{"id":2577,"date":"2018-10-01T20:21:01","date_gmt":"2018-10-01T20:21:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2577"},"modified":"2018-10-01T20:21:01","modified_gmt":"2018-10-01T20:21:01","slug":"01-10-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/01\/01-10-2018\/","title":{"rendered":"01\/10\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 01 de outubro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.830<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>DFA lidera os 20 principais processadores de leite do mundo<\/strong><\/p>\n<p>A IFCN, rede de pesquisa de l\u00e1cteos, publicou a lista dos 20 maiores processadores de leite do IFCN em todo o mundo. Esta lista \u00e9 publicada a cada dois anos e mostra a participa\u00e7\u00e3o de mercado dos maiores processadores de leite. Os 20 principais processadores de leite coletam 211 milh\u00f5es de toneladas de leite (leite equivalente), o que representa 25,4% de todo o leite produzido no mundo. A Dairy Farmers of America (DFA) lidera a lista novamente em 2018, com 29,2 milh\u00f5es de toneladas de leite produzido, com 3,5% da participa\u00e7\u00e3o total no mercado mundial de produ\u00e7\u00e3o de leite. A Fonterra e a Lactalis mantiveram seu segundo e terceiro lugares em compara\u00e7\u00e3o com a lista de 2016. H\u00e1 quatro empresas nos EUA e quatro empresas francesas no top 20, enquanto China, Alemanha e Canad\u00e1 t\u00eam duas empresas cada um.<\/p>\n<p>Uma nova entrada<br \/>\nA Saputo aumentou sua participa\u00e7\u00e3o em cerca de 2,1 milh\u00f5es de toneladas devido \u00e0 aquisi\u00e7\u00e3o da australiana Murray Goulburn, subindo dois lugares, para a s\u00e9tima posi\u00e7\u00e3o na lista. A empresa indiana Amul subiu do 13\u00ba para o 9\u00ba lugar, com 9,3 milh\u00f5es de toneladas, impulsionada pelo crescente consumo de leite e pelo fato de a IFCN ter decidido padronizar a ingest\u00e3o de leite de conte\u00fado natural para 4% de gordura e 3,3% de prote\u00edna. A \u00fanica nova entrada no gr\u00e1fico \u00e9 a Bongrain\/Savencia, na 20o posi\u00e7\u00e3o, enquanto a \u00fanica empresa que saiu do top 20 foi a empresa norte-americana, Land O'Lakes. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 358px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3041\" alt=\"\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Perspectivas do USDA sobre o mercado l\u00e1cteo da Am\u00e9rica do Sul - Relat\u00f3rio 39 de 27\/09\/2018<\/strong><\/p>\n<p>Leite\/Am\u00e9rica do Sul - A Am\u00e9rica do Sul est\u00e1 na transi\u00e7\u00e3o do inverno para a primavera e o clima est\u00e1 confort\u00e1vel para as vacas de leite que continuam aumentando a produ\u00e7\u00e3o de leite. E, ao contr\u00e1rio de outros anos, os meteorologistas afirmam que os efeitos de El Ni\u00f1o devem ser bem menos agressivos na primavera e ver\u00e3o.&nbsp; Assim sendo a previs\u00e3o \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o de leite continue crescendo dentro dos padr\u00f5es sazonais t\u00edpicos. Alguns assuntos pol\u00edticos est\u00e3o impactando na ind\u00fastria de latic\u00ednios do Cone Sul. Na Argentina, por exemplo, o governo estabeleceu nova tarifas de exporta\u00e7\u00e3o a partir de setembro, e entre os produtos atingidos est\u00e3o os l\u00e1cteos. A medida tenta mitigar a atual crise econ\u00f4mica e equilibrar o or\u00e7amento do pa\u00eds. Os efeitos dessa nova taxa\u00e7\u00e3o nos mercados dom\u00e9stico e internacional ser\u00e3o conhecidos em breve. No Brasil as elei\u00e7\u00f5es presidenciais ocorrer\u00e3o no dia 7 de outubro e diversas quest\u00f5es sobre o futuro da ind\u00fastria nacional de latic\u00ednios est\u00e3o sendo colocadas para o presidente eleito.