{"id":2552,"date":"2018-09-24T19:42:40","date_gmt":"2018-09-24T19:42:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2552"},"modified":"2018-09-24T19:42:40","modified_gmt":"2018-09-24T19:42:40","slug":"24-09-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/24\/24-09-2018\/","title":{"rendered":"24\/09\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 24 de setembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.825<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Conseleite SC<\/strong><\/p>\n<p>A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 20 de Setembro de 2018 na cidade de Joa\u00e7aba, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os pre\u00e7os de refer\u00eancia da mat\u00e9ria-prima leite, realizado no m\u00eas de Agosto de 2018 e a proje\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os de refer\u00eancia para o m\u00eas de Setembro de 2018. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o, bem como o maior e menor valor de refer\u00eancia, de acordo com os par\u00e2metros de \u00e1gio e des\u00e1gio em rela\u00e7\u00e3o ao Leite Padr\u00e3o, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina. (Faesc)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 291px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3029\" alt=\"\"><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Pre\u00e7o do leite longa vida recua 13% em agosto<\/strong><\/p>\n<p>Leite longa vida - Ap\u00f3s meses em alta, o pre\u00e7o do leite UHT recuou 13% de julho para agosto, fechando o m\u00eas com m\u00e9dia de R$ 2,7761\/litro. Quanto ao queijo mu\u00e7arela, as cota\u00e7\u00f5es ca\u00edram 5% na mesma compara\u00e7\u00e3o, para a m\u00e9dia de R$ 18,84\/kg em agosto.&nbsp; As desvaloriza\u00e7\u00f5es de ambos os produtos est\u00e3o atreladas ao baixo consumo e aos elevados estoques no atacado paulista.<\/p>\n<p>Se comparados ao mesmo per\u00edodo do ano passado, por\u00e9m, os valores do UHT subiram 19,8% e os do queijo mu\u00e7arela, 23,2%, permanecendo em patamares elevados - no acumulado do ano, as altas s\u00e3o de 39,5% e de 28,3%, respectivamente. Na segunda quinzena de setembro, as cota\u00e7\u00f5es no mercado spot de leite (comercializa\u00e7\u00e3o entre ind\u00fastrias) seguem praticamente est\u00e1veis em S\u00e3o Paulo (+0,7% frente \u00e0 primeira quinzena do m\u00eas), mas registram alta em Minas Gerais - 2,9%, na mesma compara\u00e7\u00e3o - e queda em Goi\u00e1s (2,7%) e no Paran\u00e1 (6%). J\u00e1 os pre\u00e7os do leite UHT e da mu\u00e7arela registraram quedas de 5,6% e de 2,5%, respectivamente, no acumulado da primeira quinzena de setembro, fechando o per\u00edodo com m\u00e9dias de R$ 2,6238\/litro e de R$ 18,3963\/kg. A pesquisa di\u00e1ria de pre\u00e7os realizada pelo Cepea no atacado de S\u00e3o Paulo tem o apoio financeiro da OCB (Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas Brasileiras). (Cepea)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 269px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3031\" alt=\"\"><br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Tecnologia move avan\u00e7o da pecu\u00e1ria leiteira holandesa<\/strong><\/p>\n<p>Tecnologia - Rob\u00f4s programados para cuidar de vacas comp\u00f5em um cen\u00e1rio digno de filmes de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica do fim dos anos 1980. Mas na Holanda aquele \"futuro\" j\u00e1 transp\u00f4s as telas h\u00e1 anos, o que permite que o pa\u00eds produza cerca de 14 bilh\u00f5es de litros de leite ao ano, segundo o Instituto Central de Estat\u00edstica holand\u00eas.