{"id":2574,"date":"2018-09-28T19:48:24","date_gmt":"2018-09-28T19:48:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2574"},"modified":"2018-09-28T19:48:44","modified_gmt":"2018-09-28T19:48:44","slug":"2574","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/28\/2574\/","title":{"rendered":"28\/09\/2018"},"content":{"rendered":"<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 28 de setembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.829<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Minist\u00e9rio de Desenvolvimento Social doa 40 toneladas de leite para venezuelanos em Boa Vista<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 281px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3037\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nDoa\u00e7\u00e3o\/VE - O ministro de Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, chegou a Boa Vista na tarde desta segunda-feira (24) para acompanhar a entrega de 40 toneladas de leite em p\u00f3 que ser\u00e3o destinados a imigrantes venezuelanos que vivem em abrigos da cidade. Na ocasi\u00e3o, Beltrame afirmou que todo leite \u00e9 doado pelo Governo Federal e foi produzido pela agricultura familiar no Rio Grande do Sul, ajudando no desenvolvimento daquele estado e contribuindo com uma demanda no Norte do pa\u00eds. Disse tamb\u00e9m que a produ\u00e7\u00e3o local pode ser utilizada da mesma forma em caso de necessidade.<\/p>\n<p>\"Se necess\u00e1rio, o Minist\u00e9rio de Desenvolvimento Social poder\u00e1 fazer aquisi\u00e7\u00f5es, e tem feito isso atrav\u00e9s das For\u00e7as Armadas. Aquisi\u00e7\u00f5es, inclusive, da agricultura familiar aqui de Roraima, fazendo com que o pr\u00f3prio processo de migra\u00e7\u00e3o sirva de motor para a economia local\", explicou Beltrame. O ministro ainda assegurou o sucesso do processo de interioriza\u00e7\u00e3o de imigrantes para outras regi\u00f5es do pa\u00eds. Desde abril, 16 voos foram realizados e 1.978 pessoas interiorizadas de Roraima para nove estados do Brasil.<\/p>\n<p>\"O Brasil d\u00e1 um exemplo ao mundo de estar de bra\u00e7os abertos. N\u00f3s que somos um pa\u00eds formado por tantas etnias, tantos povos, uma mistura de tantas ra\u00e7as, de tantas culturas, recebemos os irm\u00e3os venezuelanos de bra\u00e7os abertos e isso \u00e9 algo que o Brasil pode se orgulhar\", destacou.<\/p>\n<p>Nesta ter\u00e7a-feira (25), o ministro deve acompanhar o voo que levar\u00e1 venezuelanos na 10\u00aa fase do processo. Segundo a Casa Civil, a previs\u00e3o \u00e9 de que 90 imigrantes sejam levados para Curitiba e 140 para o Rio Grande do Sul, sendo distribu\u00eddos em Porto Alegre, Canoas, Esteio e Cachoeirinha. (G1)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 280px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3038\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>ANTT abre brecha para que frete de retorno n\u00e3o precise ser pago<\/strong><\/p>\n<p>A Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) enviou na noite de ter\u00e7a-feira \u00e0 Abiove, associa\u00e7\u00e3o que representa ind\u00fastrias de \u00f3leos vegetais que atuam pa\u00eds, um of\u00edcio que abre brecha para o n\u00e3o pagamento do frete de retorno aos caminhoneiros que voltarem \u00e0 sua origem sem carga depois de feita uma entrega. Pagar pela volta do caminh\u00e3o vazio pode mais que dobrar os custos de transporte rodovi\u00e1rio de gr\u00e3os e, segundo representantes do setor, jogaria por terra a vantagem competitiva de fluxos log\u00edsticos mais recentes, como os do chamado \"Arco Norte\". O documento da ANTT, antecipado ontem pelo Valor PRO, servi\u00e7o de informa\u00e7\u00f5es em tempo real do Valor, afirma em seu \u00faltimo par\u00e1grafo: \"Se ajustadas entre as partes, contratante e contratado, condi\u00e7\u00f5es de contrata\u00e7\u00e3o sobre o eixo vazio, obrigatoriamente, a aven\u00e7a dever\u00e1 constar expressamente em documento fiscal\".&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 309px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3039\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Assinado pela superintendente Rosimeire Lima de Freitas, a carta \u00e9 uma resposta a questionamentos feitos pela Abiove, mas ainda n\u00e3o \u00e9 um posicionamento oficial. A expectativa do setor agr\u00edcola era que a ag\u00eancia reguladora fizesse os devidos esclarecimentos em seu site. Procurada, a ANTT informou que o of\u00edcio \u00e9 apenas de um esclarecimento \u00e0 entidade e que n\u00e3o h\u00e1 qualquer decis\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao tema. Apesar de n\u00e3o ser uma palavra final, o of\u00edcio foi celebrado - com cautela - pelas tradings. Dentre todas as consequ\u00eancias do tabelamento que garante um pre\u00e7o m\u00ednimo de transporte ao caminhoneiro, o frete de retorno vazio - e, portanto, n\u00e3o contratado - est\u00e1 entre as que mais provocaram cr\u00edticas. Para o setor, \u00e9 uma medida \"ilegal\", que fere o princ\u00edpio da economia de mercado. Na ponta do l\u00e1pis, a referida \"ilegalidade\" se traduz em custos extras de R$ 25 bilh\u00f5es ao ano, de acordo com c\u00e1lculos da Esalq-Log realizados em agosto passado a pedido Valor.