in\u00edcio do ano, em grande parte sobre o efeito da recupera\u00e7\u00e3o da demanda por leite em p\u00f3 desnatado produzido recentemente. (FAO - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 332px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3052\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>O Rabobank reduz previs\u00e3o dos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos, mesmo com modesto crescimento da produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Pre\u00e7os\/Rabobank - Enquanto a oferta combinada de leite crescia entre os exportadores mundiais de l\u00e1cteos, 'Big 7', as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos desaceleraram no terceiro trimestre, e o in\u00edcio da temporada de produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia registrou baixa demanda para os l\u00e1cteos com origem na Oceania, diz o \u00faltimo relat\u00f3rio do Rabobank.<\/p>\n<p>O banco agora prev\u00ea um pre\u00e7o mais baixo do que os projetados NZ$ 6,65\/kgMs para 2018\/19. O banco especializado em agroneg\u00f3cio disse que a desacelera\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios combinada com o aumento de produ\u00e7\u00e3o verificada no segundo trimestre de 2018 no 'Big 7' (Uni\u00e3o Europeia, Estados Unidos, Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia, Uruguai, Argentina e Brasil), resultou em altera\u00e7\u00e3o de apenas 1% na compara\u00e7\u00e3o anual, mas, refletindo no terceiro trimestre que tamb\u00e9m foi influenciado por outros fatores, incluindo a seca em parte do Norte da Europa.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio aponta que a diminui\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite de \u00e1reas afetadas pela seca n\u00e3o condiz com o in\u00edcio da temporada na Nova Zel\u00e2ndia, onde o clima quase perfeito e mais vacas em lacta\u00e7\u00e3o no inferno resultaram em crescimento de 5% na produ\u00e7\u00e3o entre junho e agosto. A analista de latic\u00ednios, Emma Higgins, autora do relat\u00f3rio do Rabobank disse que o salto na oferta de leite na Nova Zel\u00e2ndia reduziu a urg\u00eancia dos compradores de l\u00e1cteos oriundos da Oceania no \u00faltimo trimestre e isso continua, refletindo, inclusive, no \u00faltimo GDT.<\/p>\n<p>\"Essa falta de urg\u00eancia do comprador resultou na quebra dos pre\u00e7os, que subsidiaram a revis\u00e3o para baixo da previs\u00e3o de pre\u00e7o para a temporada 2018\/19 de NZ$ 6,80\/kgMS, para NZ$ 6,65\/kgMS\", disse ela.<\/p>\n<p>Embora a previs\u00e3o do pre\u00e7o do leite pelo Rabobank tenha sido reduzida, Higgins diz que a queda n\u00e3o foi maior porque o Rabobank tem a expectativa de que a oferta de leite ser\u00e1 mais apertada no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>\"Em suma, a capta\u00e7\u00e3o de leite nas maiores regi\u00f5es exportadores crescer\u00e1 modestamente nos pr\u00f3ximo 12 meses em compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, em decorr\u00eancia das margens apertadas para os fazendos e efeitos prolongados de climas adversos\", acrescenta ela.<\/p>\n<p>\"A previs\u00e3o \u00e9 de que a disponibilidade de l\u00e1cteos para exporta\u00e7\u00e3o ser\u00e1 significamente mais apertada nos pr\u00f3ximos meses, o que proporcionar\u00e1 um aumento na cota\u00e7\u00e3o das commodities l\u00e1cteas, particularmente durante 2019 - e isso foi levado em considera\u00e7\u00e3o na previs\u00e3o revisada\".<\/p>\n<p>Emma Higgins tamb\u00e9m acredita que a demanda chinesa ir\u00e1 aumentar no restante de 2018, sendo um outro fator que sustentar\u00e1 o pre\u00e7o do leite na Nova Zel\u00e2ndia nesta temporada.<\/p>\n<p>\"Mesmo que a produ\u00e7\u00e3o de leite local venham melhorando na China, a demanda por leite continua firme. Existe previs\u00e3o de que haja aumento das importa\u00e7\u00f5es chinesas em todo o final deste ano, o que ajudar\u00e1 a absorver parte do excesso de leite em estoque na Nova Zel\u00e2ndia\", concluiu ela.<\/p>\n<p>Crescimento mais lento da oferta global<br \/>\nEmbora a produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia tenha dado um saldo, o relat\u00f3rio diz que uma s\u00e9rie de quest\u00f5es em outras regi\u00f5es chave para a produ\u00e7\u00e3o de leite contribuiu para desacelerar o crescimento da produ\u00e7\u00e3o em todo o \"Big 7\" no terceiro trimestre.<\/p>\n<p>\"Tempo quente e seco reduziram as pastagens na Austr\u00e1lia, enquanto a falta de chuvas em partes importantes do norte e oeste reduzia o volume de leite na Europa. Outros lugares tamb\u00e9m foram afetados. A oferta de leite nos Estados Unidos continuou acompanhando as m\u00e9dias hist\u00f3ricas. A greve dos caminhoneiros no primeiro semestre no Brasil diminuiu o crescimento da oferta de leite e os alimentos caros agora podem come\u00e7ar a prejudicar a produ\u00e7\u00e3o da Argentina\", explica Higgins.