&nbsp; Esse volume corresponde a quase 60% do que o Brasil produziu em 2017 - 24 bilh\u00f5es de litros -, sendo que o territ\u00f3rio do pa\u00eds europeu representa apenas 0,48% do brasileiro. Em den Eelder, fazenda de gado leiteiro localizada em Poeldijk, pequena cidade de Westland, os rob\u00f4s fazem parte da paisagem desde 2000, e sem eles o neg\u00f3cio da fam\u00edlia Van der Schans estaria fadado ao fracasso. \"N\u00e3o t\u00ednhamos pessoas suficientes. Era muito dif\u00edcil conseguir trabalhadores\", afirma Ernst Van der Schans, patriarca da fam\u00edlia e que est\u00e1 no neg\u00f3cio de pecu\u00e1ria leiteira desde 1983.<\/p>\n<p>A fazenda abriga cerca de 500 vacas em lacta\u00e7\u00e3o e 300 bezerros. Cada vaca produz, em m\u00e9dia, 36,2 litros de leite por dia. Em uma fazenda sem rob\u00f4s, com funcion\u00e1rios respons\u00e1veis pela ordenha das vacas, a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de cerca de 32 litros por dia. Na Holanda, uma em cada cinco fazendas leiteiras j\u00e1 \u00e9 automatizada. Para se ter uma ideia, no Brasil, a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia \u00e9 de pouco mais de 6 litros por vaca\/dia, uma vez que ainda h\u00e1 muita pecu\u00e1ria de subsist\u00eancia.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>\"O segredo ]da automa\u00e7\u00e3o] \u00e9 que a vaca \u00e9 ordenhada quando quer, e a m\u00e9dia \u00e9 de ordenha de quase tr\u00eas vezes ao dia por vaca\", diz Evert Niemeijer, gerente de contas de latic\u00ednios da Lely, empresa holandesa, tamb\u00e9m de origem familiar, respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o de toda a estrutura robotizada da den Eelder. A Lely registrou receita de \u20ac 506 milh\u00f5es em 2017 e tem escrit\u00f3rios espalhados por diversos pa\u00edses.<\/p>\n<p>Um desses escrit\u00f3rios est\u00e1 em Carambe\u00ed, no Paran\u00e1. No mercado brasileiro, diz Niemeijer, j\u00e1 h\u00e1 30 rob\u00f4s da Lely sendo usados em ordenha. Na semana passada, representantes da cooperativa paranaense Fr\u00edsia Agroindustrial estiveram em den Eelder para conhecer o processo automatizado.<\/p>\n<p>Em den Eelder, a ordenha das vacas \u00e9 feita sem nenhum contato humano - estimulados por comida, os animais v\u00e3o voluntariamente para o aparelho para serem ordenhadas. Cada animal recebe 7 quilos de alimentos por dia. Para comer mais, a vaca tem que ir at\u00e9 o aparelho de ordenha e receber mais uma pequena quantidade. Enquanto ela come, cada teta \u00e9 higienizada pelo rob\u00f4 e, logo depois, um laser identifica o local exato para instalar o aparelho de ordenha.<br \/>\n\"Enquanto o leite \u00e9 retirado, o rob\u00f4 capta, por meio de uma antena, as informa\u00e7\u00f5es registradas nos colares dos animais. \u00c9 avaliado se ela est\u00e1 em boa sa\u00fade, se j\u00e1 \u00e9 o melhor momento para insemin\u00e1-la e qual a temperatura do leite produzido\", diz Niemeijer. As informa\u00e7\u00f5es sobre o momento ideal para inseminar a vaca ajudam na redu\u00e7\u00e3o de custos, refor\u00e7a o gerente da Lely. O n\u00famero de aplica\u00e7\u00f5es de s\u00eamen cai de quatro, em m\u00e9dia, para duas por vaca. \"Voc\u00ea reduz custos. H\u00e1 s\u00eamen de todos os pre\u00e7os, mas para a insemina\u00e7\u00e3o de vacas leiteiras o valor \u00e9, em geral, de \u20ac 12,50 por ampola\", completa.