{"id":2527,"date":"2018-09-10T20:13:23","date_gmt":"2018-09-10T20:13:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2527"},"modified":"2018-09-10T20:13:23","modified_gmt":"2018-09-10T20:13:23","slug":"10-09-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/10\/10-09-2018\/","title":{"rendered":"10\/09\/2018"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 10 de setembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.817<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Perspectivas sobre pre\u00e7o do leite \u00e9 tema de debate na Feaagri Miss\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>As causas e alternativas para amenizar a instabilidade no pre\u00e7o do leite foram tema de discuss\u00e3o no Semin\u00e1rio sobre o Leite, na manh\u00e3 desta quinta-feira (06\/09), na Feira da Agroind\u00fastria e Agricultura Familiar das Miss\u00f5es (Feaagri Miss\u00f5es). Durante o evento, o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, sugeriu aos produtores que busquem aumentar a produtividade das vacas, reduzindo custos o m\u00e1ximo poss\u00edvel. \"N\u00f3s aconselhamos que o produtor busque fazer com que os animais produzam no m\u00ednimo de 25 a 30 litros de leite por dia. Assim, esperamos que ele consiga ter margem pequena, mas ter\u00e1 resultado pelo volume o garantir\u00e1 a sua manuten\u00e7\u00e3o e outros investimentos\", ressalta.<\/p>\n<p>Palharini ainda afirmou que o pre\u00e7o do leite est\u00e1 mais est\u00e1vel em 2018 do que em 2017, mas que ainda apresenta decl\u00ednio. \"Ano passado, a varia\u00e7\u00e3o do custo do leite foi muito grande. Este ano, a queda de produ\u00e7\u00e3o ocorreu devido \u00e0 greve dos caminhoneiros, o que fez equilibrar a oferta e procura do leite, e \u00e0 alta do d\u00f3lar, o que dificulta as importa\u00e7\u00f5es, tornando a produ\u00e7\u00e3o interna mais competitiva. Esperamos que 2019 seja menos turbulento\", destaca. Na ocasi\u00e3o, o assistente t\u00e9cnico da Emater-RS Jaime Eduardo Ries tamb\u00e9m ressaltou a import\u00e2ncia de incentivos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o na busca por maior estabilidade.<\/p>\n<p>O evento foi realizado no Centro de Eventos Iglenho Ara\u00fajo Burtet, em Santo \u00c2ngelo, e reuniu cerca de cem participantes, entre profissionais t\u00e9cnicos, produtores e acad\u00eamicos. A Feaagri Miss\u00f5es \u00e9 promovida pela Associa\u00e7\u00e3o dos Produtores da Agroind\u00fastria Familiar e Sindicato dos Trabalhadores Rurais com apoio da Prefeitura. (Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>RUMOS<\/strong><\/p>\n<p>A Instru\u00e7\u00e3o Normativa 62, que comp\u00f5e o regramento e os procedimentos para qualidade do leite, desde a propriedade rural at\u00e9 a ind\u00fastria, vem sendo um desafio para toda a cadeia l\u00e1ctea. Os indicadores de qualidade, como contagem bacteriana total e contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas, v\u00eam evoluindo timidamente desde a sua implanta\u00e7\u00e3o em2011. Agora, estamos diante de duas portarias governamentais(38 e 39), que estabelecem regulamentos t\u00e9cnicos, crit\u00e9rios e procedimentos, todas voltadas \u00e0 melhoria da qualidade da mat\u00e9ria-prima leite(especialmente a 39). Uma comiss\u00e3o de t\u00e9cnicos do Minist\u00e9rio da Agricultura elaborou proposta de instru\u00e7\u00e3o normativa que foi submetida \u00e0 consulta p\u00fablica, inclusive com reuni\u00f5es no Rio Grande do Sul. A medida est\u00e1 em fase de negocia\u00e7\u00e3o e de finaliza\u00e7\u00e3o, e entrar\u00e1 em vigor 180 dias a partir da data da publica\u00e7\u00e3o. \u00c9 poss\u00edvel que isso aconte\u00e7a no apagar das luzes de 2018. A partir da vig\u00eancia, teremos um novo patamar de exig\u00eancias para a cadeia do leite, e o setor passar\u00e1 a ter crit\u00e9rios m\u00ednimos de qualidade para exporta\u00e7\u00e3o, assim como j\u00e1 fizeram os produtores de aves e su\u00ednos.