{"id":2490,"date":"2018-08-31T20:59:17","date_gmt":"2018-08-31T20:59:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=2490"},"modified":"2018-08-31T20:59:17","modified_gmt":"2018-08-31T20:59:17","slug":"31-08-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/31\/31-08-2018\/","title":{"rendered":"31\/08\/2018"},"content":{"rendered":"<p><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\"><\/a><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 31 de agosto de 2018<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.812<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\"><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><strong style=\"text-align: justify;\"><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\"><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Vitrine do Leite leva para a cidade todo o processo de ordenha no campo<\/strong><\/p>\n<p>Instalada para melhor atender ao p\u00fablico, a arquibancada de 50 lugares montada no Pavilh\u00e3o do Gado Leiteiro para receber a Vitrine do Leite ficou pequena diante da procura pela apresenta\u00e7\u00e3o que j\u00e1 se tornou uma das grandes atra\u00e7\u00f5es da Expointer. Crian\u00e7as e adultos acompanharam atentamente o passo a passo do trabalho de ordenha de uma vaca leiteira, algo corriqueiro no campo mas ainda novidade para quem mora na cidade.<\/p>\n<p>Segundo o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o objetivo da a\u00e7\u00e3o \u00e9 aproximar o p\u00fablico urbano que raramente tem a oportunidade de acompanhar os processos que s\u00e3o realizados at\u00e9 o leite pra chegar na 'caixinha'. \"Algumas pessoas podem at\u00e9 ter visto em v\u00eddeos e reportagens, mas \u00e9 muito diferente ao vivo. Na Vitrine \u00e9 poss\u00edvel constatar de perto todo o cuidado que existe com a mat\u00e9ria-prima em todas as etapas antes da industrializa\u00e7\u00e3o\", ressaltou o dirigente, que considera a Expointer o palco ideal para esse tipo de evento, uma&nbsp; vez que permite ao consumidor final acompanhar tamb\u00e9m a prepara\u00e7\u00e3o das vacas.<\/p>\n<p>A m\u00e9dica veterin\u00e1ria Jussara Weirich foi uma das que presenciou a apresenta\u00e7\u00e3o na arquibancada e se mostrou satisfeita com o que viu. \"Sempre quis acompanhar um processo de ordenha, pois n\u00e3o tinha ideia de como era feita. Os t\u00e9cnicos foram muito dedicados e deixaram claro que s\u00e3o profissionais que gostam do que fazem\", disse. O jogador do Sport Club Internacional, Leandro Dami\u00e3o, levou seus pequenos para verem de perto o manuseio de uma vaca leiteria. \"Minha filha gosta muito de animais, por isso paramos aqui para acompanhar, gostei muito da iniciativa. \"destacou.&nbsp;<\/p>\n<p>A capacidade produtiva das vacas tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o de quem passou pelo pavilh\u00e3o. Ao todo, mais de seis animais foram ordenhados e algumas vacas chegaram a produzir 32 litros de leite apenas no per\u00edodo da apresenta\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da demonstra\u00e7\u00e3o da ordenha, foi exibido um curta metragem que reuniu depoimentos de profissionais da cadeia produtiva. O v\u00eddeo explicou o caminho percorrido pelo leite da propriedade rural \u00e0 ind\u00fastria, destacando a import\u00e2ncia de cada uma dessas etapas.<\/p>\n<p>A Vitrine do Leite \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o do Fundesa, com apoio do Sindilat, da Secretaria Estadual de Agricultura, do Minist\u00e9rio da Agricultura, Associa\u00e7\u00e3o do Gado Holand\u00eas, Fetag, Farsul, Emater e Eurolatte. (Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormalCxSpFirst\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Sindilat participa de reuni\u00e3o do GP de prote\u00edna animal do Estado<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 333px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2999\" alt=\"\"><br \/>\nFoto: Camila Silva&nbsp;<\/p>\n<p>O Sindicato das Ind\u00fastrias de Lat\u00edcinios do Rio Grande do Sul (Sindilat) participou na manh\u00e3 desta quinta-feira (30\/8), da reuni\u00e3o do grupo de discuss\u00e3o sobre a cadeia produtiva de prote\u00edna animal do Rio Grande do Sul, na Expointer, em Esteio. O objetivo central do evento foi projetar cen\u00e1rios e perspectivas do setor no Estado.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Agricultura do Rio Grande do Sul, Odacir Klein, destacou a import\u00e2ncia do grupo e o empenho dos representantes das cadeias produtivas em discutir e fomentar solu\u00e7\u00f5es para os respectivos problemas e gargalos da produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna animal, incluindo o setor dos l\u00e1cteos. Na primeira parte do evento, o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), Francisco Turra, palestrou sobre a conjuntura nacional com reflexos no atual momento pol\u00edtico.