{"id":2519,"date":"2018-09-06T20:18:34","date_gmt":"2018-09-06T20:18:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2519"},"modified":"2018-09-06T20:18:34","modified_gmt":"2018-09-06T20:18:34","slug":"06-09-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/06\/06-09-2018\/","title":{"rendered":"06\/09\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 06 de setembro de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.816<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong>Sindilat avalia nova tabela de frete<\/strong><\/p>\n<p>O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) informa que, tendo em vista a publica\u00e7\u00e3o da tabela de frete nesta quarta-feira (5\/9), submeteu os indexadores a uma consultoria jur\u00eddica a fim de avaliar sua aplicabilidade ao setor laticinista. O Sindicato entende que a referida tabela apresenta fragilidades de ordem jur\u00eddica e econ\u00f4mica. Um dos pontos que ainda n\u00e3o foi regulamentado diz respeito ao frete de produtos com controle sanit\u00e1rio, como ocorre no transporte de produtos l\u00e1cteos, em rela\u00e7\u00e3o aos quais a Lei n\u00b0 13.703\/2018, art. 4\u00b0, \u00a7 5\u00b0 prev\u00ea a necessidade de tabela diferenciada. Por ser um produto vivo, entende o Sindilat, que o leite estaria subordinado a um tabelamento diferenciado ainda n\u00e3o detalhado pela ANTT. Desta forma, os valores publicados na data de hoje ainda poder\u00e3o ser questionados pelo setor.<\/p>\n<p>O Sindilat \u00e9 contr\u00e1rio a qualquer tabelamento do frete porque entende que esse posicionamento fere a lei de livre mercado. O Sindicato n\u00e3o descarta levar o tema \u00e0 Justi\u00e7a, se necess\u00e1rio. (Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>D\u00f3lar afeta importa\u00e7\u00f5es, mas cen\u00e1rio ainda \u00e9 incerto<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com os dados da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (SECEX), o Brasil importou, em agosto, cerca de 105,6 milh\u00f5es de litros em equivalente leite. Uma redu\u00e7\u00e3o de 11,2% se comparado ao m\u00eas anterior, e, levemente maior em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado (+1,3%), o que ajudou a reduzir o d\u00e9ficit da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos, agora negativa em 94 milh\u00f5es de litros, frente aos -113 milh\u00f5es de litros de julho, como mostra o gr\u00e1fico 1.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Saldo mensal da balan\u00e7a comercial brasileira de l\u00e1cteos. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados da Secex.<br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 455px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3011\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Apesar da valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar frente ao real, o volume importado de leite em p\u00f3 integral cresceu cerca de 29% e 37% em rela\u00e7\u00e3o a jul\/18 e ago\/17 respectivamente. Sustentados pelas exporta\u00e7\u00f5es de Uruguai e Argentina, onde o leite ao produtor vem se mostrando mais competitivo em rela\u00e7\u00e3o ao pago no Brasil, e, pelo pre\u00e7o m\u00e9dio do produto que vinha caindo nos \u00faltimos meses (US$0,26 mai\/18, US$0,23 jun\/18, US$0,22 jul\/18), o leite em p\u00f3 integral acumulou mais um m\u00eas de aumento no volume internalizado. Olhar tabelas 1 e 2. Outro produto que teve maior volume internalizado, comparado ao m\u00eas anterior, foi o soro de leite, que apresentou crescimento de 70% e ainda assim, menor do que o volume importado no mesmo per\u00edodo do ano passado (-33%). Os demais produtos, influenciados pelo real desvalorizado, tiveram n\u00edveis de importa\u00e7\u00e3o menores em rela\u00e7\u00e3o a jul\/18. (MilkPoint)&nbsp;<\/p>\n<p>Tabela 1. C\u00e2mbio (R$\/D\u00f3lar) x Pre\u00e7o do leite em p\u00f3 integral - Origem: Mercosul. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados do GDT e BCB.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 203px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3012\" alt=\"\"><\/p>\n<p>Tabela 2. Balan\u00e7a comercial l\u00e1ctea em julho de 2018. Fonte: Elaborado pelo MilkPoint a partir dos dados da Secex.