&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo uma fonte, a ANTT ponderou que o frete-retorno deveria seguir a nova regra caso fosse objeto do contrato. \"Se a trading contratar s\u00f3 o trecho de ida, a volta, seja com ou sem carga, \u00e9 responsabilidade do transportador\", disse. Portanto, a tabela se aplicaria ao frete carregado contratado. A metodologia de c\u00e1lculo do frete est\u00e1 inserida no Anexo I da resolu\u00e7\u00e3o da ANTT, em linha com a lei n\u00ba 13.703, que oficializou o pre\u00e7o m\u00ednimo para o transporte rodovi\u00e1rio ap\u00f3s a paralisa\u00e7\u00e3o de caminhoneiros que travou o Brasil. \u00c9 nesse anexo que se formou a confus\u00e3o atual envolvendo os pagamentos por retornos n\u00e3o desejados. Uma nova vers\u00e3o do anexo est\u00e1 prevista para janeiro de 2019. Apesar da press\u00e3o do agroneg\u00f3cio sobre a ANTT e das conversas intensificadas na Casa Civil para reverter a medida - nas palavras de outra fonte, o setor passou a operar no \"modo esperneante\" em Bras\u00edlia -, o que j\u00e1 se verifica, na pr\u00e1tica, s\u00e3o arranjos comerciais entre empresas de transporte e tradings para um acordo considerado vi\u00e1vel por ambas as partes. Nesse contexto, em vez de pagar o pre\u00e7o cheio estipulado para o retorno do caminh\u00e3o vazio, tradings estariam pagando valores acima da tabela, mas longe das cifras duplicadas previstas pelo governo.<\/p>\n<p>O n\u00e3o seguimento da tabela implicaria multa \u00e0s empresas. Segundo o Valor apurou, ningu\u00e9m foi multado at\u00e9 o momento. O questionamento de esclarecimento \u00e0 ANTT pela Abiove, no entanto, seria uma tentativa de prote\u00e7\u00e3o para evitar multas futuras e ajudar tamb\u00e9m na precifica\u00e7\u00e3o da soja. Fosse aplicado \u00e0 risca, o frete-retorno seria especialmente danoso a algumas rotas log\u00edsticas. No eixo entre Sinop (MT) e Miritituba (PA), por exemplo, toda a vantagem competitiva de rodar menos e de estar mais perto de destinos como a Europa \"iria para o ralo\", disse um trader. \u00c9 um rev\u00e9s para empresas como Cargill, Bunge, ADM, Louis Dreyfus, Amaggi e Hidrovias do Brasil, que fizeram investimentos milion\u00e1rios em infraestrutura portu\u00e1ria no rio Tapaj\u00f3s. \"Mas o paralelo de Lucas do Rio Verde (MT) tamb\u00e9m poderia ser facilmente redefinido\", disse o trader.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Essa linha imagin\u00e1ria determina que, do ponto de vista log\u00edstico, tudo o que estiver abaixo do munic\u00edpio mato-grossense no mapa faria mais sentido seguir para Santos (SP; o que est\u00e1 acima, para os portos do Norte. \"Se for mais barato sair pelo Sul, traremos mais soja de Sinop e Sorriso at\u00e9 Santos\", afirma um executivo de uma trading. C\u00e1lculos realizados pela Abiove, a pedido do Valor mostram que a imposi\u00e7\u00e3o de uma tarifa dupla para o frete-retorno teria impactos significativos em todas as rotas. O trecho Sinop-Miritituba pularia de R$ 215 para R$ 338 por tonelada movimentada. Entre Sapezal (MT) e Porto Velho (RO), passaria de R$ 148 para R$ 338 por tonelada. E entre Sinop e Santos, considerando o escoamento integral por estradas, subiria de R$ 300 para R$ 721,80. Apenas uma parte pequena do volume que chega a Santos pagaria esses valores - 70% dos gr\u00e3os s\u00e3o antes transbordados para a ferrovia em Rondon\u00f3polis. (Colaboraram Cristiano Zaia e Rafael Bitencourt, de Bras\u00edlia) (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Parmalat importou 300 mil litros de leite longa vida do Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Parmalat\/Uruguai - A multinacional Parmalat importou 300 mil litros de leite longa vida do Brasil com destino ao Uruguai, uma opera\u00e7\u00e3o n\u00e3o muito comum no mercado local de l\u00e1cteos, onde \u00e9 habitual que ingressem produtos com maior valor agregado como iogurtes ou queijos.&nbsp;<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos meses, o Brasil desvalorizou mais sua moeda do que o Uruguai, dificultando a entrada das ind\u00fastrias uruguaias no mercado do Norte, enquanto os brasileiros ganham competitividade para levar sua produ\u00e7\u00e3o para o exterior. O d\u00f3lar subiu acentuadamente e recuperou muito do que foi perdido nos \u00faltimos dias.