{"id":2549,"date":"2018-09-19T20:05:20","date_gmt":"2018-09-19T20:05:20","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2549"},"modified":"2018-09-19T20:05:20","modified_gmt":"2018-09-19T20:05:20","slug":"19-09-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/19\/19-09-2018\/","title":{"rendered":"19\/09\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 19 de setembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.824<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Situa\u00e7\u00e3o mundial dos l\u00e1cteos: pre\u00e7os est\u00e1veis com crescimento lento da oferta de leite<\/strong><\/p>\n<p>A rede International Farm Comparison Network -&nbsp; IFCN realizou nesta semana a sua conferencia anual para seus parceiros da ind\u00fastria, em Parma, It\u00e1lia. Os temas dos representantes de 80 empresas foram as perspectivas dos l\u00e1cteos no longo prazo e o Big Data como fator de mudan\u00e7a da pecu\u00e1ria leiteira e da cadeia de abastecimento no futuro.<\/p>\n<p>Perspectivas para 2019<br \/>\nNo \u00e2mbito do setor l\u00e1cteo mundial, ap\u00f3s a \u00faltima crise em 2016, a indicador IFCN para o pre\u00e7o t\u00edpico do leite ao produtor se manteve ao redor dos US$ 35\/100 kg de leite ao longo dos \u00faltimos dois anos (Figura 1), indicando estabiliza\u00e7\u00e3o. A m\u00e9dia hist\u00f3rica \u00e9 de US$ 37\/100 kg, para os \u00faltimos dez anos. Convertidos e corrigidos mensalmente pelo IPCA para ago\/18, a m\u00e9dia do indicador de pre\u00e7os global equivale a R$ 1,10\/litro, enquanto que a m\u00e9dia dos pre\u00e7os corrigidos do Brasil \u00e9 R$ 1,27\/litro, cerca de 15% maior.<\/p>\n<p>A estabiliza\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o pode ser uma indica\u00e7\u00e3o de que atualmente a demanda esteja crescendo mais rapidamente que a produ\u00e7\u00e3o de leite no mundo. Uma r\u00e1pida desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento da oferta de leite no mundo, ao redor de 1,6% em agosto versus 3,1% em janeiro de 2018, vem colaborando para a estabiliza\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o no patamar de US$ 35\/100 kg ECM (corrigido para 3,3% prote\u00edna e 4% de gordura). Para 2019, espera-se que a demanda tenha um crescimento um pouco mais robusto, o que tende a sustentar os pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Big data na pecu\u00e1ria de leite<br \/>\nEm decorr\u00eancia da crescente utiliza\u00e7\u00e3o das tecnologias emergentes, tais como sensores e c\u00e2meras, o volume de dados gerados nas fazendas \u00e9 crescente. Os dados podem revelar informa\u00e7\u00f5es valiosas se bem utilizados, pois possibilitam revelar padr\u00f5es, tend\u00eancias e associa\u00e7\u00f5es, especialmente relativos ao comportamento e intera\u00e7\u00f5es entre indicadores. Combinados com plataformas avan\u00e7adas estes dados podem criar novos valores para os agricultores, processadores e consumidores.<\/p>\n<p>Constata-se uma disponibilidade de informa\u00e7\u00f5es que podem melhorar a produtividade animal e o seu conforto durante o manejo, al\u00e9m de valor incremental e maior transpar\u00eancia em termos de informa\u00e7\u00e3o para toda a cadeia de abastecimento de produtos l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>\u00c0 medida que os custos dessas tecnologias v\u00e3o diminuindo, cria-se uma situa\u00e7\u00e3o em que v\u00e1rias fontes de informa\u00e7\u00f5es e insights podem ser integrados, correlacionadas e analisadas para solu\u00e7\u00e3o de problemas complexos em tempo h\u00e1bil.