&nbsp;<\/p>\n<p>Alguns dos pontos relacionados \u00e0 propriedade rural s\u00e3o a redu\u00e7\u00e3o da temperatura do leite de 7\u00b0C para 4\u00b0C na coleta do leite, contagem bacteriana total de no m\u00e1ximo 300 mil unidades formadoras de col\u00f4nia por mililitro (m\u00e9dia geom\u00e9trica no trimestre), contagem padr\u00e3o em placas de no m\u00e1ximo de 500 mil unidades formadoras de col\u00f4nia\/ml (m\u00e9dia geom\u00e9trica no trimestre), sanidade e o estabelecimento de boas pr\u00e1ticas agropecu\u00e1rias. No latic\u00ednio, a temperatura no recebimento do leite reduzir\u00e1 de 10 \u00b0C para 7\u00b0C, a contagem padr\u00e3o em placas nos silos dever\u00e1 ficar em at\u00e9900 mil unidades formadoras de col\u00f4nia\/ml, imediatamente antes do seu processamento no estabelecimento. Tamb\u00e9m dever\u00e1 ser adotado um plano de qualifica\u00e7\u00e3o de fornecedores, entre outras determina\u00e7\u00f5es. As principais lideran\u00e7as da cadeia s\u00e3o a favor das portarias, mas salientam que, para determinadas exig\u00eancias, deve haver uma fase de prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;Claro que tudo isso \u00e9 um desafio coletivo. Vai desde o produtor, log\u00edstica, recebimento, industrializa\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e chega no consumidor. Se n\u00e3o tiver qualidade, n\u00e3o ter\u00e1 novos mercados, n\u00e3o agregar\u00e1 valor e a\u00ed n\u00e3o tem pre\u00e7o. O foco de todos esses aperfei\u00e7oamentos tem de ser o consumidor. Afinal, h\u00e1 muito espa\u00e7o para melhorar. EVERTON CARBON - Engenheiro Agr\u00f4nomo, do time de qualidade da Cooperativa Pi\u00e1 (Zero Hora)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Lactalis prepara novo ciclo de investimentos<\/strong><\/p>\n<p>A francesa Lactalis se prepara para um novo ciclo de investimentos na produ\u00e7\u00e3o no Brasil, onde \u00e9 segunda em processamento de leite. O Rio Grande do Sul, estado em que a companhia global tem a sua maior base de capta\u00e7\u00e3o com 10 mil produtores e de fabrica\u00e7\u00e3o de derivados, estar\u00e1 no plano, afirma o diretor-presidente da Lactalis do Brasil, Andr\u00e9 Salles.&nbsp;<\/p>\n<p>O montante dos aportes, que devem ser implementados em 2019, ainda n\u00e3o foi fechado. A cifra no Estado deve repetir o n\u00edvel dos R$ 100 milh\u00f5es anunciados no fim de 2016, pelo presidente mundial da Lactalis, Daniel Jaouen, em Paris. E deve ter planta ga\u00facha com capacidade duplicada devido \u00e0 grande demanda em queijos. Hoje as f\u00e1bricas de Iju\u00ed e Tr\u00eas de Maio produzem prato e mu\u00e7arela.&nbsp;<\/p>\n<p>Nesta entrevista ao Jornal do Com\u00e9rcio, o CEO, que assumiu o posto h\u00e1 um ano, com passagens anteriores pela Kirin e Vonpar, comenta quanto a demanda por produtos vem surpreendendo a gigante francesa, chegando ao ponto de n\u00e3o dar conta dos pedidos. Outro tema que ganha espa\u00e7o na atua\u00e7\u00e3o da gigante de l\u00e1cteos no Brasil \u00e9 a premiuniza\u00e7\u00e3o do consumo de queijo, com por\u00e7\u00f5es e pre\u00e7os mais acess\u00edveis dos tipos finos.&nbsp;<\/p>\n<p>Jornal do Com\u00e9rcio - Como est\u00e1 a opera\u00e7\u00e3o e o desempenho em 2018?&nbsp;<br \/>\nAndr\u00e9 Salles - Mesmo com a crise econ\u00f4mica e a greve dos caminhoneiros, que parou nossas 14 f\u00e1bricas por 10 dias - tivemos de jogar leite fora -, vamos crescer este ano um d\u00edgito. Tamb\u00e9m estamos superfelizes com os resultados obtidos com os investimentos desde 2016 e com a receptividade da garrafa pet de leite (UHT), inaugurada em fevereiro em Teut\u00f4nia. Temos at\u00e9 que limitar a oferta porque n\u00e3o conseguimos expandir para atender todo o mercado. Outra estrat\u00e9gia acertada foi produzir a receita da manteiga francesa da marca Pr\u00e9sident, com pre\u00e7o mais acess\u00edvel, e a venda explodiu! Recentemente, lan\u00e7amos seis novos queijos especiais da marca feitos no Brasil e por\u00e7\u00f5es de peso fixo, que tamb\u00e9m s\u00e3o um sucesso. Com isso, mais uma vez batemos nos limites de capacidade. Os queijos finos s\u00e3o produzidos em Minas Gerais. Conseguimos nestes segmentos trazer todo a expertise francesa de fabrica\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos, al\u00e9m