{"id":2589,"date":"2018-10-04T19:47:15","date_gmt":"2018-10-04T19:47:15","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2589"},"modified":"2018-10-04T19:47:15","modified_gmt":"2018-10-04T19:47:15","slug":"04-10-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/04\/04-10-2018\/","title":{"rendered":"04\/10\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 04 de outubro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.833<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Sindilat recebe empres\u00e1rio senegal\u00eas interessado em produtos l\u00e1cteos do Estado<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3047\" alt=\"\"><\/b><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Cr\u00e9dito: Camila Silva<\/p>\n<p>O empres\u00e1rio senegal\u00eas Mamadou Boye Diallo, diretor do Institut Sup\u00e9rieur de Estudes Technologiques Appliqu\u00e9s (Iseta), de Senegal, se reuniu com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, e com a representante da empresa CCGL, Michele Muccillo, visando dar andamento \u00e0 prospec\u00e7\u00e3o de parcerias comerciais, investimento e coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica com diversos setores da agricultura ga\u00facha.<\/p>\n<p>No encontro em Porto Alegre, Diallo explicou o interesse em estreitar as rela\u00e7\u00f5es comerciais com as ind\u00fastrias l\u00e1cteas do Estado, com o intuito de construir um plano concreto de exporta\u00e7\u00e3o para o seu pa\u00eds. Com 15 milh\u00f5es de habitantes, atualmente Senegal importa mais de 70% do leite consumido. Al\u00e9m disso, o pa\u00eds atua como distribuidor de produtos para cinco pa\u00edses pr\u00f3ximos da regi\u00e3o Noroeste da \u00c1frica que, juntos, somam 70 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>De acordo com Guerra, \u00e9 necess\u00e1rio entender as demandas internas do pa\u00eds africano e, por este motivo, o Sindilat ir\u00e1 encaminhar para analistas de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais da Secretaria de Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Ci\u00eancia e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Ricardo Le\u00f5es e Bruno Jubran, e para a consulesa honor\u00e1ria do Senegal, Reginete Souza Bispo, um question\u00e1rio para conhecer as demandas e potencial de mercado para esse tipo de opera\u00e7\u00e3o para, depois, montar um plano estrat\u00e9gico de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O mercado senegal\u00eas n\u00e3o \u00e9 desconhecido para as ind\u00fastrias ga\u00fachas de leite. Em 2010, algumas empresas exportaram seus produtos para o pa\u00eds, no entanto, o processo foi descontinuado em fun\u00e7\u00e3o da precifica\u00e7\u00e3o de mercado. \"Vale ressaltar que esse tipo de neg\u00f3cio n\u00e3o considera apenas pre\u00e7o ou qualidade. \u00c9 necess\u00e1rio estar sempre presente e estreitar relacionamentos\", afirmou Guerra. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Anvisa adota medidas para facilita\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio<\/strong><\/p>\n<p>Desburocratiza\u00e7\u00e3o - As medidas implementadas pela Anvisa para agilizar a importa\u00e7\u00e3o de produtos sujeitos \u00e0 vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria integram as estrat\u00e9gias e a\u00e7\u00f5es do Governo Federal para promover a facilita\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio. Espera-se, com isso, reduzir prazos e custos de armazenagem e de transa\u00e7\u00f5es, por meio da simplifica\u00e7\u00e3o e da desburocratiza\u00e7\u00e3o dos procedimentos relacionados ao com\u00e9rcio exterior.<\/p>\n<p>Entre as a\u00e7\u00f5es adotadas pela Ag\u00eancia, destaca-se a gest\u00e3o de risco, estabelecida pela <a href=\"http:\/\/portal.anvisa.gov.br\/documents\/10181\/2718376\/RDC_228_2018_.pdf\/0ab77141-d04d-4e25-8d6b-25e313eeeb58\">RDC 228\/2018<\/a>, que determina tratamento diferenciado para as importa\u00e7\u00f5es sob vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria, com o objetivo de agilizar a libera\u00e7\u00e3o da entrada de produtos no Brasil.