{"id":2545,"date":"2018-09-17T20:15:29","date_gmt":"2018-09-17T20:15:29","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2545"},"modified":"2018-09-17T20:15:29","modified_gmt":"2018-09-17T20:15:29","slug":"17-09-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/17\/17-09-2018\/","title":{"rendered":"17\/09\/2018"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 17 de setembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.822<\/em><\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: center;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Parceira do Sindilat com a UFRGS visa certifica\u00e7\u00e3o de propriedades na pecu\u00e1ria leiteira<\/strong><\/p>\n<p>O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) est\u00e3o unindo esfor\u00e7os para dar maior celeridade \u00e0 certifica\u00e7\u00e3o de propriedades livres de tuberculose e brucelose nos rebanhos leiteiros ga\u00fachos. O tema foi tratado no AIM Day - Conectando membros da Cadeia Produtiva do Leite \u00e0 UFRGS, evento realizado em Porto Alegre.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Um dos focos de trabalho ser\u00e1 conscientizar os integrantes da cadeia produtiva leiteira (produtores, ind\u00fastrias, prefeituras, governo do Estado e governo Federal) sobre a import\u00e2ncia da certifica\u00e7\u00e3o, apesar de a pasteuriza\u00e7\u00e3o do leite ser obrigat\u00f3ria antes da destina\u00e7\u00e3o para produtos acabados, afastando qualquer risco de prolifera\u00e7\u00e3o das doen\u00e7as. O trabalho ser\u00e1 realizado por meio de palestras e eventos sobre a erradica\u00e7\u00e3o das zoonoses tanto no gado, como nos trabalhadores que lidam diretamente com os animais. \"Trabalhamos muito para que os produtores realizem os testes necess\u00e1rios para a certifica\u00e7\u00e3o das propriedades rurais. Neste sentido, o Fundo da Pecu\u00e1ria de Leite, no Fundesa, \u00e9 importante para dar essa seguran\u00e7a ao produtor de leite do RS\", afirmou o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini.<\/p>\n<p>Os ganhos dos produtores de leite com a certifica\u00e7\u00e3o do rebanho tamb\u00e9m foram alvo de debate. Palharini pontuou que a propriedade certificada garante um mercado al\u00e9m das fronteiras brasileiras, o que dever\u00e1 se reverter em maior lucratividade ao setor. As discuss\u00f5es ainda trataram sobre a necessidade de trazer novas tecnologias para a \u00e1rea sanit\u00e1ria do leite. (Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Entidades divergem&nbsp; sobre impacto no campo<\/strong><\/p>\n<p>A decis\u00e3o do Supremo Tribunal Federal (STF) favor\u00e1vel \u00e0 terceiriza\u00e7\u00e3o em todas as etapas do processo produtivo, seja meio ou fim, tem provocado vis\u00f5es opostas entre entidades do setor agropecu\u00e1rio. Para o presidente da Comiss\u00e3o de Assuntos Jur\u00eddicos da Farsul, Nestor Hein, a decis\u00e3o n\u00e3o amea\u00e7a o emprego dos trabalhadores assalariados do campo. Segundo ele, o posicionamento da Corte no julgamento, ocorrido no final de agosto, \u00e9 \"altamente positivo\", porque d\u00e1 seguran\u00e7a jur\u00eddica aos empregadores rurais ao refor\u00e7ar o que j\u00e1 tinha sido permitido pela reforma trabalhista. Antes da reforma, o empregador rural n\u00e3o podia terceirizar as atividades-fim, como a colheita de frutas, por exemplo. Esta atividade cabia ao produtor ou a funcion\u00e1rios contratados diretamente pela propriedade. Somente era permitida a terceiriza\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os acess\u00f3rios como a vigil\u00e2ncia da fazenda e a manuten\u00e7\u00e3o do maquin\u00e1rio. Ap\u00f3s a reforma e a vota\u00e7\u00e3o no STF, ficou autorizada a contrata\u00e7\u00e3o de terceirizados sem restri\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Para Hein, esta novidade apenas abrir\u00e1 a possibilidade de os produtores terceirizarem tarefas em per\u00edodos sazonais, em caso de necessidade. \"N\u00e3o acredito que v\u00e1 haver demiss\u00e3o de funcion\u00e1rios at\u00e9 porque a m\u00e3o de obra j\u00e1 \u00e9 escassa no campo e os produtores dependem de trabalhadores capacitados, que tenham uma rela\u00e7\u00e3o de dia a dia com aquela atividade\", argumenta Hein. O vice-presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB) e especialista em Direito Agr\u00e1rio, Francisco de Godoy Bueno, afirma que a competitividade do setor depende da liberdade para o setor se organizar da maneira que achar mais conveniente. \"A distin\u00e7\u00e3o entre atividades-meio e atividades-fim j\u00e1 n\u00e3o se aplicava \u00e0 din\u00e2mica de trabalho no agroneg\u00f3cio\", comenta Bueno. J\u00e1 o assessor jur\u00eddico da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores Assalariados e Assalariadas Rurais (Contar), Carlos Eduardo Chaves Silva, considera a terceiriza\u00e7\u00e3o irrestrita um \"risco real\" para o trabalhador. Alguns n\u00fameros, segundo ele, explicam a preocupa\u00e7\u00e3o. \"Um trabalhador terceirizado ganha cerca de dois ter\u00e7os do sal\u00e1rio de uma pessoa contratada diretamente, 90% dos casos de trabalho escravo no Brasil s\u00e3o flagrados em empresas intermedi\u00e1rias entre o trabalhador e o contratante e os acidentes de trabalho prevalecem entre os trabalhadores terceirizados\", argumenta. Silva acredita que mesmo que n\u00e3o haja demiss\u00f5es no primeiro momento, vai pesar a \"conta matem\u00e1tica\". \"As empresas argumentam que a terceiriza\u00e7\u00e3o gera economia, ent\u00e3o o grau de estabilidade \u00e9 baix\u00edssimo\", diz. (Correio do Povo)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Mestrado profissional em Alimentos de Origem Animal abre sele\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Mestrado - O Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Alimentos de Origem Animal (PPGAOA) est\u00e1 com inscri\u00e7\u00f5es abertas para o processo seletivo de mestrado profissional em Alimentos de Origem Animal.