<\/p>\n<p>Perspectivas de longo prazo<br \/>\nO IFCN estima que haja um crescimento para a demanda de l\u00e1cteos para 2030 equivalente a 304 milh\u00f5es de toneladas\/ano. Isso representa o equivalente a tr\u00eas vezes a produ\u00e7\u00e3o de leite dos Estados Unidos atualmente. Para ativar essa produ\u00e7\u00e3o os especialistas que comp\u00f5e a Rede pressup\u00f5e-se um pre\u00e7o do leite mundial ao redor de US$ 40\/100 kg. Portanto, um pre\u00e7o superior \u00e0 m\u00e9dia hist\u00f3rica. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Embrapa. (Artigo de Lorildo A. Stock e Sergio R. Teixeira))&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n&nbsp;Figura 1 - Indicador IFCN para o pre\u00e7o global do leite ao produtor.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 446px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3028\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Embrapa seguir\u00e1 sob comando de pesquisador<\/strong><\/p>\n<p>O Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da Embrapa escolheu Sebasti\u00e3o Barbosa, pesquisador de carreira aposentado, como novo presidente da estatal, apurou o Valor com uma fonte graduada do governo. A indica\u00e7\u00e3o ainda precisa passar por an\u00e1lise da Casa Civil, mas sua nomea\u00e7\u00e3o deve ser publicada at\u00e9 10 de outubro. Na disputa com Barbosa estavam o pesquisador Cl\u00e9ber Soares, atual diretor da Embrapa e que chefiou a unidade Gado de Corte em Campo Grande (MS), e o ex-ministro da Agricultura, Lu\u00eds Carlos Guedes Pinto, o \u00fanico candidato de fora da empresa. Todos foram entrevistados na \u00faltima segunda-feira.<\/p>\n<p>O Valor apurou que seus concorrentes sofreram resist\u00eancia interna de servidores da estatal na reta final. Enquanto Soares foi considerado jovem para o cargo, Guedes foi alvo de cr\u00edticas por parte de segmentos do agroneg\u00f3cio por sua atua\u00e7\u00e3o em cargos no governo, na Conab e no Banco do Brasil. O processo de sele\u00e7\u00e3o atendeu \u00e0s novas regras impostas pela Lei das Estatais, que preza pela transpar\u00eancia e busca blindar as empresas p\u00fablicas de indica\u00e7\u00f5es meramente pol\u00edticas. Nas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas, todos os presidentes da estatal foram servidores de carreira. Os 16 candidatos na primeira fase foram divulgados pela estatal e tiveram que justificar por que desejavam se inscrever para o cargo. Antes, o conselho apenas enviava uma lista tr\u00edplice para o presidente da Rep\u00fablica, que nomeava o presidente da Embrapa.<\/p>\n<p>Com o curr\u00edculo mais bem avaliado pela Embrapa entre os postulantes ao cargo, Sebasti\u00e3o Barbosa \u00e9 agr\u00f4nomo de forma\u00e7\u00e3o com grande experi\u00eancia como pesquisador nas \u00e1reas de defesa fitossanit\u00e1ria e controle de pragas, j\u00e1 tendo representado a FAO, Ag\u00eancia para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o da ONU, em foros internacionais sobre esses temas. Essa experi\u00eancia internacional pesou para sua escolha. Tamb\u00e9m foi chefe-geral da Embrapa Algod\u00e3o, em Campina Grande (PB), entre 2014 at\u00e9 este ano. Nos \u00faltimos anos, Barbosa tamb\u00e9m vinha liderando um movimento para criar condi\u00e7\u00f5es de retomada da produ\u00e7\u00e3o do algod\u00e3o no semi\u00e1rido nordestino, regi\u00e3o que j\u00e1 teve destaque nessa \u00e1rea na d\u00e9cada de 1970. O processo seletivo para a presid\u00eancia da estatal n\u00e3o escapou de cr\u00edticas do setor do agroneg\u00f3cio. Em carta ao ministro Blairo Maggi, o Instituto Pensar Agro (IPA), que re\u00fane as 40 principais entidades do segmento agropecu\u00e1rio e \u00e9 o bra\u00e7o t\u00e9cnico da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA), questionou o crit\u00e9rio de sele\u00e7\u00e3o por curr\u00edculo, recomendando que os candidatos apresentassem um plano estrat\u00e9gico com metas e iniciativas para a estatal.