<\/p>\n<p>O substituto do senador do Partido Nacional, Sebasti\u00e1n da Silva postou em sua conta no Twitter detalhes da autoriza\u00e7\u00e3o concedidas pela Divis\u00e3o de Sa\u00fade Animal do Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria para que entrasse 100 mil litros de leite UHT (longa vida) semidesnatado, mais 100 mil litros de desnatado e outros 100 mil litros integral. A mercadoria entrou pela fronteira com Rivera.<\/p>\n<p>A marca Parmalat \u00e9 propriet\u00e1ria da multinacional francesa Lactalis que tem plantas industriais no estado do Rio Grande do Sul e tamb\u00e9m no Uruguai. Atualmente, tem uma planta operando em Cardona, pois, fechou a outra unidade de Salto um ano e meio atr\u00e1s. O presidente do Instituto Nacional do Leite (Inale) Ricardo De Izaguirre, comentou a El Observador que, por enquanto, n\u00e3o houve protesto de nenhuma representante do setor l\u00e1cteo ou de empresas locais por essa importa\u00e7\u00e3o pontual realizada pela Parmalat.<\/p>\n<p>Destacou, no entanto, que dado que a exporta\u00e7\u00e3o foi realizada com pre\u00e7os muito baixos, o mercado interno aceita bem os produtos. O mercado local equivale a cerca de 30% do total dos produtos l\u00e1cteos produzidos no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\"Esse tipo de leite (UHT da Parmalat) vai competir com o leite fresco, que representa 7% das vendas de l\u00e1cteos. Afeta todas as empresas que vendem leite fresco: Calcar, Claldy, Conaprole, Coleme e Granja Pocha\", acrescentou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do mais s\u00e3o essas ind\u00fastrias as que gerem o Fundo de Garantia que avaliado em US$ 39 milh\u00f5es este ano ($1,39 peso por litro na venda do leite tabelado vai para esse fundo), o que gera dificuldades de concorr\u00eancia para esse leite. \"Se substitui o consumo do leite fresco nessa propor\u00e7\u00e3o implica menor arrecada\u00e7\u00e3o para a forma\u00e7\u00e3o do fundo\", disse o titular do Inale.<\/p>\n<p>O com\u00e9rcio dos l\u00e1cteos<br \/>\nNo acumulado janeiro-setembro o Uruguai importou 9.300 toneladas de l\u00e1cteos ao custo total de US$ 7,7 milh\u00f5es, segundo dados da Alf\u00e2ndega. A Argentina foi o principal fornecedor, 61%, seguido pelo Brasil com 19%, e a Espanha com 5%. As compras foram lideradas por iogurtes (21%), queijo fresco (17%) e leitelho (11,5%).<\/p>\n<p>Por outro lado, no mesmo per\u00edodo as ind\u00fastrias uruguaias exportaram US$ 415,5 milh\u00f5es em produtos l\u00e1cteos. O principal produto foi o leite em p\u00f3 integral, 82.387 toneladas, seguido pelos queijos (18.950 toneladas) e o leite em p\u00f3 desnatado (7.842 toneladas). (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Regi\u00f5es Sul e Sudeste lideram na produ\u00e7\u00e3o leiteira<br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite em 2017 foi de 33,5 bilh\u00f5es de litros, uma retra\u00e7\u00e3o de 0,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2016. As regi\u00f5es Sul e Sudeste encabe\u00e7am a produ\u00e7\u00e3o nacional, com 35,7% e 34,2% do total de litros, respectivamente. Em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00famero de vacas ordenhadas, \u00e9 na Regi\u00e3o Sudeste que est\u00e1 localizada a maior parte desses animais: 30,4% do total de 17,1 milh\u00f5es no Brasil. No entanto, a maior produtividade nacional \u00e9 encontrada na Regi\u00e3o Sul, o que a mant\u00e9m com o status de maior produtora de leite desde 2015. O principal estado produtor de leite no Brasil \u00e9 Minas Gerais, que possui ainda o maior rebanho de vacas ordenhadas. Em 2017, foi respons\u00e1vel por 26,6% da produ\u00e7\u00e3o de leite e por 20,0% do total de vacas ordenhadas. O pre\u00e7o m\u00e9dio nacional em 2017 foi de R$ 1,1 por litro de leite, uma queda de 5,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, ano que atingiu o maior valor da s\u00e9rie hist\u00f3rica pela queda na produ\u00e7\u00e3o e competi\u00e7\u00e3o pelo produto por parte da ind\u00fastria. O valor de produ\u00e7\u00e3o anual gerada na atividade foi de R$ 37,1 bilh\u00f5es. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de setembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.829 Minist\u00e9rio de Desenvolvimento Social doa 40 toneladas de leite para venezuelanos em Boa Vista &nbsp; Doa\u00e7\u00e3o\/VE - O ministro de Desenvolvimento <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/28\/2574\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/09\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2574","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2574","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2574"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2574\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2576,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2574\/revisions\/2576"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2574"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2574"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2574"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}