&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o oferecidas at\u00e9 10 vagas, com ingresso no primeiro semestre de 2019. As inscri\u00e7\u00f5es podem ser realizadas at\u00e9 17 de novembro por meio do site do programa. As informa\u00e7\u00f5es relativas ao processo seletivo est\u00e3o divulgadas no site do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O processo de sele\u00e7\u00e3o inclui prova escrita e entrevista individual, com realiza\u00e7\u00e3o no dia 29 de novembro. As linhas de pesquisa envolvem produ\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o, avalia\u00e7\u00e3o e controle, e inspe\u00e7\u00e3o na \u00e1rea de alimentos de origem animal.<\/p>\n<p>O edital e informa\u00e7\u00f5es relativas ao processo seletivo podem ser obtidos na <a href=\"https:\/\/www.ufrgs.br\/favet\/mestrado_alimentos_origem_animal\/\">p\u00e1gina do PPGAOA<\/a>. Mais informa\u00e7\u00f5es podem ser obtidas pelo telefone (51) 3308.6122 e pelo e-mail ppgaoaveterinaria@ufrgs.br. (UFRGS)<\/p>\n<p><strong>Leite: Emater\/RS-Ascar e Uniju\u00ed capacitam extensionistas para melhorar efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Capacita\u00e7\u00e3o\/RS - Extensionistas da Emater\/RS-Ascar participaram, na sexta-feira(14\/09), em Augusto Pestana, de capacita\u00e7\u00e3o para melhorar a efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o de leite. A a\u00e7\u00e3o envolveu nove laborat\u00f3rios do Centro de Inova\u00e7\u00e3o Tecnol\u00f3gica em produ\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade Animal da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Uniju\u00ed).&nbsp; \"A Emater e a Unijui t\u00eam um conv\u00eanio que busca uma estrat\u00e9gia para aumentar a utiliza\u00e7\u00e3o destes servi\u00e7os, que a Uniju\u00ed presta por meio dos seus laborat\u00f3rios\", disse o m\u00e9dico veterin\u00e1rio da Emater\/RS-Ascar, Oldemar Weiller.&nbsp;<\/p>\n<p>Contudo, o maior beneficiado, segundo Weiller, \u00e9 o produtor de leite. \"Para o agricultor, com certeza, v\u00e3o surgir elementos muito importantes para aumentar a efici\u00eancia nos sistemas de produ\u00e7\u00e3o de leite\", disse o m\u00e9dico veterin\u00e1rio. Pr\u00e1ticas -&nbsp; A capacita\u00e7\u00e3o, realizada no Instituto Regional de Desenvolvimento Rural (Irder), priorizou os seguintes temas: qualidade da silagem t\u00e9cnica de coleta, armazenagem e transporte ao laborat\u00f3rio; qualidade das forrageiras; coleta de leite para an\u00e1lise microbiol\u00f3gica; e coleta de sangue para exame das principais doen\u00e7as do rebanho leiteiro.(Emater\/RS)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><span style=\"text-align: justify;\">Custo de produ\u00e7\u00e3o cresceu 2,77% em agosto<\/span><br style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">ICPLeite\/Embrapa - Ap\u00f3s a queda de -0,30% observada no \u00faltimo m\u00eas, em agosto o \u00cdndice de Custo de Produ\u00e7\u00e3o de Leite \u2013 ICPLeite \/ Embrapa registrou uma expressiva eleva\u00e7\u00e3o: 2,77%.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">Com um peso significativo, o grupo Concentrado foi o que apresentou maior aumento nos pre\u00e7os, 5,58%. Na mesma dire\u00e7\u00e3o vieram os grupos Produ\u00e7\u00e3o e compra de volumosos \u2013 segundo maior peso da composi\u00e7\u00e3o do \u00edndice \u2013 2,77% , Sal mineral , 0,58% e Sanidade 0,53%. De maneiro oposta, o grupo Qualidade do leite, que no m\u00eas passado teve a maior varia\u00e7\u00e3o, apresentou neste m\u00eas a maior queda de -2,12%, seguido por Energia e combust\u00edvel, -0,32%, que seguiu em decl\u00ednio com a normaliza\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis \u2013 principalmente os f\u00f3sseis \u2013 ap\u00f3s a greve que afetou o Brasil em maio. Os grupos M\u00e3o de obra e Reprodu\u00e7\u00e3o n\u00e3o apresentaram varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os este m\u00eas. (Embrapa)<\/span><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 17 de setembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.822 Parceira do Sindilat com a UFRGS visa certifica\u00e7\u00e3o de propriedades na pecu\u00e1ria leiteira O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat) e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/17\/17-09-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/09\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2545","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2545","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2545"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2545\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2546,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2545\/revisions\/2546"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2545"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2545"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2545"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}