<br \/>\n<img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 247px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/3013\" alt=\"\"><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>'Ver\u00e3o sufocante' europeu prejudica produtores<\/strong><\/p>\n<p>Os famosos pastos verdejantes e o clima ameno na Irlanda comp\u00f5em o ambiente perfeito para o gado leiteiro. Mas n\u00e3o neste ano. O ver\u00e3o sufocante \"tingiu\" os campos de marrom e levou a uma escassez de forragem para as milh\u00f5es de vacas no pa\u00eds. Os meses secos e quentes causaram problemas em toda a Uni\u00e3o Europeia. Produtores rurais da Irlanda \u00e0 Alemanha tiveram de reduzir rebanhos ou interromper a ordenha meses mais cedo. Para a ind\u00fastria leiteira europeia, um complexo de US$ 12 bilh\u00f5es, os campos secos fizeram aumentar os custos de alimenta\u00e7\u00e3o animal, estrangulando os lucros dos pecuaristas. A Autoridade Irlandesa para o&nbsp; Desenvolvimento da Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o, equivalente ao Minist\u00e9rio da Agricultura no Brasil, estima que os produtores devem receber em 2018 apenas metade do que haviam ganhado no ano passado. A situa\u00e7\u00e3o do abastecimento pode se tornar cr\u00edtica e a produ\u00e7\u00e3o de leite cair nos pr\u00f3ximos meses, segundo a Arla Foods, maior companhia leiteira do Norte da Europa.<\/p>\n<p>\"Em julho, n\u00f3s consumimos a forragem que deveria ter durado o inverno&nbsp; todo\", afirma Pat McCormack, que tem um rebanho de 100 vacas leiteiras no Condado de Tipperary, na Irlanda, onde trabalha h\u00e1 mais de 20 anos. \"Para um produtor sem grama, silagem, dinheiro e com os filhos indo para a faculdade, isso \u00e9 um grande desafio mental.\"<\/p>\n<p>As coisas t\u00eam ido t\u00e3o mal que a cooperativa Arla afirmou recentemente que planeja dar um passo sem precedentes: repassar todo o seu lucro aos produtores que enfrentam a press\u00e3o provocada pela estiagem. A Uni\u00e3o Europeia tamb\u00e9m tem se mexido para socorrer os pecuaristas em dificuldades, acelerando pagamentos ou aliviando a legisla\u00e7\u00e3o. Na Irlanda, a neve no come\u00e7o do ano encharcou os pastos de tal maneira que os produtores come\u00e7aram a recorrer \u00e0s reservas de forragem antes que a seca tivesse prejudicado o crescimento dos pastos, fazendo com que eles consumissem neste ver\u00e3o os estoques que seriam para o pr\u00f3ximo inverno. Alguns tiveram que buscar alimento para o gado fora da porteira, com custos extras, pois n\u00e3o tinham colheita pr\u00f3pria para alimentar os animais.<\/p>\n<p>Aqueles que n\u00e3o tinham condi\u00e7\u00f5es para isso foram obrigados a reduzir o rebanho. Desde junho, o n\u00famero de vacas abatidas por semana aumentou 16% na compara\u00e7\u00e3o com o ano passado, de acordo com o departamento de agricultura da Irlanda. Na Alemanha, os abates est\u00e3o 50% acima do observado em 2017, conforme o grupo DBV (um grupo de produtores da Alemanha - Deutscher Bauernverband). A produ\u00e7\u00e3o de leite n\u00e3o tem sido diretamente proporcional ao tamanho do plantel, mas, por enquanto, ainda \u00e9 cedo para afirmar com seguran\u00e7a o real impacto \u00e0 cadeia. O DBV avalia que as entregas na regi\u00e3o Leste da Alemanha podem cair 10% no comparativo com o ano anterior. Um produtor irland\u00eas acredita que as perdas totais cheguem a US$ 11,70 por vaca. O calor tamb\u00e9m tem afetado as produtividades. Normalmente, na regi\u00e3o, uma vaca produz cerca de 40 litros de leite por dia. Com o tempo mais quente, por\u00e9m, o rendimento pode cair pela metade e os animais levam mais tempo para se recuperar, explica Peter Paul Coppes, analista s\u00eanior do Rabobank em Utrecht, na Holanda. Pecuaristas tiveram que gastar mais com suprimentos alimentares para impulsionar a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os custos adicionais e a redu\u00e7\u00e3o produtiva chegam num momento em que os pre\u00e7os do leite na Europa vinham em queda de 4%, de um ano para c\u00e1. Na Dinamarca, que reponde por 8% da cadeia leiteira europeia, o impacto da onda de calor pode ter chegado a US$ 1 bilh\u00e3o, devendo levar a um aumento no pre\u00e7o do leite nos pr\u00f3ximos seis meses, segundo o grupo dinamarqu\u00eas SEGES (departamento que trabalha com todas as quest\u00f5es agr\u00edcolas do pa\u00eds).