<\/p>\n<p>\"Como resultado, os fluxos estimados para os exportadores de l\u00e1cteos \"Big 7\" no terceiro trimestre de 2018 teve crescimento anual de apenas 0,4% - o menor percentual desde 2016\".<\/p>\n<p>Emma Higgins diz que o impacto de uma alimenta\u00e7\u00e3o animal mais cara, e margens muito apertadas para os produtores ao n\u00edvel global s\u00e3o agora evidentes e o aperto continuar\u00e1 em 2019.<\/p>\n<p>\"Os rebanhos leiteiros nacionais encolhem na Austr\u00e1lia, Europa e Estados Unidos como resultado da dificuldade dos produtores em administrar os custos. Novos aumentos nos pre\u00e7os do leite ao produtor ser\u00e3o necess\u00e1rios para cobrir os custo maiores dos insumos e aumentar o crescimento do volume\", acrescenta ela.<\/p>\n<p>O que observar<br \/>\nA guerra comercial Estados Unidos\/China; varia\u00e7\u00f5es cambiais das moedas; e crescimento da produ\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia. Esses fatores t\u00eam o potencial de alterar os pre\u00e7os globais dos l\u00e1cteos nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p>\"A extens\u00e3o da guerra comercial sobre os latic\u00ednios ainda n\u00e3o foi totalmente sentida, como as incertezas em rela\u00e7\u00e3o ao impacto sobre o crescimento econ\u00f4mico da China e nas exporta\u00e7\u00f5es dos Estados Unidos, juntamente com o impacto nos custos de alimenta\u00e7\u00e3o em ambos os pa\u00edses. A crescente valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar norte-americano contra a maioria das moedas \u00e9 outro fator significativo observado. O fortalecimento do US$ contra as principais moedas de pa\u00edses importadores, provavelmente enfraquecer\u00e3o o poder de compra de regi\u00f5es importadoras chave\", lembra Higgins.<\/p>\n<p>Higgins disse que \u00e9 preciso ficar alerta em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 alta na produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia, depois de condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ideais no inverno e na primavera. \"O Rabobank prev\u00ea crescimento de 2% na produ\u00e7\u00e3o para a temporada 2018\/19. No entanto, com a entrada em vigor das penalidades que a Fonterra estar\u00e1 aplicando para o uso da semente de palma (PKE), os n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o de leite no primeiro semestre de 2019 poder\u00e1 ficar comprometido\", acrescenta Higgins. (interest.co.nz - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><br \/>\n<em>Fonterra: produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia cresce 5% em agosto<br \/>\nFonterra - A companhia de l\u00e1cteos Fonterra, da Nova Zel\u00e2ndia, disse que a produ\u00e7\u00e3o total de leite no pa\u00eds aumentou 5% em agosto ante igual per\u00edodo do ano passado. Esse desempenho foi motivado principalmente pelo clima favor\u00e1vel em algumas regi\u00f5es, disse a empresa, lembrando que a temporada ainda est\u00e1 no in\u00edcio. Nos 12 meses at\u00e9 agosto, a produ\u00e7\u00e3o ficou est\u00e1vel na compara\u00e7\u00e3o anual. Em agosto, a Fonterra coletou 97 mil toneladas de leite em p\u00f3, um aumento de 3% na compara\u00e7\u00e3o anual. Na Ilha Norte, foram coletadas 70 mil toneladas, em linha com o volume de agosto do ano passado. Na Ilha Sul, a coleta aumentou 13%, para 26 mil toneladas. As exporta\u00e7\u00f5es totais de l\u00e1cteos pela Nova Zel\u00e2ndia cresceram 6%, ou 17 mil toneladas, em julho ante igual m\u00eas do ano passado, disse a Fonterra. Os embarques de leite em p\u00f3 integral e manteiga cresceram 32 mil toneladas, mas houve uma queda de 16 mil toneladas nas exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 desnatado. (Estad\u00e3o)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 05 de outubro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.834 Setor l\u00e1cteo abre caminho para exporta\u00e7\u00f5es O setor l\u00e1cteo brasileiro deu o pontap\u00e9 inicial para a cria\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/05\/05-10-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"05\/10\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2596","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2596","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2596"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2596\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2597,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2596\/revisions\/2597"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2596"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2596"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2596"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}