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>No Uruguai, tamb\u00e9m no in\u00edcio de outubro, o Fundo de Garantia criado v\u00e1rios meses atr\u00e1s, estar\u00e1 chegando aos produtores de leite. O fundo, avaliado em US$ 36 milh\u00f5es ajudar\u00e1 a reduzir a alta d\u00edvida da maioria dos produtores de leite do pa\u00eds. (Usda - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 441px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3040\" alt=\"\"><\/p>\n<p><strong>BEM-ESTAR: 3 FATORES QUE IMPACTAM A PRODUTIVIDADE DE VACAS LEITEIRAS<\/strong><\/p>\n<p>Bem-estar - Produtores de alta efici\u00eancia de todo mundo se preocupam muito sobre bem-estar de suas vacas. \u00c9 fato que existe uma s\u00e9rie de fatores relacionados ao estresse que ainda n\u00e3o est\u00e3o bem elucidados e seus impactos na lucratividade da opera\u00e7\u00e3o.&nbsp; Os principais pilares s\u00e3o conforto comportamental (dor, medo etc.) e conforto t\u00e9rmico (calor, umidade etc.). Os animais n\u00e3o atingir\u00e3o a performance desejada apenas com \u00e1gua, alimento e consist\u00eancia. A felicidade do animal, por muito tempo subestimada, passou a ter comprova\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, especialmente na \u00faltima d\u00e9cada ap\u00f3s press\u00f5es de consumidores, de que n\u00e3o somente \u00e9 um ponto \u00e9tico, mas tamb\u00e9m financeiro da atividade. N\u00e3o h\u00e1 mais d\u00favidas: animais felizes em seu dia a dia entregam mais resultados aos manejos e nas tomadas de decis\u00f5es propostas. Animais doentes e com comportamento natural limitado n\u00e3o conseguem atingir as metas cada vez maiores impostas pelos custos da atividade. \u00c9 uma mudan\u00e7a de paradigma para t\u00e9cnicos e produtores. Em pa\u00edses tropicais, como o Brasil, a pecu\u00e1ria \u00e9 ainda mais desafiadora j\u00e1 que al\u00e9m de, na m\u00e9dia, possuirmos menos estruturas e estrat\u00e9gias de constru\u00e7\u00f5es e manejo que beneficiem o bem-estar do animal, tamb\u00e9m temos o desafio de temperatura e umidade, que para as ra\u00e7as mais produtivas, necessariamente melhoradas no mundo temperado europeu, os n\u00edveis confort\u00e1veis desses indicadores est\u00e3o muito abaixo dos normais da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Abaixo, citamos 3 t\u00f3picos importantes com dicas resumidas de como focar o planejamento da fazenda buscando o m\u00e1ximo bem-estar animal:<\/p>\n<p>1) Bem-estar comportamental<br \/>\nVacas leiteiras possuem intr\u00ednsecas em seu comportamento caracter\u00edsticas herdadas ao longo dos s\u00e9culos de melhoramento da esp\u00e9cie\/ra\u00e7a. Alguns exemplos caracter\u00edsticos s\u00e3o:<br \/>\na) Evite manejar animais individualmente em \u00e1reas apertadas ou fechadas. Vacas s\u00e3o animais que gostam de conviver em grupo e o estresse de serem retiradas do lote impacta na sua produ\u00e7\u00e3o futura;<br \/>\nb) No sistema intensivo de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 importante separar o mais cedo poss\u00edvel as bezerras das matrizes. Manter a \u00e1rea de bezerreiro longe das vacas, especialmente do p\u00f3s-parto evitar\u00e1 desvios comportamentais e maximizar\u00e1 comportamentos produtivos: comer (2-3h\/dia), beber (0,5h\/dia), ordenhar (4-8h\/dia), e descansar (&gt;13h\/dia);<br \/>\nc) Intelig\u00eancia comportamental: consist\u00eancia de manejo \u00e9 importante. Os animais desempenhar\u00e3o melhor com o futuro dos manejos conhecido. N\u00e3o mude em excesso as rotinas, alimenta\u00e7\u00e3o e agrupamento (m\u00e1ximo 1x\/15 dias);<br \/>\nd) Limpeza: por mais que n\u00e3o pare\u00e7a, os animais preferem estar mais limpos do que sujos. Comportamentos de entrada em lama ou \u00e1gua s\u00e3o normalmente relacionados ao calor. Escore de higiene e, por exemplo, CCS (contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas) de tanque tem correla\u00e7\u00e3o m\u00e9dia e cont\u00ednua\/linear.