<\/p>\n<p>O equipamento para a automatiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 nada barato, e na Holanda n\u00e3o \u00e9 diferente. \"Aqui, al\u00e9m de pagar pelos nossos rob\u00f4s, a empresa paga caro para construir a estrutura do galp\u00e3o. Qualquer constru\u00e7\u00e3o aqui vai demandar pilastras de 24 metros de concreto para serem instaladas embaixo do solo. \u00c9 uma exig\u00eancia do governo\", diz Niemeijer. Os galp\u00f5es da den Eelder tiveram um custo m\u00e9dio de \u20ac 1,6 milh\u00e3o para serem constru\u00eddos. Uma fazenda automatizada tamb\u00e9m demanda muita energia el\u00e9trica. Na propriedade visitada esta semana pelo Valor, foi instalada uma esta\u00e7\u00e3o de energia movida a biog\u00e1s para tornar a produ\u00e7\u00e3o mais sustent\u00e1vel e autossuficiente. A eletricidade \u00e9 gerada a partir do esterco produzido pelas vacas.<\/p>\n<p>Os 70 quilos de esterco que cada animal produz por dia viram luz em den Eelder. Ainda fresca, a \"mat\u00e9ria-prima\" vai para c\u00e2mara de biog\u00e1s, onde se extrai todo o g\u00e1s, e o que sobra vai para uma outra c\u00e2mara que produz fertilizante. Somente esse sistema de produ\u00e7\u00e3o de energia custou cerca de \u20ac 1 milh\u00e3o. Mas mesmo com tantos gastos, garante Ernst Van der Schans, \u00e9 poss\u00edvel lucrar. \"N\u00e3o temos muita escolha: n\u00e3o d\u00e1 para manter a nossa produ\u00e7\u00e3o sem os rob\u00f4s. Conseguir bra\u00e7os para o trabalho n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Meus custos s\u00e3o, em m\u00e9dia, cerca de 20% menores por causa da automatiza\u00e7\u00e3o. Mas ainda n\u00e3o estamos t\u00e3o eficientes e h\u00e1 espa\u00e7o para melhorar\", afirma ele. Van der Schans n\u00e3o revela qual a receita anual da fazenda. \"N\u00e3o se consegue fazer muito dinheiro com leite aqui na Holanda, mas estamos bem\", brinca. \"Temos um lucro de \u20ac 0,05 por litro\". Atualmente, um litro de leite na Holanda \u00e9 vendido por \u20ac 0,37.<\/p>\n<p>A fazenda precisa, diariamente, adquirir quase 16 mil litros de leite de terceiros para sustentar a produ\u00e7\u00e3o de iogurtes, leite in natura e manteiga. \"A nossa produ\u00e7\u00e3o vai para todo o pa\u00eds e exportamos para outros mercados da Europa\", afirma Van der Schans. Na propriedade tamb\u00e9m s\u00e3o produzidos derivados de leite de cabra - neg\u00f3cio de um dos irm\u00e3os de Van der Schans. No total, h\u00e1 35 pessoas trabalhando na fazenda den Eelder. A jornalista viajou a convite da Ag\u00eancia de Investimentos Estrangeiros da Holanda. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Margem positiva em 2018 favorece sa\u00fade financeira de propriedades<\/strong><\/p>\n<p>Custo de produ\u00e7\u00e3o - O ano de 2018 tem apresentado margens mais favor\u00e1veis ao produtor de leite, o que indica que este pode ser um bom momento para que muitos reestabele\u00e7am a sa\u00fade financeira de suas propriedades.&nbsp; Vale lembrar que, em 2017, alguns pecuaristas acumularam d\u00edvidas de custeio da atividade, devido \u00e0 forte queda nos pre\u00e7os do leite no campo. No correr deste ano, ainda que os custos de produ\u00e7\u00e3o estejam em alta, os aumentos na receita (pre\u00e7o do leite) ocorrem em intensidade muito maior. No acumulado de 2018 (at\u00e9 agosto), o COE (Custo Operacional Efetivo, que considera os gastos correntes da propriedade) da pecu\u00e1ria leiteira na \"m\u00e9dia Brasil\" (estados da BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP) registra alta de 6,53%, praticamente a mesma varia\u00e7\u00e3o observada no IGP-DI, de 6,63%. J\u00e1 o pre\u00e7o do leite pago ao produtor subiu expressivos 54,4% no mesmo per\u00edodo. Em agosto, especificamente, os custos de produ\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira recuaram, ap\u00f3s 10 meses de altas consecutivas. Por outro lado, o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite seguiu em alta, atingindo, inclusive, o maior patamar nominal desde setembro\/16.