<\/p>\n<p>Se referendado pelo Planalto, Sebasti\u00e3o Barbosa assumir\u00e1 a Embrapa em meio a um dos maiores desafios recentes da estatal. A empresa, que passa por uma reestrutura\u00e7\u00e3o, vem sendo cobrada por segmentos do agroneg\u00f3cio para que tenha maior protagonismo e se modernize. Em tese, a sele\u00e7\u00e3o ocorreria at\u00e9 o fim deste ano, por\u00e9m Maggi resolveu antecipar o processo. A decis\u00e3o tamb\u00e9m foi questionada por pessoas da pr\u00f3pria Embrapa e do segmento agropecu\u00e1rio, por acontecer antes da elei\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo presidente da Rep\u00fablica. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p><strong>Curiosidades: rob\u00f4s fazendeiros cuidam da insemina\u00e7\u00e3o das vacas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong><\/p>\n<p>Ernst van der Schans, de 62 anos, transformou uma fazenda familiar, especializada em produ\u00e7\u00e3o de leite, em uma das maiores propriedades do g\u00eanero na Holanda. Mas, em vez de as contrata\u00e7\u00f5es crescerem ao longo dos anos, ocorreu o contr\u00e1rio. O produtor rural optou por se associar \u00e0 tecnologia para melhorar seus ganhos e seguir em expans\u00e3o. Dono da den Eelder, especializada em produ\u00e7\u00e3o de leite e derivados, vendidos para grandes redes de supermercado da Holanda, mas tamb\u00e9m, em menor volume (1%) para a Espanha e Cura\u00e7ao, Schans trocou parte do trabalho feito por humanos pela robotiza\u00e7\u00e3o de sua opera\u00e7\u00e3o. Os rob\u00f4s atuam em v\u00e1rias frentes, desde o empacotamento do feno que ser\u00e1 usado para a alimenta\u00e7\u00e3o animal at\u00e9 na linha de envaze e de fechamento das caixas com leites, iogurtes e manteiga que seguir\u00e3o para o varejo. Schans assumiu a atividade agr\u00edcola em 1983, pouco depois da morte do pai, que tamb\u00e9m era fazendeiro. Foi um per\u00edodo dif\u00edcil e ele decidiu investir com a expectativa de conseguir suprir as necessidades financeiras da fam\u00edlia. Depois, o empreendedor se casou e teve tr\u00eas filhos. Todos fizeram faculdade e hoje trabalham, direta ou indiretamente, na den Eelder.<\/p>\n<p>Falta de pessoal<br \/>\nOs primeiros rob\u00f4s chegaram \u00e0 den Eelder h\u00e1 seis anos. A decis\u00e3o foi tomada porque o empreendedor sentiu dificuldades na contrata\u00e7\u00e3o de m\u00e3o-de-obra para a ordenha. Com 500 vacas e 300 bezerros, a fazenda \u00e9 considerada grande para os padr\u00f5es holandeses, onde predominam propriedades menores, com menos animais. Hoje, s\u00f3 na parte de ordenha, est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o oito rob\u00f4s. Cada um, acoplado a computadores que apontam em tempo real as caracter\u00edsticas do animal, custa 1,5 milh\u00e3o de euros (algo como R$ 7,2 milh\u00f5es). O equipamento mais recente chegou h\u00e1 um ano e foi instalado em uma segunda \u00e1rea para os animais, com investimento total de 1,6 milh\u00e3o de euros. A tecnologia foi financiada em um prazo de dez anos. A produtividade \u00e9 10% maior do que no caso da ordenha manual. Todo o processo para a retirada do leite n\u00e3o precisa de contato manual. O equipamento desinfeta as tetas da vaca, identifica por meio de luzes de infravermelho onde os sugadores devem se fixar e faz a extra\u00e7\u00e3o do l\u00edquido. Os animais ficam t\u00e3o tranquilos com a opera\u00e7\u00e3o de ordenha mec\u00e2nica que fazem fila para passar pelo ritual - claro, s\u00e3o agradados com ra\u00e7\u00e3o e por uma m\u00e1quina que relaxa os bovinos com uma grande escova que faz uma esp\u00e9cie de massagem nas costas.