<\/p>\n<p>2) Bem-estar de manejo e instala\u00e7\u00f5es<br \/>\na) Vacas preferem fontes de \u00e1gua n\u00e3o muito frias e preferencialmente l\u00edmpida ou mesmo corrente. Opte por bebedouros n\u00e3o muito largos e mais compridos de alta vaz\u00e3o, preferencialmente de a\u00e7o inox, por serem mais f\u00e1ceis de limpar e manterem a qualidade da \u00e1gua por mais tempo. Mais consumo de \u00e1gua, alimento e leite;<br \/>\nb) A falta de espa\u00e7o em confinamentos pode levar o animal a praticar comportamentos estereotipados, ou seja, fora do normal, como consumo de terra, morder metais e madeira etc. Ambientes bem dimensionados, e a presen\u00e7a at\u00e9 mesmo de co\u00e7adores\/brusher, podem aumentar at\u00e9 5% na produ\u00e7\u00e3o dos animais;<br \/>\nc) Falta de luz deve ser evitada. Barrac\u00f5es de confinamento precisam de ao menos 200 lux para estimular os animais, mesmo \u00e0 noite. No m\u00ednimo 7h de luz \u00e9 importante, inclusive no inverno;<br \/>\nd) Sombras (cercas de madeira) devem tamb\u00e9m ser evitadas j\u00e1 que os animais n\u00e3o veem profundidade e podem confundir com buracos e obst\u00e1culos;<br \/>\ne) Medo. Ainda \u00e9 comum termos equipes de fazenda que agridem os animais, especialmente na hora mais nobre do dia: a ordenha. Treinar e conscientizar a equipe \u00e9 importante para evitar isso. Uma boa maneira de avaliar como est\u00e1 sua fazenda \u00e9 andar por entre os animais. Existe a conhecida zona de fuga onde o animal ao se sentir amea\u00e7ado se afasta. Quanto menor esse raio em volta da vaca, melhor o seu manejo. Vacas taurinas (ra\u00e7as europeias) podem e devem aceitar contato direto;<br \/>\nf) Outro ponto importante \u00e9 passar as novilhas que nunca pariram no pr\u00e9-parto todos os dias - nos \u00faltimos 15 dias antes do parto. Quando parirem, as novilhas estar\u00e3o mais habituadas no sistema, especialmente animais mesti\u00e7os;<br \/>\ng) Sons altos demais ou agudos demais, e gritari<br \/>\na desordenada, devem tamb\u00e9m ser evitados, especialmente na sala de espera e ordenha. Discipline sua equipe;<br \/>\nh) Corredores de locomo\u00e7\u00e3o n\u00e3o devem ter superf\u00edcie muito pedregosa nem muito lisa. Concreto armado com frisos \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o, e tapetes\/borrachas para \u00e1reas de descanso\/alto tempo parado.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n3) Bem-estar t\u00e9rmico<br \/>\na) Sombras em fazendas leiteiras s\u00e3o quase sempre mal dimensionadas. Trabalhar com 2-4 m\u00b2 para gado jovem, 8-10 m\u00b2 para vacas leiteiras e 12-14 m\u00b2 para pr\u00e9-parto \u00e9 essencial para o m\u00e1ximo aproveitamento e m\u00ednima forma\u00e7\u00e3o de barro. D\u00ea prefer\u00eancia para arboriza\u00e7\u00e3o que possui maior poder de redu\u00e7\u00e3o de sensa\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica. Sombrites em \u00e1reas gramadas devem tamb\u00e9m deixar parte da luz passar para poder manter a vegeta\u00e7\u00e3o intacta e menos barro (&lt; 60% de intercepta\u00e7\u00e3o luminosa);<br \/>\nb) Os componentes temperatura e umidade s\u00e3o de grande import\u00e2ncia para vacas de leite e comp\u00f5em um \u00edndice de estresse chamado ITU ou THI. Quanto maior a umidade da regi\u00e3o ou da \u00e9poca do ano, menor a temperatura de estresse. N\u00e3o existe temperatura cr\u00edtica fixa, mas, em m\u00e9dia, para vacas de origem europeia, esse valor se encontra em torno de 14\u00baC, e para mesti\u00e7as 18\u00baC. A vaca n\u00e3o precisa colocar a l\u00edngua para fora para provar que est\u00e1 em estresse;<br \/>\nc) Para quem n\u00e3o possui barrac\u00e3o \u00e9 essencial possuir uma sala de banho acess\u00f3ria, que pode ser colocada na sala de espera da ordenha. Trabalhos mostram que em determinadas situa\u00e7\u00f5es, molhar e ventilar vacas 5 x ao dia pode ser t\u00e3o efetivo quanto estruturas barrac\u00f5es para ventila\u00e7\u00e3o e\/ou aspers\u00e3o cont\u00ednua em produ\u00e7\u00e3o de leite, e chega a ser at\u00e9 50 x mais barato. O pior hor\u00e1rio de estresse ocorre entre 15-18h, per\u00edodo em que focamos os banhos, inclusive do pr\u00e9-parto.