<\/p>\n<p>Sobre os custos, a queda de julho para agosto esteve atrelada \u00e0 desvaloriza\u00e7\u00e3o de alguns insumos, como concentrado e medicamentos. Na \"m\u00e9dia Brasil\", a queda foi 0,20% para o COE e de 0,18% para o COT (Custo Operacional Total, que, al\u00e9m do COE, considera o pr\u00f3-labore e deprecia\u00e7\u00f5es). A ligeira retra\u00e7\u00e3o nos valores do milho em julho em algumas regi\u00f5es, reflexo da colheita da segunda safra, teve efeito sobre os valores dos concentrados nas casas agropecu\u00e1rias em agosto. Na \"m\u00e9dia Brasil\", o grupo dos concentrados se desvalorizou 0,3%. Essa queda nacional, por sua vez, foi influenciada principalmente pelo recuo nos pre\u00e7os do insumo em Minas Gerais e em S\u00e3o Paulo, onde as desvaloriza\u00e7\u00f5es foram de 0,70% e de 0,35%, respectivamente. Os pre\u00e7os de alguns medicamentos tamb\u00e9m registraram queda em agosto, como vitaminas, horm\u00f4nios e antit\u00f3xicos que, juntos, se desvalorizaram 0,64%. (Cepea)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>AN\u00c1LISE PRECISA<br \/>\nUma das principais bacias leiteiras no Estado, a Regi\u00e3o Noroeste ganhou neste m\u00eas um laborat\u00f3rio de diagn\u00f3stico de doen\u00e7as bovinas. Instalado no Hospital Veterin\u00e1rio da Universidade de Cruz Alta (Unicruz), o empreendimento recebeu investimento de R$ 1,2 milh\u00e3o do Banco Mundial, repassados ao Polo Tecnol\u00f3gico do Alto Jacu\u00ed, por meio do governo do Estado. O servi\u00e7o era uma antiga reivindica\u00e7\u00e3o de produtores, que mandavam amostras biol\u00f3gicas para Santa Maria ou Porto Alegre. - A aus\u00eancia de um laborat\u00f3rio era uma queixa recorrente, pois onerava os produtores, a maioria familiares - conta a professora Patr\u00edcia Wolkmer, coordenadora do laborat\u00f3rio. Com o diagn\u00f3stico mais pr\u00f3ximo e r\u00e1pido, a inten\u00e7\u00e3o de um grupo de sete veterin\u00e1rios da Unicruz \u00e9 investigar as causas das doen\u00e7as que acometem os animais - afetando principalmente a reprodu\u00e7\u00e3o. - O laborat\u00f3rio servir\u00e1 tamb\u00e9m para pesquisa e extens\u00e3o de professores e alunos, buscando solu\u00e7\u00f5es e levando apoio t\u00e9cnico \u00e0 pecu\u00e1ria leiteira na regi\u00e3o - detalha Patr\u00edcia. Com a abertura do laborat\u00f3rio, ser\u00e3o intensificados os cursos de treinamento de produtores para coleta correta de materiais biol\u00f3gicos no campo - como sangue, placenta e feto, quando for o caso de aborto. No futuro, a ideia \u00e9 ampliar os diagn\u00f3sticos para doen\u00e7as su\u00ednas, de aves e de c\u00e3es. (Zero Hora)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 24 de setembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.825 Conseleite SC A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 20 de Setembro de 2018 na cidade de Joa\u00e7aba, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/24\/24-09-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/09\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2552","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2552","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2552"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2552\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2553,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2552\/revisions\/2553"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2552"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2552"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2552"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}