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, abordou as principais demandas dos fabricantes de l\u00e1cteos no Estado. De acordo com Palharini, a principal pauta do setor atualmente refere-se \u00e0 certifica\u00e7\u00e3o das propriedades produtoras livres da tuberculose e brucelose. \"Essa pauta n\u00e3o \u00e9 importante apenas para a inser\u00e7\u00e3o dos produtos l\u00e1cteos no exterior, mas tamb\u00e9m para atendermos ainda com mais qualidade o mercado externo, afinal, trata-se de um tema de sa\u00fade p\u00fablica\", destacou e nesse momento estamos com dificuldade de ant\u00edgenos para os testes. E essa compra e teste do pode ser autorizado pelo minist\u00e9rio da agricultura.<\/p>\n<p>Palharini tamb\u00e9m mencionou a import\u00e2ncia do di\u00e1logo com as prefeituras das cidades onde os latic\u00ednios est\u00e3o sediados, tendo em vista que determinadas demandas, como log\u00edstica e qualidade de energia el\u00e9trica passam diretamente pela administra\u00e7\u00e3o das cidades. \"O produtor de l\u00e1cteos \u00e9 uma micro ind\u00fastria do munic\u00edpio, ele gera ICMS para cidade que, em determinadas ocasi\u00f5es, focam nos grandes empreendimentos de fora\", afirmou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do setor l\u00e1cteo, os representantes das demais cadeias tamb\u00e9m falaram sobre as suas principais demandas. Na ocasi\u00e3o, os participantes puderam degustar produtos ofertados pelos setores presentes. Os associados do Sindilat disponibilizaram queijos e derivados para os convidados. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Produ\u00e7\u00e3o do leite deve buscar efici\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>A busca pela efici\u00eancia dentro e fora da porteira \u00e9 o desafio do momento da cadeia do leite. Ao mesmo tempo em que quase 20 mil produtores abandonaram a atividade nos \u00faltimos tr\u00eas anos, conforme levantamento da Emater, muitos dos que permaneceram tiveram de se adaptar para aumentar produtividade e reduzir custos. Os desafios do setor pautaram a \u00faltima etapa do ciclo Debates do Correio do Povo Rural, ontem, na Casa do Correio do Povoo no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil. Entre os pontos consensuais est\u00e1 a necessidade de ampliar o controle sanit\u00e1rio visando o mercado externo. O desafio de abrir mercados fora do pa\u00eds passa pela necessidade de intensificar os avan\u00e7os na qualidade do leite obtidos nos \u00faltimos anos. \"Para podermos alcan\u00e7ar mercados mais exigentes, vamos ter que seguir buscando melhoria na qualidade do leite, tanto do ponto de vista nutricional, para aumentar a concentra\u00e7\u00e3o de nutrientes, quanto do ponto de vista higi\u00eanico e sanit\u00e1rio, para diminuir a carga bacteriana e ter um controle rigoroso sobre brucelose em tuberculose\", afirmou a pesquisadora Renata Su\u00f1\u00e9 Martins da Silva, da Embrapa Pecu\u00e1ria Sul.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com ela, o controle sanit\u00e1rio do rebanho est\u00e1 entre os aspectos em que ainda h\u00e1 pontos a avan\u00e7ar, o que, por sua vez, se refletir\u00e1 na remunera\u00e7\u00e3o ao produtor. \"Se a gente conseguir colocar nas propriedades os conceitos de boas pr\u00e1ticas e, com isso, obter uma qualidade do leite melhor, isso vai incidir sobre a bonifica\u00e7\u00e3o do produtor\", sustentou. A recente recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os ao produtor reduziu as perdas do setor, por\u00e9m a oscila\u00e7\u00e3o dos valores ainda preocupa. Para o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, um dos fatores que impactam na quest\u00e3o da efici\u00eancia \u00e9 a log\u00edstica da cadeia do leite. \"Precisamos tentar achar, juntamente com o governo, uma pol\u00edtica de incentivo na quest\u00e3o do transporte\", explicou.&nbsp;<\/p>\n<p>O dirigente destacou avan\u00e7os como o Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, o melhoramento gen\u00e9tico ainda em curso e a previsibilidade obtida a partir do pre\u00e7o de refer\u00eancia do Conseleite, mas salientou que a iniciativa privada necessita da parceria do poder p\u00fablico em diversos aspectos. Um deles, percebido com for\u00e7a recentemente, foi a escassez da tuberculina, ant\u00edgeno utilizado para testes de tuberculose bovina, ocorrida ao mesmo tempo em que a cadeia incentiva o controle da doen\u00e7a nas propriedades rurais. \"Temos uma produ\u00e7\u00e3o pequena no Brasil, s\u00f3 de um laborat\u00f3rio em S\u00e3o Paulo, e a\u00ed n\u00e3o se agiliza a quest\u00e3o de trazer de fora do pa\u00eds\", reclamou.<\/p>\n<p>O presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Criadores de Gado Jersey do Rio Grande do Sul, Alcio Azambuja de Azambuja, destacou que o grande problema \u00e9 a inseguran\u00e7a provocada pela oscila\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os, considerando que seria interessante para o produtor uma maior estabilidade no que se refere a pol\u00edticas de pagamento. \"Fala-se em efici\u00eancia do produtor, mas quem consegue se programar nesta inconst\u00e2ncia de mercado?