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico de temperatura retal\/vaginal de vacas leiteiras medido com dispositivo I-button\u00ae. \u00c9 considerado em estresse o animal acima de 39,1\u00baC. (Compre Rural)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 318px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3042\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>IHM, do Grupo Stefanini apresenta iTrack, ferramenta para controle de qualidade de latic\u00ednios<br \/>\niTrack - A IHM Stefanini, empresa do Grupo Stefanini focada na vertical de ind\u00fastria, apresenta para o mercado a solu\u00e7\u00e3o iTrack, voltada para controle de qualidade e rastreabilidade na ind\u00fastria de l\u00e1cteos. A ferramenta permite que todos os dados do processo produtivo de um latic\u00ednio sejam armazenadas em um s\u00f3 lugar, dispondo-os de maneira simples e objetiva. Uma vez digitalizados, os torna-se poss\u00edvel encontrar qualquer dado instantaneamente, o que caracteriza um maior controle sobre a produ\u00e7\u00e3o, com facilidade e agilidade para analisar as informa\u00e7\u00f5es. A ferramenta tem outras importantes funcionalidades. Ela permite ver e corrigir uma n\u00e3o conformidade no momento em que ela ocorre, o que reduz a variabilidade do processo e contribui para uma maior qualidade do produto. Al\u00e9m disso, a an\u00e1lise dos dados permite ver como cada fator impacta no processo, o que possibilita direcionar a\u00e7\u00f5es para melhorar o rendimento. \"O iTrack controla melhor a produ\u00e7\u00e3o sem a necessidade de grandes investimentos. Para utilizar a ferramenta, basta ter um computador ou tablet com acesso \u00e0 internet. Todos os dados s\u00e3o armazenados na nuvem e o sistema pode ser acessado de qualquer lugar\", explica Pedro Henrique Couto, um dos idealizadores do produto. Acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o - O iTrack usa um QR-code para cada um dos lotes, bastando escane\u00e1-lo para ter acesso a todas as informa\u00e7\u00f5es daquela unidade log\u00edstica. Como a rastreabilidade tem sido cada vez mais exigida por varejistas e mesmo consumidores, tamb\u00e9m h\u00e1 facilidades nesse sentido: a ferramenta permite apresentar garantias e mesmo emitir o c\u00f3digo de barras EAN-128, exigido por algumas redes de supermercado. H\u00e1 espa\u00e7o ainda para dados al\u00e9m dos habitualmente exigidos em auditorias, como, por exemplo, os ingredientes utilizados e o tanque em que um determinado lote de queijos \u00e9 produzido, o que permite uma rastreabilidade ascendente. A ferramenta \u00e9 capaz de projetar o rendimento embalado, que \u00e9 a quantidade do produto a ser efetivamente comercializada - dado extremamente valioso para o planejamento. \"O iTrack vai muito al\u00e9m de um banco de dados. Trata-se de uma solu\u00e7\u00e3o pensada para garantir a rastreabilidade, reduzir as n\u00e3o conformidades e fazer com que as an\u00e1lises e decis\u00f5es de neg\u00f3cio sejam baseadas em dados reais da produ\u00e7\u00e3o, o que pode gerar ganhos de rendimento de 2% a 5%\", comenta Rud\u00e1 Martins, Gerente de Inova\u00e7\u00e3o da IHM Stefanini. (ITF365)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 01 de outubro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.830 DFA lidera os 20 principais processadores de leite do mundo A IFCN, rede de pesquisa de l\u00e1cteos, publicou a lista <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/10\/01\/01-10-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"01\/10\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2577","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2577","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2577"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2577\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2578,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2577\/revisions\/2578"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2577"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2577"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2577"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}