<\/p>\n<p>Ganhos<br \/>\nMas os rob\u00f4s da fazenda de Schans fazem mais do que ordenhar os animais. Por meio do aux\u00edlio de transmiss\u00e3o de dados por antenas, eles conseguem ler informa\u00e7\u00f5es de colares eletr\u00f4nicos instalados nos pesco\u00e7os dos bovinos e saber se a temperatura do leite \u00e9 a adequada - tem de ser de 37 graus para obter as melhores caracter\u00edsticas -, e at\u00e9 qual \u00e9 o \u00e1pice do per\u00edodo f\u00e9rtil da vaca, que dura no m\u00e1ximo quatro horas. Com isso, as tentativas de fertiliza\u00e7\u00e3o caem de tr\u00eas a quatro para uma a duas por animal. Parece apenas um detalhe, mas na ponta do l\u00e1pis essa assertividade vai resultar em economia. Cada amostra de s\u00eamen custa, em m\u00e9dia, 12 euros. Com 500 vacas leiteiras, os ganhos podem ser relevantes no total da opera\u00e7\u00e3o da fazenda. Assim como no Brasil, o lucro na produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 baixo, em m\u00e9dia de 5 centavos de euro por litro. A produ\u00e7\u00e3o da unidade rural \u00e9 de 16 toneladas de leite por dia (ou algo como 15,5 mil litros). Em uma conta superficial, por dia a fazenda rende a Schans em torno de 777 mil euros. Apesar da quantidade de animais e da f\u00e1brica de latic\u00ednios, a propriedade gera poucos empregos. Ao todo, s\u00e3o 35 funcion\u00e1rios -- apenas sete trabalham na fazenda. Durante a visita, a reportagem n\u00e3o viu nenhum funcion\u00e1rio nas duas \u00e1reas de confinamento dos animais, nem mesmo no controle dos computadores. A opera\u00e7\u00e3o \u00e9 100% aut\u00f4noma.<\/p>\n<p>Visita ao Brasil&nbsp;<br \/>\nEm 2016, Schans conheceu o Brasil, acompanhado de um grupo de produtores rurais. Al\u00e9m de S\u00e3o Paulo, o fazendeiro visitou Holambra - cidade no interior paulista onde vive uma grande comunidade de holandeses, especializados no cultivo de flores e plantas, que abastecem o varejo de todo o pa\u00eds. \"Foi muito interessante ouvir as hist\u00f3rias de quando eles desembarcaram no Brasil e quantas dificuldades enfrentaram no come\u00e7o\", lembra. Schans prefere n\u00e3o definir uma data, mas diz que pretende aumentar a mecaniza\u00e7\u00e3o de sua fazenda de leite. \"Isso tem ajudado no bem-estar das vacas\", garante o empreendedor. Novos rob\u00f4s tamb\u00e9m dever\u00e3o ser acrescentados \u00e0 f\u00e1brica de latic\u00ednios, que come\u00e7ou a produzir em 1999.<\/p>\n<p>Rob\u00f4s no Brasil<br \/>\nA Lely, fabricante dos rob\u00f4s usados por Schans na ordenha das vacas, tamb\u00e9m tem neg\u00f3cios na Am\u00e9rica do Sul, em particular no Brasil, segundo Evert Niemeijer, gerente da companhia. De acordo com o executivo, um dos produtores brasileiros adquiriu quatro equipamentos. Tamb\u00e9m h\u00e1 rob\u00f4s no Chile e no Uruguai - s\u00e3o 30 em territ\u00f3rio sul-americano.<\/p>\n<p>A Lely tem um escrit\u00f3rio de representa\u00e7\u00e3o em Carambe\u00ed, no Paran\u00e1. Al\u00e9m dos desenvolvimentos rob\u00f3ticos, feitos na Holanda, tamb\u00e9m investe em softwares de gest\u00e3o de fazendas produtoras de leite. No ano passado, essas duas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o apresentaram um crescimento de 12%. O desempenho foi gra\u00e7as principalmente aos mercados da Am\u00e9rica do Norte e Jap\u00e3o. Em 2018, a companhia chega aos 70 anos de funda\u00e7\u00e3o e pretende manter os investimentos em pesquisa e desenvolvimento para aumentar a oferta de produtos e de inova\u00e7\u00f5es. A estimativa \u00e9 colocar 6% da receita em P&amp;D. O principal argumento, segundo o executivo, \u00e9 a queda do pre\u00e7o do leite. Mas, segundo Niemeijer, outro apelo cada vez mais relevante \u00e9 o tratamento mais amig\u00e1vel dado aos bovinos com o uso de rob\u00f4s. \"O mercado pede por esse tipo de cuidado e respeito e est\u00e1 disposto a pagar por isso\", garante.