de encontrar solu\u00e7\u00f5es para tornar o produto acess\u00edvel. Sempre acreditamos no potencial de premiuniza\u00e7\u00e3o da categoria de queijos. O consumo no Brasil hoje \u00e9 b\u00e1sico (mu\u00e7arela e prato) e com volume de cinco quilos per capita ao ano. Mas o queijo ainda \u00e9 um ingrediente, usado na pizza, no p\u00e3o etc. Da mesma forma que ocorreu com a cerveja e o caf\u00e9, que tiveram um movimento de diversifica\u00e7\u00e3o para ampliar as alternativas e experi\u00eancias sensoriais ao consumidor, agora \u00e9 o momento do queijo passar por essa mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>JC - Qual \u00e9 a faixa de renda que se mira?&nbsp;<br \/>\nSalles - \u00c9 a classe C. \u00c0 medida que se apresenta o produto com fra\u00e7\u00e3o menor, com peso fixo e com pre\u00e7o acess\u00edvel, tem todo um segmento da popula\u00e7\u00e3o que come\u00e7a a consumir. Duas raz\u00f5es que fazem as pessoas n\u00e3o comprarem (queijos finos) \u00e9 o pre\u00e7o mais caro e desconhecimento. O que fizemos foi encontrar uma fra\u00e7\u00e3o com pre\u00e7o fixo adequado para ser a porta de entrada a esses consumidores. Cabe a n\u00f3s oferecer essas op\u00e7\u00f5es para que a popula\u00e7\u00e3o conhe\u00e7a a diversidade entre estes tipos, entre um mais moderado e mais forte, por exemplo.<\/p>\n<p>JC - O que \u00e9 a premiuniza\u00e7\u00e3o?<br \/>\n&nbsp;Salles - \u00c9 criar condi\u00e7\u00f5es para o consumidor acessar o produto premium. Foi o que ocorreu com as cervejas, com a oferta de mais variedades, al\u00e9m da pilsen, que domina 96% do volume e se abriu espa\u00e7o para desenvolver cervejas artesanais etc. Com o queijo, busca-se o mesmo. Com quatro elementos - leite, sal, fermento e coalho -, faz-se milhares de tipos diferentes do produto. Por que n\u00e3o abrir este universo para o consumidor?&nbsp;<\/p>\n<p>JC - Como est\u00e1 sendo ajustada a capacidade produtiva com essa demanda em alta?&nbsp;<br \/>\nSalles - A Lactalis desde que entrou no Brasil tem investido mais de R$ 100 milh\u00f5es desde 2016. Agora vamos ter um novo ciclo de investimentos, que deve ser bastante direcionado para aumentar a capacidade de produ\u00e7\u00e3o de queijos, de matura\u00e7\u00e3o, fatiamento e fracionamento para suportar essa grande avenida de crescimento que visualizamos na categoria.&nbsp;<\/p>\n<p>JC - O que j\u00e1 tem definido em investimentos?&nbsp;<br \/>\nSalles - Estamos ainda concluindo as an\u00e1lises e vamos anunciar logo que finalizarmos os planos, que deve ser at\u00e9 dezembro. Fomos bastante surpreendidos pela demanda, desde o lan\u00e7amento dos queijos especiais h\u00e1 um m\u00eas e meio, cuja demanda cresce mais em S\u00e3o Paulo e Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>JC - A demanda maior antecipa a defini\u00e7\u00e3o sobre investimentos?&nbsp;<br \/>\nSalles - Os investimentos ser\u00e3o na ind\u00fastria para aumentar a efici\u00eancia e capacidade de produ\u00e7\u00e3o e no campo, para melhorar a qualidade e produtividade dos produtores dentro do Lactaleite, que \u00e9 o programa que j\u00e1 \u00e9 desenvolvido com as propriedades. Diante da rea\u00e7\u00e3o positiva aos novos produtos, estamos reavaliando para investir ainda mais e potencializar o crescimento da Lactalis no Brasil para 2019. A tend\u00eancia \u00e9 manter o n\u00edvel de aportes de R$ 100 milh\u00f5es ao ano. Dependendo do tipo do queijo, precisa dobrar a capacidade de produ\u00e7\u00e3o. No Rio Grande do Sul, as duas queijarias ficam em Iju\u00ed e Tr\u00eas de Maio, que fazem o queijo prato e mu\u00e7arela.<\/p>\n<p>JC - Os planos incluem implantar novas unidades?&nbsp;<br \/>\nSalles - N\u00e3o, mas amplia\u00e7\u00e3o e aquisi\u00e7\u00e3o de novos equipamentos para novas linhas para ampliar a capacidade em Iju\u00ed, Tr\u00eas de Maio e Santa Rosa, onde produzimos requeij\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>JC - As unidade ga\u00fachas j\u00e1 atingiram a capacidade instalada?&nbsp;&nbsp;<br \/>\nSalles - J\u00e1 operam pr\u00f3ximas \u00e0 capacidade existente. \u00c9 preciso ampliar as estruturas e trazer novas linhas.