<\/p>\n<p>Para isso, de acordo com o titular da Ger\u00eancia-Geral de Portos, Aeroportos, Fronteiras e Recintos Alfandegados (GGPAF) da Ag\u00eancia, Marcus Aur\u00e9lio Miranda de Ara\u00fajo, foram criados quatro canais diferenciados para an\u00e1lises, que levam em considera\u00e7\u00e3o o tipo do produto e o seu risco, usando crit\u00e9rios padronizados:<\/p>\n<p>\u00b7&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Canal verde: libera\u00e7\u00e3o simplificada.<br \/>\n\u00b7&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Canal amarelo: an\u00e1lise documental.<br \/>\n\u00b7&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Canal vermelho: inspe\u00e7\u00e3o f\u00edsica da carga.<br \/>\n\u00b7&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Canal cinza: procedimento de investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A fim de dar mais agilidade aos processos, a Anvisa tamb\u00e9m investiu em a\u00e7\u00f5es de teletrabalho, com metas previamente estabelecidas, e criou postos virtuais, que recebem e tratam mais rapidamente as solicita\u00e7\u00f5es de licen\u00e7a de importa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desburocratiza\u00e7\u00e3o<br \/>\nA desburocratiza\u00e7\u00e3o de documentos para as importa\u00e7\u00f5es de produtos com a simplifica\u00e7\u00e3o de processos \u00e9 outra medida adotada pela Ag\u00eancia. Um exemplo \u00e9 a antecipa\u00e7\u00e3o da an\u00e1lise da documenta\u00e7\u00e3o para a concess\u00e3o da licen\u00e7a de importa\u00e7\u00e3o, que antes s\u00f3 era realizada depois que a carga chegava ao Brasil. Agora, essa a\u00e7\u00e3o pode ser iniciada antes do embarque do produto no local de origem, com redu\u00e7\u00e3o de prazos e custos da carga, tendo impacto importante, por exemplo, para o setor mar\u00edtimo.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da libera\u00e7\u00e3o da necessidade de certifica\u00e7\u00e3o de an\u00e1lise de produtos aliment\u00edcios j\u00e1 avaliados por ag\u00eancias reguladoras de outros pa\u00edses, a Anvisa tamb\u00e9m retirou a necessidade de anexar a c\u00f3pia de Guia de Recolhimento da Uni\u00e3o (GRU), uma vez que a libera\u00e7\u00e3o para a importa\u00e7\u00e3o depende do pagamento antecipado de tributos. A Ag\u00eancia est\u00e1 estudando ainda outras medidas para a facilita\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio.<\/p>\n<p>Redu\u00e7\u00e3o de custos<br \/>\nAs transa\u00e7\u00f5es envolvendo o com\u00e9rcio exterior no Brasil t\u00eam influ\u00eancia direta da regula\u00e7\u00e3o e da atua\u00e7\u00e3o da Anvisa. O \u00f3rg\u00e3o \u00e9 respons\u00e1vel pelo controle e pela fiscaliza\u00e7\u00e3o da entrada e sa\u00edda de produtos sujeitos \u00e0 vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria, e tamb\u00e9m pela cria\u00e7\u00e3o de regras que garantam a qualidade e seguran\u00e7a desses produtos. A lista inclui medicamentos, alimentos, cosm\u00e9ticos e equipamentos para a sa\u00fade, entre outros.<\/p>\n<p>Pela import\u00e2ncia do com\u00e9rcio exterior para a economia do pa\u00eds, a regula\u00e7\u00e3o e a vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria devem ter uma base rigorosa, mas devem ser realizadas de forma a evitar excessos e barreiras que impe\u00e7am as transa\u00e7\u00f5es comerciais, o que pode prejudicar o desenvolvimento econ\u00f4mico do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\"H\u00e1 estudos afirmando que cada dia de mercadoria parada pode aumentar seu custo em at\u00e9 1%. Outros indicadores apontam que a implanta\u00e7\u00e3o completa do Acordo de Facilita\u00e7\u00e3o de Com\u00e9rcio pode reduzir, em m\u00e9dia, os custos de importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es em at\u00e9 17,5%\", explica o diretor do Departamento de Competitividade no Com\u00e9rcio Exterior (Decoe) da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex) do Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os (MDIC), Fl\u00e1vio Scorza.