\", questionou. Azambuja destacou que os ga\u00fachos ca\u00edram para a terceira posi\u00e7\u00e3o no ranking dos estados produtores, ap\u00f3s ocuparem a segunda coloca\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m observou que o Rio Grande do Sul conta com a maior capacidade de expans\u00e3o, especialmente na Metade Sul. Al\u00e9m disso, Azambuja lembrou que a produ\u00e7\u00e3o leiteira est\u00e1 presente em 98% dos munic\u00edpios ga\u00fachos e que a cadeia merece ser pensada levando-se em conta essa capilaridade. O presidente da Comiss\u00e3o de Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, salientou que a produ\u00e7\u00e3o ga\u00facha triplicou nos \u00faltimos 15 anos. Junto com isso, veio a amplia\u00e7\u00e3o do portf\u00f3lio das ind\u00fastrias. Para Rodrigues, \u00e9 importante que a cadeia do leite pense em conquistar reconhecimento da sua qualidade para atender aos diversos mercados, por\u00e9m sem esquecer que h\u00e1 um espa\u00e7o grande tamb\u00e9m no mercado interno. \"Precisamos avan\u00e7ar no desenvolvimento de subprodutos do leite, de maior agrega\u00e7\u00e3o de valor, para atender ao nosso consumidor que hoje est\u00e1 exigente\", defendeu. Para que isso ocorra, na avalia\u00e7\u00e3o dele, a quest\u00e3o sanit\u00e1ria \u00e9 um ponto fundamental.&nbsp;<\/p>\n<p>De acordo com Rodrigues, as cadeias leiteiras dos estados da regi\u00e3o Sul t\u00eam se manifestado de forma consensual sobre o que deve ser feito, por\u00e9m ainda h\u00e1 barreiras que se imp\u00f5em relacionadas ao marco legal do setor. Apesar da recente recupera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os pagos ao produtor, o agr\u00f4nomo Giancarlo Fernandes Rubin, assessor especial da Emater, destacou a necessidade de que as discuss\u00f5es sobre os valores e a qualidade do leite sejam mantidas. At\u00e9 porque, segundo ele, a varia\u00e7\u00e3o positiva, que foi influenciada pela greve dos caminhoneiros, deve sofrer uma revers\u00e3o nos pr\u00f3ximos meses. \"Se n\u00e3o continuarmos a discuss\u00e3o, na pr\u00f3xima feira, que \u00e9 a Expodireto, vamos estar voltando ao assunto, porque o pre\u00e7o vai cair\", ressaltou. Quanto \u00e0 busca por efici\u00eancia, salientou a necessidade de que a propriedade seja analisada como um todo. A produtividade defendida pela Emater \u00e9 de 15 mil litros por hectare, enquanto que a realidade no Rio Grande do Sul \u00e9 de 6,5 mil litros. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\"><\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><em>Cooperativa Santa Clara recebe Trof\u00e9u Neg\u00f3cios da Terra<br \/>\nAo completar 106 anos, a Cooperativa Santa Clara, de Carlos Barbosa\/RS, foi uma das homenageadas pelo Tr\u00f3feu Neg\u00f3cios da Terra - Destaque Expointer, entregue na noite de quinta-feira (30\/08). Na ocasi\u00e3o, o diretor-executivo Alexandre Guerra, que tamb\u00e9m \u00e9 presidente do Sindicato das Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat), recebeu a distin\u00e7\u00e3o das m\u00e3os do diretor comercial do SBT RS, Carlos Toillier. Na terceira edi\u00e7\u00e3o, o Tr\u00f3feu \u00e9 concedido pelo SBT, Grupo Sinos, com patroc\u00ednio da Corsan e do Governo do Estado. A festa de entrega ocorreu na Expointer, no Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio, reunindo empres\u00e1rios, representantes de associa\u00e7\u00f5es, institui\u00e7\u00f5es e convidados. O Trof\u00e9u leva o nome do programa do SBT voltado ao agroneg\u00f3cio. Foram reconhecidos os trabalhos de empresas e entidades na \u00e1rea do agroneg\u00f3cio nos diversos segmentos. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/em><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: center;\"><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\"><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 31 de agosto de 2018&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 12 - N\u00b0 2.812 Vitrine do Leite leva para a cidade todo o processo de ordenha no campo Instalada para melhor atender ao p\u00fablico, a <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2018\/08\/31\/31-08-2018\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/08\/2018\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-2490","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2490","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2490"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2490\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2491,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2490\/revisions\/2491"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2490"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2490"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2490"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}