&nbsp;<\/p>\n<p>JC - O Rio Grande do Sul poder\u00e1 ampliar os tipos de produtos que fabrica, como ter queijos finos?&nbsp;<br \/>\nSalles - No curto prazo, n\u00e3o, pois h\u00e1 toda uma instala\u00e7\u00e3o voltada a esses segmentos em Minas Gerais. O volume tamb\u00e9m de mu\u00e7arela \u00e9 muito maior que os demais. As f\u00e1bricas de alt\u00edssima efici\u00eancia e grandes volumes est\u00e3o todas aqui no Sul.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>JC - Qual \u00e9 o impacto da nova tabela do frete para a opera\u00e7\u00e3o?&nbsp;&nbsp;<br \/>\nSalles - Devido \u00e0s margens apertadas do setor, o aumento do frete pode inviabilizar alguns neg\u00f3cios. Isso precisa ser repensado com muito cuidado, pois \u00e9 um absurdo o impacto que a implementa\u00e7\u00e3o da tabela pode gerar. Temos analisado alternativas. Devemos avan\u00e7ar na ideia de adotar algo semelhante ao clube do produtor, que confere benef\u00edcios na compra de insumos para a produ\u00e7\u00e3o, para os transportadores, principalmente aqueles de primeiro percurso (transporte do leite da propriedade), que s\u00e3o aut\u00f4nomos. Seria um clube do transportador. A ideia \u00e9 buscar formas de reduzir custos e ganhar mais escala na compra de pneus, lubrificantes e combust\u00edveis. J\u00e1 temos isso na Fran\u00e7a. Estamos come\u00e7ando a aplicar em car\u00e1ter experimental.<\/p>\n<p>JC - Os planos incluem a compra de novas unidades?<br \/>\nSalles - A prioridade \u00e9 concluir a aquisi\u00e7\u00e3o da Itamb\u00e9, que ainda depende da discuss\u00e3o na c\u00e2mara arbitral, mas j\u00e1 teve a aprova\u00e7\u00e3o do Conselho Administrativo de Defesa Econ\u00f4mica (Cade). (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Press\u00e3o de Custos com Nova Tabela&nbsp;<br \/>\nA tabela de frete publicada na \u00faltima quarta-feira pela Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) recebeu cr\u00edticas do setor produtivo. A Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) afirmou em nota que o reajuste \"prejudica ainda mais o crescimento da economia e agrava as incertezas j\u00e1 existentes\". A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) tamb\u00e9m criticou o aumento de pre\u00e7os. A entidade identificou altas de 3,15% a 6,82% para o frete de cargas geral, granel e frigorificada. O Sindicato da Ind\u00fastria e Latic\u00ednios do RS (Sindilat) encaminhou para avalia\u00e7\u00e3o jur\u00eddica a tabela e alerta que h\u00e1 pontos n\u00e3o-regulamentados, como o frete com controle sanit\u00e1rio. Outro segmento que relata estar acumulando preju\u00edzos com o tabelamento \u00e9 o de gr\u00e3os. Vicente Barbiero, presidente da Associa\u00e7\u00e3o das Empresas Cerealistas do RS, diz que o mercado futuro de soja est\u00e1 totalmente travado: - Os custos das lavouras est\u00e3o sendo feitos com d\u00f3lar acima de R$ 4. Corremos o risco de, quando vender, estar com d\u00f3lar na casa de R$ 3,50. Fica dif\u00edcil saber quanto pagar ao produtor se n\u00e3o sei qual margem terei - pontua Barbiero. (Zero Hora)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 10 de setembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.817 Perspectivas sobre pre\u00e7o do leite \u00e9 tema de debate na Feaagri Miss\u00f5es As causas e alternativas para amenizar a instabilidade <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/10\/10-09-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/09\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2527","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2527","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2527"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2527\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2528,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2527\/revisions\/2528"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2527"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2527"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2527"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}