<\/p>\n<p>Para a Anvisa, em \u00faltima inst\u00e2ncia, a facilita\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio influencia o pre\u00e7o final dos produtos para o consumidor, sem perder de vista a garantia da seguran\u00e7a e a efic\u00e1cia dos itens importados.<\/p>\n<p>Prioridade de governo<br \/>\nPara o MDIC, os resultados que podem ser obtidos por meio do Acordo de Facilita\u00e7\u00e3o de Com\u00e9rcio somente podem ser alcan\u00e7ados com a participa\u00e7\u00e3o de todos os \u00f3rg\u00e3os envolvidos.<br \/>\n\"Dada a relev\u00e2ncia da atua\u00e7\u00e3o da Anvisa sobre o com\u00e9rcio exterior brasileiro, \u00e9 ela um dos principais atores na boa implanta\u00e7\u00e3o do acordo. Para o sucesso do Brasil nesse esfor\u00e7o, \u00e9 fundamental a aplica\u00e7\u00e3o, pela Ag\u00eancia, de medidas como gerenciamento de riscos, revis\u00f5es peri\u00f3dicas de exig\u00eancias e formalidades, alinhamento e coordena\u00e7\u00e3o de seus processos com os demais \u00f3rg\u00e3os de fronteira e participa\u00e7\u00e3o no Portal \u00danico de Com\u00e9rcio exterior\", afirma o diretor do Decoe. \"Por isso, a Anvisa \u00e9 uma das grandes prioridades nas pol\u00edticas governamentais de facilita\u00e7\u00e3o de com\u00e9rcio\", completa Fl\u00e1vio Scorza.<\/p>\n<p>Converg\u00eancia regulat\u00f3ria<br \/>\nDe acordo com a assessora-chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais (Ainte) da Anvisa, Patr\u00edcia Tagliari, nos \u00faltimos anos o \u00f3rg\u00e3o tem dedicado especial aten\u00e7\u00e3o \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da converg\u00eancia regulat\u00f3ria. Isso significa alinhar a regulamenta\u00e7\u00e3o elaborada pela Ag\u00eancia \u00e0s principais refer\u00eancias internacionais na mat\u00e9ria, fazendo com que n\u00e3o existam padr\u00f5es distintos, nacionais e internacionais, aplicados aos produtos sujeitos \u00e0 vigil\u00e2ncia sanit\u00e1ria. Tal pr\u00e1tica gera maior seguran\u00e7a e previsibilidade para o planejamento e investimento das empresas que atuam no Brasil, afirma Patr\u00edcia. Segundo a assessora-chefe, alguns exemplos das a\u00e7\u00f5es desenvolvidas pela Anvisa nos \u00faltimos anos s\u00e3o a sua filia\u00e7\u00e3o ao Conselho Internacional de Harmoniza\u00e7\u00e3o de F\u00e1rmacos para Uso Humano (ICH), ao F\u00f3rum Internacional de Reguladores de Dispositivos M\u00e9dicos (IMDRF), ao Programa de Auditoria \u00danica de Dispositivos M\u00e9dicos (MDSAP) e ao grupo de Coopera\u00e7\u00e3o Internacional de Reguladores em Cosm\u00e9ticos (ICCR).&nbsp;(Anvisa)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Espanha - O produtor espanhol recebe 3,4 centavos menos pelo litro de leite do que 4 anos atr\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>Pre\u00e7os\/Espanha - No m\u00eas de agosto a capta\u00e7\u00e3o de leite na Espanha continuou subindo, mas, o incremento \u00e9 o menor do ano, subindo 0,6% em rela\u00e7\u00e3o a agosto de 2017. O \u00edndice de aumento de janeiro foi de 5,2%, em rela\u00e7\u00e3o a janeiro de 2017.&nbsp;<\/p>\n<p>Apesar da pequena taxa de crescimento, trata-se de uma produ\u00e7\u00e3o mensal recorde, em compara\u00e7\u00e3o com os meses de agosto de outros anos. A press\u00e3o sobre os pre\u00e7os vem desacelerando a produ\u00e7\u00e3o, resultando em aumento de 2,4% no acumulado de 2018, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2017, e \u00e9 o menor do ano. O pre\u00e7o m\u00e9dio recebido pelo produto em agosto foi de 31,4 centavos\/litro, subindo 0,2 centavos em rela\u00e7\u00e3o a julho. O pre\u00e7o de agosto \u00e9 0,2 centavos menor do que o de 2017; 2,4 centavos mais elevado que dois anos atr\u00e1s e 1,5 centavos maior que o de agosto de 205. No entanto, \u00e9 3,4 centavos mais baixo do que o recebido quatro anos atr\u00e1s, conforme a tabela abaixo. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 466px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3048\" alt=\"\"><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Economistas dizem que os n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o de leite ser\u00e3o cruciais nesta temporada<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Produ\u00e7\u00e3o\/NZ - Os pre\u00e7os dos l\u00e1cteos est\u00e1 sob press\u00e3o, j\u00e1 que a produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia sobe e supera confortavelmente os n\u00edveis de um ano atr\u00e1s. Os economistas avaliam que a produ\u00e7\u00e3o no decorrer a temporada ser\u00e1 crucial.&nbsp;<\/p>\n<p>A continuar os n\u00edveis atuais, mais quedas poder\u00e3o ter os pre\u00e7os. Economistas do banco ANZ disseram que a queda de 1,9% no GlobalDairyTrade de quarta-feira significa que os pre\u00e7os est\u00e3o chegando aos menores n\u00edveis dos \u00faltimos dois anos. \"Os pre\u00e7os das commodities da Nova Zel\u00e2ndia de um modo geral est\u00e3o \"nadando contra a mar\u00e9\" mundial h\u00e1 algum tempo, com a desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento global e as dificuldades comerciais pressionando uma s\u00e9rie de commodities agr\u00edcolas\". O ANZ reduziu a previs\u00e3o do pre\u00e7o do leite para NZ$ 6,40\/kgMS nessa temporada. Anteriormente, o ANZ estava de acordo com a proje\u00e7\u00e3o da Fonterra, NZ$ 6,75\/kgMS.<\/p>\n<p>Os economistas do banco BNZ cortaram de NZ$ 6,60, para NZ$ 6,30\/kgMS, enquanto os economistas do Westpac baixaram de NZ$ 6,50 para NZ$ 6,25\/kgMS.<\/p>\n<p>\"Suspeitamos que o forte in\u00edcio de temporada esteja pesando nos pre\u00e7os. A produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia cresceu 4,6% em agosto, e com previs\u00e3o de que possa superar em 5% a temporada anterior. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o de que a maioria dos agricultores de diversas regi\u00f5es tinham condi\u00e7\u00f5es muito favor\u00e1veis em setembro\", disse Anne Boniface, economista do Westpac.<\/p>\n<p>O economista Nathan Penny, do ASB, disse que os pre\u00e7os globais dos l\u00e1cteos ca\u00edram 14,5%. \"Al\u00e9m disso, os pre\u00e7os est\u00e3o agora em seu menor n\u00edvel desde outubro de 2016, em d\u00f3lares norte-americanos. Em d\u00f3lar kiwi, no entanto, a queda anual \u00e9 de 2,4%, muito mais modesta\", completou. (interest.co.nz - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><br \/>\n<em>Conaprole manteve o pre\u00e7o em setembro<br \/>\nPre\u00e7os\/Uruguai - Conaprole mant\u00e9m o pre\u00e7o ao produtor para a capta\u00e7\u00e3o de setembro. Para o&nbsp; leite com 3,77% de mat\u00e9ria gorda e 3,41% de prote\u00edna o pre\u00e7o m\u00e9dio ficou em 9,972 pesos\/litro. Para os produtores com 100% de capital l\u00e1cteo e m\u00e1ximo de qualidade o valor m\u00e9dio chegou a 10,12 pesos\/litro, informou uma fonte da empresa. O volume de leite remetido \u00e0 Conaprole no m\u00eas passado totalizou 141,8 milh\u00f5es de litros, um salto de 14,8% em rela\u00e7\u00e3o a setembro de 2017. Nos primeiros nove meses do ano o envio de leite para as plantas subiu 10,38% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2017. No acumulado de 12 meses (outubro de 2017 a setembro de 2018) o crescimento foi de 7,31% em rela\u00e7\u00e3o a igual per\u00edodo anterior. (Blasina y Asociados - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 04 de outubro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.833 Sindilat recebe empres\u00e1rio senegal\u00eas interessado em produtos l\u00e1cteos do Estado &nbsp; Cr\u00e9dito: Camila Silva O empres\u00e1rio senegal\u00eas Mamadou Boye Diallo, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/04\/04-10-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/10\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2589","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2589","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2589"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2589\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2590,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2589\/revisions\/2590"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2589"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2589"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2589"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}