&nbsp; A ind\u00fastria pode enfrentar mais problemas, mesmo que as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas melhorem daqui em diante, pois o calor interfere na fertilidade do gado. \"Os resultados ainda s\u00e3o nebulosos pelos pr\u00f3ximos nove meses\", pontua Chris Gooderham, especialista da C\u00e2mara de Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio do Reino Unido.<\/p>\n<p>\"Isso tudo deve levar a uma crise financeira no setor de pecu\u00e1ria leiteira da Irlanda, a menos que haja um aumento expressivo nos pre\u00e7os\", complementa John Robinson, produtor de leite com um rebanho de 130 vacas no Sudeste do pa\u00eds. \"O Natal deve ser bem desolador.\" (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do The Washington Post, publicadas na Gazeta do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><br \/>\n<em>Os indicadores s\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do leite<br \/>\nPre\u00e7os\/UE - Todos os indicadores detectados no mercado s\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 eleva\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do leite, mas, a realidade n\u00e3o \u00e9 assim. Esta \u00e9 a queixa da Federa\u00e7\u00e3o Francesa de Produtores de Leite (FNPL) publicado esta semana. Lembraram que a seca limitou o crescimento da produ\u00e7\u00e3o na Uni\u00e3o Europeia (UE), que o pre\u00e7o da manteiga continua subindo e que a tend\u00eancia da economia \u00e9 positiva. Com este panorama, o pre\u00e7o ao produtor deveria subir. Thierry Roquefeuil, presidente da FNPL, adiantou que a cooperativa Sodiaal (dona da marca Yoplait) paga entre 320 e 340 \u20ac\/tonelada e lembrou, que antigamente nenhuma ind\u00fastria pagava menos do que esse pre\u00e7o, mas agora, ningu\u00e9m respeita essa linha vermelha. Segundo Roquefeuil, a Lactalis revisou seus pre\u00e7os deixando-os em torno de 310 \u20ac\/tonelada, o mesmo que a cooperativa Agrial. Estes pre\u00e7os est\u00e3o abaixo dos custos de produ\u00e7\u00e3o, que a FNPL estima em 320 \u20ac\/tonelada. Nos \u00faltimos meses, o Presidente da Rep\u00fablica Francesa, Emmanuel Macron, promoveu atrav\u00e9s dos Estados Gerais de Alimenta\u00e7\u00e3o, que o pre\u00e7o final do produto \u00e9 uma sucess\u00e3o dos incrementos dos pre\u00e7os da cadeia de produ\u00e7\u00e3o e que em cada elo deve ser levado em conta a situa\u00e7\u00e3o do mercado. Macron conseguiu o consenso entre as partes, inclusive com documentos e fotos. A FNPL lamenta que aqueles que assinaram os acordos agora n\u00e3o os cumpram e n\u00e3o cr\u00ea que realmente os esfor\u00e7os de Macron tenham frutos. A ind\u00fastria e a distribui\u00e7\u00e3o culpam um ao outro de ser os respons\u00e1veis pelos baixos pre\u00e7os ao produtor. A situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o parece muito diferente da Espanha. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de setembro de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.816 Sindilat avalia nova tabela de frete O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) informa que, tendo em vista a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/09\/06\/06-09-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/09\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2519","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2519","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2519"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2519\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2520,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2519\/revisions\/2520"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2519"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2519"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2519"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}