<\/p>\n<p>Em 2017, de acordo com Niemeijer, foram comercializados pela companhia 300 rob\u00f4s como os que Schans tem em sua fazenda. Cr\u00edtico dos produtores chineses, que conseguem exportar leite e derivados a pre\u00e7os mais competitivos porque usam m\u00e3o de obra remunerada segundo os padr\u00f5es do pa\u00eds asi\u00e1tico, o executivo da Lely garante que equipamentos como o que vende s\u00e3o \u00e0 prova de contamina\u00e7\u00e3o. \"Ningu\u00e9m acredita na produ\u00e7\u00e3o leiteira dos chineses, que \u00e9 manual. Com o tempo, os rob\u00f4s tamb\u00e9m ser\u00e3o a solu\u00e7\u00e3o para eles\", avalia. Para Niemeijer, a mecaniza\u00e7\u00e3o dever\u00e1 avan\u00e7ar cada vez mais nesse segmento, tanto por causa das exig\u00eancias sanit\u00e1rias cada vez mais rigorosas quanto por conta da necessidade de buscar ganho de produtividade. Mas essa aposta do executivo da Lely pode esbarrar, em mercados como o brasileiro, na insufici\u00eancia de linhas de cr\u00e9dito para o financiamento dos rob\u00f4s. Ainda mais quando se trata de um mercado dominado por pequenos produtores, quase sempre com dificuldades de obten\u00e7\u00e3o de recursos nos bancos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do portal Correio Brasiliense)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\">Argentina - Em meio \u00e0 crise, a produ\u00e7\u00e3o cresce<br \/>\nProdu\u00e7\u00e3o\/AR - O setor l\u00e1cteo argentino atravessa uma crise cr\u00f4nica que vem resultando no aumento do abandono da atividade leiteira no campo. Apesar disso, as estat\u00edsticas de produ\u00e7\u00e3o mostraram crescimento de 6% na produ\u00e7\u00e3o de agosto em rela\u00e7\u00e3o a julho, e de 4% quando comparado com o mesmo m\u00eas de 2017. As fazendas de leite entregaram para a ind\u00fastria 948 milh\u00f5es de litros, o maior volume de 2018. Desta forma, os primeiros oito meses do ano acumulam alta de 6%. Mais pre\u00e7o - O levantamento oficial indica, al\u00e9m disso, que o pre\u00e7o pago ao produtor subiu em m\u00e9dia 4% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, e ficando 32% acima do valor de agosto de 2017. S\u00e3o 7,41 pesos pagos, [R$ 0,77\/litro], em m\u00e9dia, pela ind\u00fastria ao n\u00edvel nacional. Em C\u00f3rdoba o valor m\u00e9dio foi menor: 7,31 pesos, [R$ 0,76\/litro]. De qualquer forma, este aumento n\u00e3o consegue compensar a eleva\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o. Um m\u00eas atr\u00e1s os produtores precisavam de oito pesos, e isto antes do d\u00f3lar disparar e chegar a 40 pesos. O c\u00e1lculo da C\u00e2mara dos Produtores de Leite de C\u00f3rdoba (Caprolec) diz que s\u00e3o necess\u00e1rios 30 centavos de d\u00f3lar, [R$ 1,24\/litro] por litro de leite para que a atividade seja sustent\u00e1vel. (Agrovoz - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 19 de setembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.824 Situa\u00e7\u00e3o mundial dos l\u00e1cteos: pre\u00e7os est\u00e1veis com crescimento lento da oferta de leite A rede International Farm Comparison Network -&nbsp; <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/19\/19-09-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/09\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2549","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2549","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2549"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2549\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2550,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2549\/revisions\/2550"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}